domingo, 31 de janeiro de 2016

A Rebelião dos Canários - de novo


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos I. S. Azambuja

Texto escrito por Pilar Rahola em 2004 e já transcrito por diversos historiadores. Julguei adequado voltar a transcrevê-lo face as atuais atrocidades que vêm sendo cometidas pelo denominado Estado Islâmico.

QUEM É PILAR RAHOLA?

“Não sou judia, estou vinculada ideologicamente com a esquerda e sou jornalista. Por que não sou anti-israelense, como a maioria de meus colegas? Porque, como não judia, tenho a responsabilidade histórica de lutar contra o ódio aos judeus e, na atualidade, contra o ódio à sua pátria, Israel. A luta contra o anti-semitismo não é coisa de judeus, é obrigação dos não judeus. Como jornalista, sou obrigada a buscar a Verdade, mais além dos preconceitos, das mentiras e das manipulações. E sobre Israel não se diz a Verdade. E como pessoa de esquerda, que ama o progresso, sou obrigada a defender a liberdade, a cultura, a convivência, a educação cívica das crianças, todos os princípios que as Tábuas da Lei tornaram princípios universais. Princípios que o islamismo fundamentalista destrói sistematicamente. Quer dizer, como não judia, jornalista e de esquerda tenho um triplo compromisso moral com Israel. Porque, se Israel fosse derrotado, seriam derrotadas a modernidade, a cultura e a liberdade”.
(Conclusão da Conferência “A Esquerda Lunática”, proferida por PILAR RAHOLA na Convenção da AIPAC, em Washington DC, em junho de 2008)

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Abaixo, o texto “A Rebelião dos Canários”

"Primero nos dijeron, no podéis vivir como judíos entre nosotros. Después nos dijeron, no podéis vivir entre nosotros. Y al final dijeron, no podéis vivir”

Os mineiros tinham, até bem adiantado o século XX, uma técnica infalível para proteger-se nas profundidades da rocha: os canários.  

A pequena ave, mais sensível que o homem à falta de oxigênio e aos gases tóxicos, morreria primeiro que estes se nas minas houvessem gases venenosos ou demasiado monóxido de carbono. Se os mineiros vissem os canários morrerem ou asfixiarem-se, sabiam que deviam abandonar a mina a toda velocidade. O canário era o primeiro que sofria por um mal que acabaria por matar a todos.  

Em Skopje, na ex Iugoslávia, encontrei certa vez um ancião que havia sobrevivido à história eriçada de guerras de seu país. Me contou o segredo de sua sobrevivência: “Quando os judeus são perseguidos ou escapam – disse com sua boca desdentada – é hora de fazer as malas”.  

O ancião iugoslavo tinha razão: na história moderna os judeus foram os “canários” do mundo. Elementos minoritários e vulneráveis da sociedade, os judeus foram sempre o primeiro alvo dos movimentos de destruição e desumanização.  

Na Inglaterra covarde do “apaziguamento”, Winston Churchill denunciava o verdadeiro caráter da Alemanha Nazi. Um regime que começa perseguindo os judeus – dizia Churchill – cedo ou tarde ameaçaria a liberdade e a vida de todos.  

A temperança moral do mundo é posta à prova. Se os judeus podem ser perseguidos ou assassinados impunemente – raciocinam os tiranos – então pode-se passar para o próximo passo. Todas as grandes ditaduras de nossa época – nazismo, stalinismo, esquerda, direita – tiveram os judeus como o alvo predileto e como coelhinhos da índia de sua violência assassina. Todas terminaram por causar milhões de mortos de todas as nações.  

Se o gás mata o canário, cedo ou tarde matará o mineiro. E isto é o que sucede hoje em dia com o fundamentalismo islâmico. O integralismo é o novo totalitarismo que ameaça as sociedades ocidentais. Sobum verniz de conceitos religiosos, o fundamentalismo é uma doutrina política totalitária e fascista. Israel e os judeus foram seu primeiro alvo e, graças à indiferença do mundo, agora o flagelo estende-se por qualquer lugar como uma impiedosa epidemia.  

Quando israelitas morrem despedaçados pelas bombas terroristas, o mundo cala. Vozes de condenação se levantam contra Israel e não contra os assassinos. Os algozes e não as vítimas recebem a solidariedade do mundo. O judeu entre as nações ocupa o mesmo lugar que o judeu entre as gentes: o eterno culpado, o vilificado, o causador de problemas. Israel é acusado de causar o terrorismo islâmico. Na realidade, o estado judeu é sua primeira vítima e é um campo de provas para os assassinos.  

A covardia e a indiferença do mundo em lidar com o terrorismo convenceu os assassinos de que poderiam atacar os Estados Unidos, a Europa e a Ásia.  

Assim, o terrorismo – que poderia ter sido entendido com uma ação combinada e enérgica – converteu-se em um mal em escala mundial.
Houve também outros “canários” na história moderna. Em 1938 o estado pacífico e democrático da Checoslováquia foi a primeira vítima de Hitler. Foi um balão de ensaio do Nazismo. Se Praga caísse, cairiam também Varsóvia, Amsterdam, Paris e Londres. No infame tratado de Munique, as potências democráticas claudicaram ante Hitler que, convencido de sua debilidade, sentiu-se confiante para lançar a Segunda Guerra Mundial.  

A lógica de Munique continua viva, tanto na Europa quanto nos assassinos. Quando a voracidade de Hitler reclamava a Checoslováquia, França e Inglaterra assinalavam o pequeno país centro-europeu como o culpado de uma tensão que levaria à guerra. “Esse país insolente deve ceder – dizia Chamberlain, referindo-se à Checoslováquia – para salvar a paz”.  
Praga foi forçada a ceder, a Checoslováquia desapareceu e assim começou a guerra. Hoje em dia a mesma lógica se aplica a Israel. Frente ao terrorismo, Israel deve ceder, para salvar a paz.  

A falácia desse argumento é óbvia: o fundamentalismo islâmico não busca tal ou qual reivindicação territorial, senão a destruição de Israel e do Ocidente em seu conjunto. Frente a esta realidade, o Ocidente e especialmente a Europa são suicidamente cegos.  

Se, como a Checoslováquia, Israel cair ante o fundamentalismo, qual será o próximo passo? França, que tem em seu seio milhões de muçulmanos e onde os grupos fundamentalistas ganham cada vez mais poder? Inglaterra, onde imãs fundamentalistas queimam bandeiras inglesas?  

O que o Ocidente parece não entender é que Israel é o campo de batalha onde lança seu próprio futuro. Se Israel cai frente ao terrorismo, então todo o Ocidente estará ameaçado. As mesmas redes de tráfico de armas e dinheiro que os terroristas usam para atacar Israel, são utilizadas para atacar os Estados Unidos e outros países ocidentais.  

Im’ad Magnia, o assassino do Hezbolláh que organizou o atentado à AMIA, foi ativo na rede que permitiu a tragédia do 11 de setembro. Ramzee Yussef, o líder do primeiro atentado às torres gêmeas em 1993 fez suas primeiras armas no Hamas. O Irã arma o Hezbolláh e com as mesmas redes comandou o assassinato de dissidentes nas ruas de Berlim.  

Em Istambul, a estratégia dos “judeus primeiro, depois o resto” é ensaiada com sangrenta eficácia: duas sinagogas são atacadas, e só uns poucos dias depois alvos ingleses e turcos também o são.  

Berlim e Jerusalém: Durante a Guerra Fria, o mundo pareceu ter aprendido. O Ocidente se deu conta de que Berlim era o canário que não podiam deixar morrer. Enquanto a ditadura comunista construía o muro de Berlim, John F. Kennedy visitou a cidade sitiada e clamou “Eu sou um berlinense”. Estava enviando uma mensagem clara e forte: Se Berlim é atacada, todo o Ocidente o é. Se deixamos Berlim cair, isolada e fechada em um mar de forças hostis, então nós seremos os próximos.  

Israel – curioso paradoxo – é como Berlim: um oásis democrático e ocidental rodeado de forças hostís e de um mundo árabe em crescente radicalização. Assim como Berlim podia ser deglutida pela “maré” soviética, Israel pode desaparecer sob 20 ditaduras árabes. 

Porém, a lucidez do mundo – em especial da Europa – durou pouco. A cegueira judeofóbica não deixa ver o óbvio e empurra a Europa para uma espiral suicida. Em vez de olhar o problema na cara, os europeus consideram Israel como “um perigo para a paz”. Igualmente ridículo que houvesse sido considerar Berlim – e não aos que a ameaçavam- como um perigo para a paz. A mesma cegueira que fez com que Chamberlain chamasse Benes (o líder checoslovaco) de insolente e não a Hitler.  

Aos franceses, que por moda ou ódio judeofóbico acusam Israel de ser “o país que mais ameaça a paz mundial”, lhes perguntaria: Se o Hamas vence, como deterão os fundamentalistas da França? Na mente dos fundamentalistas, a queda de Israel aplanará o caminho para futuras conquistas, no coração mesmo da Europa.  

Devido à cegueira e à covardia de Munique, a França passou a ser de primeira potência do mundo a um patético país de terceira e a Europa perdeu para sempre seu espaço de proeminência. Agora, graças a seu anti-semitismo e à sua hipocrisia, permitirá ao fundamentalismo islâmico reinar sobre o continente.  

A Europa pensa “se Israel não existisse, o mundo seria um lugar mais seguro” da mesma maneira que pensava “se a Checoslováquia não existisse, a Europa estaria mais segura”.  

É tão ridículo como um mineiro que veja o canário sofrer e se enoje com ele, em vez de pensar que ele e seus companheiros correm perigo.  
A “correção política” e a covardia não deixam atacar o problema na raiz. Experts alemães realizaram, a pedido da União Européia, um estudo sobre os atos de anti-semitismo que assolam a União. A conclusão foi taxativa: elementos radicais muçulmanos estavam por trás da onda de violência anti-judaica e a “nova esquerda” dava legitimação e sustento ideológico aos ataques. A demonização de Israel nas mídias, coadjuvava a violência.  

A reação das autoridades frente a este estudo mostra porquê a Europa vai direto ao desastre: a reportagem foi engavetada por considerar-se demasiado “ofensiva”. Em vez de fazer frente ao problema e tomar medidas enérgicas, a comissão encarregou outra reportagem “mais lanceada”.  

Alguém dirá: “Sim, porém, e os palestinos?” “Eles são os oprimidos e não Israel”.  

A atitude da Europa não tem nada a ver com os justos reclamos dos palestinos. 

Também durante Munique os alemães dos Sudetes (região Oeste da Checoslováquia) eram considerados oprimidos. Eles foram a desculpa de Hitler para reclamar o desmantelamento do pacífico país centro-europeu, apesar de que Praga havia acedido a quase todas as demandas de autonomia dos germanófobos dos Sudetes.  

Israel, tal como os judeus, não é odiado pelo que faz, senão pelo que é.  
Israel é odiado por ser um oásis democrático e ocidental em um mar de ditaduras. Israel é odiado por apoiar-se em valores de humanidade e liberdade cercado de tiranias sangrentas. Israel é odiado porque apresenta um exemplo nefasto para ditadores e tiranos. Não são os defeitos de Israel o que os terroristas odeiam – os quais existem em abundância -, senão suas virtudes.  

A intifada não foi lançada por causa da falta de negociações de paz, senão para fazê-las fracassar. Os atentados suicidas começaram em pleno processo de paz, foram causa e não conseqüência de seu fracasso. Aos olhos da Europa Arafat ganhou popularidade e legitimidade precisamente após rechaçar a paz e lançar uma guerra.  

A falácia de que maiores concessões por parte de Israel deterão o terrorismo é tão óbvia quanto perigosa. Ainda os que cremos, como a autora destas linhas, na justiça do reclamo palestino e na necessidade de um Estado Palestino ao lado de Israel, devemos saber que o terrorismo – e a hostilidade da Europa – têm pouco a ver com essa reivindicação.  

A solidariedade com os palestinos é, talvez, uma das maiores hipocrisias do século. A Europa que colonizou o mundo árabe, que oprime suas próprias minorias muçulmanas e que cala complacente frente às tiranias que assolam o mundo muçulmano, se descobre como campeã dos direitos humanos precisamente no tema palestino.  

A Europa, que - como a França – interveio dezenas de vezes em suas ex-colônias africanas, lava suas culpas nas costelas de Israel. A Europa que inventou o colonialismo, o genocídio e o totalitarismo converte as vítimas em culpados.  

A Europa jamais protestou quando os palestinos eram submetidos pelo Egito, Síria e Jordânia. Tampouco quando o Kuwait expulsou 300.000 palestinos de seu território. Só quando Israel é o suposto “perpetrador”, a solidariedade se faz ver.  

Longe de ser solidária, a Europa trata outra vez de “apaziguar” assassinos. Os que pagam, são outra vez os judeus.  

Se não temos canários – pensaria um mineiro néscio e suicida – então não haverá gás tóxico na mina. Se não existisse Israel – pensam europeus covardes e anti-semitas – então não haveria fundamentalismo islâmico.  
Os europeus são – nas palavras do grande Milan Kundera – “os engenhosos aliados de seus próprios coveiros”.  

Israel é, como disse um jornalista israelense, um país “on probation”. O problema não são os territórios ocupados, nem o conflito palestino. O tema é o direito de Israel existir. A legitimidade mesma da existência de um Estado Judeu. Nenhum outro país do mundo tem sua existência mesma questionada. Inclusive os que cremos na necessidade de entregar territórios em troca da paz, não devemos enganar-nos. A hostilidade da Europa não tem nada a ver com os territórios.  

Em uma notória pesquisa, 19% dos italianos disseram que Israel deveria deixar de existir. Mais revelador que o resultado é propriamente a pergunta: Por que é legítimo para um pesquisador europeu pôr em dúvida o direito de Israel existir e não o da Índia, Síria, França ou Itália? 

Israel tem que pedir permissão e perdão pelo mero fato de existir. Quem acompanha atentamente as emissões televisivas européias verá que já não se debate acerca de tal ou qual plano de paz, nem acerca de regras territoriais. O debate centra-se em deslegitimizar a existência do Estado.  

A “nova esquerda”, que na realidade tem pouco de nova e muito de ranço stalinista totalitário, converteu em legítimo e cool o anti-semitismo e a deslegitimização de Israel. Os anti-semitas modernos já não são velhos nazis ou fascistas repulsivos, senão intelectuais progressistas e da moda.
Como dizem Alain Finkielkraut, “é o tempo dos anti-semitas simpáticos”.  

O filósofo judeu-francês – que, diga-se de passagem, é um antigo militante pela causa palestina – queixa-se amargamente: “os debates nos quais participamos não são discussões, senão tribunais”. Aceita-se a terrível irracionalidade de ser anti-semita como condição necessária para ser liberal e anti-racista. O “direito de solo” que os intelectuais judeus têm que pagar para serem aceitos continua subindo: se antes tinha que ser pró-palestino, agora há que franca e plenamente negar o direito a Israel de existir.  

A sociedade e os meios de comunicação colaboram ativamente. Quando Le Pen – líder da extrema direita francesa – atacava os judeus, era condenado unanimemente; quando Tarik Ramadam – seudo intelectual muçulmano de esquerda – lança uma lista de ‘judeus suspeitos’, é convidado a explicar sua posição em ‘tout le monde en parle” (um programa da atualidades muito em moda na elite artística e intelectual francesa).  

Se houvesse objetividade, se poderia lutar com a mesma força pelos direitos dos palestinos e pelo direito de Israel de existir livre e seguro, como um estado judeu e democrático.  

Paradoxalmente, as posturas israelenses mais extremas se vêem fortalecidas por esta atitude. Se o que se nega é a existência mesma do Estado, inclusive em suas fronteiras de 1967, - pensa a extrema direita – então, de que serve fazer dolorosas concessões?

Se o que se deslegitimiza é Tel Aviv, então para que renunciar a Hebron? O argumento é logicamente irreprochável. Para que ceder territórios que se tenham no coração da consciência histórica judaica, se esse sacrifício não nos assegurará a paz, o reconhecimento e a segurança?  

Frente a isto, a esquerda se vê esvaziada de argumentos e impelida aos extremos, e os que desejam um acordo baseado em concessões mútuas sentem-se como ingênuos que ignoram os verdadeiros motivos de seus adversários.  

Quando o presidente francês Daladier voltou de Munique esperava ser linchado por sua claudicação ante Hitler. Em vez disso, foi recebido por uma multidão que o ovacionava por ter salvado a paz. Ninguém queria “morrer pela Checoslováquia”. Fingindo um sorriso, voltou-se para seu ministro das Relações Exteriores e murmurou: “Quels cons!” “(Que imbecis!)”.  

As similitudes com a época atual são arrepiantes. Líderes que legitimam ditadores e assassinos são tratados como “heróis da paz”, enquanto asseguram um futuro de mais guerra e terrorismo. Me pergunto se enquanto desfrutava de seu orgasmo midiático anti-americano e anti-israelense, Jacques Chirac se havia voltado para Dominique de Villepin para dizer “Quels cons”... 

Canários indóceis. Agora bem, suponhamos que em uma mina, os canários dizem basta! Basta de morrer para alertar os mineiros de perigos iminentes. Basta de sofrer, porque de todos os modos os mineiros não nos prestam atenção e seguem envenenando-se lentamente com os gases tóxicos da mina.  

Basta de morrer gratuitamente, porque a triste verdade é que aos mineiros não importa.  

Basta de asfixiar-nos por nada, porque a única coisa que recebemos é o ódio e não a solidariedade dos mineiros aos quais salvamos. Basta, porque os mineiros jamais aprenderão a lição e jamais entenderão que se nós morrermos, morrerão eles também. Basta, porque nem sequer cuidam de nós, para cuidarem-se a si mesmos.  

Basta! Nos negamos a ser as cobaias da mina; vamos fazer o que fazem todos os demais: defender nossa própria vida antes de tudo.  
Esta é a legítima eleição de Israel hoje.
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Hoje, 12 anos depois, o Estado de Israel  é encarado da mesma forma. Nada mudou...


Carlos I. S. Azambuja é Historiador.

3 comentários:

Loumari disse...

Judeus são vítimas de sua arrogância. Primeiramente estes sofreram o que sofreram por terem recusado a justiça de Deus por fé em Cristo Jesus. Eles até hoje esperam pelo Messias, só que o Messias já veio, semeou a sua semente e partiu. E voltará para colher o fruto daquilo que ele semeou.
E os judeus não podem se queixar do islão, pois, foram eles mesmos que deram origem ao islão. O islão é a parte mais obscura e primitiva do judaísmo.
Olhem que os muçulmanos matam em nome de um deus e dizem que se lhes é prometido no paraíso 70 ou mais virgens.

Agora veja só o que se diz é o que se prega no judaísmo radical:

"Citações do Talmude judaico: Nidrasch Talpioth, p. 225-G: “Jeová criou o não judeu em forma humana a fim de que o judeu não tenha de ser servido por animais. O não judeu é, portanto, um animal em forma humana e está condenado a servir o judeu dia e noite.” Simeon Haddarsen, fol. 56-D: “Quando o Messias vier, cada judeu terá 2800 escravos.”

Isto aqui tem muita similitude com o que se prega no islão. O islão é a asa do judeu. No alcorão há sorates que julga severamente os judeus acusando-lhes de ser assassinos dos profetas. E hoje quem são os que são assassinos de Cristãos?
E quem fundou o islão foi um judeu de nome Omar, que era muito ligado ao profeta analfabeto. E quando os muçulmanos dizem que o islão é religião de amor, é certo que é religião de amor. Mas de amor de dois homens.
Ao profeta analfabeto lhe é atribuído nove (9) mulheres. Mas para a maior surpresa de todos, ele teve ZERO herdeiro. Como nos explicam isso? E em volta do judeu Omar também, tão-pouco se acha família. E aquela posição do islão de levantar o posterior, é a posição de submissão do analfabeto para receber a bengala do judeu.
E como podem notar o que é da citação do Talmude, observem o nova ordem mundial? Qual é a intenção deles? Terem o povo do mundo submetido aos reis donos do mundo.

Anônimo disse...

Não sou islâmico/muçulmano, nem ariano. Sou humano. Não importa de onde venha a verdade, ela destrói todas as montanhas de mentiras. Venho pesquisando, e respeito muito o senhor Azambuja, inclusive irei ler a Hidra Vermelha. Mas analise e confira o que diz David Duke e Henry Makow. Dentre outras coisas há muitas curiosidades na internet. Como estou na guerra e quero defender o Brasil destas influências espúrias e alienígenas, leio tudo e reflito por anos. Eis o que vi:
David R. Francis, embaixador dos Estados Unidos na Rússia, avisou em janeiro de 1918 num comunicado para Washington : “Os líderes bolcheviques aqui, a maioria dos quais são judeus sendo 90% deles regressados de exílios, importam-se pouco com a Rússia ou qualquer outro país, mas são internacionalistas e eles estão tentando iniciar uma revolução socialista mundial”.
O embaixador da Holanda na Rússia, Oudendyke, apresentou o mesmo ponto de vista uns poucos meses depois. “A menos que o bolchevismo seja cortado pela raiz imediatamente, ele está enlaçado a espalhar-se de uma forma ou de outra sobre a Europa e sobre o mundo inteiro conquanto que ele é organizado e trabalhado por judeus que não tem nacionalidade alguma, e cujo único objetivo é destruir para seus próprios fins a ordem existente das coisas”.
Resumindo a situação daquele tempo, o historiador israelense Louis Rapoport escreveu:
"Imediatamente após a Revolução [Bolchevique], muitos judeus estavam eufóricos sobre sua alta representação no novo governo. O primeiro Politburo de Lenin foi dominado por homens de origem judia.
Sobre Lenin, judeus tornaram-se envolvidos em todos os aspectos da Revolução, incluindo os trabalhos mais sujos. A despeito dos votos comunistas para erradicar o anti-semitismo, ele espalhou-se rapidamente após a Revolução – parcialmente por causa da proeminência de muitos judeus na administração soviética, tão bem como devido ao impulso traumático e inumano de sovietização que seguiu-se. O historiador Salo Baron tem notado que um imenso e desproporcional número de judeus juntou-se a nova polícia secreta bolchevique, a Cheka e muitos daqueles que caíram em conflito com a Cheka iriam ser baleados por investigadores judeus."
“Qualquer um que tenha o infortúnio de cair nas mãos da Cheka,” escreveu o historiador judeu Leonard Schapiro, “fica numa chance muito provável de achar-se confrontando-se, e possivelmente baleado por, um investigador judeu.” [21]. Na Ucrânia, “Judeus perfizeram aproximadamente 80% das fileiras de funcionários e agentes da Cheka,” relata W. Bruce Lincoln, um professor americano de história russa. (Começando como a Cheka, ou Vecheka) a polícia secreta soviética foi posteriormente conhecida como GPU, OGPU, NKVD, MVD e KGB.)

Anônimo disse...

www.pdfarchive.info/pdf/D/Du/Duke_David_-_Supremacismo_judaico.pdf

Prefácio do autor

Eu prometo que este livro vai desafiá-lo. Sua prova documental incrível enfrentará algumas de suas crenças mais queridas. Se você pode colocar de lado o melhor que puder os preconceitos que possa ter sobre este assunto e até mesmo preconceitos que possa ter sobre mim, pessoalmente - você pode de forma mais justa avaliar as idéias e as evidências neste livro. Isso é tudo que um autor pode pedir a seu leitor, e eu pedi-lo de você. É minha convicção sincera de que se você se esforçar para manter uma mente aberta, o que você lê irá surpreendê-lo. O verdadeiro poder deste livro vem de sua documentação a partir de fontes grandes. Na verdade, você vai descobrir rapidamente que a maioria dos meus documentos sobre supremacia judaica são a
partir de fontes judaicas. Eles argumentam de forma mais convincente para o meu ponto de vista do que qualquer coisa que eu poderia escrever. Encorajo-vos a ir para as fontes que cito e vê-los por si mesmo. Neste livro, levá-lo junto comigo em uma viagem fascinante de descoberta em um assunto proibido. Exorto-vos a
coragem manter uma mente aberta enquanto você explora os temas pela frente, pois essa é a única maneira de qualquer um de nós pode encontrar a verdade.
Alguns vão difamar este livro, chamando-o de anti-semita. No entanto, ele não é considerado anti-americano por analisar maus tratos históricos dos índios. Ninguém o chama de anti-cristão ao falar sobre os excessos da Inquisição. Ninguém diz que é anti-muçulmano para examinar elementos extremos no fundamentalismo muçulmano.