sábado, 2 de janeiro de 2016

Diálogo Interamericano e as Forças Armadas periféricas


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos I. S. Azambuja

“Se tudo isso falhar, abolir as Forças Armadas”.(Samuel Huntington)

Mídia Sem Máscara em 2005 publicou matéria de José Carlos Graça Wagner relatando os contatos entre o Foro São Paulo e o Diálogo Interamericano. Mas, especificamente, o que é o Diálogo Interamericano?

Desde algum tempo, referências vêm sendo feitas por publicações diversas, nacionais e internacionais, ao Diálogo Interamericano. Todavia, somente poucas pessoas têm conhecimento pleno do que venha a ser isso.

Sem a pretensão de querer esgotar o assunto, é interessante conhecer um breve resumo do que se convencionou denominar Diálogo Interamericano.
Aproveitando o aparente caos político e institucional na América Latina em seguida à guerra das Malvinas e à crise da dívida externa, ambas em 1982, interesses internacionais moveram-se rapidamente buscando manter seu domínio político e econômico na região. Desse esforço surgiu o que se convencionou chamar Diálogo Interamericano.

Em junho, julho e agosto de 1982 foram organizados três seminários para debater as repercussões da guerra das Malvinas nas relações interamericanas, sob os auspícios do Centro Woodrow Wilson, uma espécie de banco de cérebros, com sede em Washington. O Centro Woodrow Wilson foi criado em 1968 pelo Congresso dos EUA, como “um centro privado de investigação e documentação política”. É dirigido por uma junta composta por funcionários oficiais, dentre os quais o Secretário de Estado, e outras 11 personalidades do setor privado, porém nomeadas pelo governo. Entre essas personalidades figuram luminares das finanças, como John Reed, presidente do Citibank, Max Kampelman, presidente honorário da Liga Antidifamação B’nai B’rith, e Dwayne O. Andreas, presidente do gigantesco cartel graneleiro Archer Daniels Midland.

No primeiro dos três seminários realizados após o término da guerra das Malvinas, Heraldo Muñoz, então professor da Universidade do Chile, argumentou que o intento de recuperar a soberania sobre as ilhas Malvinas “só foi possível porque não havia um governo democrático na Argentina”. Muñoz, posteriormente, foi nomeado embaixador do Chile perante a OEA (Organização dos Estados Americanos).

No segundo seminário, Viron Varky, ex-funcionário do Departamento de Estado dos EUA, e Nicolas Ardito Barleta, arquiteto do sistema financeiro do Panamá e então vice-presidente do Banco Mundial, chegaram à conclusão que a crise oferecia a oportunidade de se criar“um sistema de governo hemisférico mais forte”.

No terceiro seminário, o ex-embaixador norte-americano William Luers opinou ser necessária uma maior comunicação entre os EUA e a América Latina.

Desses seminários surgiu a idéia do Diálogo Interamericano e, de outubro de 1982 a março de 1983, o Centro Woodrow Wilson patrocinou uma série de reuniões já dentro dessa idéia, nas quais 48 delegados da América Latina e dos EUA, a título pessoal, debateram um longo temário.

Todavia, é certo que o apoio oficial do governo norte-americano a esse esforço foi mais além dos auspícios do Centro Woodrow Wilson, considerando-se que a reunião de fundação do Diálogo, em 15 de outubro de 1982, contou com a presença do então Secretário de Estado George Shultz e do Subsecretário de Estado para Assuntos Interamericanos, Thomas Enders.

A fundação do Diálogo Interamericano reuniu a nata do establishment norte-americano. Membros da Comissão Trilateral eram maioria no grupo que fundou o Diálogo (a Comissão Trilateral é uma entidade fundada em 1973 por David Rockefeller, Zbigniew Brzezinski e cerca de 200 personalidades do setor econômico, principalmente banqueiros, dos EUA, Europa Ocidental e Japão, intitulada “uma iniciativa privada da América do Norte, Europa e Japão para assuntos de interesse comum”). 

A partir de 1973 e até a queda do Muro de Berlim, em 9 de novembro de 1989, e o desaparecimento da União Soviética, em dezembro de 1991, viu-se um Primeiro Mundo unido em torno da Comissão Trilateral, umSegundo Mundo agrupado em torno da falida ideologia socialista e um Terceiro Mundo subdesenvolvido, praticamente à mercê dos ditames dos outros dois mundos no que diz respeito à proliferação da energia nuclear, terrorismo, direitos humanos, desmatamento e venda de armas convencionais.

Abraham Lowental, do Centro Woodrow Wilson, é uma espécie de diretor-executivo do Diálogo Interamericano. Desde sua fundação, o Diálogo passou a propor a criação de estruturas supranacionais para monitorar as atividades militares no hemisfério. Em um de seus primeiros documentos, “As Américas na Encruzilhada”, foi apresentada a proposta de encarregar a OEA da vigilância de ditas atividades militares, e que os direitos humanos servissem de pretexto para a intervenção da Organização dos Estados Americanos, adiantando-se ao que viria a se transformar em uma campanha que vem sendo desenvolvida nos bastidores da ONU. O documento “As Américas na Encruzilhada” afirmava que a “a ação multilateral cuidadosamente considerada, para proteger direitos humanos fundamentais, não é uma intervenção e sim uma obrigação internacional”. 

O documento instava também a um diálogo dos governos de El Salvador, Nicarágua e Guatemala com os respectivos “movimentos de oposição” (expressão usada para denominar a guerrilha e a luta armada nesses países), para encontrar uma forma de resolver as “controvérsias” sobre uma base que reconhecesse “os interesses vitais de cada parte”, ou seja, dos governos e da guerrilha, definindo a luta armada como “uma controvérsia”.

Em abril de 1986 o Diálogo emitiu um novo documento, descrevendo os três temas principais possíveis de controlar os acontecimentos políticos no hemisfério:

- que se formalizasse o “direito” da União Soviética - já em estado terminal - de expressar-se nos assuntos do hemisfério;
- que as drogas estupefacientes fossem legalizadas;
- que se construísse uma “rede democrática” com poderes suficientes para opor-se “aos comunistas e aos militares”, colocados, assim, em pé de igualdade.


Para lograr este último objetivo, o documento do Diálogo considerou ser urgente reduzir a participação militar em “assuntos civis”.

Em fins desse ano de 1986, o Diálogo pôs em marcha um projeto que culminou com a publicação, em 1990, do chamado “Manual Bush”, uma obra anti-militar editada em espanhol com o título “Los Militares y la Democracia: El Futuro de las Relaciones Cívico-Militares en América Latina”, que sugeria o desencadeamento de uma guerra econômica contra os militares latino-americanos, assinalando que “o nível de recursos a ser destinado aos militares”  deveria ser questionado e mudado, como uma das formas mais efetivas de “conter a influência das Forças Armadas dos países ao sul do Rio Bravo”. O flanco econômico transformar-se-ia, assim, rapidamente, no ponto forte da guerra contra os militares da América Latina.

Em 17 de junho de 1990, o “Jornal de Brasília” publicou matéria segundo a qual, em Washington, a Comissão Trilateral defendera a substituição das Forças Armadas dos países subdesenvolvidos, notadamente da América Latina, por forças regionais de defesa, uma Força Interamericana de Defesa. Na mesma reunião, o expertespanhol Julio Feo condenou o excessivo crescimento populacional nos países em desenvolvimento ou subdesenvolvidos, pois “o excesso populacional agride a natureza e provoca o aquecimento da Terra”.

Foram também recomendados pactos mundiais para forçar asnações atrasadas ao cumprimento de rigorosas medidas protecionistas do meio ambiente, em troca da promessa de redução de suas dívidas externas. Ao propor a criação de forças regionais de defesa, foi assinalado que a Guerra Fria acabara e que não havia mais riscos de comunismo na América Latina. Sobre a eliminação das Forças Armadas nacionais, a conclusão da Trilateral é a de que em muitos países da América Latina elas tendem a “ser promotoras institucionais vigorosas de comportamentos nacionalistas”.

Por fim, a reunião da Comissão Trilateral apontou outravantagem para a substituição das Forças Armadas tradicionais por uma Força Regional de Defesa: os militares da América Latina teriam uma ocupação “mais útil, reduzindo-se sua propensão histórica ao envolvimento nos assuntos políticos de seus países”.

Em dezembro de 1990, durante uma visita ao Cone Sul, o então presidente George Bush batizou esse projeto global da era pós-Guerra Fria (o Muro de Berlim já havia caído, em 9 de novembro do ano anterior) com o pomposo nome de “Nova Ordem Mundial”, projeto que deveria ser imposto através da democracia. Aduziu, todavia, que esse “novo amanhecer” não surgiria sem uma quota de sofrimento: “A mudança não será fácil. As economias que agora dependem da proteção e da regulamentação do Estado deverão abrir-se à competitividade. Por um tempo a transição será penosa (...). Tais mudanças ajudarão a eliminar as falsas distinções entre o Primeiro Mundo e o Terceiro Mundo, que por demasiado tempo já limitaram as relações políticas e econômicas nas Américas”.

Recorde-se que nesse mesmo mês, em 4 de dezembro, um dia após a revolta militar na Argentina comandada pelo coronel Mohamed Ali Seineldin, o embaixador da Argentina no Brasil, José Manoel de La Sota, propôs a formação de “uma aliança no Cone Sul em defesa da democracia”, a qual utilizaria sanções econômicas e, inclusive, intervenções armadas contra qualquer país-membro que não mantenha “um sistema democrático”.Essa proposta foi formulada em um almoço onde se encontravam o então presidente Collor e 21 embaixadores latino-americanos, durante uma visita do presidente Bush ao Brasil. 

O “Financial Times”, de Londres, de 11 de janeiro de 1991, referindo-se a esse fato expressou que o Ministro da Fazenda argentino Domingo Cavallo,“está tratando de interessar seus vizinhos em um pacto de segurança regional que manterá os generais fora da política e ocupados com deveres não ameaçadores, como proteger o meio ambiente e erradicar o narcotráfico”.

Prosseguindo, em 15 de abril de 1991, Luigi Einaudi, então homem-chave do Departamento de Estado no projeto anti-militar denominado “Manual Bush, e na época também embaixador dos EUA junto à OEA, disse, em um seminário sobre “O Futuro da OEA e a Segurança Hemisférica”, realizado no Centro Woodrow Wilson, que as atuais estruturas da OEA e da Junta Interamericana de Defesa (JID) são inadequadas para garantir a segurança hemisférica. Expressou sua “grande frustração pela incapacidade de reunir a OEA e a JID - a autoridade política e a autoridade militar institucional -. Está claro que é hora de que traduzamos a solidariedade democrática que temos logrado no hemisfério em uma definição e papel para os militares”.

Posteriormente, ainda em abril de 1991, um dos membros fundadores do Diálogo Interamericano, o ex-Secretário de Defesa dos EUA, Robert McNamara, em discurso durante a reunião anual do Banco Mundial, entidade da qual foi presidente, EXIGIU que as instituições financeiras internacionais condicionassem suas ajudas a drásticas reduções dos orçamentos militares das nações que recebessem ditos benefícios. Essas reduções, segundo McNamara, acelerariam o processo de substituição das instituições militares nacionais por forças supranacionais da ONU. A doutrina de segurança da Nova Ordem Mundial deveria ser a “ação coletiva” de conformidade com a intervenção da ONU no Iraque. 

McNamara instou que a OEA também se transformasse:“Um acordo do Conselho de Segurança da ONU de que os conflitos regionais que coloquem em perigo a integridade territorial sejam enfrentados com a aplicação de sanções econômicas e, se necessário, ações militares impostas por decisões coletivas e utilizando forças multinacionais (...). Um mundo assim necessitaria de um líder e não vejo alternativa a que o papel de liderança seja cumprido pelos EUA (...). Organizações como a OEA e a Organização de Unidade Africana (OUA) devem funcionar como braços regionais do Conselho de Segurança”.

Em fins de novembro de 1991, Guillermo Kenning Voss, importante empresário boliviano, na época presidente da Corte Eleitoral de Santa Cruz de la Sierra, definiu que a Bolívia já não precisava de Forças Armadas. Logo em seguida, em 1 de dezembro, o jornal boliviano “Última Hora”, analisando essa declaração, transcreveu alguns trechos do “Manual Bush”.
Quando ficou claro que os militares e civis bolivianos levavam a sério a existência desse Manual, a embaixada dos EUA em La Paz difundiu, em 7 de dezembro, um comunicado à imprensa esclarecendo que o chamado“Manual Bush” é o livro “Os Militares e a Democracia”, mas que ele, todavia, “não tem qualquer relação com o governo norte-americano”, o que não é verdade, pois o prefácio do livro assinala que o governo dos EUA custeou o projeto e que o Exército, o Departamento de Defesa e o Departamento de Estado deram assessoria e apoio logístico para realizá-lo.

Em maio de 1992, os uruguaios Juan Rial e Carina Perelli, membros de uma sociedade de análise política uruguaia, denominada “PEITHO”, considerada o braço latino-americano do Diálogo, entrevistados no programa de rádio “En Perspectiva”, entrevista posteriormente publicada na revista “Círculo Militar”, do Uruguai, argumentaram que as mudanças nas Forças Armadas são necessárias; disseram que as nações necessitam de Forças Armadas, mas elas devem ser “reestruturadas” segundo as normas fixadas pela “Nova Ordem Mundial”: cortes orçamentários, redução de efetivos, abandono da missão histórica de defender o Estado Nacional, participação em forças multinacionais, etc. 

“As Forças Armadas terão que aceitar que as coisas não podem continuar como até agora; que certas mudanças terão que ser feitas, porque há uma mudança muito forte em nível mundial que indica que as grandes organizações de tipo estatal estão em crise (...). As Forças Armadas, como uma instituição estatal, sofrem o mesmo destino que todos os demais organismos do Estado: perdem poder, perdem dinheiro e perdem lugar”. Perguntados sobre qual o papel das Forças Armadas latino-americanas, hoje, Juan Rial e Carina Perelli responderam: “Fundamentalmente, sobreviver”. 

Posteriormente, em um simpósio de três dias realizado no Centro Woodrow Wilson, em Washington, no período de 19 a 21 de outubro de 1992, sob o título “Ensinamentos da Experiência Venezuelana”, dedicado a analisar as conseqüências, tanto na Venezuela como em toda a região, do levante militar ocorrido naquele país em 4 de fevereiro de 1992 contra o então presidente Carlos Andrés Perez, os participantes foram mais francos do que de costume e apontaram os militares como um dos grandes fatores que mantém viva na América Latina “a cultura do nacionalismo econômico” e, com isso, as possibilidades de rebelião.

Registre-se que, desse seminário, participou o analista militar brasileiro Alexandre Barros, - que foi assessor do comando da Escola Superior de Guerra em 1973 e 1974 e posteriormente passou a preparar análises de risco para investidores estrangeiros no Brasil. Em 30 de outubro de 1988, em uma dessasanálises de risco, declarou ao jornal “O Estado de São Paulo” que o Brasil “está caminhando para um golpe de Estado”, pois o governo Sarney “é fraco, hesitante e indeciso, portanto perigoso para o capital estrangeiro” - encabeçou os ataques contra os militares.

Jactando-se, com arrogância, e que o desmoronamento dos seus salários e do seu prestígio criaram uma “profunda crise de identidade entre os militares no continente”; assegurou que “está crescendo a brecha entre gerações novas e velhas” na instituição militar, e que “a geração mais jovem está imbuída do ponto de vista da sociedade civil (...) Ao ir-se ajustando as novas democracias ao neoliberalismo, os militares tendem a uma visão retrospectiva de buscar o nacionalismo e de regressar à política antiga. Porém, isso mudará, pois a profissão de militar está a ponto de converter-se em uma profissão como qualquer outra”. 

Em 14 de dezembro de 1992, o boletim do FMI, “IMF Survey”, referiu-se a um Foro realizado na sede do órgão, em Washington, para discutir o tema de se as instituições financeiras internacionais “têm responsabilidade e recursos para pressionar os países (...) a reduzir o nível de seus gastos militares”.

Nesse Foro, Russel Kincaid, então chefe da Divisão de Facilidades e Emissões Especiais do FMI, fazendo eco da tese central do discurso de McNamara, em 1991,argumentou que o objetivo a ser buscado é “a segurança coletiva (...) que suplante os mecanismos de segurança individual”, acrescentando que alguém ainda terá que“fazer o papel de gendarme mundial”.

O projeto anti-militar buscava, sem dúvida, implementar mudanças na Carta da OEA, como já foi exposto. Foram propostas duas mudanças principais: a primeira, objetivando estabelecer mecanismos para suspender ou expulsar da OEA qualquer país cujo governo seja considerado “não-democrático”; a segunda, colocar a Junta Interamericana de Defesa sob a autoridade direta da OEA. Atualmente as atividades da JID limitam-se às de um corpo consultivo dos representantes dos Estados-membros. Caso a Carta da OEA venha a ser emendada, a JID poderia ser transformada em uma força militar supranacional dirigida pela OEA, da mesma forma que são os capacetes azuis da ONU.

Em 27 de outubro de 1992, em uma teleconferência sobre o tema “Relações Cívico-Militares”, organizada pelo Serviço de Informações dos EUA (USIA), o general John Galvin, ex-comandante do Comando Sul dos EUA, explicou que uma aliança como a OTAN, neste hemisfério, poderia levar à redução do tamanho das forças militares: “Poderíamos evitar a necessidade de pensar em uma Força Aérea, Naval e Exército tão grandes para proteger-nos de países vizinhos”.

Robert Pastor Jr., assessor para assuntos de América Latina do Conselho de Segurança Nacional do ex-presidente Jimmy Carter e assessor da equipe de transição do presidente Bill Clinton, escreveu um artigo na influente revista trimestral “Foreign Policy”, da Fundação Carnegie para a Paz Internacional”, no outono de 1992, apontando quatro motivos para a criação de uma força militar regional: a necessidade de “uma força da OEA contra o narcotráfico; uma força para supervisionar as tréguas; uma força de paz internacional para restaurar a democracia; e o emprego de “uma pequena força interamericana” para defender o Canal do Panamá, agora que o Panamá já não tem Forças Armadas.

Pastor propôs ainda que se estabelecesse na região “um centro independente com autoridade para reunir informação detalhada sobre todas as vendas de armas, dando-se o prazo de um ano aos governos para planejar reduções de 50% em suas compras de armas e gastos de defesa, com exceção dos EUA, que tem responsabilidades globais”.Observou que haveria resistência das lideranças militares, “mas isso poderia ser contido, porque a melhor forma de incentivá-los na nova ordem democrática é empregá-los, em forma moderna e legítima, como guardiões da paz internacional”, ou seja, integrando Forças de Paz da ONU. Segundo Pastor, as disputas fronteiriças deveriam também ser submetidas a um controle supranacional, enumerando as disputas territoriais entre El Salvador e Honduras, Peru e Equador, Bolívia e seus vizinhos do Pacífico, e Venezuela e Colômbia, entre outras.

Outro perigoso movimento destinado a fragmentar as nações latino-americanas é o chamado “Movimento pelos Direitos Indígenas”, grupos que operam em quase todos os países do continente. Onde não há indígenas nativos, missionários e antropólogos estrangeiros os constituem ou reconstituem. Esse movimento é financiado, dirigido e promovido desde o exterior como uma força voltada explicitamente contra o Estado Nacional. 

Observe-se que em fevereiro de 1993, o Diálogo Interamericano constituiu um grupo de trabalho encarregado de “Divisões Étnicas e a Consolidação da Democracia nas Américas”, com o objetivo expresso de “estimular o debate entre os povos do hemisfério sobre a relação entre os governos e os povos indígenas”, e se propôs emitir aos governos da região “recomendações programáticas práticas” sobre a matéria.

Finalmente, nos dias 24, 25 e 26 de julho de 1995, em Williamsburg, Virgínia, EUA, foi realizada uma conferência com a presença dos Ministros da Defesa dos países da América, à exceção de Cuba. A agenda dessa conferência foi a seguinte: transparência e medidas de confiança mútua; cooperação defensiva pós-Guerra Fria; Forças Armadas nas democracias do século XXI. 

O jornal “Gazeta Mercantil” de 25 de julho, comentando a conferência, escreveu que “os Exércitos das Américas receberão uma lição coletiva e interativa sobre os direitos humanos na primeira reunião da história dos ministros da Defesa da região (...) uma disciplina que o Pentágono introduziu recentemente na controvertida Escola das Américas, em Fort Benning, Geórgia”.

Essas foram, em resumo, as proposições de personalidades, organizações governamentais e não-governamentais dos países do chamado Primeiro Mundo, após o fim da Guerra Fria e do socialismo real, para a estruturação de uma Nova Ordem Mundial que preencha o vazio deixado pelo fim das preocupações estratégicas de lideranças de todo o mundo, das contradições Leste-Oeste, e anteponha-se a antigos problemas que, embora dados como sepultados, ressurgem, como o racismo, o nacionalismo extremado e a religião, como fatores aglutinadores de povos, redefinindo unilateralmente conceitos de segurança, estabilidade, ordem e democracia, invadindo áreas da exclusiva competência dos Estados nacionais, notadamente na América Latina, como o tamanho e a finalidade das Forças Armadas, definidas pelas constituições de cada Estado Nacional soberano.

Observamos, finalmente, que a Trilateral e o Diálogo Interamericano buscam os seguintes objetivos:

- manter a hegemonia econômica, militar, política e social dos EUA no mundo;
- evitar o desgaste dos chamados países centrais, seja pela concorrência entre si, seja por intromissão em áreas de influência alheias;
- impor aos países em desenvolvimento e ao chamado Terceiro Mundo um sistema de divisão de trabalho, onde lhes caiba fornecer produtos agrícolas, matérias-primas e mão-de-obra de baixo custo;
- garantir o fluxo de matérias-primas e insumos energéticos - especialmente petróleo - para os países centrais;
- agir no sentido de que, no futuro, as fontes de energia do planeta estejam sobre o controle exclusivo dos países centrais;
- impedir que os países periféricos consigam dominar o ciclo completo de geração de energia nuclear, utilizando para isso o argumento da não-proliferação de armas nucleares;
- manter algumas áreas, ricas em matérias-primas e minerais, sob controle internacional, para uma futura exploração, em benefício próprio;
- estrangular economicamente os países periféricos que se recusarem a aceitar a divisão de trabalho estabelecida;
- intervir militarmente nas áreas onde houver o que for considerado uma grave ameaça aos interesses dos países centrais, rateando entre si os ônus financeiros dessas atividades.

As Forças Armadas e os Órgãos de Inteligência dos países-alvo são encarados, como revelam os dados aqui transcritos, “os maiores inimigos dessas atividades” e, portanto, devem ser desmantelados, desmoralizados, oprimidos economicamente, transformados em órgãos policialescos e, se necessário, eliminados. Recordamos a intensa campanha desenvolvida em passado recente por determinados órgãos da mídia visando ridicularizar os membros dos Órgãos de Inteligência - “arapongas” -, minimizar a importância das Forças Armadas e desmantelar a indústria bélica “numa era em que a ameaça comunista deixou de existir”.

Esta matéria é concluída com um trecho do livro “A Terceira Onda - A Democracia no Final do Século XX”, de Samuel Huntington, considerado o ideólogo daComissão Trilateral, professor da Universidade de Harvard, especialista em assuntos de segurança e governo desde 1957:

Deve-se reduzir drasticamente o número de tropas sediadas na capital e arredores. Elas devem ser deslocadas para as fronteiras e outros lugares despovoados e relativamente remotos.

Deve-se dar-lhes brinquedos. Isto é, proporcionar-lhes tanques novos e bonitos, aviões, veículos blindados, artilharia e equipamentos eletrônicos sofisticados. O equipamento novo os manterá contentes e ocupados, tratando de aprender a manejá-lo (...). Os militares devem ser advertidos de que só continuarão recebendo seus brinquedos se tiverem bom comportamento, porque os legisladores norte-americanos não vêem com bons olhos a intervenção dos militares na política.

Já que aos militares lhes encanta o reconhecimento (...) assistir às cerimônias militares, outorgando-lhes medalhas (...). Alcançar e manter um grau de organização política capaz de mobilizar apoio nas ruas da capital, em caso de tentativa de golpe militar.

Se tudo isso falhar, abolir as Forças Armadas”.

Dados Bibliográficos:

- “
El Complot para Aniquilar a las Fuerzas Armadas y a las Naciones de Iberoamérica”, de autoria de Executive Intelligence Review, Washington, 1993
- noticiário da imprensa nacional e internacional.

Carlos I. S. Azambuja é Historiador.

7 comentários:

EDSON CAMARGO LEITE disse...

Deve ser tbm o maior BIDÚ da humanidade ! Ele sabe tudoooo !

Anônimo disse...

Caro Azambuja, Feliz Ano Novo e que tudo de bom aconteça a ti a aos teus...continuado sucesso, na verdade, é o que desejo...fiquei impressionado com o tema e gostaria de suscitar a você que escrevesse algo a respeito dos dias atuais, como estamos diante do que vivemos nesse marasmo politico sem compromisso com a Nação e com o total descaso com o controle do País no que tange ao progresso, ordem e crescimento...e por que não falar na, smj, cara de paisagem das nossas FFAA...tenho lido algumas declarações atribuídas ao Comte. do EB e que o mesmo fala em que estão as Instituições funcionando na sua plenitude...creio que já estejam manipulados e seguindo os ditames do que você escreveu ao longo do ano que passou...ficaria muito agradecido se você pudesse escrever algo mais acintoso neste aspecto...bem verídico e com o devido tempero...
Felicidade e sucesso.

Carlos Bonasser

Loumari disse...

Todo aquele que lê a Bíblia tem conhecimento de tudo o que está a ocorrer no mundo.
Satanás está a congregar as nações para formar o exército que vai guerrear contra o Cordeiro.


Gog e Magog, cujo número é como a areia do mar, para as ajuntar em Batalha.
E subiram sobre a largura da terra, e cercaram o arraial dos santos e a cidade amada;
mas desceu Fogo do céu, e os devorou.
E o diabo, que os enganava, foi lançado no lago de Fogo e enxofre, onde está a BESTA E O FALSO PROFETA; e, de dia e de noite, serão atormentados, para todo o sempre.
(APOCALIPSE 20:8)


Agora observem esta profecia:

PROFECIA CONTRA MOAB (USA)

Assim diz o SENHOR JEOVA: como dizem Moab (USA) e Seir (Arábia): Eis que a casa de Judá é como todas as nações;
Portanto, eis que EU abrirei o lado de Moab, desde as cidades, desde as suas cidades, fora das fronteiras, a glória da terra, Beth-jesimoth, Baal-meon, e até Quiriataim.
Até aos filhos do oriente, à terra dos filhos de Amon (Brasil), a qual entregarei em possessão, para que não haja memória dos filhos de Amon, entre as nações.
Também executarei juízos em Moab, e saberão que EU SOU O SENHOR.
(EZEQUIEL 25:8)


Judá é em referência a nação ou nações traidoras, como o judeu que recusou a justiça de Deus por fé em Cristo Jesus. E Brasil é uma destas nações traidoras, para não dizer a maior delas.
"Com as suas igrejas satânicas e seus pastores serpentes enganadoras. O Diabo é deus que governa Brasil hoje. Nação mais corrupta e mais corrompida e mais transgressora do mundo. E todos pastores no Brasil estão a pregar dizendo aos seus seguidores para não confiar na Bíblia (fazendo referência ao Antigo Testamento) e dizem a não confiar nas profecias. E vão ver que todas as igrejas que tiveram origem no Brasil repudiam a Virgem e são inimigos da Igreja Católica Apostólica Romana, esta mesma igreja que Jesus Cristo fundou sobre a cabeça e ministério de Pedro, cuja sede é hoje o Vaticano.
Brasil nação que entregou sua autoridade a Besta e serve diligentemente ao Diabo.
Mas o fim dele e de todos que obedecem ao Diabo é este aqui:


Deste modo sobreveio-lhes o que, por um verdadeiro provérbio, se diz: O cão voltou ao seu próprio vómito, e a porca lavada ao espojadouro de lama.(2 PEDRO 2:22)



E a besta foi presa, e com ela o falso profeta, que diante dela fizera os sinais, com que enganou os que receberam o sinal da besta, e adoraram a sua imagem. Estes dois foram lançados vivos no ardente lago de Fogo e de enxofre. E os demais foram mortos, com a espada que saía da boca do que estava assentado sobre o cavalo, e todas as aves se fartaram das suas carnes.
(APOCALIPSE 19:20)


Loumari disse...

"Enquanto a gente não ler a Bíblia não compreenderão nada de tudo o que está a ocorrer neste mundo, sobretudo nesta última linha directa que marca o fim do ciclo da nossa era. O que é abordado aqui nos leva ao livro do Apocalipse. A ver o que diz a Bíblia para compreendermos o que o exército de Satanás vai fazer com o povo da terra. A nova ordem mundial se fez deus sobre os homens e como ele vai controlar o povo:


E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas;
Para que ninguém possa comprar, ou vender, senão aqueles que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome.
Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, porque é número de um homem e o seu número é seiscentos e sessenta e seis. 666 Satanás
(APOCALIPSE 13:16)


Porque DEUS tem posto nos seus corações que cumpram o seu intento, e tenham uma mesma ideia, e que dêem à besta o seu reino, até que se cumpram as palavras de DEUS.
(APOCALIPSE 17:17)


Portanto, num dia virão as suas pragas, a morte, o pranto e a fome; e será queimada no fogo; porque é FORTE O SENHOR DEUS QUE A JULGA.
E os reis da terra que se prostituíram com ela, e viveram em delícias, a chorarão, e sobre ela prantearão, quando virem o fumo do seu incêndio.
(APOCALIPSE 18:8)


Porque já os seus pecados se acumularam até ao céu, e DEUS se lembrou das iniquidades dela.
Tornai-lhe a dar como ela vos tem dado, e retribuí-lhe em dobro conforme as suas obras; no cálix em que vos deu de beber, dai-lhe a ela em dobro.
Quanto ela se glorificou, e em delícias esteve, foi-lhe outro tanto de tormento e pranto, porque diz em seu coração: Estou assentada como rainha, e não sou viúva, e não verei pranto; (a dama nova ordem mundial)
(APOCALIPSE 18:5)


E, DEPOIS destas coisas, vi descer do céu outro anjo que tinha grande poder, e a terra foi iluminada com a sua glória.
E clamou fortemente, com grande voz, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilónia, e se tornou morada de demónios, e coito de todo o espírito imundo, e coito de toda a ave imunda e aborrecível;
Porque todas as nações beberam do vinho da ira da sua prostituição, e os reis da terra se prostituíram com ela; e os mercadores da terra se enriqueceram com a abundância das suas delícias.
(APOCALIPSE 18)


E ouvi outra voz do céu, que dizia: Saí dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas.
(APOCALIPSE 18:4)



E a besta foi presa, e com ela o falso profeta (islam), que diante dela fizera os sinais, com que enganou os que receberam o sinal da Besta, e adoraram a sua imagem. Estes dois foram lançados vivos no ardente lago de fogo e de enxofre.
E os demais foram mortos, com a espada que saía da boca do que estava assentado sobre o cavalo, e todas as aves se fartaram das suas carnes. (espada do juízo final. Espada de S. Miguel Arcanjo)
(APOCALIPSE 19:20)


E o que estava assentado sobre o trono, disse: Eis que faço novas todas as coisas.
(APOCALIPSE 21:5)


E ouvi uma grande voz do céu, que dizia: Eis aqui o tabernáculo de DEUS com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e o mesmo DEUS estará com eles, e será o seu DEUS.
E DEUS limpará dos seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas.
(APOCALIPSE 21:3)

Loumari disse...


A restauração e salvação de Israel

OUVI-ME vós, os que seguis a justiça, os que buscais ao Senhor:
olhai para a rocha de onde fostes cortado, (Deus) e para a caverna do poço de onde fostes cavados (terra).
Olhai para Abraão, vosso pai, e para Sara, que vos deu à luz; porque, sendo ele só, EU o chamei, e o abençoei e o multipliquei.
Porque o Senhor consolará a Sião; consolará a todos os seus lugares assolados, e fará o seu deserto como o Eden, e a sua solidão como o jardim do Senhor: gozo e Alegria se achará nela, acção de graças e voz de melodia.
ATENDEI-ME, povo meu, e nação minha, inclinai os ouvidos para mim; porque de mim sairá a lei, e o meu juízo se estabelecerá como luz dos povos.
PERTO ESTÁ A MINHA JUSTIÇA, VEM SAINDO A MINHA SALVAÇÃO, e os meus braços julgarão os povos: as ilhas me aguardarão, e no meu braço esperarão.
Levantai os vossos olhos para os céus, e olhai para a terra de baixo, porque os céus desaparecerão como o fumo, e a terra se envelhecerá como um vestido, e os seus moradores morrerão semelhantemente;
mas a minha salvação durará para sempre, e a minha justiça não será quebrantada.
OUVI-ME, vós que conheceis a justiça, vós, povo, em cujo coração está a minha lei: não temais o opróbrio dos homens, nem vos turbeis pelas suas injúrias.
Porque a traça os roerá como a um vestido, e o bicho os comerá como à lã: mas a minha justiça durará para sempre, e a minha salvação de geração em geração.
Desperta, desperta, veste-te de força, ó braço do Senhor: desperta, como nos dias passados, como nas gerações antigas; não és tu aquele que cortou em pedaços a Raab, e feriu o dragão?
Não és tu aquele que secou o mar, as águas do grande abismo? o que fez o caminho no fundo do mar, para que passassem os remidos? (conduzidos por Moisés. Hoje conduzido o povo de Deus pelo Papa Francisco.)
Assim voltarão os resgatados do Senhor, e virão a Sião com júbilo, e perpétua Alegria haverá sobre as suas cabeças: gozo e Alegria alcançarão, a tristeza e gemido fugirão.
EU, EU SOU AQUELE QUE VOS CONSOLA; quem, pois, és tu, para que temas o homem, que é mortal, ou filho do homem, que se tornará em feno?
E te esqueces do Senhor que te criou, que estendeu os céus, e fundou a terra, e temes, continuamente, todo o dia, o furor do angustiador, quando se prepara para destruir? onde está o furor do que atribulava?
O exilado cativo depressa será solto, e não morrerá na caverna, e o seu pão lhe não faltará.
Porque EU SOU O SENHOR, TEU DEUS, que fende o mar, e bramem as ondas. O SENHOR DOS EXÉRCITOS É O SEU NOME.
E ponho as minhas palavras na tua boca, e te cubro com a sombra da minha mão; para plantar os céus, e para fundar a terra, e para dizer a Sião: Tu és o meu povo.
Desperta, desperta, levanta-te, ó Jerusalém, que bebeste da mão do Senhor o cálix do seu furor (da provação); bebeste e sorveste as fezes do cálix da vacilação.
De todos os filhos que teve, nenhum há que a guie mansamente; e de todos os filhos que criou, nenhum que a tome pela mão.
Estas duas coisas te aconteceram; quem terá compaixão de ti? a assolação, e o quebrantamento, e a fome, e a espada! como te consolarei? (como alguém esperará ser consolado por aquele que ele nunca quiz conhecer? Repudiaram ao Pai e se fizeram eles sozinhos órfãos, filhos da maldição)
Já os teus filhos desmaiaram, jazem nas entradas de todos os caminhos, como antílope na rede; cheios estão do furor do Senhor e da repreensão do teu Deus.
Pelo que, agora, ouvi isto, ó opressa, e embrigada, mas não do vinho. (estão embriagados de poder, possuidos de espirito do Diabo)
Assim diz o teu SENHOR, JEOVA, E TEU DEUS, que pleiteará a causa do seu povo:
Eis que EU tomo da tua mão o cálix da vacilação, as fezes do cálix do meu furor, nunca mais dele beberás.
Mas pô-lo-ei nas mãos dos que te entristeceram, que dizem à tua alma: Abaixa-te, para que passemos sobre ti: e tu puseste as tuas costas como chão, e como caminho, aos viandantes.
(ISAIAS 51)

Loumari disse...

Israel é o indivíduo que mora dentro do homem. A alma. O fôlego de Deus que deu vida ao barro e tornar-nos seres viventes.)
o livre arbítrio que nos foi dado é para que nós mesmos de nossa livre vontade escolhessemos de fazer-nos santos, ou bebermos das fezes da vacilação, e perecermos. Porque muitos filhos de Deus não voltarão para Ele porque apodreceram a sua alma. No lugar de anjo (a semelhança de Deus) desenvolveram cobra a semelhança do Diabo.


Portanto, ESPERAI-ME A MIM, DIZ O SENHOR, no dia em que EU ME LEVANTAR PARA O DESPOJO;
Porque o meu juízo é ajuntar as nações e congregar os reinos, para sobre eles derramar a minha indignação, e todo o ardor da minha ira; porque toda esta terra será consumida pelo Fogo do meu zelo.
(SOFONIAS 3:8)

Angela Camolese Nespoli disse...


Fernando Henrique Cardoso
Marina Silva
e outros senadores dos Partidos socialistas fazem parte desta intitituição MANIPULADORA.
BUSH NUNCAAAAAAAAAA FEZ PARTE, mas os CLINTON sim.



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