segunda-feira, 4 de abril de 2016

Por dentro do Jihad


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos I. S. Azambuja

Omar Nasiri (nome fictício), autor do livro “Por Dentro do Jihad – Uma História de Espionagem”, entre os anos de 1994 e 2000 trabalhou como agente secreto para os principais serviços de Inteligência da Europa – incluindo a DGSE, da França e o MI5 e M16, da Grã Bretanha. Do submundo das células islâmicas na Bélgica até os campos de treinamento no Afeganistão e as mesquitas radicais de Londres, ele arriscou a vida para derrotar a então emergente rede global que o Ocidente viria a conhecer como Al-Qaeda.

O livro é um envolvente e provocativo relato de um íntimo conhecedor tanto das redes de terror islâmicas como dos serviços de Inteligência que as espionam. O texto abaixo é um resumo da Introdução.

Os ataques de 11 de setembro de 2001 não vieram do nada. Durante os anos 1990 uma série de movimentos islâmicos violentos começou a se congregar, desviando seu foco dos conflitos locais para o “inimigo distante”: EUA e Ocidente. A organização emergente ficaria conhecida como Al-Qaeda. O relato de Omar Nasiri apresenta uma percepção particular desse período crucial que permanece pouco compreendido. Sua história é única, especialmente porque ele fornece a perspectiva incomum de alguém que esteve infiltrado nessas redes terroristas. A noção freqüentemente repetida de que a derrota do terrorismo exige um bom Serviço de Inteligência mascara a realidade de que a coleta de dados de Inteligência exige indivíduos dispostos a arriscar suas vidas para se transformarem em espiões.

Suas histórias raramente são contadas.

Tendo passado mais de 7 anos trabalhando para os serviços de Inteligência franceses, ingleses e alemães, Nasiri apresenta-nos a visão de como essas agências funcionam. Seus relatos de reuniões, conversas e técnicas de espionagem dos vários Serviços é de um raro detalhamento.

Embora seja impossível confirmar todos os detalhes da vida de Nasiri, não há dúvidas sobre a veracidade de sua atípica carreira: o envolvimento com uma importante rede terrorista argelina na Europa, o trabalho para o serviço secreto francês, a viagem aos campos de treinamento no Afeganistão e depois a infiltração em círculos islâmicos radicais em Londres. Os campos de treinamento afegãos foram a incubadora da atual ameaça terrorista, e Nasiri oferece o quadro mais detalhado, até agora, da vida nesses campos. Um quadro bem mais rico e preocupante do que qualquer outro já visto.

Os argelinos constituíam o núcleo da rede terrorista islâmica na Europa antes do 11 de setembro. Após o Exército ter cancelado as eleições de janeiro de 1992 a Argélia mergulhou em uma sangrenta guerra civil para impedir que a Frente Islâmica de Salvação (FIS) conquistasse o Poder. A violência eclodiu e um conjunto de grupos insurgentes apareceu. O mais violento era o Grupo Islâmico Armado (GIA).

O GIA era liderado por centenas de homens endurecidos pela guerra no Afeganistão, que voltaram radicalizados e dispostos a empregar táticas cada vez mais brutais. Ele atraiu o apoio de redes dentro das comunidades de imigrantes da Europa. A princípio, essas redes de apoio lidavam apenas com propaganda, mas logo passaram a oferecer dinheiro, auxílio logístico, como passaportes falsos, e, por fim, armas ao GIA. O jornal Al Ansar emergiu como a publicação oficial do GIA, embora, com o passar do tempo, artigos de outras fontes também passassem a ser divulgados, inclusive de outras organizações islâmicas, como o Grupo Combatente Islâmico líbio, grupos marroquinos e grupos egípcios, todos com conteúdos crescentemente violentos, inclusive justificando o assassinato de quaisquer civis que não apoiassem as atividades do GIA.

O Al Ansar foi pioneiro na união de redes militantes islâmicas nacionais em um movimento global e seus textos eram um alerta às autoridades do que viria pela frente.

Não demorou muito para que o sangrento conflito na Argélia começasse a se alastrar para a Europa. A França, o antigo senhor colonial da Argélia, na visão dos jihadistas havia apoiado o golpe e, desse modo, tornou-se um alvo. A primeira ilustração dramática da ameaça veio quando um grupo de militantes do GIA dominou um jato da Air France na pista do aeroporto de Argel em 24 de dezembro de 1994. O GIA pode ter tido a intenção de jogar o avião contra a Torre Eiffel, um dos primeiros exemplos do possível uso de aeronaves como armas. No fim, o jato foi levado a Marselha, onde uma unidade antiterrorista francesa o invadiu, matando os quatro seqüestradores.

Em março de 1995, as autoridades belgas conduziram uma série de ações. Em uma delas foi encontrado um pacote contendo um manual de treinamento terrorista de 8 mil páginas, com uma dedicatória a Osama Bin Laden e a Abdullah Azzam, o mentor de Bin Laden. O manual revelou-se um verdadeiro tesouro de informações e uma das primeiras indicações da extensão da rede e do papel de Bin Laden em suas operações.

Uma corrente de pensamento sustenta que o GIA, desde o começo, estava tomado por espiões do serviço secreto argelino. E mais: que estes incluíam agentes provocadores que estavam deliberadamente dirigindo a campanha de violência contra a França, a fim de tentar atrair Paris para o conflito, opondo-se aos islâmicos e apoiando o Estado Argelino.

De acordo com um ex-Oficial de Inteligência, cerca de 100 a 200 residentes franceses viajaram para o Afeganistão para receber treinamento durante a década de 1990. Alguns filiaram-se ao jihadinternacional; outros, simplesmente, queriam voltar para casa e apregoar que sabiam manejar um AK-47.

Nasiri então cruzou a fronteira, indo do Paquistão para o Afeganistão a fim de receber treinamento. Cerca de duas dúzias de campos de treinamento haviam sido montadas no país, a maior parte deles herança dos conflitos com a URSS. Esses campos tiveram um papel fundamental para a jihad de múltiplas nações dos anos 1990. Eles foram o caldeirão no qual os diferentes grupos começaram a trabalhar juntos, forjando uma identidade comum.

Não existia uma única fonte de recursos ou controle dos campos. O Afeganistão estava mergulhado no caos em meados dos anos 1990, e a pequena unidade que havia nos combates logo se dissipou.

Embora Bin Laden tenha deixado o Afeganistão ao fim da guerra com os soviéticos e passasse a residir no Sudão durante o início dos anos 1990. ele continuou a financiar alojamentos e instalações de treinamento dentro do Afeganistão.

O serviço secreto paquistanês, o ISI, também estava envolvido no apoio a alguns campos afegãos. Pouco depois, o ISI passou a apoiar o Talibã visando estabilizar o Afeganistão e fortalecer os interesses de segurança do Paquistão.

Khaldan, um campo de treinamento para novatos, foi o primeiro a ser freqüentado por Nasiri. Em meados dos anos 1990 o número de nacionalidades representadas e a disciplina de treinamento eram notáveis e muito maiores do que anteriormente se suspeitava. Grupos da Argélia, Chechênia, Caxemira, Quirguistão, Filipinas, Tadjiquistão e Uzbesquistão recebiam treinamento militar, que colocariam em prática quando retornassem a seus países. Grande número de árabes, especialmente da Arábia Saudita, Egito, Jordânia e Iêmen, também passaram por lá, assim como indivíduos da Europa, África do Norte e outras regiões que desejavam participar do jihad. O conflito bósnio estava chegando ao fim, mas o da Chechênia continuava sendo uma causa popular. Esses dois conflitos forneceram um foco para a radicalização, treinamento de combate e estabelecimento de redes entre militantes.

O treinamento em Khaldan era altamente organizado e extensivo. A disciplina era rígida e boa parte do aprendizado baseava-se em manuais de treinamento dos EUA obtidos durante a luta contra os soviéticos.
Os participantes também passavam quase o mesmo tempo em treinamento religioso, pois a preparação espiritual era considerada um aspecto central do jihad. Mais importante que o treinamento físico.

O líder do Khaldan em meados dos anos 1990 era um homem chamado Ibn al-Sheikh al-Libi, que foi preso em novembro de 2001. Foi ele, que era um instrutor líbio, o primeiro membro de alto escalão da Al-Qaeda a ser capturado pelos EUA. Informações extraídas de seu interrogatório foram usadas por altas autoridades dos EUA para declarar a existência de vínculos entra o Iraque e a Al-Qaeda. Esses vínculos foram declarados pelo vice-presidente Cheney, pelo Secretário de Estado Colin Powell e pelo presidente George Bush, em Cincinnati, em outubro de 2002, quando declarou que “ficamos sabendo que o Iraque treinou membros da Al-Qaeda na produção de bombas, venenos e gazes”.

O problema era que al-Libi mentiu.

Em janeiro de 2004 al-Libi desmentiu suas declarações sobre o Iraque, forçando a CIA a cancelar relatórios de Inteligência baseados em suas informações.

Especulou-se que ele poderia estar deliberadamente fornecendo informações falsas para fazer com que os EUA atacassem o Iraque, pois al-Libi expressava seu desagrado com o regime secular de Saddam Hussein no Iraque e era um homem altamente treinado para resistir a interrogatórios. Na primavera de 2006 al-Libi teria sido entregue a autoridades líbias.

A segunda metade da década de 1990 foi o período em que a capital britânica ganhou a alcunha de Londestrão. Um título dado por autoridades francesas enfurecidas com a crescente presença de radicais islâmicos em Londres e com a omissão das autoridades britânicas frente ao problema.
Autoridades britânicas afirmam que trabalhavam junto aos franceses para tentar lidar com as redes de apoio e de levantamento de fundos do GIA dentro do Reino Unido. Elas citam a estrutura legislativa como um problema, pois, na época, conspirar dentro da Grã-Bretanha para cometer atos terroristas no exterior não era crime e os especialistas em contraterrorismo britânicos continuavam focados na ameaça do terrorismo republicano irlandês. O terrorismo internacional e particularmente o terrorismo ligado aos islâmicos não era visto como algo que ameaçasse diretamente o país. A França poderia ser um alvo, devido ao seu envolvimento na Argélia, mas não o Reino Unido.

A Europa sempre foi uma base central de operações para a Al-Qaeda. Um lugar em que diferentes grupos islâmicos forjavam suas alianças. Os sinais de alerta estavam ali, mas apenas uns poucos os compreenderam.
Cinco anos após os ataques de 11 de setembro de 2001, foi a Europa – o Reino Unido em particular -, não mais os EUA, que passou a se defrontar com o maior desafio do terrorismo.

A globalização da noção de jihad foi uma conquista de bin-Laden. Reunir grupos que antes se concentravam unicamente em seus próprios conflitos locais – na Argélia, Chechênia, Ásia Central e outras regiões – e convencê-los de que faziam parte de uma luta maior. Uma luta contra o “inimigo distante”, os EUA, que apoiava os governos aos quais se opunham. Uma luta que deveria ser travada sob a bandeira da Al-Qaeda.

Até que em fevereiro de 1998 bin-Laden divulgou uma nota declarando a formação da ‘Frente Islâmica Mundial  para a Jihad contra Judeus e Cruzados’, e anunciou uma fatwa segundo a qual “matar os americanos e seus aliados – civis e militares - é um dever pessoal de cada muçulmano que puder fazê-lo, em qualquer país em que for possível fazê-lo”.

Pouco depois, em agosto de 1998 foi realizada a primeira operação em grande escala da Al-Qaeda contra os EUA, atacando suas embaixadas na Tanzânia e no Quênia. E três anos depois, em 11 de setembro de 2001, seria a vez do World Trade Center, nos EUA.

Osama bin-Laden foi morto por uma tropa dos EUA em 2 de maio de 2011, no Paquistão.

E Omar Nasiri, ao fim de 431 páginas, conclui seu relato:
Não há mais civis. Todos estão em guerra. Essa é a lógica do jihad global. Ela me repugna. Existem soldados e existem civis. Matar soldados é guerra. Matar civis é crime. Isso não é meramente minha opinião. É um artigo da minha fé.

Deixe-me ser claro: eu sou um muçulmano. E, mesmo hoje, eu iria à guerra pela minha fé. Não sou mais um espião, mas parte de mim ainda é um mujahid. Acredito que os EUA e todos os outros deveriam sair da nossa terra e manter-se longe. Acredito que deveriam parar de interferir na política das nações muçulmanas. Acredito que deviam nos deixar em paz. E, quando não nos deixam, eles devem ser mortos, porque é o que acontece com exércitos invasores e ocupantes.

Fiquei chocado pelo modo com que os americanos reagiram aio 11 de setembro. A indignação incrivelmente ingênua: fomos atacados em solo americano. Três mil americanos mortos em solo americano. Uma tragédia, sem dúvida. E um crime. Mas, e quanto aos milhões de muçulmanos mortos em solo muçulmano? No Oriente Médio, na África, na Bósnia, na Chechênia, no Afeganistão. O tempo parou para eles?

E, portanto, eu acredito, sim, que há batalhas que valem a pena ser travadas. Acredito que existe uma terra pela qual vale a pena morrer. Mas também acredito em leis. Talvez mais do que qualquer outra religião; o Islã tem leis muito claras sobre quando e como ir à guerra. Aprendi essas leis nos campos de treinamento afegãos. E aprendi lá que essas leius são o que nos torna diferentes e melhores que americanos, franceses, alemães, russos, ingleses e todos os demais. Eles matam de todos os modos que podem. Eles jogam bombas nucleares nas cidades, matam milhões em câmaras de gás e destroem populações inteiras para roubar terras e riquezas. Eles matam mulheres e crianças e, depois, dão de ombros e chamam isso de “dano colateral”.

Essas coisas são verdadeiras. Eles fizeram isso por séculos. Mas nós somos muçulmanos e o Corão nos proíbe. Este é o verdadeiro Islã, o Islã que aprendi nos campos – pelo menos na teoria. Com grande freqüencia, o que eu via na prática era bem diferente.

E é por isso que eu contei a minha história. Não contei por querer salvar o Ocidente dos terroristas. Esse nunca foi o meu objetivo. O que eu quero, mais do que tudo, é salvar o Islã desses terríveis excessos e inovações.
Desde o início, aquela Uzi me incomodou. O fato de que o mundo muçulmano tornou-se tão degenerado que somos forçados a lutar nossas guerras com as armas dos inimigos. Mas agora algo muito pior está acontecendo: estamos combatendo nossas guerras com as táticas dos inimigos. Se nós, como muçulmanos, nos deixarmos ficar com eles – ou seja, como você -, então não restará nada pelo que lutar.
Este é o meu jihad.

Agradeço aos leitores por me permitirem compartilhar minha história.


Carlos I. S. Azambuja é Historiador.

6 comentários:

Loumari disse...


E o alcorão diz:

"Os judeus dizem:" Uzair o filho de Deus "e os cristãos dizem:" Cristo é o filho de Deus. Esse é um ditado de suas bocas. Eles imitam o ditado de quem não acreditava antes deles. "Que Allah destruí-os! (Alcorão 09:30)



E os slogans dos seguidores de allah para o mundo:

>MATAI AQUELES QUE INSULTAM O ISLÃO.....

>EUROPA PAGARÁS: A TUA DEMOLIÇÃO ESTÁ EM MARCHA;

>EUROPA PAGARÁS: A TUA EXTERMINAÇÃO ESTÁ A CAMINHO.....

>DECAPITAI OS QUE INSULTAM O ISLÃO

>EUROPA É O CÂNCRO, ISLÃO É A RESPOSTA'

>EXTERMINAI OS QUE VÃO CONTRA O ISLÃO'

>O ISLÃO DOMINARÁ O MUNDO'

>QUE A LIBERDADE VÁ PARA O INFERNO'

>EUROPA. TIRA ALGUMAS LIÇÕES DO 11 DE SETEMBRO'

>PREPAREM-SE PARA O VERDADEIRO HOLOCAUSTO'



"OU VIVEMOS TODOS JUNTOS COMO IRMÃOS OU MORREMOS TODOS JUNTOS COMO IDIOTAS! (Dr. Martin Luther King)"



Porquanto prevaricastes contra mim, no meio dos filhos de Israel, nas águas da contenção, em Cades, no deserto de Zin: pois me não sacrificastes no meio dos filhos de Israel.
Pelo que verás a terra diante de ti, porém, não entrarás nela, na terra que darei aos filhos de Israel.
(DEUTERONOMIO 32:51)


A zelos me provocaram com aquilo que não é Deus; com as suas vaidades me provocaram à ira;
(DEUTERONOMIO 32:21)


E engordando-se Jeshurum deu coices; engordaste-te, engrossaste-te, e de gordura te cobriste: e deixou a DEUS, que o fez, e desprezou a Rocha da Salvação.
Com deuses estranhos o provocaram a zelos; COM ABOMINAÇÕES O IRRITARAM.
Sacrificios ofereceram aos diabos, não a DEUS; aos deuses que não conheceram, novos deuses que vieram há pouco, dos quais não se estremeceram os vossos pais.
Esqueceste-te da Rocha que te gerou; e em esquecimento puseste o Deus que formou.
O que vendo, o Senhor os desprezou, provocado à ira contra os seus filhos e as suas filhas;
E disse: Esconderei o meu rosto deles, verei qual será o seu fim; porque são geração de PERVERSIDADE, filhos em quem não há LEALDADE.
(DEUTERONOMIO 32:15)


Porque são gente falta de conselhos e neles não há entendimento.
Oxalá eles fossem sábios! que isto entendessem, e atentassem para o seu fim!
(DEUTERONOMIO 32:28)

Loumari disse...

Porque a sua vinha é a vinha de Sodoma e dos campos de Gomorra: as suas uvas são uvas de fel, cachos amargosos têm.
O seu vinho é ardente veneno de dragões, e peçonha cruel de víboras.
Não está isto encerrado comigo? Selado nos meus tesouros?
Minha é a vingança e a recompensa, ao tempo de resvalar o seu pé:
porque o dia da sua ruína está próximo, e as coisas que hão-de suceder se apressam a chegar.
Porque o Senhor fará justiça ao seu povo e se arrependerá pelos seus servos, quando vir que o seu poder se foi, e não há fechado nem desamparado.
Então dirá: Onde estão os seus deuses? a rocha em que confiavam,
De cujos sacrifícios comiam a gordura, e de cujas libações bebiam o vinho? levantem-se e vos ajudem, para que haja para vós escondedouro.
Vede agora que EU, EU O SOU, e mais nenhum DEUS comigo: EU MATO, E EU FAÇO VIVER: EU FIRO, E EU SARO:
e ninguém há que escape da minha mão.
Porque levantarei a minha mão aos céus, e direi: EU VIVO PARA SEMPRE.
Se EU afiar a minha espada reluzente, e travar o juízo a minha mão, farei tornar a vingança sobre os meus adversários, e recompensarei aos meus aborrecedores.
Embrigarei as minhas setas de sangue, e a minha espada comerá carne:
do sangue dos mortos e dos prisioneiros, desde a cabeça, haverá vingança do inimigo.
Jubilai, ó nações, com o seu povo, porque vingará o sangue dos seus servos,
e sobre os seus adversários fará tornar a vingança, e terá misericórdia da terra e do seu povo.
E veio Moisés, e falou todas estas palavras deste cântico aos ouvidos do povo, ele e Hosea, filho de Nun.
(DEUTERONOMIO 32:32)

Loumari disse...

O DEUS de Abraão, e de Isaac, e de Jacob, o DEUS dos nossos pais, glorificou a seu filho JESUS,
a quem vós entregastes e perante a face de Pilatos negastes, tendo ele determinado que fosse solto.
Mas, vós negastes o Santo e o Justo, e pedistes que se vos desse um homem homicida.
E matastes o Príncipe da vida, ao qual DEUS ressuscitou dos mortos, do que nós somos testemunhas.
E, pela fé no seu nome, fez o seu nome fortalecer a este que vedes e conheceis;
e a fé que é por ele deu a este, na presença do todos vós, esta perfeita saúde.
E agora, irmãos, eu sei que o fizestes por ignorância, como, também, os vossos príncipes.
Mas DEUS assim cumpriu o que já dantes, pela boca de todos os seus profetas, havia anunciado, que o Cristo havia de pader.
ARREPENDEI-VOS, POIS, E CONVERTEI-VOS, para que sejam apagados os vossos pecados,
e venham assim os tempos do refrigério, pela presença do Senhor,
E envie ele a JESUS CRISTO, que já dantes vos foi pregado,
O qual convém que o céu contenha, até aos tempos da restauração de tudo, dos quais DEUS falou,
pela boca de todos os seus santos profetas, desde o princípio.
Porque Moisés disse: O Senhor, vosso DEUS, levantará, de entre os vossos irmãos, um profeta, semelhante a mim;
a ele ouvireis, em tudo quanto vos disser.
E acontecerá que toda a alma que não escutar esse profeta será EXTERMINADA DE ENTRE O POVO.
E todos os profetas, desde Samuel, todos quantos depois falaram, também anunciaram estes dias.
Vós sois os filhos dos profetas e do concerto que DEUS fez com os nossos pais, dizendo a Abraão:
Na tua descendência serão benditas todas as famílias da terra.
Ressuscitando DEUS a seu Filho JESUS, primeiro o enviou a vós, para que nisso vos abençoasse,
e vos desviasse, a cada um, das vossas maldades.
(ACTOS 3:13)

Loumari disse...

Portanto, ESPERAI-ME A MIM, DIZ O SENHOR, no dia em que EU ME LEVANTAR PARA O DESPOJO;
porque o meu juízo é ajuntar as nações e congregar os reinos, para sobre eles derramar a minha indignação,
e todo o ardor da minha ira; porque toda esta terra será consumida pelo Fogo do meu zelo.
(SOFONIAS 3:8)


Porque, assim diz o SENHOR DOS EXÉRCITOS: Ainda uma vez, daqui a pouco, e farei tremer os céus, e a terra, e o mar, e a terra seca:
E farei tremer todas as nações, e virá o Desejado de todas as nações, e encherei esta casa de glória, diz o SENHOR DOS EXÉRCITOS.
Minha é a prata, e meu é ouro, disse o SENHOR DOS EXÉRCITIOS.
A glória desta última casa será maior do que a primeira, diz o SENHOR DOS EXÉRCITOS.
(AGEU 2:6)


Naquele dia se dirá a Jerusalém: Não temas, ó Sião, não se enfraqueçam as tuas mãos.
O SENHOR, TEU DEUS ESTÁ NO MEIO DE TI, PODEROSO PARA TE SALVAR; Ele se deleitará em ti, com Alegria;
calar-se-á por seu amor, regozijar-se-á em ti, com júbilo.
Os que em ti se entristeceram, por causa da reunião solene, EU os congregarei; esses para os quais o peso foi uma afronta.
Eis que, naquele dia tempo, procederei contra todos os que te afligem, e salvarei a que coxeia, e recolherei a que foi expulsa;
e lhes darei um louvor e um nome, em toda a terra em que foram envergonhados.
Naquele tempo, vos trarei, naquele tempo, vos recolherei: certamente vos darei um nome e um louvor, entre todos os povos da terra, quando reconduzir os vossos cativos diantes dos vossos olhos, diz o SENHOR.
(SOFONIAS 3:16)


Então ouvi Zorobebel (no Bachar), filho de Sealtiel, e Josué (no Putin), filho Josadac, sumo sacerdote, e todo o resto do povo, a voz do SENHOR, SEU DEUS, e as palavras do profeta Ageu, como o SENHOR, SEU DEUS, o tinha enviado; e temeu o povo diante do Senhor.
Então Ageu, o embaixador do Senhor, falou ao povo, conforme a mensagem do Senhor, dizendo: EU SOU CONVOSCO, DIZ O SENHOR.
E o Senhor levantou o espírito de Zorobabel, flho de Sealtiel, príncipe de Judá, e o espírito de Josué, filho de Josadac, sumo sacerdote,
e o espírito do resto de todo o povo; e vieram, e trabalharam na casa do SENHOR DOS EXÉRCITOS, SEU DEUS.
Ao vigésimo quarto dia do sexto mês, no segundo ano do rei Dario.
(AGEU 1:12)

Loumari disse...

Senhor Azambuja, olha que logo de manhã recebi um e'mail de um amigo meu economista brasileiro e aficionado do Alerta Total que este diz para mim: O texto de Azambuja lavou a sua alma né?

Monsieur Azambuja, merci à vous.

Anônimo disse...

Prezado,
Tenho ouvido notícias de que estaria se formando uma Legião chamada, provisoriamente, de "Os Vingadores de Alah", os quais pretendem combater e exterminar todos os terroristas e milicianos que promovem violências e mortes de civis inocentes, usando para isso, indevidamente, o nome de Alah e do Islã.
Tais Vingadores de Alah são muçulmanos que têm um entendimento totalmente diverso desses terroristas islamitas-fake (incluindo mujahdins e imas), os quais pregam a morte de seres humanos, pregam a intolerência contra outras religiões e pretendem que o Islã seja a única religião mundial. Os Vingadores de Alah têm uma visão do mundo mais cosmopolita e mais tolerante, na medida em que aceitam outras religiões que têm Deus/Alah/Jeovah por Guia espiritual, e na medida em que defendem a liberdade de expressão e de credo religioso, desde que não tentem impor suas idéias em detrimento das demais.
Talvez, daqui a uns vinte anos, estejamos livres desses ISIS, AlQaeda e outros terroristas criminosos, que ofendem a Alah e a Deus. Olho por olho, dente por dente, vida por vida.
Bem vindos, Vingadores de Alah!!!!