sábado, 10 de setembro de 2016

Rumo a uma sociedade sem dinheiro em espécie


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos I. S. Azambuja

Mais um texto, resumido, publicado no livro “A Verdadeira História do Clube Bilderberg”, de autoria de Daniel Stulin, publicado no Brasil em 2005 pela editora Planeta. Daniel Stulin é jornalista, especialista em Comunicação. Investiga as atividades secretas do Clube Bilbergerg há 13 anos. É ganhador de três prêmios de pesquisa nos EUA e Canadá.

Alguns depoimentos do autor:

- ‘O Clube Bilderberg quer uma era de pós-nacionalismo, na qual já não haverá países, somente regiões e valores universais, uma economia universal, um governo universal – designado; não eleito – e uma religião universal” (jornal Época, Madri);

- “Já tentaram me matar por investigar o Clube Bilderberg” (La Gaceta de los Negocios);
- Bilberberg pretende destruir todas as religiões. Não apenas a católica, mas a islâmica, a judia, todas...” (La Gaceta de los Negocios);

- “Não acredite em mim, investigue! Tenho pilhas de documentos que atestam tudo o que digo” (La Vanguardia).

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Não faz muito tempo, tanto filósofos como leigos consideravam insondáveis o conceito aterrador de um mundo futurista, transmitido por meio de uma miríade de livros e filmes de ficção científica, onde os humanos – assinalados pela “marca da besta”- se convertem em escravos, e cujas dignidade, humanidade e honra se vêem confiscadas em nome da Nova Ordem Mundial, e “seu forte individualismo sacrificado sobre o altar da harmonia mundial sacrificada”.

Depois, na década de 1960, os adeptos da globalização se deram conta de que o mundo não estava mudando suficientemente rápido para seu gosto, e decidiram agir. Em 1962, Nelson Rockefeller pediu auxílio para a criação de uma Nova Ordem Mundial: “Os temas da atualidade exigem aos gritos, uma nova Ordem Mundial, porque a antiga desmorona, e uma nova ordem nova e livre luta para emergir à luz (...) Antes de que possamos nos dar conta, terão se estabelecido as bases da estrutura federal para um mundo livre”.

Se a informação dos capítulos anteriores era alarmante, a que se segue lhe produzirá calafrios na espinha, porque nos aproximamos das etapas finais da Escravidão Total.

A sociedade sem dinheiro líquido não é um “novo” conceito, mas um antigo recuperado pela elite globalizadora para exercer um controle absoluto sobre todos os indivíduos. Em agosto de 1975, o senador Frank Church declarou que “o governo tem capacidade tecnológica para impor uma tirania total no caso de um ditador tomar o Poder. Não existiria um só lugar para se esconder”.

O dinheiro em moeda nos garante intimidade e anonimato ou, o que é o mesmo, liberdade. Também nos garante independência. Todos nós poderíamos conseguir que todos os bancos do mundo quebrassem apenas sacando simultaneamente o dinheiro que temos depositado neles. O dinheiro em espécie também é sinônimo de descentralização.

O governo sabe que para controlar, vigiar e seguir a pista da população o dinheiro em espécie deve ser suprimido. Na década de 1960, segundo meu avô – um oficial de contra espionagem da KGB – esse serviço planejou introduzir um cartão de crédito no sistema para poder, assim, efetuar com facilidade o acompanhamento tanto das pessoas como do dinheiro. Para sua desgraça, embora felizmente para o resto da população, havia um inconveniente de caráter prático em todo esse assunto.

Naquela época, as lojas russas se se caracterizavam por alguma coisa, era por falta de mercadorias. Embora cada cidadão russo dispusesse de um sofisticado cartão, o governo quase não podia seguir a pista de ninguém, exceto um grupo muito reduzido de clientes, geralmente aqueles que tinham contatos, aqueles que conheciam alguém em algum lugar e que podia trocar seus bens e favores pelos de seus amigos.

Isto me faz lembrar um fato de minha juventude: uma vez, meu pai e eu, em pleno inverno, quando voltávamos para casa depois de esperar duas horas num supermercado local, encontramos alguns amigos da família. Antes de irmos embora, meu pai trocu doze rolos de papel higiênico por um par de sapatos que estavam pequenos para o seu amigo. Conforme meu pai explicou mais tarde, as pessoas sempre carregavam consigo alguma coisa que não lhes servia e que pudesse trocar por algo mais proveotoso.

Como já disse, o objetivo da Nova Ordem Mundial é erradicar os poderes descentralizados, para isso é preciso suprimir os territórios independentes, pois são mais difíceis de controlar, e criar uma comunidade européia dependente a fim de estabelecer um Governo Mundial Único (autoridade universal, monopólio) que se autoperpetue.  

Na década de 1980, o professor B. A. Hodson, diretor do Centro Informático da Universidade de Manitoba, recomendou gravar uma marca identificadora na testa de cada indivíduo. Em um primeiro momento, a idéia consistia em tatuar um fluido permanente, não tóxico, sobre a carne humana, que ficaria translúcido com a ajuda de raios ultravioletas ou infravermelhos.

Em 20 d setembro de 1973, a primeira página da Senior Scholastics – uma publicação especializada 9agora desaparecida) orientada para os centros de ensino secundário e superior – mostrava um grupo de meninos com números tatuados na testa e divulgava um artigo de fundo intitulado “Necessidades sociais e direitos Privados. Quem os vigia?” Naquele artigo especulava-se sobre o seguinte: “Sem moeda, sem troco e sem cheques.

No programa seria atribuído um número a todas as pessoas, tatuado no pulso ou na testa. Da mesma forma, todos os bens de consumo seriam marcados digitalmente. No ponto de controle, graças a um computador situado na saída da loja, seria captado o numero dos artigos selecionados para a compra, assim como o número da pessoa, e automaticamente o computador calcularia o preço e descontaria esse valor na conta do cliente”.    

Linus Pauling, o Prêmio Nobel de Química de 1954, propôs que fosse tatuado nos pés ou na testa de todos os jovens o código de seu respectivo genótipo.

Em 1974, um professor da Universidade pública de Washington, o doutor R. Keith, inventou uma pistola laser que seria empregada que serviria para numerar peixes em menos de um sgundo.

O assessor do Serviço de Inteligência McAlvany declarou que “a era do dinheiro em papel-moeda está chegando ao fim e uma nova era com uma sociedade sem dinheiro está amanhecendo. Se os cartões de débito e crédito modernos podem ser trocados por dinheiro em espécie, então cada transação econômica de sua vida pode ser pod ser catalogada e armazenada como uma futura referência, e aqueles com poder de impedir seu acesso ao dinheiro eletrônico podem estrangulá-lo no espaço de tempo de uma batida de coração. O potencial do totalitarismo para chantagear e controlar é inacreditável, mas a maioria das pessoas nem sequer parece se dar conta”.

Michael Journal, do Canadá, lançou uma advertência sinistra sobre os perigos dos cartões de débito: “Enquanto você puder tirar dinheiro líquido dos caixas automáticos por meio de cartões, estes lhes parecerão bastante práticos, já que eliminam a necessidade de carregar dinheiro consigo. Nesse caso, o sistema de cartão de débito se converterá se converterá em um instrumento para exercer um controle absoluto sobre o ser humano.

O objetivo a ser conseguido é uma sociedade sem dinheiro, na qual toda transação econômica deva fazer-se obrigatoriamente através de um sistema bancário informatizado, que possa ser utilizado se, por qualquer motivo você for classificado como persona non grata”. Tomem como exemplo o autor deste livro. Quanto tempo você pensa que a Nova Ordem Mundial me deixará conservar meu dinheiro em minha conta eletrônica, que em definitivo são apenas números em uma tela, antes de decidir suprimir cada euro duramente ganho apenas apertando a tecla de apagar do teclado do computador?

Ou você acha realmente que depois de ler este livro eles me deixarão seguir agindo com inteira liberdade? Convertido em “inimigo do Estado” pelo governo, eles só precisarão apagar seu número do computador central e você já não poderá comprar nem vender, e, desse modo, o condenarão a desaparecer pouco depois. No caso de Boris Illinietz, um dissidente soviético exilado no Ocidente na década de 70 e que vive atualmente em Paris, o Estado lhe confiscou o dinheiro antes de afastá-lo por meio da imposição de um exílio permanente no estrangeiro, por atividade anti-soviética, uma frase chave para persona non grata.

O fluxo contínuo de notícias procedente da imprensa mundial ao longo dos anos 1970 e 1980, apontou questões preocupantes sobre as implicações da tecnologia do Grande Irmão sob nossa pele.

Em 1980 reportagens anônimas de investigação que apareceram em U.S. News & World Report assinalavam que o governo federal estava considerando implantar “cédulas de identidade nacional sem as quais ninguém poderia trabalhar nem esquecer uma atividade.”

Em 1981 The Denver Post Sun perguntava em voz alta o que sucederia se algum dia os implantes demicrochips substituíssem as cédulas de identidade. O artigo, com data de 21 de junho de 1981, dizia em um trecho: “Coloca-se o chip, aproximadamente do diâmetro de uma grafite de lapiseira (...) em uma agulha que se encaixa em uma pequena seringa esterilizada com uma solução asséptica (...), pode ser injetado com uma seringa simples – do tipo que é utilizada para injetar insulina nos portadores de diabetes – em um ser humano ou animal (...), codifica-se uma pessoa com um número exclusivo de doze dígitos -.A agulha é recarregada e já está pronta para identificar algo ou alguém para sempre”.

Uma ilustração de página inteira em um exemplar de 1993 do London Daily Mail mostrava as donas de casa européias fazendo compras apenas colocando as mãos sobre a tela do computador na caixa registradora. Como comparação histórica, quando Sylvan Goldman inventou o primeiro carrinho de compras, em 1937, teve que contratar demonstradores paa ensinar como se usava o novo artefato.

Em Oklahoma, os clientes estavam acostumados a ir às compras com pesadas cestas de metal e não sabiam o que fazer com os confortáveis carrinhos de rodas. As revistas daquele ano estavam cheias de imagens sensacionais de donas de casa empurrando os novos e “confortáveis” carrinhos de compras pelos corredores das lojas. Hoje em dia, um outro tipo de imagens enche as primeiras páginas das revistas: as de donas de casa com um “confortável” microchip inserido debaixo da pele. A história só e repete para aqueles que desconhecem os fatos.

Em 7 de maio de 1996, o Chicago Tribune expôs problemas preocupantes em torno das implicações da tecnologia subcutânea inventada pelo Grande Irmão.

Em agosto de 1998, a BBC informou sobre o primeiro implante humano e microchips.

The Sunday Oregonion juntou-se à crescente lista de meios de comunicação preocupados com as tecnologias alfanuméricas de identificação sanitária, capazes de seguir os indivíduos, que “reduziriam as liberdades pessoais e o direito à intimidade”.O artigo de fundo do jornal mostrava humanos com códigos de barra na testa.  


Carlos I. S. Azambuja é Historiador.

6 comentários:

Anônimo disse...

A Bíblia antevê com precisão o futuro. O artigo fala nada mais nada menos do que o número da besta.

Apocalipse capítulo 13 versículo 16: Também obrigou todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, a receberem certa marca na mão direita ou na testa.

Apocalipse capítulo 13 versículo 18: Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de homem. Seu número é seiscentos e sessenta e seis.

Índio/SP

Anônimo disse...

E a 'humanidade' continua em direção ao seu porvir! (A menos que consigamos evitar a destruição dessa nossa 'espaçonave' a tempo de alcançarmos condições tecnológicas para nos proliferarmos nos céus desse nosso universo.)

Agora, aqui entre a gente, existe trecho mais ridículo do que esse?

“Coloca-se o chip, aproximadamente do diâmetro de uma grafite de lapiseira (...) em uma agulha que se encaixa em uma pequena seringa esterilizada com uma solução asséptica (...), pode ser injetado com uma seringa simples – do tipo que é utilizada para injetar insulina nos portadores de diabetes – em um ser humano ou animal (...), codifica-se uma pessoa com um número exclusivo de doze dígitos -.A agulha é recarregada e já está pronta para identificar algo ou alguém para sempre”.

Anônimo disse...













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acp

Escreva um seu artigo seu a desmentir o falso decalogo de lenin que desde que a internet existe engana tolos. Aquele, sobre greves, libertinagem, armas... Nem lenin nem nenhum comuna o escreveu.

Ou pesquise e publique artigo de outrem.

acp

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acp

Escreva um seu artigo seu a desmentir o falso decalogo de lenin que desde que a internet existe engana tolos. Aquele, sobre greves, libertinagem, armas... Nem lenin nem nenhum comuna o escreveu.

Ou pesquise e publique artigo de outrem.

acp

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Anônimo disse...

Carlos I. S. Azambuja seus textos são importantes...

Para quem nunca ouviu falar (sobre "chips, implantes, sinal da besta"), uma coleção de sites sobre o assunto...

http://thoth3126.com.br/implante-de-chips-na-suecia-termina-em-festa/

http://thoth3126.com.br/microchips-implantes-como-um-aplicativo-definitivo/

http://thoth3126.com.br/implantacao-obrigatoria-de-microchips-nos-eua-em-2013/

http://thoth3126.com.br/implante-de-microchip-como-anticoncepcional/

http://thoth3126.com.br/implante-de-chips-em-funcionarios-de-empresas/

http://www.boatos.org/ciencia/chip-mondex-uma-das-maiores-farsas-da-internet.html

http://www.anovaordemmundial.com/2014/05/cientistas-afirmam-que-os-implantes-de-microchips-rfid-em-seres-humanos-nao-serao-opcionais.html

http://www.anovaordemmundial.com/2013/10/2004-fda-aprova-os-primeiros-chips-rfid.html

http://www.anovaordemmundial.com/2013/11/o-chip-cubano-se-alastra-pela-america.html

http://article.wn.com/view/2013/03/30/Biological_Computer_Stanford_Researchers_Discover_Genetic_Tr/

“E seguiu-os o terceiro anjo, dizendo com grande voz: Se alguém adorar a besta, e a sua imagem, e receber o SINAL na sua testa, ou na sua mão, também este beberá do vinho da ira de Deus…”. Apocalipse 14:9-10

Anônimo disse...

Se a sociedade fecha os olhos para não ver, não tardará a sentir os
funestos efeitos da sua criminosa indiferença.
Krone

Temos aprendido a voar como os pássaros, a nadar como os peixes,
mas não aprendemos a sensível arte de viver como irmãos.
Martin Luther King

Anônimo disse...

Um Centro Comercial Mundial:

O apóstolo João disse, em Apocalipse 13, que essa nova ordem econômica internacional iria dominar todos os habitantes da Terra.

Conforme disse o presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton, "esta nova economia global veio para ficar. Não podemos querer mantê-la à distância. Não podemos fugir dela. Não podemos construir muros cercando nossa nação. Nós devemos prover liderança mundial, devemos competir, não recuar".¹

1 International Herald Tribune, 6 de julho de 1993.