sexta-feira, 18 de novembro de 2016

O terrorismo e a sabotagem no combate subterrâneo



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos I. S. Azambuja

No terrorismo o ato criminoso se torna um ato de guerra. O ato terrorista deve ser entendido como um ato violento de guerra irregular, que o código criminal do país em que ocorre considera ato criminoso premeditado, e que, conforme a intenção de seus perpetradores, visa causar pânico ente os direta e indiretamente afetados.

O ato de terror tem a intenção de tornar inseguro o adversário, intimidá-lo e convencer a população que o guerrilheiro o quer conquistar para a sua causa, da debilidade do adversário e sua inabilidade em defender-se. O ato terrorista deve demonstrar, “de maneira impressionante e exemplar eu a estrutura de opressão do Estado não tem mais capacidade de efetiva e forma duradoura de defender os interesses da classe proprietária em certas áreas”. Finalmente, o ato de terror tem também a finalidade de levar o inimigo ao contra-terror, a medidas de retaliação que afetam a população inteira ou, pelo menos, aqueles que são inocentes, não participantes dos atos de terror. Tais medidas são ineficazes, fazem a população ressentida e proporcionam aos guerrilheiros um benvindo material de propaganda.

O resultado material do ato de terror – o dano real, efetivo, causado ao adversário – desempenha apenas um papel secundário em comparação com os efeitos psicológicos, a intimidação, o efeito de susto, por um lado, e o de propaganda, por outro. “Um possível objetivo do terror”, destaca Martin Oppenheimer, “é fazer a repressão tão dispendiosa que um governo recuará ante a ocupação continuada. O terrorismo indiscriminado tende a ser mais desorganizado; o terrorismo discriminado, de maior potencial simbólico, é orientado para a conquista de aliados e não para o desencorajamento de uma força ocupante. Pode até ser primariamente motivado pela conclusão de que o contra-terror será provocado, com o que aliados
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O texto acima é um dos capítulos do livro “A Guerra Irregular Moderna”, de autoria de Friedrich August Von Der Heydte, editado em 1990 pela BIBLIEX.
A Guerra Irregular, segundo o autor, vem substituindo, gradativamente, a guerra convencional, porquanto não se prende às leis e às normas internacionais já estabelecidas. Em sua advertência, o autor cita as diferentes formas de atuação desse tipo de guerra, que já se fez presente, inclusive na América Latina.


Carlos I. S. Azambuja é Historiador.

4 comentários:

Anônimo disse...






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acp

Ao lado de apresentar ao povo as barbaridades dos terroristas é necessário permitir e incentivar qiue o povo se arme e se defenda.

Os terroristas precisam enfrentar um povo em armas.

acp

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Anônimo disse...














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acp

O EB tem, ou teve, a estratégia de resistência.

Em caso de invasão de parte do pátrio território por força não-deslocável por convencionais tropas haveria utilização de reservistas e regulares para atividades de erodição de posições.

O CIGS chegou a testar armas para tal atuação. Escolheu a carabina Puma .38

acp

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Anônimo disse...










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acp

Falso! Inexiste tal decálogo!

Nunca houve catalogação de donos de armas. Os comunas distribuíram armas às mancheias ao povo nas revoluções. Depois, tiveram de pedir que as devolvessem, pois não sabiam quem as tinha!

Ao tempo dos bolcheviques inexistiam meios de comunicação de massa, nada de rádio ou tv.

lenin era um conservador em termos sexuais.

Nunca trataram de democracia.

Nunca desmereceram a Rússia

Greves realizaram.

Eram subversivos, não podiam evitar que os czaristas contivessem a subversão, as greves, as bagunças.

Não se puseram contra a moral. Não derrubaram a honestidade. Inexistia votação de interesse dos comunas.

acp

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Anônimo disse...








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acp

Escreva um seu artigo seu a desmentir o falso decalogo de lenin que desde que a internet existe engana tolos. Aquele, sobre greves, libertinagem, armas... Nem lenin nem nenhum comuna o escreveu.

Ou pesquise e publique artigo de outrem.

acp

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acp

Falso! Inexiste tal decálogo!

Nunca houve catalogação de donos de armas. Os comunas distribuíram armas às mancheias ao povo nas revoluções. Depois, tiveram de pedir que as devolvessem, pois não sabiam quem as tinha!

Ao tempo dos bolcheviques inexistiam meios de comunicação de massa, nada de rádio ou tv.

lenin era um conservador em termos sexuais.

Nunca trataram de democracia.

Nunca desmereceram a Rússia

Greves realizaram.

Eram subversivos, não podiam evitar que os czaristas contivessem a subversão, as greves, as bagunças.

Não se puseram contra a moral. Não derrubaram a honestidade. Inexistia votação de interesse dos comunas.

acp

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acp

Escreva um seu artigo seu a desmentir o falso decalogo de lenin que desde que a internet existe engana tolos. Aquele, sobre greves, libertinagem, armas... Nem lenin nem nenhum comuna o escreveu.

Ou pesquise e publique artigo de outrem.

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