segunda-feira, 18 de abril de 2016

Resiliência: capacidade humana de superar tudo


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Laércio Laurelli

A ignorância domina a politica brasileira. São pessoas heterogenias que se movimentam no sentido de buscarem seus objetivos, às vezes espúrios, desnivelando o equilíbrio permeado pela estabilidade mental, somando atos e atitudes desconectados do caminho qualitativo encerrado no plano da decência do comportamento público. Geralmente apresentam tendência ao desequilíbrio, que os leva ao emprego da força física.

Tais pessoas, além de não se ajudarem, de forma inteligente a jogar a partida da vida, o fazem sem a relevância de serem movidas pelo critério do discernimento, simplesmente para vencerem algum interesse pífio de ideologias destrutivas, planejadas por outras vibrações mentais, mas que valem, pela retribuição do momento e, assim, destruir uma infinidade de momentos pretéritos, valorizados tanto no domínio do físico como no do espírito em benefício coletivo visualizado no campo do verdadeiro, do belo e do bem.

Estando bem entendida esta parte, sigo adiante com o objetivo de firmar à explicação desta lógica evidente.

O sábio atinge um grau elevado de progresso, face conhecer e compreender a lei. Entende que pode vencer obstáculos em face de formalizar a interpretação de uma norma consubstanciada em uma lei, contrabalançando-a com outra, estabelecendo o equilíbrio equitativo e, desse movimento oscilatório, o surgimento de ações que alcançam um espaço de consistência mental, dominando a compreensão destas leis. Ostenta entre outras qualidades a erudição e prudência.

O ignorante, ao contrário, revela comportamento mental manifestado em decorrência do princípio anacrônico antissocial, regrado pelas práticas luxuriosas, perniciosas e degradantes. Não respeita a lei, convivendo mais de perto com a criminalidade. Está mais propenso a assimilar, como mistério da vida, o desvio de conduta. Ostenta entre outras condições a inabilidade e incompetência.

De todo modo, os sábios e os ignorantes estão sujeitos à lei. Os sábios atuam no plano superior e por assimilarem de forma consciente os vários planos de causalidade, concordam com as regras, compreendendo seus movimentos, realizam atos e dão ordens; os ignorantes, habitantes do obscurantismo residem na insciência do plano inferior, submissos pela qualificação ordinária permanecem no campo limitado do pêndulo, movimentando-se no tabuleiro de xadrez da vida como simples peões. Daí a diferença. Quem compreender esta máxima estará sendo direcionado ao redor do fluxo do domínio iluminado da capacidade humana de superar tudo.

A arte mental representa a significação maior do predicado de sua natureza substancial de sempre acrescentar alguma coisa real. A cortina deste cenário, também se abre ao político sábio e ao ignorante.

Quando se concebe pela percepção sensível, apreensão imediata na disputa do poder, onde as regras não mais preenchem o predicado da razão e, o que se concebe por este conceito, exatamente alguma coisa a mais, então, percebe-se a coexistência objetiva desta apreensão, que exprime perigo iminente de entrechoques da sociedade civil pelo confronto físico e violência mental, deturpando as regras do jogo.Chega-se a esta meta de probabilidade, por se ter conhecimento da diferença entre o conhecimento vulgar e o cientifico.

Diante desta perplexidade, há de se rogar aos sábios, que se faça florescer a consciência no prevalecimento da razão e da prudência. A virtude, neste momento de tensão é no sentido dese evitar as desordens, que certamente engendrarão dor irreparávelàs famílias brasileiras, diante de confrontos entre os que lutam para ver o retorno do Estado de Direito Democrático e os que de forma alucinada defendem a facção criminosa instalada no Governo Federal.

Por outra porta, penso que se deve trazer a cena desta tragédia, o “erro” de Brutus e Cassius (Mara Regina de Oliveira) ao conspirarem contra o Estado na pessoa de César Augusto Imperador de Roma, por paradoxal que possa parecer à apresentação deste paradigma.  A analogia Shakespeariana se adequa na proposição da “armadilha” levada a efeito contra a sociedade brasileira e as causas da Justiça. Após se utilizarem de um meio simbólico para cumprir a lei, evitando-se o formalismo da “imunidade”, com total transparência, encontraram um meio de oferecer mais um presente ao Lula da Silva.

Deram-lhe a “liberdade” para montar sua “imunidade particular” com o objetivo de conspirar contra o Estado de Direito Democrático em defesa da farsa do Governo Federal,mantenedor da facção criminosa e, ainda, livremente, para se utilizar de seu “status quo ante”. Deram oportunidade ao jactancioso investigado de crimes hediondos, para agir naquilo que gosta de fazer: “amofinação apologética”.É para pensar!Necessitamos formar um “triunvirato” para defender o Brasil da corrupção criminosa dos que defendem este estado farsante mentiroso.

Já li em alguma obra fundamental que: “o pensamento selvagem não se distingue do pensamento cientifico, como um pensamento vago e irracional se distinguiria do pensamento racional”. Portanto, pensemos na hipótese de dar ênfase àideia de que o “inconsciente” não éum fator de “erro”, mas sim de uma falta.Chegaríamos à conclusão de que é “erro mesmo”, face não existir um “outro eu”.


Laercio Laurelli – Desembargador aposentado do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo ( art. 59 do RITJESP) – Professor de Direito Penal e Processo Penal – Jurista – articulista – Idealizador, diretor e apresentador do programa de T.V. “Direito e Justiça em Foco”.

4 comentários:

Loumari disse...

Isto aqui é o que se chama escrever! Quando a santidade se revela e se exprime na sua elevação. Tiro o meu chapéu e me inclino.

Loumari disse...

Esforça-te, pois, e esforcemos-nos pelo nosso povo, e pelas cidades do nosso DEUS: e faça o Senhor, então, o que bem parecer aos seus olhos.
(2 SAMUEL 10:12)

Loumari disse...

E quando ouvirdes de guerras e sedições, não vos assusteis. Porque é necessário que isto aconteça primeiro, mas o fim não será logo.
Levantar-se-á nação contra nação, e reino contra reino;
E haverá em vários lugares grandes terramotos, e fome e pestilências; haverá, também coisas espantosas, e grandes sinais do ceu.
(LUCAS 21:9)


DO Senhor é a terra e a sua plenitude, o mundo e aqueles que nele habitam.
Porque ele a fundou sobre os mares, e a firmou sobre os rios.
Quem subirá ao monte do Senhor, ou quem estará no seu lugar santo?
Aquele que é limpo de mãos e puro de coração, que não entrega a sua alma a vaidade, nem jura enganosamente,
Este receberá a benção do Senhor e a justiça do Deus da sua salvação.
Esta é a geração daqueles que buscam, daqueles que buscam a tua face, ó Deus de Jacob (Selah).
Levantai, ó portas, as vossas cabeças; levantai-vos, ó entradas eternas, e entrará o Rei da Glória.
Quem é este Rei da Glória? O Senhor, forte e poderoso, o Senhor, poderoso na guerra.
Levantai, ó portas, as vossas cabeças, levantai-vos ó entradas eternas, e entrará o Rei da Glória.
Quem é este Rei da Glória? O SENHOR DOS EXÉRCITO: ELE É O REI DA GLÓRIA.
(SALMO 24)

Loumari disse...

Assim voltarão os resgatados do SENHOR e virão a Sião com júbilo, e perpétua Alegria haverá sobre as suas cabeças: gozo e Alegria alcançarão, a tristeza e o gemido fugirão.
EU, EU SOU AQUELE QUE VOS CONSOLA; quem, pois, és tu, para que temas o homem, que é mortal, ou o filho do homem, que se tornará feno?
E te esqueces do SENHOR QUE TE CRIOU, que estendeu os céus, e fundou a terra, e temes,
continuamente, todo o dia, o furor do angustiador, quando se prepara para destruir?
(ISAIAS 51:11)


Perto está a minha justiça, vem saindo a minha salvação, e os meus bracos julgarão os povos: as ilhas me aguardarão, e no meu braço esperarão.
Levantai os vossos olhos para os céus, e olhai para a terra de baixo, porque os céus desaparecerão como o fumo,
e a terra se envelhecerá como um vestido, e os seus moradores morrerão semelhantemente;
mas a minha salvação durará para sempre, e a minha justiça não será quebrantada.
Ouvi-me, vós que conheceis a justiça, vós, povo, em cujo coração está a minha lei:
não temais o opróbrio dos homens, nem vos turbeis pelas suas injúrias.
Porque a traça os roerá como a um vestido, e o bicho os comerá como a lã:
mas a minha justiça durará para sempre, e a minha salvação de geração em geração.
(ISAIAS 51:5)


O servo do Senhor é a luz dos gentios

OUVI-ME, ilhas, e escutai, vós, povos de longe: O SENHOR me chamou desde o ventre, desde as entranhas de minha mãe fez menção do meu nome.
E fez a minha boca como uma espada aguda, com a sombra da sua mão me cobriu: e me pôs como uma frecha limpa, e me escondeu na sua aljava.
E me disse: Tu és meu servo: e Israel aquele por quem hei-de ser glorificado.
(ISAIAS 49)