terça-feira, 6 de setembro de 2016

O Alvorecer de uma Nova Era: Escravidão Total


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos I. S. Azambuja

Mais um texto, resumido, publicado no livro “A Verdadeira História do Clube Bilderberg”, de autoria de Daniel Stulin, publicado no Brasil em 2005 pela editora Planeta. Daniel Stulin é jornalista, especialista em Comunicação. Investiga as atividades secretas do Clube Bilbergerg há 13 anos. É ganhador de três prêmios de pesquisa nos EUA e Canadá.

Alguns depoimentos do autor:

- ‘O Clube Bilderberg quer uma era de pós-nacionalismo, na qual já não haverá países, somente regiões e valores universais, uma economia universal, um governo universal – designado; não eleito – e uma religião universal” (jornal Época, Madri);

- “Já tentaram me matar por investigar o Clube Bilderberg” (La Gaceta de los Negocios);

- Bilberberg pretende destruir todas as religiões. Não apenas a católica, mas a islâmica, a judia, todas...” (La Gaceta de los Negocios);

- “Não acredite em mim, investigue! Tenho pilhas de documentos que atestam tudo o que digo” (La Vanguardia).
 
 A verdadeira história do Clube Bilderbergdocumenta a história da subjugação impiedosa da população por parte de seus governantes. O leitor assistirá ao nascimento de um Estado Policial Global que ultrapassa o pior pesadelo de George Orwell, com um governo invisível, onipotente, que manipula os fios desde a sombra, que controla o governo doos EUA, a União Européia, a Organização Mundial da Saúde, as Nações Unidas, o Banco Mundial, o Fundo Monetário Internacional e qualquer outra instituição similar. Tudo está aqui: a história do terrorismo promovida pelos governos, o atual controle da população através da manipulação e do medo e, o mais espantoso de tudo, projetos futuros da Nova Ordem Mundial.

No Clube Bilderberg prevalecem – se bem que não de forma absoluta – as necessidades de Poder. Isto de forma alguma diminui a importância da terrível situação de alienação à qual nos estão conduzindo.

É evidente que algumas pessoas que estão no Poder têm ideais mais elevados e consistentes do que as que aqui serão referidas. Muitos empresários, políticos, incluindo alguns de seus colaboradores, estão lutando para impor limites à depravação do Bilderberg, alguns de fira, outros de dentro, se bem que sempre de forma encoberta. A preocupação com sua segurança impedem que seus nomes sejam revelados.

O interesse em dominar o resto do mundo não é uma novidade na História da Humanidade. Outros já tentaram antes. O lado obscuro do Clube Bilderberg – o pior mal já enfrentado pela humanidade – está entre nós e utiliza os novos e amplos poderes de coação e terror que a ditadura militar-industrial global requer para acabar com a resistência e governar aquela parte do mundo que resiste às suas intenções.

O desenvolvimento das telecomunicações e da tecnologia, unido ao profundo conhecimento atual sobre a engenharia – manipulação – do comportamento, está propiciando que, aquilo que em outras épocas não passava de intenções, esteja hoje se convertendo em realidade. Cada nova medida, por si só, pode parecer uma aberração, mas o conjunto de mudanças, que fazem parte do processo contínuo em curso, constitui um movimento em direção da Escravidão Total.

Os donos do mundo tentam fazer com que as pessoas se sintam “boas” e “responsáveis” quando realizam o que eles determinam. Durante os últimos 30 anos a população se tornou cada vez mais obediente e submissa (por exemplo, vemos ultimamente como está se promovendo o voluntariado, elogiando e “heroificando” os que se juntam a ele, se bem que seu fim último seja reduzir o mal-estar provocado na sociedade pelo desemprego e assim prevenir os distúrbios sociais).

Para saber até que ponto podem chegar sem que as populações se revoltem, estão realizando múltiplas experiências, como a atual campanha contra o fumo. Que as pessoas fumem ou não, não é tão importante para os governos, como parece. Muito mais nefastos para a saúde da população são os gases que os carros liberam, contra os quais não se faz nada.

Apesar de os técnicos eu desenvolvem as campanhas anti-fumo acreditarem fervorosamente em sua necessidade, para a visão do alto isto nada mais é do que uma experiência sobre a submissão da população, cujos resultados devem deixá-los bastante contentes: observam o que acontece no metrô ou num trem de alta velocidade se algum “louco” resolver acender um cigarro. Logo será observado como se fosse um leproso e alguém se aproximará dele para dizer-lhe, educadamente, que é proibido fumar. Vocês conseguem lembrar se essa atitude era habitual vinte ou trinta anos atrás?

Num nível muito mais profundo dentro da sociedade civil existe um pacto de silêncio e de passividade. Talvez muitos se dêem conta de que não se pode defender a “democracia” destruindo-a, mas preferem calar e seguir com suas convenientes rotinas cotidianas: o que acontece não os afeta. O problema é que, sim, os afeta. A batalha está se realizando neste preciso instante e a ditadura global – o Governo Mundial Único – está ganhando.

O objetivo desta batalha é defender a nossa intimidade pessoal e nossos direitos individuais, a pedra angular da liberdade. Envolve o Congresso dos EUA, a União Européia, os tribunais, as redes de comunicação, as câmaras de vigilância, a militarização da polícia, os campos de concentração, as tropas estrangeiras estacionadas em solo dos Estados Unidos, os mecanismos de controle de uma sociedade sem dinheiro em espécie, os microchips implantáveis, o rastreamento por satélite GPS, os cartões de identificação por radiofreqüência (RFID), o controle da mente, da nossa conta bancária, os cartões inteligentes e outros dispositivos de identificação que o Grande Irmão nos impõe e que conectam os detalhes de nossa vida a enormes bancos de dados secretos do governo. Consciência de Informação Total. Escravidão Total.

Estamos diante de uma encruzilhada. Os caminhos que tomarmos agora determinarão o futuro da humanidade e se entraremos no próximo século como um Estado policial eletrônico global ou como seres humanos livres, como conseqüência de uma conscientização maciça que tenha lugar nos EUA e o resto do mundo livre diante das atividades criminosas da elite global.

Bilderberg, o olho que tudo vê, o governo mundial na sombra, decide numa reunião anual, completamente secreta, como devem ser realizados seus projetos diabólicos. Quando se celebram essas reuniões inevitavelmente seguem-se guerras, a fome, a pobreza, a derrubada de governos e abruptas e surpreendentes mudanças políticas, sociais e monetárias. Tal regime depende absolutamente da capacidade do Clube de manter a informação silenciada e restrita. Esse é o seu Calcanhar de Aquiles. Na medida em que as pessoas descobrirem o jogo, o transe coletivo sobre o qual se baseia começa a desfazer-se.

Para controlar nossa reação diante de acontecimentos criados, o Clube Bilderberg conta com nossas respostas passivas e submissas e não ficará decepcionado enquanto nós, como mundo livre, continuarmos respondendo da mesma forma como fizemos até agora.

Skinner, colaborador do Instituto Tavistock, organização por sua vez colaboradora do Clube Bilderberg, considera a população geral incompetente para educar seus filhos e propõe como sociedade ideal aquela em que os filhos são separados das famílias após o nascimento e educados pelo Estado em centros onde vivem. Suas famílias só podem passar alguns curtos espaços de tempo com eles (nunca em particular) e, no caso de quererem, por exemplo, comprar-lhes um presente, devem comprar outros para os companheiros de seu grupo, de forma que os pais acabem por sentirem-se separados de seus filhos. O Estado paga aos pais, por seus filhos, uma quantia estipulada. A UNESCO foi criada com o objetivo expresso de destruir o sistema educacional. Nossa resposta inadequada à crise é o que esperavam os engenheiros sociais do Tavistock.

Outra forma de manipulação de conduta de que o Clube Bilderberg se utiliza é conseguir que as pessoas algo que desejam em troca da renúncia de outra coisa, principalmente a liberdade. A manipulação da população será levada a cabo por meio de um fluxo permanente de notícias nos meios de comunicação sobre microchips e globalização.

Falando da natureza humana, o poder corrompe. Corrompe os que o têm. E corrompe aqueles que procuram influenciar os que o têm. Os meios de comunicação fazem parte do mundo das elites há muito tempo. A imprensa livre é um mito, porque é propriedade de poderosos. Só quando foor propriedade de muitos cidadãos anônimos será possível a existência de uma imprensa realmente livre, baseada em nosso “direito de saber”. Essa é outra questão oculta: o pacto de silêncio, ativo ou passivo. Os jornais importantes, as rádios nacionais e as cadeias de TV se negam a cobrir o tema e não se atrevem a falar dele.

Essa é a principal justificativa de uma imprensa livre, apesar de todas as suas imperfeições. Essa é precisamente a razão por que os ditadores, as oligarquias, as juntas militares, os imperadores e os tiranos ao longo da história procuraram censurar o debate e sufocar a livre divulgação de opiniões e informações. Por isso o Clube Bilderberg,  Comissão Trilateral, a Mesa Redonda, o Conselho de Relações Internacionais, a Comissão Européia, as Nações Unidas, o Fundo Monetário Internacional, o Clube de Roma e centenas de outras organizações, preferem realizar suas gestões em favor do público em particular. Os grandes facões não querem que saibamos o que querem fazer conosco.

O totalitarismo é uma solução patológica para uma vida insegura e atomizada, de maneira que permite vender à vontade imagens demagógicas a povos desmoralizados. Esse fato geral foi facilmente entendido pela força diretora onipresente em organizações internacionais como a Comissão Trilateral, o FMI, o secreto Conselho de Relações Internacionais e outras entidades corporativo-financeiro-estatais que fazem parte de uma rede universal juntamente com o grupo Bilderberg, que é o nó dominante do sistema integrado.

Manter a maioria da população em estado contínuo de ansiedade interior funciona porque as pessoas estão demasiadamente ocupadas garantindo sua própria sobrevivência ou lutando por ela para colaborar na constituição de uma resposta eficaz. A técnica do Clube Bilderberg, repetidamente utilizada, consiste em submeter a população e levar a sociedade a uma forte sensação de insegurança, angústia e terror, de maneira que as pessoas cheguem a sentir-se tão exaltadas que peçam, aos gritos, uma solução, qualquer que ela seja.

O Clube Bilderberg luta para romper a fortaleza psicológica do indivíduo e deixá-lo sem defesa. Um dos muitos meios para conseguir esse propósito está sendo a insistência atual em potencializar o trabalho em equipe na educação e no âmbito trabalhista, de maneira que as pessoas se acostumem às suas próprias idéias em benefício do grupo. Com relação ao ambiente educacional, também é necessário dar a conhecer que os estudos realizados pelo Clube Bilderberg demonstram que conseguiram diminuir o coeficiente intelectual médio da população, graças sobretudo à redução do qualidade de ensino, planejada e executada há anos pelo Clube.

Para conseguir isso, não só manipularam as escolas e as empresas, mas também têm se apoiado na arma mais letal que possuem: a televisão e seus programas de baixo nível, para afastar a população de situações estimulantes e, assim, conseguir entorpecê-la.

O objetivo final desse pesadelo é um futuro que transformará a Terra em um planeta prisão por meio de um Mercado Globalizado Único, controlado por um Governo Mundial Único, regulado economicamente por um Banco Mundial, e habitado por uma população controlada pormicrochips, cujas necessidades vitais terão sido reduzidas ao materialismo eà sobrevivência: trabalhar, comprar, procriar, dormir, tudo conectado a um computador global que supervisionará cada um de nossos movimentos.

Quando você se der conta do que está acontecendo, começará a entender que muitas pessoas importantes – pessoas que crê admirar, aquelas que você procura para que o guiem e aquelas que pretende apoiar –, pessoas que você acreditava estarem trabalhando para nós, a favor da liberdade (os líderes eleitos democraticamente, os comissários europeus não eleitos pelo povo, os líderes da sociedade civil, a imprensa), todos os que deveriam proteger fervorosamente a nossa liberdade, na realidade trabalham para eles, a favor de interesses que pouco tem a ver com a liberdade.
Segundo Sivanandan, diretor do Instituto de Relações Raciais diz que é o nascimento da Escravidão Total.

A História nos ensina por analogias, não por identidade. A experiência histórica não significa permanecer no presente e olhar para trás.
A gravura 79 dos Desastres da Guerra de Francisco Goya, mostra a donzela Liberdade caída com a boca aberta e o peito descoberto. Figuras fantasmagóricas manipulam o cadáver enquanto alguns monges cavam o seu túmulo. A verdade morreu. Morreu a verdade. Como soa essa perspectiva?

Não depende de Deus livrar-nos da “Nova Idade das Trevas” prevista para nós. Depende de nós. Temos que levar a cabo as ações necessárias. Nunca encontraremos as respostas adequadas se não formos capazes de formular as perguntas apropriadas..  


Carlos I. S. Azambuja é Historiador.

2 comentários:

Anônimo disse...






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Escreva um seu artigo seu a desmentir o falso decalogo de lenin que desde que a internet existe engana tolos. Aquele, sobre greves, libertinagem, armas... Nem lenin nem nenhum comuna o escreveu.

Ou pesquise e publique artigo de outrem.

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