domingo, 18 de setembro de 2016

Os membros da Comissão Trilateral de 2004


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos I. S. Azambuja

Mais um texto, resumido, publicado no livro “A Verdadeira História do Clube Bilderberg”, de autoria de Daniel Stulin, publicado no Brasil em 2005 pela editora Planeta. Daniel Stulin é jornalista, especialista em Comunicação. Investiga as atividades secretas do Clube Bilbergerg há 13 anos. É ganhador de três prêmios de pesquisa nos EUA e Canadá.

Alguns depoimentos do autor:

- ‘O Clube Bilderberg quer uma era de pós-nacionalismo, na qual já não haverá países, somente regiões e valores universais, uma economia universal, um governo universal – designado; não eleito – e uma religião universal” (jornal Época, Madri);

- “Já tentaram me matar por investigar o Clube Bilderberg” (La Gaceta de los Negocios);

- Bilberberg pretende destruir todas as religiões. Não apenas a católica, mas a islâmica, a judia, todas...” (La Gaceta de los Negocios);

- “Não acredite em mim, investigue! Tenho pilhas de documentos que atestam tudo o que digo” (La Vanguardia).

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 Quando a Comissão Trilateral foi fundada, a idéia era a de houvesse o mesmo número de membros em cada uma das três regiões. Mas logo esse número começou a crescer e, em 1980 alguns limites foram impostos. Esses limites variaram desde então, à medida iam entrando em cada um dos grupos. O grupo europeu tem agora um limite de 150 membros. O limite do grupo americano é de 110 e inclui 15 membros canadenses, 19 mexicanos e 85 norte-americanos. No ano  2000 o grupo japonês de 85 membos se ampliou para formar o Grupo Asiático do Pacífico com 117 membros, 75 deles do Japão, 11 da Coréia, 7 da Austrália e Nova Zelândia e 15 dos cinco países da Associação do Sudeste Asiático. O novo Grupo Asiático do Pacífico também inclui alguns participantes da China. Hong Kong e Taiwan.

Na Comissão Trilateral de 2004 há nada menos que 8 ex-presidentes e dois ex-diretores da CIA. Todos fazem parte das altas esferas da elite política, econômica e da mídia.
     Diretores executivos: 135
     Membros do Congresso americano e Parlamentos europeus: 35
     Membros da Comissão Européia: 11
     Embaixadores: 17
     Vice-Presidentes: 7
     Presidentes de Empresas: 14
     Ex-presidentes europeus, americanos e canadenses: 8
     Ministros e Secretários de administrações européias e americanas: 51
     Ex-diretores da CIA: 2
     Editores de revistas e jornais líderes: 11

Como nota final, 200 membros da Comissão Trilateral tiveram um encontro de vários dias de duração no final de março de 1993, em Washington, em que discutiram e concordaram com a criação de um Novo Exército Mundial e com a soberania das Nações Unidas nas decisões e nas políticas de imigração dos Estados individuais. Durante a noite de 28 de março seus representantes jantaram com funcionários-chave do governo americano e apresentaram suas “recomendações”. No dia seguinte, fizeram o mesmo durante o café-da-manhã com Bill Clinton, segundo uma informação publicada pelo excelente site de Toronto, New World Order Intelligence Update. Esse encontro-chave aplainou o caminho para a Conferência do Milênio das Nações Unidas, que ocorreu em setembro de 2000 e (surpreendentemente) recebeu pouca atenção dos meios de comunicação.

Uma das propostas ais sinistras, que nunca havia sido feita, foi a de estabelecer um exército permanente pa a ONU, instalações para suas tropas e a criação de uma unidade de Inteligência completamente operacional. Apesar dos meios de comunicação de massa não terem dado importância a isso, a proposta era de uma capacidade militar suficiente para derrubar qualquer governo nacional que não tratasse seu povo em conformidade com os critérios da ONU sobre Diretos Humanos e Justiça Social.

“Direitos Humanos” e “Justiça Social” são as palavras-chave são as palavras-chave que os adeptos da globalização usam paa referir-se à diminuição de liberdades individuais e ao maior controle que deveriam exercer as Nações Unidas. Nenhuma Nação será capaz de trabalhar por contra própria nem ser independente, porque a independência será vendida às massas como a incapacidade de um governo  “tratar seu povo em conformidade com os critérios da ONU”. Esta lógica não é nenhuma contradição. Quando uma Nação resistir à agressão da ONU e à sua pretensão de roubar a liberdade e a independência em nome do Governo Global, a ONU lhe imporá algumas sanções atrozes pa vencer a resistência.

As sanções tomarão a forma de retirada de créditos, provisões, condições de comércio preferencial e outras. Como resultado direto do castigos impostos pela ONU, as dificuldades sofridas pelos cidadãos aumentarão, como no caso do Kosovo, em 1999. Então, o Poder Global investirá sem piedade contra aqueles que não quiserem ser obrigados a ceder, como já aconteceu com o Iraque, Afeganistão, Iugoslávia e outros. A ONU intervirá em nome de uma “missão humanitária” através da OTAN ou da força de reação européia, em um esforço para eliminar qualquer vestígio de resistência. Esse plano, elaborado pelo Clube, foi posto em prática em 1999, quando a OTAN declarou que tinha o direito de intervir no Kosovo, porque a comunidade internacional ‘havia achado’ que o estado iugoslavo não respeitava os direitos humanos. Os membros do clube Bilderberg já há muito tempo pedem à ONU desempenhe um papel militar maior, com a esperança de convertê-la em uma Polícia Global, conforme nos explica Jim Tucker em um artigo da revista Spotlight.

Os membros do Clube Bllderberg planejam usar. como passo intermediário, a ONU como Polícia Global como propósito de corroer ainda mais a independência e a soberania nacionais na Europa. No site da Internet www.european-defence.co.uk, as linhas gerais do projeto são explicadas. Essa propaganda promocional diz que é e fundamental importância para os que querem a globalização que Áustria, Suíça, Finlândia e Irlanda concordem em participar da força da União Européia, porque isso lhes permitiria adquirir um condição melhor que a de observadores da EU, ou membros da Sociedade para a Paz da OTAN, sem comprometer-se completamente com a defesa coletiva e por em perigo o seu status de neutralidade.

Em segundo lugar, sua participação cria um marco que mais tarde será utilizado para aprovar seus acordos emaranhados com o deliberado propósito de evitar o debate político. Trata-se, uma vez mais, de outro passo em direção ao Governo Mundial Único. A Áustria destinou cerca de 2 mil soldados pra Missões de Paz da ONU; a Finlândia, 2 mil; a Suécia 1.500, e a Irlanda, mil.

Acho que é apropriado terminar este capítulo dedicado a descrever a Comissão Trilateral e seu abraço mortal sobre o mundo e a visão sinistra da globalização de David Reckefeller, com a seguinte citação do clérigo do Século XIX, Edwin H. Chapin: “Nenhum exército e nenhuma Nação fizeram avançar a raça, porém, aqui e ali, no transcurso do tempo, sempre existiu um indivíduo que se levanta e projeta sua sombra sobre o mundo”.    

Carlos I. S. Azambuja é Historiador.

5 comentários:

Anônimo disse...




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acp

Escreva um seu artigo seu a desmentir o falso decalogo de lenin que desde que a internet existe engana tolos. Aquele, sobre greves, libertinagem, armas... Nem lenin nem nenhum comuna o escreveu.

Ou pesquise e publique artigo de outrem.

acp

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Escreva um seu artigo seu a desmentir o falso decalogo de lenin que desde que a internet existe engana tolos. Aquele, sobre greves, libertinagem, armas... Nem lenin nem nenhum comuna o escreveu.

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Anônimo disse...

Um artigo na Enciclopédia Bloch na década de 1960, sobre profecias de Nostradamus e das pirâmides do Egito, dizia que os ditames da ONU nunca seriam acatados.

Osvaldo Aires Bade - EducaOK disse...

Esse comentário acima deve ser eliminado e seu autor bloqueado.

Anônimo disse...

Correção: pirâmides de povos pré-colombianos.

Anônimo disse...

Mídia Sem Máscara - "Corruptocratas da ONU: poupem-nos da falsa santidade dos refugiados!".