domingo, 24 de julho de 2016

A Força das Ruas


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net 
Por Renato Sant'Ana

Foi assim em 13/03/2016 e nas manifestações anticorrupção de 2015: uma multidão nas ruas, uma pluralidade de motivações, um montão de gente, cada manifestante com uma ideia na cabeça - algumas estapafúrdias, é certo.

Mas existe a síntese de uma tão grande variedade de pensamentos, ideações e inquietudes: é o desejo de ver o Brasil passado a limpo. Todos aqueles que fizeram do 13 de março a maior manifestação cívica de nossa história querem viver num país em que haja liberdade, abundância, certeza de ser respeitado em seus direitos e uma crença positiva no futuro.

Para que serve ir às ruas?

Os poderes instituídos ainda se importam com a opinião pública! Com milhões de brasileiros pedindo decência em uníssono, o STF adquire a consciência de estar operando sob o olhar de toda a gente, o que desencoraja aquelas "decisões inovadoras" que ninguém compreende, nem mesmo os bacharéis em direito.

Com o clamor vibrante da multidão pedindo transparência, deputados e senadores, que têm medo de bater de frente com a "vontade do povo", perdem a ousadia de agir apenas pelo próprio interesse e podem, por exemplo, desengavetar alguns projetos há muito esperados.

Se milhões de brasileiros acorrem às ruas para exigir que o Brasil seja tratado com respeito, o governo se preocupa em dar uma resposta: passa a tomar medidas responsáveis em lugar de simplesmente fazer o jogo do "toma lá, dá cá" proposto principalmente pelo Congresso Nacional.

Em suma, não resta dúvidas de que tem efeito prático lotar as ruas para expressar o generalizado desejo de transformar o Brasil em um país próspero e decente.

Há uma escolha a fazer-se em 31 de julho: ou ficar em casa, falando mal dos políticos (o que é inútil), ou ganhar as ruas para deixar expressa a insatisfação generalizada com o desmantelamento moral, econômico e político do país, botando a maior pressão sobre os poderes instituídos.


Renato Sant'Ana é Psicólogo e Bacharel em Direito.

3 comentários:

WILTON disse...

Onde encontrar essa essa PESQUISA ESPONTÂNEA...???

No site do DATAFOLHA encontrei o seguinte:

"Na pesquisa espontânea, quando nenhum nome é apresentado aos entrevistados, Lula tem 6% das citações para a disputa presidencial, no mesmo patamar de Aécio (4%) e Bolsonaro (3%) e Dilma (2%). Também são mencionadas espontaneamente Marina (1%), Temer (1%) e Ciro Gomes (1%), entre outros com menos de 1%. A maioria (64%), porém, não cita nenhum nome."

GOSTARIA TANTO QUE O "RESULTADO" APRESENTADO NO "ALERTA TOTAL" FOSSE VERDADEIRO...!!!

WILTON disse...

Onde encontrar essa essa PESQUISA ESPONTÂNEA...???

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"Na pesquisa espontânea, quando nenhum nome é apresentado aos entrevistados, Lula tem 6% das citações para a disputa presidencial, no mesmo patamar de Aécio (4%) e Bolsonaro (3%) e Dilma (2%). Também são mencionadas espontaneamente Marina (1%), Temer (1%) e Ciro Gomes (1%), entre outros com menos de 1%. A maioria (64%), porém, não cita nenhum nome."

GOSTARIA TANTO QUE O "RESULTADO" APRESENTADO NO "ALERTA TOTAL" FOSSE VERDADEIRO...!!!

WILTON disse...

Onde encontrar essa essa PESQUISA ESPONTÂNEA...???

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"Na pesquisa espontânea, quando nenhum nome é apresentado aos entrevistados, Lula tem 6% das citações para a disputa presidencial, no mesmo patamar de Aécio (4%) e Bolsonaro (3%) e Dilma (2%). Também são mencionadas espontaneamente Marina (1%), Temer (1%) e Ciro Gomes (1%), entre outros com menos de 1%. A maioria (64%), porém, não cita nenhum nome."

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