domingo, 25 de setembro de 2016

As crises econômicas no Brasil


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Alberto Ramos Soares de Queiroz

Desde 1821, quando ocorreu a primeira e grande roubalheira no Brasil foi quando D. João VI, ao retornar à Portugal, raspou os cofres do Banco do Brasil, de onde foram surripiadas barras de ouro, diamantes e outras pedras preciosas, deixando o Banco sem nenhum recurso e acabou por ser liquidado por D. Pedro I. Quando este proclamou a independência em 1822 e se tornou Imperador, encontrou os cofres vazios.

O rombo no Banco era de 5.600 contos de reis, equivalentes hoje à trezentos milhões de reais. Esse valor cresceu, depois, para 9.800 contos de reis, equivalentes a seiscentos milhões de reais. Não havia de onde obter dinheiro para fazer frente as despesas do Império. Nos anos seguintes esse valor triplicou e o governo que era fraco e desesperado, ordenava despesas sem ter de onde tirar recursos.

Igualzinho o que fez a ex-presidente Dilma. Já havia muita corrupção e desmandos com o erário público. Os Diretores do Banco do Brasil, naquela época, foram considerados os responsáveis pela falência do Banco. Hoje foram os da Petrobras, nomeados pelo Lula e Dilma. A inflação começava dar os seus primeiros passos, com a emissão de moeda sem lastro. Tudo igualzinho ao mensalão,  petrolão  e o caos econômico e corrupção, de hoje, deixado pela herança maldita do Partido Trambiqueiro, orquestrado e comandado pelo ex-presidente Lula.

Uma das primeiras providencias, de D. Pedro I, foi uma drástica redução de despesas. Cortou o seu salário. Reduziu órgãos públicos. Concentrou e fundiu ministérios. Cortou os salários dos seus ministros. Cortou as benesses do governo. Vendeu quase 90% do patrimônio do governo. Cortou 70% dos funcionários públicos. Determinou uma grande redução na remuneração dos congressistas.

Infelizmente, desde aquela época nunca mais houve, neste Pais, uma ação do governo federal, igual, para recolocar o pais nos trilhos. O atual governo, agora, tem a necessidade e a oportunidade de fazer o mesmo que D. Pedro I, considerado um grande patriota, naquele momento, crucial, fez.

Entretanto, é preciso ter aquilo roxo para fazer...

Pra frente Brasil... E cadeia nelle...  


Carlos Alberto Ramos Soares de Queiroz é Advogado.

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