quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Por que o FBI apoiou o Trump que virou amigo íntimo de Putin?


QUE CAVALO FORTE É ESSE HEIN?  PARA AGUENTAR PUTIN E TRUMP... MY GOD!!!

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Mtnos Calil

A vitória de Trump tem uma importância extraordinária sendo produto dos erros crassos do processo de globalização em curso. Porém como você mesmo deu a entender com a expressão  “contradições internas”, a fase que estamos passando é certamente uma das mais complexas da história da humanidade.

E para compreender o que se passa, precisamos ter uma visão ampla e multidisciplinar. Existem por exemplo, alguns elementos psicológicos comuns a Trump e Putin, o que explicaria a sua surpreendente união. Em síntese, o que os une é o narcisismo. Pode ser que existam outros fatores desta união, mas o narcisismo é evidente. A vitória de Trump implicará algumas mudanças imprevisíveis, inclusive para ele mesmo. 

A complexidade em que vivemos hoje fez da imprevisibilidade um elemento básico e que nos impõe este extraordinário desafio: “gerenciar a imprevisibilidade”.  Esse gerenciamento não pode ser feito na base do Plano B, ou mesmo C.  Eu tenho apostado na imprevisibilidade. Não apostei na vitória de Trump, mas sim numa série de fenômenos, todos imprevisíveis (ou mesmo inimagináveis). Um amigo me disse há alguns anos a frase “tudo pode acontecer”. Na ocasião recebi essa comunicação com um certo desdém. Mas refletindo melhor, acabei concordando com essa imprevisibilidade radical. A eleição de Trump é um bom exemplo. 

Assim voltamos ao nosso debate sobre o trumpismo. Me lembrei de um artiguete que escrevi em setembro do ano passado falando do Putin e que reproduzi abaixo. 

A vitória de Trump poderia ou dar inicio a uma nova fase pós-comunista do capitalismo ou provocar uma regressão terrível. O fato é que o povo americano (ou as camadas mais pobres – e brancas – deste povo) está se INSURGINDO REVOLUCIONARIAMENTE CONTRA O ESTABLISHMENT. Se isso não for uma revolução é certamente uma “ruptura institucional democrática”. 

Tudo que vai acontecer (ou quase tudo) vai depender da reação dos “agentes econômicos”. A economia (leia-se “dinheiro”) vai continuar governando a humanidade, agora na base do  “protecionismo”. Trump deu um tiro na globalização. O que será que ele vai fazer com os bancos? O Banco Central americano vai continuar independente?  

Quanto ao Brasil, o que se prevê é um passo atrás no processo temer-oso de recuperação em curso, com o aumento do dólar (para a alegria dos exportadores) e com o encolhimento  do IED - Investimento estrangeiro direto. 

E para compreendermos a personalidade de Trump, temos que dividir o sujeito em duas partes: uma maligna e outra benigna. A arte beniga eu desconheço. Mas muitos veem o nacionalismo de Trump como o fator benigno de sua personalidade narcísica.

Ocorre porém que o nacionalismo é  também uma projeção do narcisismo individual  para a sociedade, e  que se manifesta sob  a forma de “orgulho nacional” – a distância entre o orgulho e o narcisismo é bem menor do que se imagina. 

No Brasil o transtorno vigente é o oposto do narcisismo – é  o  “complexo de vira-lata”  assim explicado por Nelson Rodrigues, em sua crônica publicada na revista Manchete Esportiva, em 1958:

Por “complexo de vira-latas” entendo eu a inferioridade em que o brasileiro se coloca, voluntariamente, em face do resto do mundo. Isto em todos os setores e, sobretudo, no futebol. Dizer que nós nos julgamos “os maiores” é uma cínica inverdade. Em Wembley, por que perdemos? Por que, diante do quadro inglês, louro e sardento, a equipe brasileira ganiu de humildade. Jamais foi tão evidente e, eu diria mesmo, espetacular o nosso vira-latismo. Na já citada vergonha de 50, éramos superiores aos adversários. Além disso, levávamos a vantagem do empate. Pois bem: — e perdemos da maneira mais abjeta. Por um motivo muito simples: — porque Obdulio nos tratou a pontapés, como se vira-latas fôssemos.

Eu vos digo: — o problema do escrete não é mais de futebol, nem de técnica, nem de tática. Absolutamente. É um problema de fé em si mesmo.

O brasileiro precisa se convencer de que não é um vira-latas e que tem futebol para dar e vender, lá na Suécia. Uma vez que ele se convença disso, ponham-no para correr em campo e ele precisará de dez para segurar, como o chinês da anedota.

Insisto: — para o escrete, ser ou não ser vira-latas, eis a questão.


Mtnos Calil, Psicanalista, é Coordenador do Grupo Mãos Limpas Brasil.

2 comentários:

Anônimo disse...

Tinha que ser artigo esquerdista mesmo.

Trump ganhou. Para de choro nojento.

Expulsar os esquerdistas do poder americanos enfraquece a sua ideologia.

Nos sabemos que essa conversa de que Trump aliado de Putin é papo pra boi dormir.

Nós sabemos quem Putin realmente apóia.

Já sabemos o histórico esquerdista e comunicação da Hillary.


A tática de atrelar Trump com Putin não funcionou.

CHORA QUE O CHORO É LIVRE SOCIOPATA.

LOGO LOGO O BRASILEIRO VAI ACABAR COM ESSA PRESUNCAO DE VOCES.

VAMOS PISAR EM VOSSAS CABECAS E VCS NEM A ROUPA DO CORPO TRRAO.

Fabiano Santos disse...

Só mais um esquerdinha escrevendo esquerdice.
Aceita que dói menos, perdedores!