quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Recordando um poema de Charles Chaplin


Poema no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos I. S. Azambuja

Recordando um Poema escrito por Charlie Chaplin, no seu 70º aniversário, em 16 de abril de 1959:

Quando comecei a amar-me
Eu entendi que em qualquer momento da vida, estou sempre
no lugar certo na hora certa.
Compreendi que tudo o que acontece está correto.
Desde então, eu fiquei mais calmo.
Hoje eu sei que isso se chama CONFIANÇA.

Quando eu comecei a amar-me, entendi o quanto isso pode ofender alguém

Quando eu tentei impor minha vontade sobre esta pessoa,
Mesmo sabendo que não era o momento certo e a pessoa não estava preparada para isso,
E que, muitas vezes, essa pessoa era eu mesmo.
Hoje, sei que isto significa DESAPEGO.

Quando comecei a amar-me
Eu pude compreender que dor emocional e tristeza
são apenas avisos para que eu não viva contra minha própria verdade.
Hoje, sei que a isso se dá o nome de AUTENTICIDADE.

Quando comecei a amar-me
Eu parei de ansiar por outra vida
e percebi que tudo ao meu redor é um convite ao crescimento.
Hoje eu sei que isso se chama MATURIDADE.

Quando comecei a amar-me
Parei de privar-me do meu tempo livre
e parei de traçar magníficos projetos para o futuro.
Hoje faço apenas o que é diversão e alegria para mim,
o que eu amo e o que deixa meu coração contente,
do meu jeito e no meu tempo.
Hoje eu sei que isso se chama HONESTIDADE.

Tratei de fugir de tudo o que não é saudável para mim,
de alimentos, coisas, pessoas, situações
e de tudo que me puxava para baixo e para longe de mim mesmo.
No início, pensava ser "egoísmo saudável",
Mas hoje eu sei que trata-se de AMOR PRÓPRIO.

Quando comecei a amar-me
Parei de querer  ter sempre razão
Dessa forma, cometi menos enganos.
Hoje eu reconheço que isso se chama HUMILDADE.

Quando comecei a amar-me
Recusei-me a viver no passado
e preocupar-me com meu futuro.
Agora eu vivo somente este momento onde tudo acontece.
É assim que eu vivo todos os dias e isto se chama CONSCIÊNCIA.

Quando comecei a amar-me
Reconheci, que meus pensamentos
podem fazer-me infeliz e doente.
Quando eu precisei da minha força interior,
minha mente encontrou um importante parceiro.
Hoje eu chamo esta conexão de SABEDORIA DO CORAÇÃO.

Não preciso mais temer discussões,
conflitos e problemas comigo mesmo e com os outros,
pois até as estrelas às vezes chocam-se umas contra as outras
e criam novos mundos.
Hoje eu sei que isto é VIDA! 
  

Carlos I. S. Azambuja é Historiador.

Um comentário:

Anônimo disse...





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acp

Escreva um seu artigo seu a desmentir o falso decalogo de lenin que desde que a internet existe engana tolos. Aquele, sobre greves, libertinagem, armas... Nem lenin nem nenhum comuna o escreveu.

Ou pesquise e publique artigo de outrem.

acp

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