domingo, 16 de outubro de 2016

Vida Nova


“País Canalha é o que não paga precatórios”.

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Após as eleições de 2 de outubro passado, posso dizer que o Brasil está salvo.

A classe média acordou.

Assim, decidi não mais falar de politicagem.

Resumirei tudo o que penso a respeito numa única frase:

País canalha é o que não paga precatórios.

Este será também o subtítulo de todos os próximos artigos.

Procurarei apenas dar informações úteis.

Muito cuidado com o BigData. É uma ferramenta que será utilizada para nos escravizar.

Evitem fazer pagamentos com cartões de débito ou crédito.

Em pouco tempo, os bancos saberão toda sua vida; seus hábitos, seus roteiros e sua rotina.

O pretexto dos que tentam implantar a Nova Ordem Mundial para acabar com o papel-moeda (dinheiro vivo) é o combate à lavagem de dinheiro e ao tráfico.

Imaginem um governo “bonzinho” que mande bloquear todas as suas contas correntes. Sem papel-moeda  estaremos “mortos”. Nem pãozinho na padaria compraremos.

Não forneçam o número de seus documentos a não ser em último caso.

Enquanto for possível, não informem o número do seu título de eleitor na declaração do Imposto sobre a Renda.

O que tem a ver uma coisa com outra?

Finalmente, evitem ao máximo a identificação biométrica.

Os bancos a utilizarão para não deixá-los sacar o seu dinheiro nas caixas automáticas, com a “gentil” desculpa de que houve erro na captura de dados.

Bandidos!


Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

2 comentários:

Anônimo disse...

Sempre tive alergia contra essa babaquice de fornecer dados pessoais indiscriminadamente...Eu nunca informei o título de eleitor na declaracao de IR, justamente por não existir uma única justificativa honesta para nos submetermos a mais esta intromissao safada do estado em nossa vida...

Anônimo disse...

Pois eu ando sempre com um tubo de cola superbonder no bolso.
Se a máquina do banco não reconhece a minha digital, eu taco suberbonder no leitor e no buraco do cartão.
O custo de reparo para o banco é muito menor do que o transtorno que eu tenho pela recusa, mas o sabor da vingança vale a pena!
É a minha rebelião civil contra o sistema...
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V, de Vingança!