sexta-feira, 8 de abril de 2016

Teoria Crítica (É aí que mora o perigo)


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Laercio Laurelli

Recebi e-mail de meu amigo Dr. Lionel, sobre a nova lavagem cerebral que o governo autoritário de Brasília implanta na atuação do ensino fundamental e na educação infantil. É significativa.Uma ideologia que explica a sinalização da transformação. Encobre a estratégia da verdade pela “mentira”. Quem conhece a filosofia de Karl Marx sabe que o vetor de formação da consciência estabelecida na imagem mental,é que uma coisa real não é real e, portanto, não existe “verdade”.

O efeito do “todo” marxista está no interesse, na inversão dos valores éticos, morais, mormente na célula mater da sociedade representada pela família e, pelas demais regras sociais. Referente a retrospectiva do tempo, tempo  distante, aproximadamente, há cento e cinquenta mil anos atrás, os estudos sobre a raça humana, mostram a magnitude de um  momento sublime e sagrado, pela real verdade.

Deus criou a maior obra do Universo, o Ser Humano e, pela concepção mental de Marx, certamente, esta realidade não existiu;prefere a omissão do princípio da verdade, quanto a ocorrência deste fato “real”;não considerou a criação Divina como a mais relevante verdade.Verdade de existência tão evidente, que os grandes vultos consagrados pela sabedoria e maturidade de vida a destacaram com devoção e, a exemplo disso, cita-se  a sábia afirmação do exímio filósofo René Descartes(1.596-1.650) “Penso, logo existo”.

Pelo sim, ou pelo não, a verdade é que o Ser Humanoexiste, é um fato real.Enfim, aqui não me cabe discutir a esdrúxula posição de Marx, mas sim, observar e alertar a sociedade do meu país sobre os horrores que os assaltantes da paze da harmonia do justo, pretendem fixar aos nossos filhos e netos e a todo povo, que inocentemente, recebem informações com objetivos escusos e fixados na escuridão da mente de um chefe de governo. Pretendem transformar a genialidade de Pitágoras, nascido no ano 580 a.C. .

Dão a entender que o "número" não representa um sinônimo de harmonia e que apesar de sua homogeneidade e invariabilidade, não pode expressar a verdade.Ignoram também, que os pitagóricos observaram que havia uma relação entre a altura dos sons e o comprimento das cordas da lira eafirmaramque da associação do número à música e à mística surgiram os termos matemáticos "média harmônica" e "progressão harmônica". Enfim, é dessa época a verdade que em todo o universo deve haver essa harmonia, responsável por sua existência e manutenção. O corpo humano com saúde, por exemplo, é uma harmonia que, quando rompida, deve ser restabelecida pela medicina (verdades Pitagóricas). Para melhor entendimento, transcrevo as observações seguras da “Equipe ChristoNihilPraeponere”.

“A base curricular recentemente publicada pelo Ministério da Educação leva o sugestivo nome de "Base Nacional Comum Curricular" e abrange tudo, do ensino infantil ao médio. Realmente, é à União que a Constituição concede a competência de legislar sobre "diretrizes e bases da educação nacional" (art. 22, XXIV), mas está escrito na mesma Carta que "os Municípios atuarão prioritariamente no ensino fundamental e na educação infantil" e que "os Estados e o Distrito Federal atuarão prioritariamente no ensino fundamental e médio" (art. 210, § 1.º e 2.º). O raciocínio por trás dessas normas é bem simples e constitui um importante princípio da filosofia social, chamado de subsidiariedade: nem o Estado nem qualquer sociedade mais abrangente devem substituir a iniciativa e a responsabilidade das pessoas e dos corpos intermediários [1]. É injusto "passar para uma sociedade maior e mais elevada o que sociedades menores e inferiores podiam conseguir" por si mesmas [2].

Contudo, o novo projeto do governo federal parece ir na contramão desse princípio. Ao propor uma base curricular uniforme para todo o país, o Ministério da Educação fortalece a União para limitar a autonomia dos demais entes federativos, bem como da própria família. A educação das crianças e adolescentes passa a concentrar-se quase que integralmente nas mãos do Estado.

O atentado da BNCC à subsidiariedade, no entanto, é duplo: não só desrespeita a independência das famílias e das pequenas associações, como impõe a elas uma ideologia espúria e contrária à vontade de maioria absoluta da população brasileira. Trata-se de um monstro de várias cabeças, dentre as quais se sobressai, imponente, o marxismo cultural da Escola de Frankfurt, com a sua "teoria crítica". Juntamente com ele, vão o pragmatismo de John Dewey, o desconstrucionismo de Jacques Derrida, bem como a "pedagogia do oprimido" de Paulo Freire — tudo pronto para ser despejado dentro das salas de aula. O Estado deixa de ser um ente subsidiário para ditar, tintim por tintim, a cartilha de nossos filhos.

Os absurdos contidos no texto da nova base curricular não se limitam à já batida área das ciências sociais. Os ideólogos são inovadores e querem revolucionar também as outras matérias de estudo, como a Matemática, por exemplo. "Por meio de conhecimentos iniciais da Probabilidade e da Estatística — diz o texto da base curricular —, os estudantes começam a compreender a incerteza como objeto de estudo da Matemática e o seu papel na compreensão de questões sociais, por exemplo, em que nem sempre a resposta é única e conclusiva" [3].

Nas ciências da natureza como um todo, a BNCC diz que é preciso desafiar e motivar "crianças, jovens e adultos para o questionamento" [4], tendo como objetivos "apropriar-se da cultura científica como permanente convite à dúvida", "compreender a ciência como um empreendimento humano, construído histórica e socialmente" e "desenvolver senso crítico e autonomia intelectual no enfrentamento de problemas e na busca de soluções, visando a transformações sociais e à construção da cidadania" [5].

Na História, a doutrinação começa desde muito cedo. Dois dos "objetivos de aprendizagem" do 1.º ano do Ensino Fundamental (!), por exemplo, são "compreender que as normas de convivência existentes nas relações familiares são construídas e reconstruídas temporal e espacialmente" e "identificar as relações de trabalho presentes nas diferentes organizações familiares" [6].

Trocando em miúdos, as crianças serão ensinadas, desde cedo, que as suas famílias não passam de "construção cultural" e "opressão do patriarcado". No Ensino Religioso, além de um relativismo religioso que salta aos olhos, as crianças serão ensinadas a "perceber que os textos sagrados orais ou escritos podem justificar práticas de solidariedade, justiça e paz, podendo também fundamentar ações que afrontam os direitos humanos e da Terra" [7].

Quais afrontas são essas, não se sabe, mas, dada a direção ideológica com que foi produzido o documento, não é difícil supor quais sejam. O resumo da ópera pode ser condensado no lema "Pátria Educadora", com o qual o governo brasileiro resumiu o seu projeto político para os próximos anos. Se a expressão já assumia, na própria formulação, os contornos de um pensamento totalitário, agora o slogan ganha uma conotação totalmente nova: não só os seus contornos são autoritários, mas também o seu preenchimento — todo ele ardilosamente arquitetado para manipular e doutrinar ideologicamente uma nação inteira.

Quem tem ouvidos para ouvir, ouça; quem tem olhos para ver, veja. As “provas do que se diz estão todas na Base Nacional Comum Curricular, do Ministério da Educação - e não são bons presságios.


Sábias as palavras do meu amigo Dr. Lionel:

“ideologia que alicerça a “Nova Base Curricular” do Ministério da Educação é a mesma que forjou o universo mental de nossa “chefa maior”, ou seja, a afirmação marxista de que não existe verdade. Assim sendo, está explicado por que ela mente tanto (para nossos ouvidos “burgueses”), a fim de atingir seus objetivos. Na verdade, ela age dolosamente, sabendo que está mentindo. Não, como não existe verdade, apenas interesses, ela diz aquilo que, em dado momento e em dada circunstância, é útil para sustentar a infraestrutura econômica. É aí que mora o perigo. E o Ministério da Educação quer forjar as mentes dos brasileiros do mesmo modo, desde a mais tenra infância.”

Portanto, a mentira é um produto mental utilizado por aqueles que têm o objetivo de dissimular um fato real e, por consequência, obter riquezas por meios ilícitos.Desconhecem a própria concepção estrutural da decência e de seu efeito harmonioso da verdade. Ademais, é notório que além da mentira, está a verdade. Para concluir, exalto a conclamação da união e da fraternidade, formando uma cadeia de união com os elos indissolúveis da harmonia, trazendo a força da ciência que estuda a constituição e os movimentos dos astros, elevando a alma e o espirito do ser humano, de todos nós, até Deus.

A ciência imortalizou Galileu (1.564 -1.642), a quem devemos a primeira de todas as liberdades, o Pensamento.


Laercio Laurelli – Desembargador aposentado do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo ( art. 59 do RITJESP) – Professor de Direito Penal e Processo Penal – Jurista – articulista – Idealizador, diretor e apresentador do programa de T.V. “Direito e Justiça em Foco”.

Um comentário:

Loumari disse...

Libérer Dieu qui est en vous et laissez lui s'épanouir. Montrez-vous des enfants digne de ce nom. Maintenant il vous reste à développer le sacré qu'est en vous. Bonne chance.
Rendez-vous à la Nouvelle Jérusalem.