sábado, 30 de abril de 2016

Once de Mayo


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Tradução Tabajara: Once de Mayo = Onça de Maiô.

Em onze de maio acaba a maionese. A Anta dirá: “Me desmaio!”.

Sairá volentiere ou de brucutú. Poderá escolher: tomar refresco ou na rima.

Na maior cara de mau, irá ao sítio do amarelo pica-pau, o molusco decadente, agora disfarçado de serpente.

Depois de passado o fino pente, enrolando no caso muita gente, cantará o pássaro baiano, que a esta altura já entrou pelo cano.

Só lamento o nosso parlamento tenha consentido que um jumento de esquivo papel, tenha vomitado seu fel na soberania nacional. Não ficará impune, quem mais nos separa que une.

Não tem perigo de melhorar, se das coisas do mundo entendo, um novo e mal feito remendo, pra tentar o país governar.

A crise é estrutural. Empenou o chassi. Melhor começar de novo que contar com, dentro da galinha, o ovo.

Abra cadabra, pelo de cabra. Nem mais magia adianta pra salvar a tromba da Anta.

Enquanto isso segue pimpona, da floresta a garbosa dona.

Problema é que não quer mais saber da Selva de Pedra de Brasília.


Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

Um comentário:

Anônimo disse...

Ele é o Pedro Pedreira, personagem da Escolinha do Professor Raimundo. Aquele que nega tudo, exceto se apresentarem comprovação de tudo,com recibos ou testemunhas dos fatos históricos.