sábado, 12 de março de 2016

Estudo sobre a Nova Ordem Mundial - 4


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

A partir de 1918 os implantadores da NOM tinham seu trabalho facilitado pela grande corrupção existente nos Estados Unidos da América e pelo enfraquecimento do Reino Unido. Ambos os países tinham (e tem) grandes semelhanças.

Não sabemos o exato momento em que foi proposto a monarquia britânica, liderar a NOM em troca da gestão das políticas interna e externa do país. A Segunda Guerra Mundial acelerou o processo. As origens germânicas da casa reinante criava uma suspeita sobre sua lealdade ao povo.

Assim, não foi difícil rearmar o projeto. A histórica decisão do rei em permanecer em Londres durante os bombardeios, mostrou aos súditos sua coragem.Falecido poucos anos após o fim do conflito, teve a sorte de ser coroada uma filha brilhante.

Criou-se o mito de que reina mas não governa.

Iniciou-se o processo de enfraquecimento da Câmara dos Lordes. Deixaram de ser criados novos pares hereditários; os vitalícios (life peers) foram mais dóceis em aceitar perdas de prerrogativas e privilégios.

A partir de então a própria soberania passou a ser atacada. O país entrou na União Européia, mudou seu sistema de pesos e medidas e decimalizou a libra. Menos mal que não entrou no euro. O povo sabe por instinto que um país sem moeda não tem soberania. Também não adotou a mão de direção veicular à direita.

A maior beneficiária e talvez a chefe suprema da NOM, é a mais duradoura monarca que já teve aquele país.

Foram lançados balões de ensaio para verificar a reação popular com a edição, entre outros dos seguintes livros:

-”A revolução dos bichos”

-”1.984”

-”O admirável mundo novo”

-”Regresso ao admirável mundo novo”

Chesterton, talvez sem saber, lutou contra a NOM com seus livros, especialmente “A esfera e a cruz” sem tradução ao português.


Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

5 comentários:

Loumari disse...

Liberdade e Eternidade

A liberdade que às vezes sentia não vinha de reflexões nítidas, mas de um estado como feito de percepções por demais orgânicas para serem formuladas em pensamentos. Às vezes no fundo da sensação tremulava uma ideia que lhe dava leve consciência de sua espécie e de sua cor.

O estado para onde deslizava quando murmurava: eternidade. O próprio pensamento adquiria uma qualidade de eternidade. Aprofundava-se magicamente e alargava-se, sem propriamente um conteúdo e uma forma, mas sem dimensões também. A impressão de que se conseguisse manter-se na sensação por mais uns instantes teria uma revelação — facilmente, como enxergar o resto do mundo apenas inclinando-se da terra para o espaço. Eternidade não era só o tempo, mas algo como a certeza enraizadamente profunda de não poder contê-lo no corpo por causa da morte; a impossibilidade de ultrapassar a eternidade era eternidade; e também era eterno um sentimento em pureza absoluta, quase abstracto. Sobretudo dava ideia de eternidade a impossibilidade de saber quantos seres humanos se sucederiam após seu corpo, que um dia estaria distante do presente com a velocidade de um bólido.

Definia eternidade e as explicações nasciam fatais como as pancadas do coração. Delas não mudaria um termo sequer, de tal modo eram sua verdade. Porém mal brotavam, tornavam-se vazias logicamente. Definir a eternidade como uma quantidade maior que o tempo e maior mesmo do que o tempo que a mente humana pode suportar em ideia também não permitiria, ainda assim, alcançar sua duração. Sua qualidade era exactamente não ter quantidade, não ser mensurável e divisível porque tudo o que se podia medir e dividir tinha um princípio e um fim. Eternidade não era a quantidade infinitamente grande que se desgastava, mas eternidade era a sucessão.

Então Joana compreendia subitamente que na sucessão encontrava-se o máximo de beleza, que o movimento explicava a forma — era tão alto e puro gritar: o movimento explica a forma! — e na sucessão também se encontrava a dor porque o corpo era mais lento que o movimento de continuidade ininterrupta. A imaginação apreendia e possuía o futuro do presente, enquanto o corpo restava no começo do caminho, vivendo em outro ritmo, cego à experiência do espírito... Através dessas percepções — por meio delas Joana fazia existir alguma coisa — ela se comunicava a uma alegria suficiente em si mesma.

"Clarice Lispector, in 'Perto do Coração Selvagem'
Brasil 10 Dez 1920 // 9 Dez 1977
Escritora

Loumari disse...

Caminhamos Todos para a Eternidade

Influência da brevidade do tempo sobre os trabalhos dos homens: suponde que um astrónomo demonstrasse geometricamente que daqui a mil anos um planeta no seu percurso cortará a órbita terrestre precisamente no momento e no ponto em que a terra ali se encontrar e que a destruição da terra será a consequência dessa enorme colisão; o langor irá então apoderar-se de todas as actividades; não haverá mais ambição, monumentos, poetas, historiadores e talvez tampouco guerreiros ou guerras. Cada um cultivará o seu jardim e plantará as suas couves. Sem desconfiarmos, caminhamos todos para a eternidade.

"Denis Diderot, in 'Elementos de Fisiologia'
França 5 Out 1713 // 31 Jul 1784
Filósofo/Escritor

Loumari disse...

Viver Com os Contemporâneos Ou Ser Eterno

Se quisermos ganhar a gratidão da nossa própria era, temos de nos manter a par dela. Mas, se o fizermos, nada de grande produziremos. Quem tiver algo importante em vista deverá dirigir-se à posteridade: mas assim, na verdade, ficar-se-á provavelmente desconhecido dos contemporãneos: ser-se-á como alguém forçado a passar a vida numa ilha deserta e aí se esforçando por erguer um monumento, de modo que os futuros navegantes fiquem a saber que ele existiu.

"Arthur Schopenhauer, in 'Aforismos'
Alemanha 22 Fev 1788 // 21 Set 1860
Filósofo

Loumari disse...

Use o Seu Cérebro

Não existe manual de instruções para o cérebro, mas ele precisa de alimento, reparação e da devida manutenção ainda assim. Certos nutrientes são físicos; a atual mania dos alimentos para o cérebro faz as pessoas correrem para vitaminas e enzimas. Mas o devido alimento para o cérebro é tanto mental como físico. O álcool e o tabaco são tóxicos, e sujeitar o cérebro à sua exposição é fazer mau uso dele. A raiva e o medo, o stress e a depressão são igualmente uma forma de má utilização. No momento em que escrevemos este livro, um novo estudo revela que uma rotina de stress diário fecha o córtex pré-frontal, a parte do cérebro responsável pela tomada de decisões, correção de erros e avaliação de situações. É por isso que as pessoas dão em doidas em engarrafamentos. É um stress rotineiro, e contudo a fúria, frustração e impotência que alguns condutores sentem indicam que o córtex pré-frontal deixou de dominar os impulsos primários por cujo controlo é responsável.

Damos constantemente connosco a voltar à mesma questão: use o seu cérebro, não deixe que o seu cérebro o use a si. As fúrias com o trânsito são um exemplo do seu cérebro a usá-lo, mas o mesmo se passa com as memórias tóxicas, as feridas de antigos traumas, maus hábitos que não conseguimos quebrar, e mais trágico que tudo, vícios descontrolados. Esta é uma área de extrema importância a ter em conta.

"Deepak Chopra, in 'Supercérebro'
Índia n. 22 Out 1947
Médico / Escritor espiritual

Loumari disse...

LEI DO CAMINHÃO DE LIXO

Um dia peguei um táxi e fomos diretos para o aeroporto.
Estávamos rodando na faixa certa quando de repente um carro preto saltou do estacionamento na nossa frente.
O motorista do táxi pisou no freio, deslizou e escapou do outro carro por um triz!
O motorista do outro carro sacudiu a cabeça e começou a gritar para nós.
O motorista do táxi apenas sorriu e acenou para o cara. E eu quero dizer que ele o fez bastante amigavelmente.
Assim eu perguntei: "Porque você fez isto? Este cara quase arruína o seu carro e nos manda para o hospital?"
Foi quando o motorista do táxi me ensinou o que eu agora chamo ?

"A Lei do Caminhão de Lixo".

Ele explicou que muitas pessoas são como caminhões de lixo. Andam por aí carregadas de lixo, cheias de frustrações, cheias de raiva, e de desapontamento. À medida que suas pilhas de lixo crescem, elas precisam de um lugar para descarregar, e às vezes descarregam sobre a gente.
Não tome isso pessoalmente. Apenas sorria, acene, deseje-lhes bem, e vá em frente.
Não pegue o lixo delas e espalhe sobre outras pessoas no trabalho, em casa, ou nas ruas.
O princípio disso é que pessoas bem sucedidas não deixam os caminhões de lixo estragarem o seu dia.
A vida é muito curta para levantar cedo de manhã com remorso, assim...
Ame as pessoas que te tratam bem. Ore pelas que não o fazem.
A vida é dez por cento o que você faz dela e noventa por cento a maneira como você a recebe!
Tenha um dia e uma semana abençoada, livre de lixo!

Lembrem-se da sabedoria da água: 'Ela nunca discute com seus obstáculos, simplesmente os contorna'.

... NÃO CARREGUE LIXOS!