domingo, 3 de janeiro de 2016

Mosquita para Presidenta!?


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Existe uma figura no Brasil mais poderosa que Dilma ou Lula, com alta capacidade de letalidade, e que até o Exército, com o apoio escancarado da mídia amestrada, já promove uma intervenção, botando as tropas na rua para acabar com ela: a mosquita (transmissora da Dengue, do Zika, da Chicungunya e da também fatal falta de vergonha na cara).

Mosquita para Presidenta! Do jeito que a coisa desanda, se não aparecer outra anta no roteiro eleitoral, a senhora Aedes Aegypt da Silva, que toda madrugada grita nos meus ouvidos, é a candidata imbatível para 2018. Ela é tão dura na queda que nem a mais otimista Velhinha de Taubaté, acredita que possam derrotá-la facilmente.

A Picadura não é mole! Nem o sábio Negão da Chatuba, o Jedi de Nova Iguaçu, aguenta a parada! A desgovernança do crime organizado no Brasil torna a mosquita, simbolicamente, uma figura quase invencível. Em tese, seria mais fácil erradicar a mosquita (que pica e não cessa de fazer barulho) do que acabar com a corrupção sistêmica (endêmica ou epidêmica, dependendo do laudo médico-sociológico).

Se a ilustríssima mosquita também transmitisse um vírus ou bactéria que matasse político ladrão, seria a mulher perfeita para salvar a Pátria. Infelizmente, não é o caso. As principais vítimas são os mesmos miseráveis que permitem sua reprodução descontrolada. Em sua natural letalidade pela sobrevivência, ela é tão cinicamente "democrática" que pica qualquer um - principalmente quem não tem grana para comprar os caríssimos e pouco eficazes repelentes.

Madame Aedes Aegypt da Silva é uma piranha voadora. Dá mais que chuchu na serra para botar tanto ovo de mosquito. Por isto, é o símbolo justo e perfeito de um país subdesenvolvido, prostituído, corrupto e, sobretudo, ignorante. A mosquita e seu subserviente marido (o babaca do mosquito) se reproduzem, sem parar, por culpa de duas abominações. Primeiro, por um governo que negligencia medidas preventivas de saneamento e saúde pública. Segundo, por inteira (ir)responsabilidade de um povinho lixo, sem educação, verdadeiro sujismundo da cidadania, que também empresta o voto (obrigatório) para eleger bandidos.

A infestação do mosquito é igual a dos políticos. Ambos são gerados e multiplicados pela ação errada ou omissão popular. Os desgovernos, nas esferas federal, estadual e municipal, têm inegável culpa. Tão ou mais culpado que eles só o povinho de merda ou suas "zelites" dirigentes. A imprensa burra, que faz terrorismo, cobrando de todos uma "operação de guerra" contra a mosquitada, também tem parcela enorme de culpa neste processo. Prega-se a suposta solução da consequência, e não da causa real do problema. Por isso, nada se resolve...

O mesmo acontece na Guerra Política. Todos concentram as baterias na ciclista Dilma. Uns jogam a culpa diretamente nela. Outros preferem apenas criminalizar as "pedaladas". Tem até quem amaldiçoe a bicicleta. Perde-se muito tempo com as consequências: Dilma, Lula e afins. Poucos conseguem enxergar a causa real, estrutural e sistêmica, do problema: o modelo estatal Capimunista Rentista do Brasil. Eis a verdadeira fonte canalha de todos os males - inclusive da mosquita e sua família que não para de crescer.

Simplesmente matar mosquita e espancar chefe de Estado pouco resolve. É preciso focar nas causas que geram uma e outra. O modelo só vai mudar se o cidadão, multiplicando-se mais que os filhotes do aedes, exercer sua legítima pressão. A vontade política de mudança deve ser uma expressão direta da capacidade de pressão do cidadão. Os poderes executivo, legislativo, judiciário e militar precisam sentir, com intensidade e consistência, a disposição do cidadão-eleitor-contribuinte. Na História, as transformações sociais, evoluções ou revoluções, só acontecem deste jeito - ou por imposição de catástrofes naturais (que, às vezes, parecem "milagres").

Sinceramente, não votaria na mosquita. Ela disputa com a Dilma para ver quem me enche mais o saco. Assim, a missão prioritária é combater as fonte geradora de ambas: a falha estrutural estatal do Brasil. Os cidadãos, unidos, precisam refundar o Estado no Brasil, em bases republicanas, federalistas, transparentes e efetivamente democráticas (sob o império do respeito a leis legítimas, e não sob o domínio de uma legislação canalha, feita ao sabor da desgovernança do crime organizado).

2016 precisa ser o ano na Máxima Pressão Legítima. A "Revolução Brasileira", em andamento, não pode ser barrada pela mediocridade e bandidagem. Cada pessoa de bem e do Bem tem de fazer sua parte, agindo com ética cidadã e exigindo mudanças concretas, reais e objetivas. Os políticos são forçados a se curvarem às pressões legítimas. Por isso, a única saída política é protestar, cobrar e dar exemplos corretos de civilidade, tolerância e cidadania.   

Chega de Picadura de Mosquita! Abaixo a ditadura da organização estatal criminosa! Que cada um faça sua parte para extinguir Bruzundanga. Só assim será viabilizada a Intervenção Cívica Constitucional que construirá um Brasil de verdade. Otimismo e fé, com atitudes e conceitos corretos, mudam o mundo. Que as mosquitas, antas, lulas e outros ratos de esgoto percam a hegemonia e acabem no lixo da História.

Feliz 2016 e Nekan Adonai! - como bem diz o Marechal Massari Kono Ku, treinador oficial do Negão da Chatuba na guerra contra o Palhasso do Planalto, seus comparsas amestrados e a fdp da dengosa mosquita...

Petelândia chinesa

Demorou, mas finalmente caiu a máscara entreguista da Petelândia.

Basta ver o último dos 14 itens propostos pela bancada do PT como "soluções imediatas" para o Brasil: levantar grana com chineses para emprestar para nossas empresas...

A lógica é malandra: o empresário brasileiro não conseguirá quitar o que pegou emprestado, e os chineses ficam com o negócio dele...

O jogo é jogado

Um outro grande interesse do PT, desde a gestão Lula, que acabou atrapalhado pelo escândalo do Mensalão, é a legalização dos jogos de azar no País.

Muitos cardeais petistas adorariam entrar como sócios (indicando laranjas para a operação) da exploração da jogatina.

O problema é que os interessados "investir" aqui são os russos - parceiros que podem não gostar da "sociedade" com a petelândia...

As propostas petistas

Confira o pacotão de medidas propostos pelos petistas para Dilma salvar a pele deles (claro):

1) Vender papéis da dívida ativa da União para bancos e levantar recursos para obras

2) Adotar sete faixas de alíquotas do Imposto de Renda — a mais alta de 40% para salários acima de R$ 108 mil mensais — e isenção para quem ganha até R$ 3.390

3) Instituir imposto de renda sobre lucros e dividendos e remessa de recursos para o exterior

4) Fim da possibilidade de empresas poderem abater do IR o valor pago como juros para os acionistas

5) Aumentar o Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR) para propriedades improdutivas

6) Mudar tributação sobre cigarros

7) Criar um imposto sobre grandes fortunas

8) Elevar imposto sobre heranças e doações

9) Instituir imposto semelhante ao IPVA para jatinhos e helicópteros

10) Legalizar jogos de azar

11) Volta da CPMF (já encampada)

12) Alterar legislação para acordos de leniência (já encampada)

13) Repatriação de recursos mantidos no exterior (já encampada)

14) Captação de empréstimo na China para financiar empresas brasileiras


Convocação do Nilton Caccáos Júnior, do movimento Avança Brasil Maçons Br:

"Vamos para Brasília dia 17/02! Ao meio dia faremos uma cadeia de união abraçando o Senado e a Câmara, paramentados e em silêncio. Ficaremos ali o tempo da palavra retornar e no final aclamaremos Liberdade, Igualdade, Fraternidade! Simbolicamente será um recado muito forte e que ecoará por todo Brasil!!!".

Os maçons devem comparecer trajando terno preto com gravata escura, sem os "paramentos"...

Na veia

Recadão do jurista Antônio Ribas Paiva, no Facebook:

"Combatentes, o INIMIGO DO POVO É A CLASSE POLÍTICA, que USURPOU O PODER do ESTADO PARA a prática, sistemática, de crimes, usando ideologias e outros artifícios, para apoderar-se do patrimônio público. Quando os políticos são pilhados roubando e traindo, tentam confundir a opinião pública, lançando a sua culpa nos ricos, nos maçons e até em religiosos. Desta vez, foram pegos com a boca na botija. Vai ser difícil escapar, mas eles vão tentar, com mentiras, inocentes úteis e agentes infiltrados. Cuidado combatentes, não percam o foco: INTERVENÇÃO CÍVICA CONSTITUCIONAL JÁ!!!".

Direito e Justiça em Foco


Ives Gandra e Carlos Abrão falam sobre a crise política e o estado democrático no Brasil, no programa do desembargador Laércio Laurelli.

Tem recuperação?


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O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. 

A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 3 de Janeiro de 2016.

15 comentários:

Maquiavel P da Vida disse...

Oh my God!
Querem sepultar de vez a viúva?

Anônimo disse...

O chantagista, populista e ator de dramas Lula não convence ninguém de mais nada que vomita!
Ele mesmo já disse: " O PT É UMA MERDA, MAS É MEU PARTIDO"!
SEU PT É ALIADO DAS FARC, PCC E DA BANDIDAGEM EM GERAL!
Onde entra a bandeira vermelha representando o sangue dos adversários, do martelo e da foice, da destruição e morte tem atraso, miséria, violência que eles mesmos instigam pelas lutas de classes e finalmente a morte.
Nenhum dos países da Cortina de Ferro quer nem mais ver falar em comunismo de onde essa peste mortífera saiu; foi durante décadas a desgraça deles e onde existe comunismo no presente são prisões, como as favelas Cuba, Coreia do Norte ou um inferno, caso da decadente Venezuela!.
O comunismo é um regime das mesmas ideologias do nazistas e fascistas e aliado dos muçulmanos!
O povo que elegeu a peste PT - se é que as eleições não foram fraudadas - o mesmo pode dar um jeito que essa desgraça suma daqui!

Loumari disse...

Gente, olhem que em Setembro de 2013 recebi um artigo que vos coloco aqui abaixo. Um pouco longo o artigo mas, vale a pena ler-o todo. E mais abaixo vos coloco o que foi da minha reação ao sujeito.


"Para garantir o abastecimento de alimentos, os governos e os fundos de investimento estão agarrando terrenos agrícolas em África, que alguns chamam de um novo tipo de colonialismo

Toda crise tem os seus vencedores. Um grupo deles está sentado no quarto Stuyvesant, no Hotel Marriott em Nova Iorque. A sala de conferências, onde as máscaras são elaboradas e as luzes se apagam, está cheio de homens de Iowa, São Paulo e Sydney-produtores de milho, grandes proprietários e gestores de fundos. Cada um deles pagou US $ 1.995 (€ 1.395) para assistir Global AgInvesting 2009, a conferência os primeiros investidores sobre o mercado emergente em todo o mundo em terras agrícolas.
Um homem da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) dá a primeira apresentação. Gráficos coloridos viajar para cima e para baixo suas cartas PowerPoint. Alguns estão indo para baixo como o ano de 2050 se aproxima. Representam a terra que está desaparecendo como resultado das alterações climáticas, a desolação do solo, a urbanização ea escassez de água. As outras linhas, que apontam fortemente para cima, representam a demanda por carne e biocombustíveis, os preços dos alimentos eo crescimento populacional. Há um fosso crescente entre estes dois conjuntos de linhas. Ela representa a fome.
Segundo a maioria dos prognósticos, pode haver 9,1 bilhões de pessoas que vivem na Terra, em 2050, cerca de dois bilhões a mais do que hoje. Nos próximos 20 anos sozinha, a demanda mundial por alimentos deverá aumentar 50 por cento. "Estas são as perspectivas pessimistas", diz o homem da OCDE. Ele olha sério e até um pouco triste, como ele descreve o futuro do mundo.
Mas para o público no quarto Stuyvesant, a maioria homens e um punhado de mulheres, tudo isso é uma boa notícia, o humor é flutuante. Como poderia ser diferente? Afinal de contas, a fome é o seu negócio. A combinação de mais pessoas e menos terra faz alimentar um investimento seguro, com retornos anuais de 20 a 30 por cento, rara no atual clima econômico.
Estes não são especialistas de Wall Street, nem são pessoas que tiro o dinheiro através dos continentes, como bolas de bilhar. Pelo contrário, estes são os investidores extremamente conservador que comprar ou arrendar terras para plantar trigo ou criar gado. Mas a terra é escassa e cara na Europa e nos Estados Unidos. Resolvendo o problema implica o desenvolvimento de novas terras, que está disponível apenas na África, Ásia e América do Sul. Esta combinação de fatores provocou um jogo de alto risco de vida real monopólio, em que os fundos de investimento, bancos e governos estão envolvidos em uma corrida pelo acesso à terra arável do mundo.

Loumari disse...

'A Fronteira Final para encontrar Alpha'

Susan Payne, uma mulher de cabelos vermelhos britânica, é o CEO do maior fundo de terra no sul da África, que inclui atualmente 150.000 hectares (370.000 acres), principalmente na África do Sul, Zâmbia e Moçambique. Pereira espera arrecadar meio bilhão de euros de investidores. Ela fala sobre o combate à fome, mas as suas posições em slides do PowerPoint, embelezada com fotos de plantações de soja no por do sol, contam uma história diferente. Uma delas refere-se a rubrica "África, a última fronteira para encontrar alfa." O alfa palavra significa um investimento para que o retorno é superior ao risco. África é o país alfa.
Isso porque a terra, que é extremamente fértil em algumas regiões, é barato no continente empobrecido. Fundo de Payne terra paga US $ 350-500 por hectare ($ 140-200 por hectare), na Zâmbia, cerca de um décimo do preço da terra na Argentina ou nos Estados Unidos. Para um pequeno produtor na África, o rendimento médio por hectare permaneceu inalterada em 40 anos. Com um pouco de fertilizante e de irrigação suplementar, os rendimentos poderiam quadruplicar e assim poderia lucros.
Estas condições são perfeitas para os investidores. Susan Pereira vê-lo dessa forma, e assim fazer sua investidores. De fato, tem havido tanta demanda para este tipo de investimento que Payne recentemente teve que estabelecer uma nova sub-fundo.
Uma grande quantidade de capital disponível no momento. É o segundo ano da crise econômica mundial, e os investidores estão à procura de som e segura de investimentos, razão pela qual a audiência em Nova York, inclui não só os gestores e executivos do setor agrícola, mas também os representantes de grandes fundos de pensão e do chefe agentes financeiros de cinco universidades, incluindo Harvard.
E.U. empresa de gestão de investimentos BlackRock (BLK), Por exemplo, foi criado um fundo de agricultura $ 200 milhões, e destinou $ 30 milhões para a aquisição de terras agrícolas. Renaissance Capital, uma empresa de investimento russo, adquiriu mais de 100.000 hectares, na Ucrânia. Deutsche Bank (DB) E Goldman Sachs (GS) Que investiram seu dinheiro em pocilgas e aviários operações na China, os investimentos que incluem os direitos legais de terras agrícolas.
Alimentos está se tornando o novo óleo. Reservas de cereais no mundo todo caiu para uma baixa histórica no início de 2008, ea explosão dos preços que se seguiu, marcou um ponto de viragem, como a crise do petróleo na década de 1970. Havia pão motins em todo o mundo, e 25 países, incluindo alguns dos maiores exportadores de grãos, impuseram restrições às exportações de alimentos.
Então veio a segunda crise de 2008, a crise econômica. Dois medos, o medo da fome e do medo da incerteza-convergentes, desencadeando o que alguns já estão chamando a segunda geração do colonialismo.

Loumari disse...

A Win-Win Situation?

O que é diferente sobre o colonialismo é que os países são facilmente permitindo-se a ser conquistado. O primeiro-ministro etíope disse que seu governo está "ansioso" para fornecer acesso a centenas de milhares de hectares de terras agrícolas. O ministro turco da Agricultura anunciou: "Escolha e pegue o que quiser." Em meio a uma guerra contra o Taliban, o governo paquistanês encenado um road show em Dubai, procurando seduzir xeques com incentivos fiscais e isenções da legislação trabalhista.
Todos estes esforços têm duas esperanças em comum. Uma delas é a esperança das nações pobres para alcançar o desenvolvimento ea modernização dos seus sectores agrícolas em dificuldades. A outra é a esperança do mundo que os investidores estrangeiros na África e Ásia será capaz de produzir alimentos suficientes para um planeta em breve a ser habitado por 9,1 bilhões de pessoas, que irão trazer ao longo de todas as coisas que os países pobres tem faltado até agora, incluindo a tecnologia , capital e conhecimento, sementes e adubos modernos, e que esses investidores serão capazes de não só o rendimento das culturas de casal, mas, em muitas partes da África, aumentá-los até dez vezes. Estimativas anteriores, de facto, tinha previsão de uma diminuição da capacidade de produção de 3 a 4 por cento em 2080, em comparação com o ano de 2000.
Se os investidores são bem-sucedidos, eles podem conseguir o que as agências de desenvolvimento têm sido incapazes de fazer nas últimas décadas: reduzir a fome que já aflige as pessoas mais do que nunca, ou seja, um bilião em todo o mundo. Na melhor das hipóteses esta poderia ser uma situação ganha-ganha com o lucro para os investidores e desenvolvimento para os pobres.
Não é só os banqueiros e especuladores, mas também os governos que estão adquirindo terras em outros países, buscando reduzir sua dependência do mercado mundial e das importações. China é o lar de 20 por cento da população do mundo, mas tem apenas 9 por cento das terras aráveis do mundo. O Japão é o importador mundial de trigo e Coréia do Sul é a segunda maior. Os Estados do Golfo Pérsico de importação de 60 por cento dos seus alimentos, enquanto as suas reservas de água natural são suficientes para apenas mais 30 anos de agricultura.

Loumari disse...

Modern-Day Land Grab

Mas o que acontece em um mundo globalizado, quando colônias surgir mais uma vez? E se, por exemplo, a Arábia Saudita adquire peças da região de Punjab do Paquistão ou investidores russo comprar metade da Ucrânia? E o que acontece quando a fome atinge esses países? Será que os estrangeiros ricos instalar cercas elétricas em torno de seus campos e guardas armados transferências escolta cultura fora do país? Paquistão já anunciou planos para implantar 100.000 membros das forças de segurança para proteger os campos de propriedade estrangeira.
Devido à sensibilidade política do moderno agarrar terra-dia cabeça, muitas vezes é apenas o país do estado que conhece os detalhes
Em alguns casos, no entanto, os governadores provinciais já leiloadas terra a quem pagar mais, como no caso do Laos e Camboja, onde até mesmo os governos já não sabem o quanto de seu território, eles ainda possuem.
Ninguém tem certeza de terra exatamente quanto está em jogo. O número citado pelo International Food Policy Research Institute (IFPRI) é de 30 milhões de hectares, mas esta estimativa é impossível de verificar. Mesmo as organizações das Nações Unidas tem de recorrer a citando reportagens de jornais, enquanto o Banco Mundial está a tentar convencer os países a prestar mais atenção às letras miúdas em acordos.
Klaus Deininger, um economista especializado em política agrária do Banco Mundial, estima que 10 a 30 por cento da terra arável disponível poderia ser até para ganhar, embora apenas uma fração do número potencial de locação e venda foram assinados. "Houve um grande salto em 2008, quando os planos e as aplicações em muitos países, mais do que duplicou, em alguns casos, triplicou". Em Moçambique, diz Deininger, a demanda externa é mais que o dobro do terras cultivadas já existentes, eo governo já afectou quatro milhões de hectares para os investidores, metade deles do exterior.
Os acordos mais espetaculares não estão sendo feitas por investidores privados, porém, mas os governos e os fundos e os conglomerados que promovem:
• O governo sudanês tem alugadas 1,5 milhões de hectares de terras agrícolas primordial para os Estados do Golfo, Egito e Coréia do Sul por 99 anos. Paradoxalmente, o Sudão é o maior receptor mundial de ajuda externa, com 5,6 milhões de seus cidadãos dependentes da distribuição de alimentos.
• Kuwait alugou 130.000 hectares de campos de arroz no Camboja.
• Egito planeja crescer o trigo eo milho em 840.000 hectares, em Uganda.
• O presidente da República Democrática do Congo tem oferecido para locação 10 milhões de hectares para os sul-africanos.
A Arábia Saudita é um dos compradores, maior e mais agressiva da terra. Esta Primavera, o rei assistiu a uma cerimônia onde ele teve a entrega da primeira colheita de exportação de arroz, produzidas exclusivamente para o reino da fome da Etiópia atingidas. Arábia Saudita gasta US $ 800 milhões por ano a promoção de empresas estrangeiras que cultivam estratégico "culturas" como arroz, trigo, cevada e milho, que depois importações. Ironicamente, o país do mundo sexto maior exportador de trigo na década de 1990. Mas a água é escassa ea nação deserto visa preservar suas reservas. Exportadores de alimentos também significa água de exportação.

Loumari disse...

"O investidor precisa, de um Estado fraco"
As nações ricas estão trocando dinheiro, petróleo e infra-estrutura de água, alimentos e ração animal. À primeira vista, esta parece apresentar uma solução para muitos problemas, diz Jean-Philippe Audinet do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA). Em princípio, ele está satisfeito com os investimentos agrícolas, e diz que ele lutou por eles há anos. "O que foi ruim foi o período em que os mercados estavam a ser inundado com produtos alimentares baratos."
Mas muitos dos países onde a terra está sendo agarrado acima, Cazaquistão e Paquistão, por exemplo, sofrem de escassez de água. A África Subsariana tem suficientes reservas de água natural, mas o único país na região atualmente produzindo um excedente de alimentos é África do Sul. A maioria dos países, por outro lado, são os importadores e, com populações em rápido crescimento, provavelmente será ainda mais dependente da importação de alimentos no futuro. Pode realmente tornar-se países como produtores de alimentos é importante?
Audinet, o perito do FIDA, conhece os riscos. "A forma como estes acordos são estruturados podem prejudicar o país e os agricultores, a longo prazo, privando-as de seu activo mais importante: a terra." Olivier De Schutter, relator especial da ONU sobre o direito à alimentação, adverte: "Porque os países da África estão competindo para os investidores, os preços são os outros". Alguns contratos, disse De Schutter, são apenas três páginas, para centenas de milhares de hectares de terra. Estes tipos de acordos estipulam que os produtos devem ser cultivadas, a localização eo preço de compra ou locação, mas eles não incluem as normas ambientais. Também falta a regulamentação dos investimentos necessários ea estipulação de que os empregos devem ser criados, disse De Schutter.
Alguns concordam em construir escolas e abrir estradas, mas mesmo quando os investidores à altura das suas promessas, os benefícios para os governos anfitriões e os agricultores locais são muitas vezes de curta duração. No longo prazo, porém, eles devem sofrer as consequências do excesso de fertilizantes, desmatamento, o excesso de consumo de água, redução da diversidade ecológica e da perda de espécies locais. Para aumentar as colheitas e obter retornos anuais de 20 por cento ou mais, os grandes latifundiários estrangeiros devem operar suas fazendas em escala industrial. E quando o solo se esgota depois de alguns anos, muitos investidores simplesmente seguir em frente. A terra é tão barata que eles não são obrigados a valorizar práticas de agricultura sustentável.

Loumari disse...

Rejeitando o modelo antigo
Devido a estes riscos e Audinet De Schutter, como a maioria dos especialistas, a agricultura favor contrato em vez de aquisição de terras. Em outras palavras, os investidores estrangeiros a fornecer tecnologia e capital, enquanto os agricultores locais próprios ou arrendamento de terras e de fornecimento de arroz ou trigo a preços fixos. Este é o clássico, tentou-e-modelo testado, mas não é o que os novos investidores querem. Eles querem o controle, a propriedade, retornos elevados e, acima de tudo, segurança, objectivos raramente compatível com os interesses de milhares de pequenos agricultores.
Senegal decidiu em favor da agricultura comercial e contra a venda de terrenos em grande escala, mas acontece de ser uma democracia estável. Isso não pode ser dito de muitos dos países onde a aquisição de terras está ocorrendo.
"Quando o alimento se torna escasso, o investidor precisa de um Estado fraco que não forçá-lo a cumprir todas as regras", diz Philippe Heilberg, um empresário americano. Um estado que permite que as exportações de grãos, apesar de fome em casa, que é consumido pela corrupção ou profundamente endividados, governado por uma ditadura, abalado pela guerra civil, ou envia milhões de trabalhadores no estrangeiro e é dependente destes trabalhadores que recebem vistos e empregos.
Heilberg encontrou uma nação: Sul do Sudão, que é de fato um pré-nação, não autónomos, mas independentes. The 44-year-americano, filho de um comerciante de café e fundador da empresa de investimento Jarch Capital, agora é o locatário o maior da terra no sul do Sudão, onde aluga 400.000 hectares de terras agrícolas de primeira no Mayom County.
A simples menção das palavras do Sul Sudão evoca imagens de uma guerra civil, os refugiados e de fome, não de um lugar onde se considerariam os tomates crescendo. Mas Heilberg raves que seu projeto será mais benéfico para as pessoas do que as Nações Unidas, e que ele irá criar empregos e produzir alimentos. E ele está convencido de que não Matip Paulino, de quem ele alugou o terreno por 50 anos, ser referido como um guerreiro, mas como um senhor da guerra "antigo" ou "vice-chefe do Exército." Heilberg esquece de mencionar que os rebeldes liderados por Matip são suspeitos de terem cometido crimes de guerra.
Em vez de comprar ações, o ex-banqueiro está agora a especular sobre o futuro político do Sul do Sudão, que ele insiste que será um país independente em 10 anos, pelo qual os terrenos ponto será muito mais caro do que é hoje.
Aquisição do terreno já é um passo mais adiante, no oeste do Quênia, que abriga Erastas Dildo, 33, o tipo de pessoa que os investidores Nova York provavelmente caracterizar como um fator de risco: um pequeno agricultor que possui três hectares de terra. É terra fértil, onde o milho vira verde brilhante e cresce dois metros (6,5 pés) de altura, onde o gado é tão gordo quanto hipopótamos e as plantas de tomate curva sob o peso de seus tomates. A vizinha Yala rio desemboca no Lago Vitória. Há três casas de tijolos de pequena propriedade. Erastas suas colheitas de milho duas vezes por ano, e os vegetais e os tomates crescem o ano todo. Um hectare produz 3.600 € pena de milho por ano, um monte de dinheiro para os padrões quenianos.

Loumari disse...

"Eles expulsaram 400 famílias»

Mas as coisas mudaram quando Erastas foi contactado por Dominion Farms, E.U. um produtor agrícola que estabeleceu uma colônia no delta do Yala, onde ele alugou 3.600 hectares de terra por 45 anos, a taxa absurda de 12.000 € por ano. Dominion, que planeja crescer o arroz, legumes e milho na terra, quer incluir três Erastas Dildo de hectares em sua empresa.
Os representantes Dominion ofereceu pagar-lhe cerca de 10 cêntimos por metro quadrado. Erastas virou-los para baixo, e agora eles estão fazendo a vida difícil para o agricultor. Sua arma mais eficaz é uma represa que construiu.
Quando Erastas tentou sua colheita de milho no ano passado, foi debaixo de água. "Eles estão jogando com o nível de água para se livrar de nós", diz ele. E quando isso não funciona, diz Erastas, Dominion envia tratores, bandidos e às vezes até mesmo a polícia.
No âmbito deste contrato, Dominion concordou em renovar ", pelo menos, uma escola e um posto médico" em cada um dos dois distritos locais. "Eles expulsaram 400 famílias, em vez", diz Gondi Olima da organização Friends of the Swamp Yala. Segundo Olima, a primeira empresa a Dominion novos postos de trabalho, como diaristas foram contratados para limpar o local com facões, mas a empresa trouxe em equipamentos cada vez mais. "Agora eles têm tantas máquinas que os trabalhadores não são mais necessários", diz Olima.
Dominion Quintas nega as acusações dos agricultores e recorda que já construiu oito salas de aula, doados gateposts e concedeu 16 bolsas de estudo para crianças, bem como o fornecimento de camas e de electricidade para uma enfermaria do hospital.
Talvez Erastas e sua família serão obrigados a abrir caminho para o desenvolvimento em breve, como já acontece em muitos outros lugares. O Banco Mundial estima que apenas 2 a 10 por cento da terra na África é formalmente próprias ou arrendadas, e mais do que está nas cidades. Uma família pode ter vivido em ocupado ou um pedaço de terra ao longo de décadas, mas muitas vezes não tem nenhuma prova de propriedade.
Hunt para a terra continua
No entanto, a terra é quase nunca deixou utilizadas. Os pobres, em particular, vivem fora da terra, onde eles coletam frutas, ervas ou lenha e pastar o seu gado. De acordo com um estudo conjunto por várias organizações da ONU, grilagem de terras, também se justifica pela definição da terra como "pousio". Como resultado, de acordo com o relatório, as invasões de terra têm o potencial para despojar os agricultores em grande escala. Em muitos países, pode haver bastante terra arável disponível para todos, mas a qualidade não é uniforme, e os investidores querem as melhores terras. Que, como acontece, é a terra onde os agricultores geralmente vivem.
Porque mais de 50 por cento dos africanos são pequenos agricultores, aquisição de terras em grande escala poderia ser desastrosa para a população. Aqueles que perdem seus campos de perder tudo. O facto de os grandes investidores podem melhorar substancialmente as suas safras com a moderna tecnologia agrícola é de pouca utilidade para os africanos que, uma vez que perderam suas terras e meios de subsistência, não se pode dar ao luxo de comprar produtos de novas fazendas.
O Banco Mundial e outros estão agora a desenvolver um código de conduta para os investidores. A declaração de intenção tinha sido previsto para julho do G-8 na cimeira de L'Aquila, na Itália, mas os chefes de Estado presentes não poderiam concordar com as normas obrigatórias.
E assim, a busca por terras continua. Dominion obteve outro 3.200 hectares, e Philippe Heilberg está em processo de locação de um adicional de 600.000 hectares no sul do Sudão. Volta a Nova York, na Sala de Stuyvesant, um dos palestrantes está a recitar números para ilustrar o quão rápido da população mundial está a crescer: por 154 pessoas por minuto, 9.240 por hora ou 221.760 por dia. E cada um deles quer comer.

Loumari disse...

Meu comentario naquele dia de Setembro de 2013

Eu li este jornal abaixo, e cheguei a uma so conclusão: Quem é vitima realmente em tudo isto? Pode alguém introduzir-se dentro da minha casa e ser totalmente livre dos seus movimentos, até introduzir-se no meu quarto, na minha casa de banho privativo, deitar-se na minha cama, abrir a minha carteira e servir-se da quantia que lhe apetecer, abrir minha geladeira e servir-se a vontade de tudo quando deseja, ligar a minha tv e sentar-se no meu sofá e tudo isto sem o meu consentimento? Estes da global investment fizeram do Brasil provincia dos Estados Unidos. Brasil naçao soberana? Por amor de Deus! Brasil foi feito o alvo de todo tipo de OGM's. Vi um documentario ha semanas atraz realizado por uns jornalistas independentes franceses, em Rio de Janeiro, podem acreditar que expandiram na natureza mosquitos geneticamente modificado? chamam isso AGM. Traduzido: animais geneticamente modificados. E nas zonas onde largaram estes mosquitos de laboratorio nao se deram a pena de informarem a populaçao local. Eu quando vi o documentario fez-me recordar o filme _ i,robot. Criaram uns robotes programados para viver em harmonia com o ser humano, so que depois se tornou sendo uma coisa com atitude imprevisivel.

Aqui eu so vejo, responsaveis e culpados. Todos caes rastreiros sem principios nem valores humanos. Tudo o que têm de humano é so a aparência humana. novo tipo de colonialismo? qual é a naçao onde os USA ou algum pais Europeu chegou com avioes F16 fortif, Mirages, helicopteros Apache o Tiger lhe ameçar com bombardea-lo se por acaso recusar a introduçao das multinacionais dos paises ocidentais? E no domingo passado vi um documentario sobre Liberia. Limparao este pais de todas as arvores, eliminaram varias aldeias, para criar-se espaço para plantar palmeiras para a produçao de oléo de palma. O tal investor é uma empresa indonesiana. E agora Liberia està a sofrer graves inundaçoes. E nao vos falo das terriveis inundaçoes em Sudao e em Mali.

Anônimo disse...

O Min Jacques Wagner disse que o PT usou metodologias de outrora (de roubalheiras e corrupção gerais) e atolou nelas, perdeu a credibilidade, e principalmente agora para frente Lula entrando na mira de participação nos malfeitos, a coisa desandou de vez!
Não foi só isso: queria fazer de safadezas prática de Estado!

Anônimo disse...

Desculpem a minha ignorância, talvez eu devesse saber, mas não sei. Esse programa "Direito e Justiça em Foco" é em canal aberto ou fechado (ou na internet)? Tem nome esse meio de difusão? Dentre centenas de opções disponíveis seria de grande valia aos desinformados como eu, saber onde sintonizar para assistir o tal programa.

Martim Berto Fuchs disse...

"14) Captação de empréstimo na China para financiar empresas brasileiras"

É melhor entregar logo as chaves do cofre (vazio) para os chineses. Esses boi-livarianos quebraram todos os países (pedra cantada) onde meteram as patas de nove dedos.
Parece que os países só começam a melhorar depois que amargam o fundo do poço. Enquanto tiver espaço para descer, a canalha política segue firme rumo ao abismo. Basta conhecer a história da Alemanha. Duas grandes guerras foram necessárias para os germanos aprenderem.
E nós, precisaremos de uma guerra civil para mudar os rumos políticos do país, começando por abandonar de vez as variantes marxistas, populistas e retrógadas ?

Anônimo disse...

O povo que elegeu o PT está muito contente, agora é melhor vocês pararem com a choradeira e também pararem com as sabotagens pois em 2018 é LULA LÁ... QUEM TIVER ARGUMENTOS QUE CITE OUTRO GOVERNO QUE FOI MELHOR. SÓ PARA LEMBRAR ANTES DO PT ESRAMOS, ANALFABETOS, DESNUTRIDOS, DESDENTADOS E DESCAMISADOS, QUEM APLAUDE UM OUTRO GOVERNO É PORQUE MAMOU E MAMA ATÉ HOJE NAS COSTAS DELES.

Anônimo disse...

O Min Jacques Wagner disse que o PT se lambuzou de tanto roubar, desviar dinheiro público, mentir, enganar, ludibriar, passar a perna, cooptar, etc., e agora estão cansados de tudo isto e querem pedir desculpas ao povo brasileiro, devolver o futuro ao Brasil, mostrando novos rumos de desenvolvimento, depois de 35 anos atrasando o país.
A minha sugestão é que aprovem a lei do aborto só para os do PT e todos do PT façam um auto aborto retroativo, se enforquem em praça pública!
Aí sim, Vamos aceitar as desculpas esfarrapadas deles