quinta-feira, 9 de junho de 2016

Pagamento ilegal de US$ 4,5 milhões para campanha de Dilma pode anular chapa reeleitoral com Temer


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

O mundo político tupiniquim tende a vir abaixo assim que o juiz Sérgio Fernando Moro homologar a delação premiada que vai confirmar que a Lava Jato irrigou a reeleição de 2014 com recursos ilegais - gerando as provas objetivas para que a chapa Dilma Rousseff/Michel Temer termine impugnada pelo Tribunal Superior Eleitoral. Quem pode contribuir para essa "microexplosão" é um engenheiro que injetou milhões no caixa dois das campanhas petistas. O jornal O Globo detona uma reportagem sobre mais esta megasacanagem.

O homem bomba tem um nome difícil de pronunciar. O engenheiro Zwi Skornicki, representante no Brasil do estaleiro Keppel Fels revelou à Força Tarefa da Lava Jato que o então tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, lhe pediu US$ 4,5 milhões (R$ 15,2 milhões) para ajudar a financiar a campanha pela reeleição de Dilma Rousseff, em 2014. Zwi confidenciou que pagamento foi feito diretamente em uma conta do marqueteiro João Santana na Suíça, e não foi declarado à Justiça Eleitoral. Tudo ocorreu nos meses próximos às eleições de 2014, entre setembro de 2013 e novembro de 2014.

A delação de Zwi não envolve o nome de políticos com foro privilegiado. Por isso, será submetida para homologação em Curitiba, e não no Supremo Tribunal Federal (STF). O delator revelou que uma de suas empresas. a offshore Deep Sea Oil Corp, sediada nas Ilhas Virgens Britânicas, fez nove repasses (de US$ 500 mil cada) para a conta suíça da offshore Shellbil Finance S/A, registrada na República Dominicana e pertencente a João Santana e à mulher dele, Mônica Moura. O estaleiro Keppel Fels foi fornecedor e parceiro da Petrobras em contratos que envolveram US$ 3 bilhões, das plataformas P-52, P-56, P-51 e P-58.

Ex-funcionário da Petrobras e representante comercial no Brasil do estaleiro Keppel Fels, o engenheiro polonês Zwi Skornicki, de 66 anos, está preso na carceragem da PF em Curitiba desde fevereiro deste ano, acusado de intermediar propinas do esquema de corrupção na Petrobras. Na 23ª fase da Lava-Jato, batizada de “Acarajé”, os investigadores encontraram repasses no exterior para João Santana, por meio da conta suíça da Shellbil. Santana, Mônica e Zwi foram denunciados à Justiça em abril deste ano por corrupção e lavagem de dinheiro.

As inconfidências de Zwi podem trazer mais problemas para a patelândia e sua cúpula de corruptos. O engenheiro teria relação forte com negócios angolanos. Futuras revelações dele podem lançar luzes sobre a conexão entre políticos, empreiteiros e banqueiros brasileiros com bilionários esquemas de corrupção com membros do governo e parentes do presidente de Angola, José Eduardo dos Santos. Quem recebeu dinheiro sujo ou diamantes angolanos por participações nas negociatas deve estar apertadinho com as bombas do Zwi...

Novas revelações da Lava Jato, divulgadas ou não seletivamente, ainda provocarão estragos inimagináveis no pornográfico e corrupto cenário da politicagem brasileira. Combinando tanta sacanagem vinda à tona com a maior crise econômica nunca antes vista, deixando a maioria da população ainda mais revoltada, temos o ingrediente social perfeito para mudanças profundas no Brasil dos Canalhas. Calma, que a novela está apenas no começo...

Corruptos, unidos, começam a ser batidos... O processo ainda é lento, porém é irreversível... Definitivamente, o Brasil nunca mais será o mesmo depois da Lava Jato - que está apenas no comecinho da limpeza institucional que precisa ser feita. Por enquanto, o placar é de 105 condenações pelo juiz Sérgio Moro e zero pelo Supremo Tribunal Federal. Quando o time do STF começar a reagir, porque não terá outro jeito, o "campeonato" vai ficar mais interessante...

Prender o "Japonês da Federal" e ganhar de sete do Haiti é fácil... Difícil é tomar banho frio em Curitiba, baixar os juros, diminuir a inflação e reduzir a desonestidade no País dos Corruptos...

Melhor ir a pé


Haja viagra...


Processar é preciso


Colabore com o Alerta Total

Os leitores, amigos e admiradores que quiserem colaborar financeiramente com o Alerta Total poderão fazê-lo de várias formas, com qualquer quantia, e com uma periodicidade compatível com suas possibilidades.

Nos botões do lado direito deste site, temos as seguintes opções:

I) Depósito em Conta Corrente no Banco do Brasil.
Agência 4209-9, C/C: 9042-5, em favor de Jorge Serrão.

II) Depósito em Conta Poupança da Caixa Econômica Federal ou em agências lotéricas: 2995 013 00008261-7, em favor de Jorge Serrão.

OBS) Valores até R$ 9.999,00 não precisam identificar quem faz o depósito; R$ 10 mil ou mais, sim.

III) Depósito no sistema PagSeguro, da UOL, utilizando-se diferentes formas (débito automático ou cartão de crédito).

IV) Depósito no sistema PayPal, para doações feitas no Brasil ou no exterior.

Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!


O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. 

A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 9 de Junho de 2016.

9 comentários:

Anônimo disse...

Eu vejo nesta delação a salvação do Michel Temer. Com a participação dos tesoureiros do PT fica claro que o vice não tinha conhecimento de nada. Era totalmente marginalizado. O TSE verá assim? Vamos aguardar o desfecho.

Anônimo disse...

Disse TIONANAN (Renan Calheiros) se forem presos os senadores denunciados: " A ação de Janot é um “excesso” contra a Casa, que desperta “preocupação”. Ele garantiu que responderá ao ato apenas com silêncio, assim os Projetos de Leis não serão votados inclusive o reajuste dos funcionários públicos.
Ora, para que existe os suplentes? Ninguém é insubstituível e se morrerem?
É tanto merdelê que parece a ideia da TIADILMINHA com a estocagem do vento. Você joga (o merdelê) de lá pra cá, de lá pra lá.
E o merdelê continua,agora nos grandes figurões da nova republica.
É cadeia pra todos ou retirem da Constituição o Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza.Paulada neles, todos.

Anônimo disse...

Pesquisa covarde da CNT avalia governo Temer, que há três semanas encontrou uma terra arrasada.
O UCHO.INFO não está a defender Michel Temer e seu governo – e não faria se tivesse procuração para tanto –, mas é preciso ter coerência e responsabilidade para levar adiante uma pesquisa de opinião. O levantamento do Instituto MDA, encomendado pela CNT, é no mínimo golpe baixo de gente que está acostumada a existir ao rés do chão.
Mais, aqui: http://ucho.info/pesquisa-covarde-da-cnt-avalia-governo-de-michel-temer-que-ha-tres-semanas-gerencia-terra-arrasada


Loumari disse...

Interessantes observações sobre o que se está a passar nos EUA e ainda sobre o "golpe branco" no Brasil.

Entrevista com Noam Chomsky
A poucos meses das eleições presidenciais nos Estados Unidos, o acadêmico analisa o fenômeno Trump e adverte como o medo possibilitou o seu êxito. Também discorre sobre a política externa de seu país a partir da visita deObama a Cuba, os refugiados na Europa e a conjuntura da América Latina.

Figura destacada da linguística do século XX e considerado um dos pensadores contemporâneos mais influentes,Noam Chomsky nasceu no dia 07 de dezembro de 1928 na Filadélfia, Estados Unidos. É, também, amplamente reconhecido por seu ativismo político, caracterizado por uma forte crítica do capitalismo contemporâneo e da política externa dos Estados Unidos.

A poucos meses das eleições presidenciais, que serão no dia 08 de novembro, em seu país, Chomsky reflete sobre o resultado das primárias, esboça possíveis razões do êxito obtido por Donald Trump e introduz o "medo" como variável de peso. O acadêmico refere-se, além disso, à política externa norte-americana a partir da visita de Barack Obama a Cuba, a situação de milhares de refugiados na Europa, a conjuntura da América Latina e o "golpe branco" contra Dilma Rousseff.

A entrevista é de Bárbara Schijman e publicada por Página/12, 06-06-2016. A tradução é de André Langer.

Eis a entrevista.

Qual é a sua análise sobre o resultado das eleições primárias nos Estados Unidos?

A característica mais marcante foi a forte oposição popular aos programas neoliberais da geração anterior, e o declínio da democracia associada a eles. Em ambos os partidos, o "establishment" está sendo atacado por forças que ressentem amargamente estas políticas, e com razão.

Do lado republicano, o establishment foi capaz de destruir candidatos que surgiram da base, como aconteceu comMichele Bachmann, Herman Cain, Rick Santorum, e nomear o seu próprio homem, Mitt Romney. Desta vez foi diferente. Agora estão presos a um candidato que eles mesmos veem como um pesadelo.

Do lado democrata, Bernie Sanders teve um êxito considerável em promover um programa ao estilo do New Deal, o qual, de fato, tem um apoio popular muito importante. E, notavelmente, fê-lo sem depender inclusive das concentrações de poder econômico privado para o financiamento massivo, que costuma dominar o sistema eleitoral. Claramente, a classe operária masculina branca que apoia Donald Trump está cometendo um grande erro.

Por quê?

Além de certa retórica, as políticas que ele propõe são gravemente prejudiciais aos interesses dessa mesma classe operária (e até mais que isso). Mas suas queixas são reais e compreensíveis, e de forma significativa se superpõem àquelas dos diferentes setores que estão apoiando Sanders.

Há um desenvolvimento dos acontecimentos similar na Europa, por razões um tanto afins. O neoliberalismo foi uma maldição para a população em geral, em todas as partes do mundo; um assunto que não requer elaboração alguma se pensarmos na América Latina.

Continua

Loumari disse...

Qual é a composição, hoje, do eleitorado de Trump?

Deixando de lado elementos racistas, ultranacionalistas e fundamentalistas religiosos (que não são menos importantes), os partidários de Trump são em sua maioria brancos de classe média baixa, da classe trabalhadora e menos educada, gente que foi marginalizada durante os anos neoliberais.

Sua popularidade é, em certa medida, alimentada pelo medo arraigado e a desesperança que podem ser causados por um aumento alarmante nos índices de mortalidade para uma geração de pouca educação. O fato de que a mortalidade esteja aumentando nestes setores é uma questão desconhecida nas sociedades desenvolvidas e um sinal de profundo mal estar social.

Os salários reais da população masculina estão no nível da década de 1960. O crescimento econômico foi embolsado por uma pequena minoria que vive em um mundo diferente da grande massa da população. A insegurança trabalhista aumentou e isto foi o fruto de uma decisão consciente.

Poderia ampliar esta última questão?

O ex-presidente da Reserva Federal, Alan Greenspan, chegou a explicar ao Congresso que seus êxitos na gestão da economia, que levou a um desastre global, se basearam em uma "crescente insegurança trabalhista"; uma notícia maravilhosa, porque significa que as pessoas que trabalham nem sequer conseguem um pedacinho do bolo, e os lucros para os ricos são seguros. Neste sentido, se os trabalhadores carecem de segurança e vivem vidas precárias, seguramente renunciam às suas demandas. Não tentarão conseguir salários melhores. Isto é o que, tecnicamente falando, Greenspan chamava de uma economia "saudável".

É evidente que as opiniões dos trabalhadores e dos pobres são praticamente ignoradas pelo sistema político, que responde quase em sua totalidade aos poderosos, como demonstram todos os estudos que se fazem sobre este assunto. Estão indignados, e com razão, mas como costuma acontecer, estão dirigindo sua raiva contra minorias ainda mais vitimizadas que eles: os imigrantes e outros grupos vítimas de um "bem estar fraudulento" (todo tipo de pessoas que de alguma maneira acreditam que estão recebendo o que não estão recebendo) inventado pela propaganda da direita.

Que papel exerceu o apelo ao medo como estratégia eleitoral?

No caso do Trump, parece que seu atrativo baseia-se em ideias de perda e de medo. O ataque neoliberal às populações do mundo não deixou de afetar os Estados Unidos. A maioria da população ficou estagnada ou sofreu alguma deterioração, ao passo que se acumulou uma riqueza impressionante em poucos bolsos. Também é importante advertir que Trump obtém um importante apoio de nativistas e racistas. Seus partidários, em sua grande maioria brancos, podem ver que está desaparecendo a imagem que guardam de uma sociedade dirigida por brancos.

Continua

Loumari disse...

Tempos atrás você evocou o surgimento de Hitler para referir-se ao surgimento de Trump. Em que sentido fez isso?

Vou citar o que disse: em um livro, publicado há mais de uma década, eu citava o eminente acadêmico da história alemã Fritz Stern, que escreveu no jornal da classe dominante Foreign Affairs sobre "a decadência da Alemanha que ia da decência à barbárie nazista". Stern defendia o seguinte: "Hoje, preocupa-me o futuro imediato dos Estados Unidos, o país que acolheu os refugiados de fala alemã na década de 1930", incluindo a ele próprio.

Com algumas repercussões para o aqui e agora que não poderiam passar desapercebidas a nenhum leitor atento,Stern examinava o demoníaco apelo de Hitler à sua "missão divina" como "salvador da Alemanha" em uma "transfiguração pseudo-religiosa da política" adaptada às "formas cristãs tradicionais" que dirigem um governo dedicado aos "princípios básicos" da nação, com "o cristianismo como a base da nossa moralidade nacional e a família como a base da vida nacional".

Além disso, a hostilidade de Hitler em relação ao "Estado laico liberal", compartilhada por uma grande parte do clero protestante, motorizou "um processo no qual o ressentimento em relação a um mundo laico desencantado encontrou sua liberação na fuga extasiada da irracionalidade". Isso aconteceu muito antes que Trump aparecesse em cena.

Trump não é um fascista. Apenas tem uma ideologia coerente perceptível. Mas sua mobilização de setores religiosos racistas, ultranacionalistas e fundamentalistas religiosos, junto com um números considerável de pessoas que estão muito irritadas e ressentidas por terem sido marginalizadas, enquanto se implantam políticas para enriquecer e fortalecer os ricos e poderosos, é um perigoso caldo de cultivo, que de alguma maneira evoca o final de Weimar, de modo similar ao que escreveu Stern muito antes que o fenômeno Trump trouxesse estas tendências à superfície.

Quem, na sua opinião, ganhará a eleição presidencial?

Provavelmente, Hillary Clinton, mas não é uma coisa certa.

Sobre a Europa e suas políticas para enfrentar a crise dos refugiados, acredita que podem colocar em perigo o projeto de integração europeia?

Existe, com efeito, uma crise de refugiados em países pobres como o Líbano, onde um quarto da população é composta de refugiados da Síria, muito mais que os refugiados da Palestina e do Iraque. E no pobre país daJordânia. E na Síria, antes de se lançar no suicídio coletivo.

Em geral, os países que na realidade enfrentam uma crise de refugiados não tiveram nenhuma responsabilidade na sua criação. A geração de refugiados é em grande parte responsabilidade dos ricos e poderosos, que gemem sob o peso de um fio de miseráveis vítimas, muitas vezes as vítimas de seus crimes, a quem podem acomodar facilmente. O mesmo vale para os Estados Unidos e a América Central.

Todo o assunto é um escândalo moral de primeira ordem; e certamente ameaça minar a integração europeia, uma grande conquista do pós-guerra. Se isso acontecer, será um triste comentário sobre a cultura europeia.

Qual é o seu olhar sobre a conjuntura política da América Latina?

Nos últimos anos, a América Latina, finalmente, moveu-se enfaticamente para libertar-se do domínio do Ocidente; no século passado, do controle dos Estados Unidos, e para enfrentar alguns dos seus graves problemas internos. O caminho não é fácil, existem retrocessos ao mesmo tempo que conquistas. Mas os progressos são muito significativos e cheios de promessas.

Continua

Loumari disse...

Que reflexão merece a situação no Brasil, depois da votação do impeachment de Dilma Rousseff?

Sem dúvida, houve muitos crimes cometidos pelas elites políticas e econômicas, em todo o espectro. E, portanto, quem os cometeu deve ser punido. Dilma é uma das poucas líderes políticas que está aparentemente isenta da acusação de agir em benefício próprio. As acusações contra ela são muito limitadas e não merecem um julgamento político, seguramente não nas mãos de uma quadrilha de ladrões, como observou inclusive a imprensa internacional. É justo considerar o que aconteceu no Brasil como um "golpe de Estado branco", sem dúvida bem-vindo emWashington e, supostamente, com o apoio dos Estados Unidos.

A visita de Obama a Cuba pode ser lida como um sinal de mudança na política externa norte-americana?

No que diz respeito à sua decisão de política externa em relação a Cuba, os Estados Unidos ficaram isolados no continente, de fato no mundo. Finalmente se renderam e concordaram em dar alguns passos na direção da normalização, embora o bloqueio demolidor, condenado pelo mundo durante muitos anos, em grande medida continue em vigor. Os Estados Unidos, sem dúvida, vão continuar tentando recuperar o controle sobre Cuba, o problema mais antigo da política externa dos Estados Unidos, que remonta à década de 1820.

Sobre este ponto, sua política externa não está mudando. O que está mudando, isso sim, é que agora os Estados Unidos estão obrigados a levar em consideração os avanços significativos na América Latina. Não diria, então, que sua política externa esteja se modificando; pelo contrário, diria que é um sinal de que o poder dos Estados Unidosestá diminuindo muito rapidamente.

Anônimo disse...

Se ninguém leu nada sobre o momento, o japonês da federal foi em cana porque era bandido, a esposa do Cunha foi processada pois movimentou as contas do Cunha que era tudo roubado, o Temer tá mais sujo do que pau de galinheiro e todo dia tem um prefeito roubando sem medo debaixo do seu nariz, a máfia está enchendo a bola do Moro mais ele está devendo e muito, pois até agora não ouvi nada sobre o judiciário e ele prometeu que cortaria na própria carne e ele está agindo como se ninguém do judiciário estivesse levando muito nessa história...

Anônimo disse...

Serrão: Há muito tempo venho alertando que a "saída" do sistema canalha que nos domina não vai ser pelo impeachment de Dilma no Senado,porém através da Justiça Eleitoral que vai acatar a impugnação dos mandatos de Dilma e Temer.Está tudo combinadinho entre o PT,Lula e o TSE.Com essa decisão vai sair nova eleição. Lula deverá ser o candidato do PT e a camada idiota do povo,na prática da oclocracia (que é o contrário de democracia),que é maioria,vai perdoar os seus ilícitos e elegê-lo,bem antes de 2018,como muitos pensam. É neste sentido que nós,os "bandidos" autodeterministas do SUL,sempre afirmamos que o "Brasil não deu certo".devendo ser desmanchado para que cada região que se independenciar escolha o seu próprio destino,regime e forma de governo,etc. Essa rafuagem política que se adonou da política,inclusive aqui pelo Sul,é produto do "meio" Brasil,e deverá ser banida para sempre numa outra configuração geopolítica.O SUL já está providenciando um plebiscito consultivo
autodetermista neste sentido,por sua conta e risco,para o próximo dia 2.10.16 (data das
eleições municipais. Os 516 anos de história política fracassada do Brasil foram enormemente agravados na "era"PT/PMDB. A hora seria agora.Sérgio A.Oliveira.