sábado, 12 de novembro de 2016

Os socialistas temem todas as reformas


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos I. S. Azambuja

Que liberdades deveriam os legisladores conceder aos homens? Seria a liberdade de consciência? Mas, então, o povo a aproveitaria para se tornar ateu.

Seria a liberdade de ensino? Mas aí os pais pagariam professores para ensinar a imoralidade e o erro aos seus filhos; além disso, de acordo cm Thiers (Marie Joseph Louis Adolphe Thiers – 1797-1877, historiador, foi presidente a França) se a educação fosse deixada longe das mãos do Estado, ela deixaria de ser nacional e passaríamos a ensinar às nossas crianças as idéias de outros povos, ao passo que, graças ao despotismo da educação pública, elas têm, no momento, a ditosa oportunidade de ser educadas dentro das nobres idéias dos romanos.

Liberdade de trabalho? Mas isso significa concorrência, cujo resultado é deixar todos os produtos sem consumo, arruinar a burguesia e exterminar o povo. 

Seria a liberdade de comércio? Mas todos sabem, e os defensores do protecionismo já o mostraram à sociedade, que o livre-comércio é a ruína dos que se dedicam a ele e que, para enriquecer, é preciso comercializar sem liberdade.

A liberdade de associação? Mas, de acordo com a doutrina socialista, a verdadeira liberdade e a associação se excluem, já que se aspira, precisamente, arrebatar aos homens sua liberdade para forçá-los a se associarem.

Bem se vê que os social-democratas não podem, em sã consciência, conceder aos homens nenhuma liberdade, pois acreditam que, por sua própria natureza, a menos que os socialistas intervenham para pôr ordem em tudo, eles se inclinam a toda espécie de degradação e desastre.
Resta descobrir, nesse caso, sobre qual fundamento se reclama para eles, com tanta insistência, o sufrágio universal.

...E TAMBÉM REJEITAM A LIVRE ESCOLHA

Note-se que lhes contesto não o direito de inventar combinações sociais, propagá-las, recomendá-las e experimentá-las em si mesmos, por sua própria conta e risco, mas o direito de nos impor tudo isso por meio da lei, ou seja, da força ou dos impostos.

Não peço que os adeptos dessas várias escolas de pensamento:os cabetistas, os fourieristas, os proudhonianos, os universitaristas e os protecionistas renunciem às idéias que lhes são particulares, mas apenas àquela que lhes é comum, de nos submeter pela força aos seus grupos e séries, às suas obras públicas, ao seu banco gratuito, à sua moralidade Greco-romana e aos seus entraves comerciais. O que lhes peço é que nos seja deixada a faculdade de julgar seus planos e de não nos associar a eles, direta ou indiretamente, se julgarmos que ferem nossos interesses ou repugnam a nossa consciência.

Pois a pretensão de apropriar-se do Poder e dos impostos, além de opressora e espoliadora, origina ainda esta hipótese perniciosa: a infalibilidade dos organizadores e a incompetência da humanidade. Mas se a humanidade não tem competência para julgar por si mesma, por que, então, falamos de sufrágio universal?


Carlos I. S. Azambuja é Historiador.

6 comentários:

Anônimo disse...


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acp

Um seu artigo seu seu!

Nao uma citação ou um resumo!

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Anônimo disse...




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acp

Ao lado de apresentar ao povo as barbaridades dos terroristas é necessário permitir e incentivar qiue o povo se arme e se defenda.

Os terroristas precisam enfrentar um povo em armas.

acp

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Anônimo disse...












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acp

O EB tem, ou teve, a estratégia de resistência.

Em caso de invasão de parte do pátrio território por força não-deslocável por convencionais tropas haveria utilização de reservistas e regulares para atividades de erodição de posições.

O CIGS chegou a testar armas para tal atuação. Escolheu a carabina Puma .38

acp

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Anônimo disse...








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acp

Falso! Inexiste tal decálogo!

Nunca houve catalogação de donos de armas. Os comunas distribuíram armas às mancheias ao povo nas revoluções. Depois, tiveram de pedir que as devolvessem, pois não sabiam quem as tinha!

Ao tempo dos bolcheviques inexistiam meios de comunicação de massa, nada de rádio ou tv.

lenin era um conservador em termos sexuais.

Nunca trataram de democracia.

Nunca desmereceram a Rússia

Greves realizaram.

Eram subversivos, não podiam evitar que os czaristas contivessem a subversão, as greves, as bagunças.

Não se puseram contra a moral. Não derrubaram a honestidade. Inexistia votação de interesse dos comunas.

acp

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Anônimo disse...






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acp

Escreva um seu artigo seu a desmentir o falso decalogo de lenin que desde que a internet existe engana tolos. Aquele, sobre greves, libertinagem, armas... Nem lenin nem nenhum comuna o

escreveu.

Ou pesquise e publique artigo de outrem.

acp

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acp

Falso! Inexiste tal decálogo!

Nunca houve catalogação de donos de armas. Os comunas distribuíram armas às mancheias ao povo nas revoluções. Depois, tiveram de pedir que as devolvessem, pois não sabiam quem as tinha!

Ao tempo dos bolcheviques inexistiam meios de comunicação de massa, nada de rádio ou tv.

lenin era um conservador em termos sexuais.

Nunca trataram de democracia.

Nunca desmereceram a Rússia

Greves realizaram.

Eram subversivos, não podiam evitar que os czaristas contivessem a subversão, as greves, as bagunças.

Não se puseram contra a moral. Não derrubaram a honestidade. Inexistia votação de interesse dos comunas.

acp

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acp

Escreva um seu artigo seu a desmentir o falso decalogo de lenin que desde que a internet existe engana tolos. Aquele, sobre greves, libertinagem, armas... Nem lenin nem nenhum comuna o

escreveu.

Ou pesquise e publique artigo de outrem.

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Anônimo disse...

"... o mostraram à saciedade..." e não "... à sociedade..." .