quinta-feira, 31 de março de 2016

Tropel Aborrecido


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Em linguagem turfística, por volta de 1960, significava que a corrida estava muito difícil para determinado competidor quadrúpede, tendo em vista a qualidade dos adversários.

Assim estamos.

Foi dada a largada; uma só partida e a todo risco.

Quanto mais depressa se afastar da Anta, maiores as chances de sair pouco chamuscado.

Os principais competidores têm problemas.

O primeiro tem na farda o desenho de concha inglesa. Uma beleza!

Um, com crina artificial, tenta manter-se de pé, mesmo estando sarambé.

Outro, carrega a cruz do serviço veterinário suíço. “Onde já se viu isso?”
Faz de conta que não tem conta.

Escondido por capa preta, disfarça sua mutreta pra ficar com a caneta, um terceiro assustado que mesmo sendo arisco, talvez não cruze o disco.

Se dona Onça quiser, viram “mortandela” de cavalo, que a militância devora, porque já passou da hora.

E ainda têm os burros selvagens da petelândia, prontos para dizimar inimigos, abusando da petulância.

Quem ganha ou come bosta?

Antes do fim, fala sua aposta...


Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

Um comentário:

Loumari disse...

Um Cérebro Ilimitado

Uma das coisas únicas do cérebro humano é que pode fazer apenas o que pensa poder fazer. No momento em que diz "A minha memória já não é o que era" ou "Hoje não me lembro de uma só coisa", está de facto a treinar o cérebro para corresponder às suas diminuídas expetativas. Baixas expetativas equivalem a baixos resultados. A primeira regra do supercérebro é que o seu cérebro está sempre a espiar os seus pensamentos. Assim escuta, assim aprende. Se lhe ensinar limitação, o seu cérebro ficará limitado. Mas, e se fizer o oposto? E se ensinar o seu cérebro a ser ilimitado?

Pense no seu cérebro como sendo um piano de cauda Steinway. Todas as teclas estão no lugar, prontas a soar ao toque de um dedo. Seja um principiante a sentar-se ao teclado ou um virtuoso de renome mundial como Vladimir Horowitz ou Arthur Rubinstein, o instrumento é fisicamente o mesmo. Mas a música que dele ressoará será inteiramente diferente. O principiante usa menos de 1% do potencial do piano; o virtuoso transcende os limites do instrumento.
Se o mundo da música não dispusesse de virtuosos, ninguém jamais adivinharia as coisas espantosas que um Steinway de cauda pode fazer.

Deepak Chopra, in 'Supercérebro'