quarta-feira, 25 de maio de 2016

É imperativo exorcizar o PT do Estado e da Política, já!


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Sérgio Tasso Vásquez de Aquino

Quando na oposição, o PT criticava todos e tudo e alardeava ser o guardião da ética e da moral nacionais e que seus quadros eram constituídos de vestais impolutas e de caráter irreprochável. Uma vez alcançados o governo e o enorme poder decorrente, revelou-se a organização criminosa que levaria o Brasil `a falência, pela gigantesca e comprovada roubalheira que caracterizou o doloroso período de quase 14 anos em que dominou a política nacional e explorou a Nação e enxovalhou e envergonhou os brasileiros de bem.
 
Destruiu deliberadamente a base econômica, política, pssicossocial, militar e de ciência e tecnologia do País, mentiu, sofismou, propagandisticamente apresentava diuturnamente uma realidade virtual, muito melhor e completamente inversa da real, incentivou as divisões e lutas de toda natureza, para separar e dividir um povo que sempre se caracterizou pela unidade, pela harmonia e pela concórdia, minou o moral e a moral nacionais, levou a desesperança à parcela consciente, não-enganável e extremamente majoritária (80%) da população, incentivou e protegeu a violência das hordas sindicais, dos “movimentos sociais” e de todas as manifestações criminosas, sempre vestidas de vermelho, contrárias à paz social e favoráveis aos desígnios totalitários do projeto tupiniquim de partido único...

Tudo isso e a própria e visível incompetência na gestão da coisa pública nada mais eram que instrumentos planejados e programados para provocar a derrocada da ordem democrática vigente, a fim de substituí-la pela mais cruel e retrógrada forma de tirania, a do extremismo radical de esquerda, o abjeto comunismo, que tanta desgraça já semeou pelo mundo.
 
Deus Bom e Fiel, que nunca deixou de velar pelo Brasil, fez com que, finalmente, nosso povo despertasse do torpor em que estava mergulhado, libertando-se das mentiras continuadas e repetidas da caríssima propaganda oficial, por todos os meios de comunicação, e do abandono a que havia sido relegado por quem tinha o dever de o ensinar, formar, liderar e  bem conduzir, servir-lhe de exemplo.

Embora os que assim falharam no seu múnus cívico e no Dever para com a Pátria não fossem vermelhos na origem, tornaram-se omissos, coniventes, incapazes de reação oportuna e corajosa, traidores, enfim, porque se deixaram comprar pelos trinta dinheiros que irrigavam mesquinhos interesses pessoais, da ambição, da sede de participar do poder e do butim ao alcance de quem se tornasse, pela venda da alma, sequaz e associado do nefasto projeto de poder total e permanente do PT-Foro de São Paulo.
 
A partir de março de 2015, em seguidas datas ao longo de pouco mais de um ano, manifestou-se, de forma retumbante, a revolta dos justos contra a iniquidade que engolfava a Pátria. Milhões e milhões de pessoas tomaram de assalto  ruas, praças e avenidas de todo o Brasil, elevando aos céus o rugido ensurdecedor, que estremeceu a terra e levou o terror aos maus: “Fora Dilma! Fora PT! Lula na cadeia! Renúncia já! Impeachment já! A nossa Bandeira jamais será vermelha!”.

Vestidas de verde e amarelo, portando o Pavilhão Nacional, as multidões diziam bem o que queriam e contra o que e contra quem estavam prontas a combater. Os grandes heróis na voz do povo eram o Juiz Sergio Moro e o Ministério Público, a Polícia e a Receita Federais, pessoas e instituições que se credenciaram ao respeito e `a admiração unânime dos bons pela competência, pela coragem, pelo trabalho e dedicação  na Operação Lava-Jato e outras de igual repercussão e impacto para um futuro auspicioso para nossa Terra.
  
A ação uníssona e meritória do povo despertou e fez agir o Congresso Nacional, que, sucessivamente segundo o rito constitucional e legal, por ampla maioria nas Duas Casas, afastou do governo quem tantos infortúnios havia semeado, por seus próprios e exclusivos erros, incompetência, arrogância e inverdades. Um clima de paz e alívio desceu, afinal, sobre a Pátria e os concidadãos.
 
Pelo mesmo legítimo processo constitucional, assumiu o Vice-Presidente as funções de Supremo Mandatário. São imensas e desafiadoras as ações que terá de realizar, com seu governo, na ingente tarefa de recuperar a destruição realizada em quase 14 anos de irresponsabilidades, crimes e retrocessos PROMOVIDOS PELO LULOPETISMO. O POVO ESPERA QUE SE REVELE, COM SEUS MINISTROS E DEMAIS AUXILIARES, À ALTURA DO DESAFIO, E NÃO LHES NEGARÁ APOIO NEM ACEITAÇÃO DOS SACRIFÍÇIOS QUE SE FIZEREM NECESSÁRIOS, SE PERCORREREM RETAMENTE O CAMINHO QUE DELES SE ESPERA.
 
Em 06 de maio passado, enviei mensagem ao então Vice-Presidente, pedindo-lhe que diminuísse o tamanho do Estado, reduzisse o número de Ministérios e colocasse, à sua frente, pessoas de moral ilibada, sem acusações ou culpas no passado, competentes e conhecedores dos assuntos que teriam de gerir. Na ocasião, e coerentemente, sugeri a Sua Excelência que nomeasse Oficial-General para o Ministério da Defesa, cujas substituições se processassem, ao longo do tempo, em sistema de rodízio entre as Forças.

Tivemos a primeira grande crise, envolvendo o Ministro e Senador Romero Jucá, que foi adequadamente resolvida pelo afastamento temporário do Ministro enquanto se processarem as averiguações pertinentes, seguindo o sábio exemplo do Presidente Itamar Franco, quando acusações, depois provadas improcedentes, foram levantadas contra seu auxiliar direto Henrique Hargreaves.
 
O Estado, no lulopetismo, foi aparelhado por dezenas de milhares de sequazes seus, sem qualquer mérito, conhecimento ou competência para os cargos regiamente remunerados para os quais foram nomeados. Urge expulsá-los todos, incontinenti, dos cabides em que estão pendurados, o que ajudará a recuperar as finanças, saneará e dará maior eficácia e eficiência ao aparato estatal e prevenirá espionagens e sabotagens. Da mesma forma, a presidente afastada e ex-ministros em quarentena deveriam ter reduzidas ao mínimo as mordomias e ser impedidos de fazer campanhas mentirosas, internamente e no Exterior, contra o atual e legítimo governo e o Brasil, como vêm fazendo.
 
O Brasil todo espera que finde a cerimônia inexplicável em relação a ambos e que os dois últimos presidentes, Lula e Dilma, tenham devida e prontamente investigados os crimes de que são fartamente acusados, cometidos contra o patrimônio nacional e o Estado Democrático de Direito, e sejam sujeitos às penas da Lei, como todos os cidadãos. Não podem ser esquecidas as imensas doações e perdões de dívidas a tiranetes latino-americanos e africanos com recursos desviados dos impostos pagos pelo povo brasileiro, a maioria via BNDES, enquanto obras essenciais ao progresso, ao desenvolvimento e à segurança do Brasil foram deixadas à míngua.
  
A celeuma artificialmente criada em torno do Ministério da Cultura mostrou, à saciedade, a motivação dos “artistas e intelectuais” que armaram toda a confusão: é que se cevavam matreira e abundantemente das tetas estatais, via Lei Rounet, durante o império lulopetista, do qual, por essa razão, se fizeram fiéis e irrestritos escudeiros. Como os infaustos diretor e  artistas do filme que, no Festival de Cannes, não se envergonharam de difamar o Brasil e o governo, veiculando a esfarrapada versão de “golpe” para o legítimo afastamento de Dilma.
  
Precisam ser retirados, também, do Palácio Capanema e de outros centros de cultura, Brasil afora, os sicários que os invadiram e certamente, como é de seu costume, estão vandalizando.  Da mesma forma que toda arruaça e violência perpetrada por MST, MTST, CUT e que tais, contra a liberdade de ir-e-vir e o patrimônio público e privado deve ser pronta e exemplarmente reprimida, pelas forças da lei, sofrendo  o apenamento subsequente da justiça.
 
Dois episódios altamente auspiciosos, mercê de Deus, ocorreram nos últimos dias: o retorno do Itamaraty à senda de competência, altivez, glória e respeito internacionais pela qualidade dos serviços que sempre prestou ao Brasil, seguindo o exemplo de Rio Branco, depois do triste e por demais longo período de predomínio ideológico petista e de Marco Aurélio Toc-Toc Garcia, que se fez linha auxiliar de Cuba e do bolivarianismo e sobrepôs aos chanceleres nominais que tristemente se seguiam.

O atual Ministro, José Serra, por suas firmes, tempestivas e contundentes declarações, em favor da dignidade do Brasil e da tradição diplomática que sempre nos honrou, fez-se logo digno do apreço de todos os patriotas. Da mesma forma Pedro Parente, que condicionou sua aceitação da Presidência da Petrobrás, nosso gigante ferido, roubado e quase aniquilado pela sanha corrupta e corruptora dos irresponsáveis que a vinham dilapidando, a que não mais houvesse indicação de cunho político para qualquer cargo ou função. Conforme desejamos que ocorra para toda instância governamental e de empresas públicas, ali só valerão mérito, competência e honradez de quadros profissionais e capazes!

“Vade retro”, PT, e não volte mais! Presidente Temer,  dê uma chance ao Brasil livre e feliz!


Sérgio Tasso Vásquez de Aquino é Vice-Almirante, reformado.

2 comentários:

Anônimo disse...

Os brasileiros estão descobrindo, através dessas gravações divulgadas, como funciona a "lama" da política nacional que envolve quase a totalidade dos parlamentares. E, o que é mais incrível, acara de pau e o cinismo nas declarações se dizendo inocentes.Tem que fechar o congresso e jogar a chave fora. Não vai fazer falta e a economia seria astronômica.

Anônimo disse...

"Tivemos a primeira grande crise, envolvendo o Ministro e Senador Romero Jucá, que FOI ADEQUADAMENTE RESOLVIDA PELO AFASTAMENTO TEMPORÁRIO DO MINISTRO enquanto se processarem as averiguações pertinentes, seguindo o sábio (RSRS...) exemplo do Presidente Itamar Franco, QUANDO ACUSAÇÕES, DEPOIS PROVADAS IMPROCEDENTES, foram levantadas contra seu auxiliar direto Henrique Hargreaves."

Esse é um parágrafo que cheira diferente dos outros! Tem cheiro de golpe... o golpe, do golpe, do golpe...

Vade retro