segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Sérgio Churchill Moro


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Enio Mainardi

Churchill foi o homem mais importante que apareceu no mundo moderno. Quem é esse cara? Se perguntados pelo Silvio Santos, os universitários possivelmente balançariam as cabeças, em estupefação. O Silvio então poderia ler na sua ficha “Churchill, primeiro ministro da Inglaterra, foi quem inspirou o povo inglês a se colocar contra Hitler, na 2a. Guerra Mundial”.

Uma frase. Churchill foi isso, realmente. Mas foi mais. Ele poderia ser descrito assim: se Churchill não tivesse existido, ou desistido do seu destino, os nazistas teriam sido vitoriosos na guerra e os contornos do mundo hoje seriam diferentes. Teríamos Hitler como “master of the universe” que em sua megalomania arrastaria todas as nações para sua órbita psicopata, transformando todos em escravos. Churchill fez a diferença. Um herói sempre faz a diferença. O Brasil, em matéria herói, herói com H maiúsculo, ainda não tem ninguém que poderia sequer amarrar os cadarços dos sapatos dele.

Falta-nos a fibra, a noção da grandeza, a coragem quase suicida de enfrentar o mal. Nós nos acomodamos, nos amesquinhamos ao mal. Somos um povo basicamente medíocre. Vamos, que nem vermes, comendo as carcassas podres que nos são deixadas - por não ter assumido a iniciativa de abater a caça antes, por não nos ter arriscado ao enfrentamento do perigo. Abutres fazem assim. Sempre voejando de longe, para depois disputar os restos de carne que foram deixados por quem caçou o animal. É assim que me sinto, com vergonha de mim mesmo por ter falhado em identificar à tempo o perigo mortal do nazi-petismo-comunista, que hoje nos esfrega na cara nossa condição de cordeiros com sininho no pescoço.

Me horroriza o pt, quero vê-los destruídos. Cada dia sob o relho dessa gente é mais um dia desmoralizante, em que me acuso de covardia ou incompetência. Desculhonado. O Moro, nossa atual esperança de herói, que pode mais ele fazer do que já está fazendo? Ele e sua equipe estão lutando o bom combate, no limite. Mas honestamente - se ele conseguir destronar a Rainha Louca e seu Patrão, sobra quem? O temer? Ele saindo, fica o renan? E este sendo pulado fora, herdamos o cunha ? O lewandovski? O tiririca? Nossas alternativas falham, miseravelmente, estamos em recessão física e moral, sem expectativa realista de uma saída constitucional. E confesso: cada vez que vejo um general batendo continência ao inimigo, meu coração descompassa e fraqueja, acho que os verde-amarelo estão faltando à Pátria.

O Moro é nosso campeão, por enquanto, nesse torneio de iniquidades. Sua espada Durindana precisa cortar ao meio os que escolheram se corromper. Ele precisa de aliados, nós, mais ativos mais patriotas. Aqui, as revistas, as tvs, as rádios, os jornais aos poucos vão se juntando no mesmo clamor reclamante que pede a liquidação do pt. Mas ninguém, ainda ninguém apertou o gatilho necessário. Conseguirá o Moro? Nós vos saudamos, Moro, longa vida!


Enio Mainardi é Publicitário.

6 comentários:

Martim Berto Fuchs disse...

Proponho o mesmo que já ponderei no artigo do Dr. Antonio José Ribas Paiva: - Há muito já deveríamos estar debatendo um novo Contrato Social. Intervir sem propostas claras do que pretendemos no "day after", apenas para mudar as moscas, por mais perigosas que sejam, é deixar o caminho aberto para a bandidagem voltar ao cenário político em poucos anos, isto se os interventores não gostarem demais dos "novos afazeres", e resolverem impor um novo Contrato à nossa revelia.

http://capitalismo-social.blogspot.com.br/2016/02/61-passos-para-implantacao-do-ante.html

Scherer Alexander disse...

Não meu querido, desculpe, mas quem realmente combateu o Hitler foi o paranóico Stalin! 90% do Conflito europeu de se deu no fronte Leste, para se ter uma idéia somente na cidade de São Petersburgo(na época, Leningrado), morreram mais cidadãos que todas as baixas britânicas e norte-americanas juntas em toda a Guerra. Sei que você vai barrar meu comentário, vai me chamar de Facista ou Stalinista, mas neste quesito concordo com o Prof. Olavo de Carvalho:
No Brasil basta dizer uma palavra verdadeira sobre um adversário e pronto, já acham que você se bandeou pro lado oposto, ou seja, o prof. filósofo ultra-direitista disse uma verdade:
O Brasileiro não tem compromisso com a verdade, tem com o Partidarismo! Digo isto porque, o própio Prof. Olavo nos elucidou sobra a Segunda Guerra, como sendo a Guerra de Stalin, ela foi totalmente planejada por Stalin, a própia Alemanha nazi foi uma criação soviética e não ocidental. Ocorreu, que a criatura sentiu-se num momento pronto para trair o criador.
Os EUA chegaram em 1944 quando o conflito já estava resolvido na Europa. Os americanos inegavelmente ganharam o conflito do Pacífico contra o Japão, mas quanto à Europa a vitória é do Stalin, nos guste ou não nos guste e sem esta de lend and leasing(Lei de Empréstimo de Rosevelt), no caso britânico representou 30% do esforço de guerra, porém no soviético apenas 11%. Claro que Churchil foi importante num primeiro momento, antes da entrada da ex-União Soviética e dos EUA na guerra, pois ele permaneceu por um ano com a Grã-Bretanha sozinha, mas foi mais um quesito de reconhecimento. Deu pra entender?

Anônimo disse...

Nós vemos no mal a oportunidade, nos insinuamos para ele, nos unimos a ele, não sem antes acertar o percentual que nos tocará do butim!!!

Martim Berto Fuchs disse...

“O Brasileiro não tem compromisso com a verdade, tem com o Partidarismo! Digo isto porque, o próprio Prof. Olavo nos elucidou sobra a Segunda Guerra, como sendo a Guerra de Stalin, ela foi totalmente planejada por Stalin, a própria Alemanha nazi foi uma criação soviética e não ocidental. Ocorreu, que a criatura sentiu-se num momento pronto para trair o criador.”

1.Stálin planejando a segunda grande guerra ? Só se fosse à mando da Oligarquia Financeira Internacional, da Plutocracia. O carniceiro não tinha competência para tanto.
2.Desculpe, mas duvido que o prof. Olavo de Carvalho tenha colocado a questão nesses termos, que a Alemanha nazista foi uma criação soviética. O paranóico Stálin e sua tropa, aqueles à quem ele não mandou matar, tentaram foi subverter ainda mais uma Alemanha destroçada após a 1ª grande guerra e o Tratado de Versalhes, para lá implantar o marxismo à moda da casa, o bolchevismo.
O bolchevismo sim se tornou um movimento internacional, financiado por quem da Plutocracia se interessava por isso.
A Rússia e Stálin, sem a grana de fora, não teriam sobrevivido, nem matando todos ucranianos de fome.

Valdemir Moura disse...

Existiu sim, um herói que conduzia o Brasil rumo ao primeiro mundo, e se não o tivessem destruido, o nosso Brasil seria bem outro, e foi Mario Wallace Simonsen.É impossível determinar a vastidão do estrago causado ao Brasil, com a destruição de um guerreiro legítimo, e leal como Simonsen, e a decolagem de uma figura nociva como Roberto Marinho. Existem várias modalidades de prejuizo, mas a maior está no prejuizo cultural. Paremos para pensar como seria o Brasil com a excelsior, e sem a Globo. Com certeza, o Brasil, seria completamente outro. E não é só isto. Simonsen era um capitalista autentico, que não se intimidava, e enfrentava, figurões do primeiro mundo. Ousou peitar Nelson Rockfeller. Era competente a tal ponto, que começou a ameaçar a hegemonia americana. PENSEM BEM: A-M-E-A-Ç-A-R A H-E-G-E-M-O-N-I-A A-M-E-R-I-C-A-N-A. É competencia demais. Jango não era comunista, e muito menos Simonsen. Como poderia Simonsen ser, ou apoiar comunista, com o império que possuia? Era sua intenção implantar o comunismo, e entregar o que era seu ao poder instalado? Só idiota para dizer isto. Este cara, estava simplesmente conduzindo o Brasil, ao primeiro mundo, mas acontece que existia uma infeliz coincidencia: A sua destruição favoreceria interesses americanos, e também de um grupo de maus brasileiros que viram uma oportunidade de obter imensas vantagens trapaceando, ou vamos acreditar, que para apoiar o golpe de 64, teve até porta aviões americano no litoral brasileiro à toa? Para enfrentar comunistas, é que não era. Estamos pagando por este infortúnio, até hoje, e irá muito além. Em duas grandes ocasiões, o Brasil foi retirado dos trilhos que o levava ao rumo certo, tendo o condutor da locomotiva enfrentado jogo sujo. Barão de Mauá, e Mario Wallace Simonsen. Descansem em paz, grandes brasileiros.

Valdemir Moura disse...

Pois que nos envergonhemos ainda mais, sabendo que quando aparece um brasileiro valente, ousado, e destemido como o foi Mario Wallace Simonsen para "caçar" com muita competencia pelo Brasil, ele é traido pelos próprios compatriotas, e entregue ao inimigo, por dinheiro, se bem que neste caso, existiram outros fatores, mas dinheiro, não mais que dinheiro seria suficiente. Também tivemos Barão de Mauá, Delmiro Gouveia, Tião Maia... Estes, os notórios. E os anônimos?