domingo, 22 de maio de 2016

A vaca e o vácuo


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

A ida da vaca ao brejo, gera protestos aqui e no Alentejo.

Por temer vácuo institucional, em seu recuo, o cara evitou aos artistas, um vácuo intestinal. Devolveu-lhes verbas e fomentou soberbas. Melhor ter o orgulho lá enfiado, a estar nesta altura, encurralado.

Até o réquiem da Anta qualquer dimensão serve: um requinho ou recão;

São Bernardo ou Chihuahua. Se ladra à vez ou ladra a Vaz, tanto fez como tanto faz. O capacete é do cacete. Está na consola cão.

No momento atarefados, entre viras e fados, todos não passam de contos.

Contos de réis, contos de Hoffmann, contos da carochinha, contos do vigário.

O povo, esse pobre otário, desta vez quer ver ossário. Das ruas o clamor já ouço: “Não poremos a mão no bolso!”

Por isso reclama, o novo chefe da derrama.

Bem sucedido na bancária, verá que polititica é porcária.

“Só não o desbanco, porque de bosta entende; central ou periférico, meu caro original histérico!”

O 'brimo” tem pouco tempo pra se apossar da “lojinia”.

Se não, estoura a bomba; da dona Onça ou da Gira Pomba.

Pra sorte não vire as costas, quem vive no jaburú. A Anta desarvorada, vacilou e tomou na rima.


Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

Um comentário:

Anônimo disse...

Michel a SR. que prameteu um cargo publico até hoje inda não deu, faz 30 anos que isso se passa até hoje essa cago não chega, da prosma vez a SR. não deve prameter porque se não que se é boneca pra tudo mundo eu vo conta...