domingo, 5 de junho de 2016

Temer foi a emenda pior que o soneto?


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Sérgio Alves de Oliveira

Não foi por falta de aviso que o tal de impeachment seria um desastre. Nem passou um mês de governo provisório e já deu para ver essa realidade. A  facção da quadrilha governamental que venceu a batalha do impedimento, afastando  Dilma temporariamente por até 180 dias, formada  pelo PMDB e seus comparsas, nem conseguiu sentar a bunda direito no poder e já demonstrou a que veio, provando que estavam certos os que afirmavam a perspectiva que se avizinhava e acabou se confirmando.

A probabilidade da oposição ao PT não conseguir no Senado 1/3 (um terço) dos votos dos senadores para o afastamento definitivo de Dilma é imensa. Porém essa “pretensa” oposição não fez por merecer resultado diferente, ou seja, a confirmação do impedimento de forma definitiva. Na prática aconteceu o que muitos já diziam, no sentido de que a troca de Dilma por Temer seria só a substituição das “moscas”,permanecendo  a mesma “m...”.

O que não estariam pensando, a esta altura dos acontecimentos, aqueles  milhões de “babacas” que saíram às ruas protestando e pedindo  o impeachment de Dilma? Porventura eles não conseguiram perceber a tempo que estavam sendo manipulados e enganados por gente e organizações sem moral e sem preparo para liderar um pleito dessa magnitude? E que poderiam estar a serviço até de governistas que desejavam tomar o lugar de Dilma?

Agora dá para compreender bem os motivos pelos quais esses urubus do poder nunca  cogitaram e sempre repeliram a fórmula prevista no artigo 142 da Constituição, que trata da intervenção do poder instituinte e soberano do povo, em  parceria com as Forças Armadas, que  no caso serviriam meramente como instrumento de força para as mudanças necessárias ao restabelecimento do Estado de Direito, hoje abandonado, cedendo seu lugar ao Estado-do-(anti)Direito.

A legitimidade da intervenção do artigo 142 da CF tem o mesmo tamanho da legitimidade do impeachment, uma  vez que ambos estão ao abrigo da Constituição. Neste sentido as Forças Armadas foram omissas e se acovardaram, traindo o  povo brasileiro, mesmo  porque em duas das quatro hipóteses de intervenção do artigo 142 da CF elas teriam poder de avaliação e decisão própria, independentemente  da convocação de qualquer dos Poderes do Estado (Executivo, Legislativo ou Judiciário).

Porém o mais grave de tudo é que a eventual rejeição do impeachment  de Dilma pelo Senado, onde a acusação de crime de responsabilidade se limita a uma “bobagem” contábil qualquer (pedaladas fiscais), terá como consequência “apagar” todos os crimes de corrupção ocorridos no Governo de Dilma Rousseff, onde  centenas de bilhões comprovadamente foram desviados em benefício de partidos políticos, políticos, autoridades e administradores públicos.


Sérgio Alves de Oliveira é Advogado e Sociólogo.

11 comentários:

Loumari disse...

Não basta tirar o PT do poder para substituí-lo por outro grupo político que obedecerá ao mesmo desígnio de sempre: manter o Brasil na vanguarda do atraso em que sempre esteve, subdesenvolvido, na periferia, servindo de base, material e humana, para o resto do mundo prosperar, enriquecer e se desenvolver de verdade.
"Autor: Jorge Serrão
Na edição de 05/01/14


O Brasil caminha, perigosamente, na contramão do mundo. Vamos quebrar ou, com o potencial que temos, no mínimo, vamos sobreviver como de costume, segundo o modelo de uma rica colônia de exploração mantida artificialmente na miséria. Um lugar sem projeto de nação, sem educação, infraestrutura e forças armadas realmente operacionais nunca vai de desenvolver e nem ser soberano.

Nessa toada, a ironia de Roberto Campos tem tudo para se concretizar. O Brasil é um país condenado a não dar certo. E se a petralhada continuar no poder, vamos dar mais errado ainda.
"Escrito por Jorge Serrão
Edição de 04/01/14

Anônimo disse...

À Loumari: A ironia de Roberto Campos no sentido de que "o Brasil é um país condenado a não dar certo" não se trata meramente de uma previsão ou de uma "condenação". É uma realidade histórica concreta.Lá se vão 516 anos de história,com Colônia,Império e República,e essa maldita fatalidade persiste. Assim como na ciência médica,onde em situações extremas admite-se a eutanásia,também as nações que não dão certo devem ser desmanchadas. Essa divisão seria resultado de uma espécie de "lei da cissiparidade",fenômeno da biologia onde uma célula prestes a morrer divide-se-se para dar lugar a novas células,novas "vidas".É desígnio da própria natureza. O que estragou irreversivelmente o Brasil foi essa "união" forçada, que nunca funcionou,e que só os burros persistem em acreditar. Esse "monstrengo" a quem deram o nome de Brasil só serve de abrigo à patifaria que sempre nos governou. Essa situação só poderá ser revertida mediante a divisão do Brasil em outros países,cada povo organizando o seu próprio país ,conforme as conveniências de cada um. O SUL já está tomando essa providência e fará um "plebiscito" informal no próximo dia 2 de outubro,juntos às eleições municipais. Sérgio A.Oliveira.

Loumari disse...

Oh Sérgio, fizeste me rir tanto com os teus argumentos.
E noto que quando te forjas uma ideia esta te rói como uma obsessão! E na tua divisão vais expulsar da região todos estes que são a peste? Porque se fores a separar uma região do resto do Brasil sem uma prévia prova selectiva que é de separar o joio do trigo, podes ter a máxima certeza que o joio que domina o campo de trigo continuaria a dominar e vai dar exactamente o mesmo resultado constatado hoje.
E todo aquele que quiser transformar a sociedade será imediatamente taxado de ditador.
Sérgio, não é só Brasil que está enfermo. O mundo todo está invadido desta praga destruidora.

Se me permites aclarar um pouco as tuas antenas: Assistimos isso de Sudão. Recentemente o Sudão se dividiu em dois, dando origem uma nova nação que é o Sudão Sul cuja capital é Juba. E da divisão o resultado esperado pela comunidade internacional que apoiou a iniciativa, se viu ser um verdadeiro fracasso. Se levantou uma nova guerra no interior da nova nação. E até hoje é um desastre humanitário sem precedente. Até as Nações Unidas já nem sabe por onde pegar. Ninguém pode prever um tal fiasco quando todos dirigentes do mundo inteiro se viram reunidos em Juba (Sudão Sul) para celebrar o nascimento de uma nova nação. E hoje Sudão Sul é teatro de conflito armado e centro de pilhagem do petróleo pelo abominável chinês que abastece a rebelião em armamento de guerra para criar mais desordem ainda e alimentar mais o ódio entre os sudaneses e assim o estrangeiro chinês pilhar a vontade.
Mas consola-te. A Bíblia exorta pela paciência dos santos.
"C'est plutôt une excellente nouvelle n'est ce pas?

Loumari disse...

Um País de Canalhas

Nós somos um país de «elites», de indivíduos isolados que de repente se põem a ser gente. Nós somos um país de «heróis» à Carlyle, de excepções, de singularidades, que têm tomado às costas o fardo da nossa história. Nós não temos sequer núcleos de grandes homens. Temos só, de longe em longe, um original que se levanta sobre a canalhada e toma à sua conta os destinos do país. A canalhada cobre-os de insultos e de escárnio, como é da sua condição de canalha. Mas depois de mortos, põe-os ao peito por jactância ou simplesmente ignora que tenham existido. Nós não somos um país de vocações comuns, de consciência comum. A que fomos tendo foi-nos dada por empréstimo dos grandes homens para a ocasião. Os nossos populistas é que dizem que não. Mas foi. A independência foi Afonso Henriques, mas sem patriotismo que ainda não existia. Aljubarrota foi Nuno Álvares. Os descobrimentos foi o Infante, mas porque o negócio era bom. O Iluminismo foi Verney e alguns outros, para ser deles todos só Pombal. O liberalismo foi Mouzinho e a França. A reacção foi Salazar. O comunismo é o Cunhal. Quanto à sarrabulhada é que é uma data deles. Entre os originais e a colectividade há o vazio. O segredo da nossa História está em que o povo não existe. Mas existindo os outros por ele, a História vai-se fazendo mais ou menos a horas. Mas quando ele existe pelos outros, é o caos e o sarrabulho. Não há por aí um original para servir?

"Vergílio Ferreira, in 'Conta-Corrente 2'

Loumari disse...

O que foi publicado em 18/05/2008

O PAÍS QUE NÃO MERECE SER DESENVOLVIDO
João César das Neves – Economista


PORTUGAL FEZ TUDO ERRADO, MAS CORREU TUDO BEM.

Esta é a conclusão de um relatório internacional recente sobre o desenvolvimento português.

Havia até agora no mundo, países desenvolvido, subdesenvolvidos e em vias de desenvolvimento. Mas acabou de ser criada uma nova categoria: os países que não deveriam ser desenvolvidos. Trata-se de regiões que fizeram tudo o que podiam para estragar o seu processo de desenvolvimento e... falharam.

Hoje são países industrializados e modernos, mas por engano. Segundo a fundação europeia que criou esta nova classificação, no estudo a que o DN teve acesso, este grupo de países especiais é muito pequeno. Alias, tem mesmo um só elemento: Portugal.

A Fundação Richard Zwentzerg (FRZ), iniciou há uns meses um grande trabalho sobre a estratégia económica de longo prazo. Tomando a evolução global da segunda metade do século XX, os cientistas da FRZ procuraram isolar as razões que motivavam os grandes falhanços no progresso. O estudo, naturalmente, pensava centrar-se nos países em decadência. Mas, para grande surpresa dos investigadores, os mais altos índices de aselhice económica foram detectados em Portugal, um dos países que tinha também uma das mais elevadas dinâmicas de progresso.

Desconcertados, acabam de publicar, à margem da cimeira de Lisboa, os seus resultados num pequeno relatório bem eloquente, intitulado: 'O País Que Não Devia Ser Desenvolvido'

O Sucesso Inesperado dos Incríveis Erros Económicos Portugueses.

Num primeiro capítulo, o relatório documenta o notável comportamento da economia portuguesa no último meio século. De 1950 a 2000, o nosso produto aumentou quase nove vezes, com uma taxa de crescimento anual sustentada de 4,5 por cento durante os longos 50 anos. Esse crescimento aproximou-nos decisivamente do nível dos países ricos. Em 1950, o produto de Portugal tinha uma posição a cerca de 35 por cento do valor médio das regiões desenvolvidas.

Hoje ultrapassa o dobro desse nível, estando acima dos 70 por cento, apesar do forte crescimento que essas economias também registaram no período. Na generalidade dos outros indicadores de bem-estar, a evolução portuguesa foi também notável.

Temos mais médicos por habitante que muitos países ricos. A mortalidade infantil caiu de quase 90 por mil, em 1960, para menos de sete por mil agora. A taxa de analfabetismo reduziu-se de 40 por cento em 1950 para dez por cento.

Actualmente a esperança de vida ao nascer dos portugueses aumentou 18 anos no mesmo período. O relatório refere que esta evolução é uma das mais impressionantes, sustentadas e sólidas do século XX. Ela só foi ultrapassada por um punhado de países que, para mais, estão agora alguns deles em graves dificuldades no Extremo Oriente. Portugal, pelo contrário, é membro activo e empenhado da União Europeia, com grande estabilidade democrática e solidez institucional. Segundo a FRZ, o nosso país tem um dos processos de desenvolvimento mais bem sucedidos no mundo actual.

Continua

Loumari disse...

Mas, quando se olha para a estratégia económica portuguesa, tudo parece ser ao contrário do que deveria ser. Segundo a Fundação, Portugal, com as políticas e orientações que seguiu nas últimas décadas, deveria agora estar na miséria. O nosso país não pode ser desenvolvido. Quais são os factores que, segundo os especialistas, criam um desenvolvimento equilibrado e saudável? Um dos mais importantes é, sem dúvida, a educação.

Ora Portugal tem, segundo o relatório, um sistema educativo horrível e que tem piorado com o tempo. O nível de formação dos portugueses é ridículo quando comparado com qualquer outro país sério. As crianças portuguesas revelam níveis de conhecimentos semelhantes às de países miseráveis. Há falta gritante de quadros qualificados. É evidente que, com educação como esta, Portugal não pode ter tido o desenvolvimento que teve. Um outro elemento muito referido nas análises é a liberdade económica e a estabilidade institucional. Portugal tem, tradicionalmente, um dos sectores públicos mais paternalista, interventor e instável do mundo, segundo a FRZ. Desde o 'condicionamento industrial' salazarista às negociações com grupos económicos actuais, as empresas portuguesas vivem num clima de intensa discricionariedade, manipulação, burocracia e clientelismo. O sistema fiscal português é injusto, paralisante e está em crescimento explosivo. A regulamentação económica é arbitrária, omnipresente e bloqueante.

É óbvio que, com autoridades económicas deste calibre, diz orelatório, o crescimento português tinha de estar irremediavelmente condenado desde o início. O estudo da Fundação continua o rol de azelhices, deficiências e incapacidades da nossa economia. Da falta de sentido de mercado dos empresários e gestores à reduzida integração externa das empresas; da paralisia do sistema judicial à inoperância financeira; do sistema arcaico de distribuição à ausência de investigação em tecnologias. Em todos estes casos, e em muitos outros, a conclusão óbvia é sempre a mesma: Portugal não pode ser um país em
forte desenvolvimento.

Os cientistas da Fundação não escondem a sua perplexidade.

Citando as próprias palavras do texto: 'Como conseguiu Portugal, no meio de tanta asneira, tolice e desperdício, um tal nível de desenvolvimento?'

A resposta, simples: é que ninguém sabe.

Há anos que os intelectuais portugueses têm dito que o País está a ir por mau caminho. E estão carregados de razão. Só que, todos os anos, o País cresce mais um bocadinho.

A única explicação adiantada pelo texto, mas que não é satisfatória, é a incrível capacidade de improvisação, engenho e 'desenrascanço' do povo português.

No meio de condições que, para qualquer outra sociedade, criariam o desastre, os portugueses conseguem desembrulhar-se de forma incrível e inexplicável.

O texto termina dizendo: 'O que este povo não faria se tivesse uma estratégia certa?

Anônimo disse...

POIS BEM, É A MESMA M...., MAS UMA COISA QUERO DEIXAR CLARO, QUERO VER O "PT" DESTRUIDO, PARA MIM PODE EXTINGUIR ESTE PARTIDO, ATÉ O FINAL DA MINHA VIDA VOU LUTAR PARA DESTRUIR ESTE PARTIDO, SÃO LADRÕES, COVARDES, SAFADOS E OUTROS ADJETIVOS TODOS, POIS UM PARTIDO E UMA PRESIDENTRA TÃO "INCOMPETENTE" NINGUÉM MERECE.....

Martim Berto Fuchs disse...

Sérgio, nasci no RS e há 31 anos resido em SC e não aceito formar um novo país, principalmente em se tratando de os socialistas do meu estado natal ter voz ativa.
SC se desenvolve bem, apesar dos políticos. Tem a sorte, até agora, de não ter sido governado por socialistas - Brizola, Dutra, um Olívio quando entrou e um Alívio quando saiu, e o comunista Tarso Genro -, não obstante o atual desgovernador, Colombo, ter se vendido para o PT em troca de dinheiro para fazer algumas obras aqui no estado e conseguir a reeleição.
Este mesmo Colombo (PFL), logo após a reeleição, afirmou: - O estado é ingovernável. E o que fez para mudar isto ? NADA. E por que não fez nada ? Porque o sistema político não permite. Se ele mexer na podridão que é o estado patrimonialista e feroz defensor do empreguismo, mandam ele pro quinto dos infernos no outro dia (idem para o Temer).
Então meu caro Sérgio, se você mantiver o mesmo sistema político neste suposto novo país, o merdelê continuará exatamente igual.
Se você acabar com os partidos políticos, fazendo com que as quadrilhas deixem de existir e de mandar, e passando a escolha dos candidatos para os eleitores, não precisa mais fatiar o país.
Em última caso, sugiro que proponham separar apenas o RS, não levando junto SC, para que esta tenha que sustentar os socialistas vadios, emprego sem trabalho, que mandam e desmandam no meu estado natal.
Um abraço.
Martim.
http://capitalismo-social.blogspot.com.br/2016/02/66-novo-sistema-eleitoral.html

Anônimo disse...

(1) À Loumari: Obrigado pela aula de história. De fato Portugal teve muita sorte. Os seus políticos fizeram tudo errado,mas acabou dando tudo certo,apesar "deles". Essa sorte poderia ter vindo junto c/ a bagagem da fuga do covardão D.João VI e sua corte decadente,que fugiram de Napoleão p/ o Brasil. Mas essa sorte não veio junto . Por aqui os políticos fizeram tudo errado e o resultado foi o mesmo; (2) Ao Martim B.Fuchs: Tens razão quanto ao lixo que tomou conta da política gaúcha. Mas certamente eles desapareceriam se o Sul se tornasse independente,mesmo que o Paraná e Santa Catarina tivessem que levar o Rio Grande nas costas,num primeiro momento.Em seguida esse lixo desapareceria .Só me orgulho do meu Estado (RS) em relação ao seu passado. O presente dele me envergonha .De fato Santa Catarina está melhor que o Rio Grande em tudo. Na minha opinião hoje o Rio Grande não passa de "ânus" de Brasilia,de tanto se submeter a seu domínio espúrio. Mas essa submissão não está na alma do seu povo,porém nos seus comandos,nos seus políticos,na Grande Midia (estadual) e nas suas principais instituições públicas e privadas,que jamais abrem qualquer janela nem menos para discutir o problema. Sérgio A.Oliveira.

Loumari disse...

O Português cai sete (7) vezes e levanta oito (8). E vocês Brasileiros? Até hoje ainda não aprenderam a tomar o vosso destino a braço corpo e serem mestres e donos do vosso mundo?
Parece que há um vírus que contamina todos brasileiros! Que sejam os comunistas que sejam outros, têm todos exactamente o mesmo discurso: Culpar o passado das misérias de hoje. Os antepassados eles deram o melhor deles mesmos e graças a eles que conhecemos a civilização. E vocês depois deles o que ofereceram ao mundo que possa entrar na história da humanidade?
Enquanto estão a acusar o passado de vossos fracassos, o exército de Venezuela está a se armar para invadir o gigante Brasil. E todos vão ficar galinhas.
Venezuela recebeu no ano passado dezenas de aviões caças de tecnologia mais avançada de fabricação chinesa e de fabricação russa.
E onde foram aterrar os aviões caças que Brasil encomendou? E onde foi parar o dinheiro cujo orçamento foi votado pelo congresso para este efeito?
É isto culpa dos portugueses? Dos Venezuelanos?
Os congressistas em Brasília são venezuelanos? São Bolivianos? São chineses? Ou são portugueses?
Não é passando a vida a falar mal dos outros povos que vão melhorar a vossa condição de vida. MEDITEM NISSO!

Anônimo disse...

Realmente estamos no mato sem cachorro. Sai a Petraiada mas fik quem não tem capacidade pra governar nosso país. Resta-nos torcer pra que seja quem for q tiver no poder,consiga e queira um Brasil melhor !