sexta-feira, 9 de setembro de 2016

O Clube Bilderberg desmascarado


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos I. S. Azambuja

Mais um texto, resumido, publicado no livro “A Verdadeira História do Clube Bilderberg”, de autoria de Daniel Stulin, publicado no Brasil em 2005 pela editora Planeta. Daniel Stulin é jornalista, especialista em Comunicação. Investiga as atividades secretas do Clube Bilbergerg há 13 anos. É ganhador de três prêmios de pesquisa nos EUA e Canadá.
Alguns depoimentos do autor:

- ‘O Clube Bilderberg quer uma era de pós-nacionalismo, na qual já não haverá países, somente regiões e valores universais, uma economia universal, um governo universal – designado; não eleito – e uma religião universal” (jornal Época, Madri);

- “Já tentaram me matar por investigar o Clube Bilderberg” (La Gaceta de los Negocios);

- Bilberberg pretende destruir todas as religiões. Não apenas a católica, mas a islâmica, a judia, todas...” (La Gaceta de los Negocios);

- “Não acredite em mim, investigue! Tenho pilhas de documentos que atestam tudo o que digo” (La Vanguardia)

Tomas Jefferson, um dos fundadores da democracia americana, tinha a seguinte definição: “Certos atos de tirania podem ser atribuídos à circunstância acidental de um dia. Mas toda uma série de opressões que se iniciaram um período definido e que se mantiveram inalteradas com todos os ministros existentes demonstram demasiado claramente eu existe um plano sistemático e deliberado para reduzir-nos à escravidão”.

Essa estratégia corporativa em sua forma global é, nas palavras que pronunciou David Rockefeller no encontro do Bilderberg, em junho de 1991, em Baden-Baden, Alemanha: “A soberania supranacional de uma elite intelectual e financeira é absolutamente preferível à autodeterminação nacional praticada durante os séculos passados”.

“Tal estrutura funciona mediante os mesmos mecanismos financeiros e comunicativos que colocaram Tony Blair e George Bush no Poder, dando-lhes a maioria de votos. As corporações transnacionais realizaram uma publicidade muito poderosa e financiaram seus líderes políticos. Os governos já não podem governar para o interesse comum sem infringir as novas leis de comércio e investimentos d capitais que só beneficiam as corporações transnacionais”.

O que surpreende mais é: por que os demais não vêem esse perigo? Deve-se ao fato de que o conhecimento implica uma responsabilidade e clama por uma resposta decisiva? Se formos conscientes de que, de fato, existe um Poder muito mais poderoso do que a Presidência eleita democraticamente, uma autoridade “moral’ mais poderosa do que o Papa, mais onipotente que Deus, um poder invisível que controla o aparato militar mundial, e o Sistema de Inteligência que controla o Sistema de Propaganda mais eficiente da História, devemos concluir, forçosamente, que a democracia é, no melhor dos casos, uma ilusão e, no pior, o prelúdio de uma ditadura que se conhecerá como Nova Ordem Mundial e que nos conduzirá a uma escravidão total.

Michael Thomas, um banqueiro de investimentos de Wall Street, que obteve fama mundial como escritor e como o analisa mais incisivo do período Reagn-Bush, disse numa ocasião: “Se os bilderbergs parecem agora mais discretos do que nunca é, entre outras razões, porque suas propostas, levadas a cabo pelas agências que estão a seu serviço, como o Fundo Monetário Internacional e o Banco Mundial, causaram mais devastação nos últios anos do que todos os desastres da II Guerra Mundial juntos.” 

“O resultado funesto”, escreve o ex-jornalista da BBC Tony Gosling, “é uma visão da democracia ocidental subvertida, em que as pessoas que tomam decisões se põem de acordo não para coisas que são importantes para as pessoas comuns – justiça social, interesse comum, qualidade de vida -, mas sim para reforçar a austeridade econômica e conseguir ainda maiores ganhos para a elite empresarial e política”.

Com toda a evidência nas mãos, a maioria ainda crê que tem problemas pessoais demais para incomodar-se com teorias conspirativas. Isso é exatamente o que Tavistock perseguia. Encurralados pelo caos, reagimos como fez Nixon quando ficou isolado, confuso e depois destruído pelos planejadores da globalização. Desmoralizadas e confusas, com pouca auto-estima, com um futuro incerto, as pessoas estão muito mais inclinadas a aceitar o surgimento repentino de um “messias”, uma Nova Ordem que promete a eliminação das drogas, da pornografia, da prostituição infantil, dos crimes, das guerras, da fome e do sofrimento, que garanta uma sociedade bem ordenada em que as pessoas vivam em harmonia.

O problema é que essa nova “harmonia” devorará nossas liberdades, os direitos humanos, nosso pensamento independente e sua própria existência. “Harmonia” significará uma sociedade de bem-estar que nos converterá em números dentro do enorme sistema burocrático da Nova Ordem Mundial. Os não-conformistas, como eu, seremos varridos com um simples toque numa tecla de computador, internados num dos mais de 600 campos de concentração que já estão em pleno funcionamento, na atualidade, nos EUA, a não ser que as pessoas do mundo livre – ou do que resta dele -, a “resistência leal”, se levantem para defender os ideais nacionais, em vez de deixá-los nas mãos dos governos, dos representantes da Comissão Européia, das Nações Unidas e da realeza, que já nos traíram.

Esses elegantes e sempre finos membros das famílias reais européias, suas damas educadas e seus galhardos cavaleiros, que trocaram seus trajes reais por terno e gravata, são, na verdade, completamente impiedosos. Utilizarão o sofrimento das nações e suas riquezas para proteger suas privilegiadas formas de vida. Essas fortunas da aristocracia estão “relacionadas e entrelaçadas de forma inextricável com o tráfego de drogas, ouro, diamantes e armas, com os bancos, o comércio e a indústria, com o petróleo, os meios de comunicação e a indústria de entretenimento.
Como podemos verificar esses fatos? É virtualmente impossível penetrar no Clube Bilderberg. Algumas das provas não estão ao nosso alcance porque a informação sai diretamente dos arquivos da Inteligência e só uma minoria privilegiada pode vê-los.

Não espere nunca que os meios de comunicação mencionem a conspiração nos telejornais da noite. A imprensa está completamente sob o controle das senhoras virtuais e de cavalheiros que dedicam a maior parte do seu tempo a empresas filantrópicas. A maioria das pessoas crê que, como não se pode encontrar uma motivação atrás das cosas aqui descritas, como nada disto aparece nos noticiários, deve tratar-se mais uma das muitas teorias de conspiração a serem desprezadas, freqüentemente ridicularizadas e, por fim, rejeitadas.

As pessoas querem provas definitivas e isso é mais difícil de conseguir. Isso é o que o Instituto Tavistock fez com a raça humana. A Nova Ordem Mundial neutralizou a única ameaça real que as “massas sujas”, quer dizer, nós, poderíamos opor a seus planos. Este livro – “A Verdadeira História do Clube Bilberberg” - pode ser uma exceção. Seu objetivo é tirar a máscara da Nova Ordem Mundial para mostrá-la como é realmente. Neste livro há muitos documentos e fontes que podem verificar, pelo menos, uma parte dos fatos e que deixarão o leitor inteligente perguntando-se se, por trás não haverá mais coisas além do que se vê à primeira vista.

As informações constantes deste livro são fruto de muitos anos de investigações, de milhares de documentos e fontes consultadas. Algumas pessoas incrivelmente corajosas arriscaram suas vidas (e outras morreram tentando) para ter acesso a uma parte deste material em que se detalha o terrível futuro que nos espera.  

Carlos I. S. Azambuja é Historiador.

Um comentário:

Anônimo disse...












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acp

Escreva um seu artigo seu a desmentir o falso decalogo de lenin que desde que a internet existe engana tolos. Aquele, sobre greves, libertinagem, armas... Nem lenin nem nenhum comuna o escreveu.

Ou pesquise e publique artigo de outrem.

acp

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