domingo, 27 de novembro de 2016

Recordando a Intentona Comunista


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos I. S. Azambuja

1. Abdiel Ribeiro dos Santos - 3º Sargento
2. Alberto Bernardino de Aragão - 2º Cabo
3. Armando de Souza Mello - Major
4. Benedito Lopes Bragança - Capitão
5. Clodoaldo Ursulano - 2º Cabo
6. Coriolano Ferreira Santiago - 3º Sargento
7. Danilo Paladini - Capitão
8. Fidélis Batista de Aguiar - 2º Cabo
9. Francisco Alves da Rocha - 2º Cabo
10. Thadeu Augusto Lima Costa - 3º Cabo
11. Geraldo de Oliveira - Capitão
12. Jaime Pantaleão de Moraes - 2º Sgt
13. João de Deus Araújo - Soldado
14. João Ribeiro Pinheiro - Major
15. José Bernardo Rosa - 2º Sargento
16. José Hermito de Sá - 2º Cabo
17. José Mário Cavalcanti - Soldado
18. José Menezes Filho - Soldado
19. José Sampaio Xavier - 1º Tenente
20. Lino Vitor dos Santos - Soldado
21. Luiz Augusto Pereira - 1º Cabo
22. Luiz Gonzaga - Soldado
23. Manoel Biré de Agrella - 2º Cabo
24. Misael Mendonça –Ten Cel
25. Orlando Henrique - Soldado
26. Pedro Maria Neto - 2º Cabo
27. Péricles Leal Bezerra - Soldado
28. Walter de Souza e Silva - Soldado
29. Wilson França - Soldado
30. Jeferson Almeida Xavier - Soldado
31. Bolívar Bueno -Soldado
32. Adalberto Noronha Ventura - 2° Sgt

Os militares acima foram mortos em 27 de novembro de 1935, enquanto dormiam, em Natal, Recife e no Terceiro Regimento de Infantaria, na Praia Vermelha, quando da Intentona Comunista, planejada e dirigida pela 3.ª Internacional, da qual Luiz Carlos Prestes, desde 8 de junho de 1934, era membro dirigente, em Moscou, integrando a Comissão Executiva.
Todavia, somente depois do desmantelamento do socialismo real, primeiramente nos países satélites do Leste Europeu, em 1989, e depois na própria União Soviética, que desapareceu definitivamente em dezembro de 1991, vieram à luz os relevantes serviços prestados à humanidade, primeiro por Gorbachev - o último dos Grandes Timoneiros - e depois por Boris Yeltsin, um ex-comunista.

Gorbachev, durante os cinco anos em que dirigiu o Estado soviético e o Partido Comunista, comprovou, na prática, que o socialismo não funciona.
Boris Yeltsin, por sua vez, abriu os arquivos da 3.ª Internacional (Komintern), derrubando diversos mitos incorporados à História do Brasil.

Os arquivos comprovaram que:

Desde 1934, Prestes era um assalariado dos soviéticos, situação que perdurou por toda a sua vida, uma vez que, após ser expulso do Exército, nunca desempenhou qualquer atividade remunerada;

Não eram nove os estrangeiros pertencentes ao Serviço de Relações Internacionais do Komintern que se encontravam no Brasil preparando a revolução, como constou nos Inquéritos realizados na época, e sim vinte e dois! No livro “Camaradas”,  William Waak, que pesquisou os arquivos do Komintern, publica seus nomes;

A alemã Olga Benário nunca foi casada com Prestes. Era casada em Moscou com um membro da Academia Militar Frunze, e acompanhou Prestes ao Brasil, cumprindo uma tarefa que lhe fora determinada pelo IV Departamento do Estado-Maior do Exército Vermelho, instância clássica da Inteligência Militar, hoje conhecida pela sigla GRU, e

A determinação para a eclosão da revolução não partiu da direção do PCB ou de Prestes e sim foi expedida, por telegrama desde Moscou, pelo Serviço de Relações Internacionais do Komintern. Fac-simile do telegrama consta no livro Camaradas.

Isto e muito mais consta no livro Camaradas.

Assim, pode ser dito que o jornalista William Waak reescreveu a História do Brasil. Todavia, muitos ex-comunistas, não refeitos da grande ressaca que foi a queda do comunismo, ainda relutam em aceitar a verdade de que por todos esses anos nada mais foram que instrumentos da potência estrangeira responsável pelo assassinato, na calada da noite, de 32 militares brasileiros.

Hoje, oitenta e um anos depois, esses 32 militares, cujas famílias nunca exigiram nada do Estado, merecem nosso respeito, admiração e a merecida homenagem que todos os anos lhes prestamos no monumento alusivo, na Praia Vermelha, no Rio de Janeiro.

Carlos I. S. Azambuja é Historiador.

4 comentários:

Anônimo disse...










.

acp

Ao lado de apresentar ao povo as barbaridades dos terroristas é necessário permitir e incentivar qiue o povo se arme e se defenda.

Os terroristas precisam enfrentar um povo em armas.

acp

.






.

Anônimo disse...


















.

acp

O EB tem, ou teve, a estratégia de resistência.

Em caso de invasão de parte do pátrio território por força não-deslocável por convencionais tropas haveria utilização de reservistas e regulares para atividades de erodição de posições.

O CIGS chegou a testar armas para tal atuação. Escolheu a carabina Puma .38

acp

.






.

Anônimo disse...














.

.

acp

Falso! Inexiste tal decálogo!

Nunca houve catalogação de donos de armas. Os comunas distribuíram armas às mancheias ao povo nas revoluções. Depois, tiveram de pedir que as devolvessem, pois não sabiam quem as tinha!

Ao tempo dos bolcheviques inexistiam meios de comunicação de massa, nada de rádio ou tv.

lenin era um conservador em termos sexuais.

Nunca trataram de democracia.

Nunca desmereceram a Rússia

Greves realizaram.

Eram subversivos, não podiam evitar que os czaristas contivessem a subversão, as greves, as bagunças.

Não se puseram contra a moral. Não derrubaram a honestidade. Inexistia votação de interesse dos comunas.

acp

.


.






.

Anônimo disse...












.

acp

Escreva um seu artigo seu a desmentir o falso decalogo de lenin que desde que a internet existe engana tolos. Aquele, sobre greves, libertinagem, armas... Nem lenin nem nenhum comuna o escreveu.

Ou pesquise e publique artigo de outrem.

acp

.

.

acp

Falso! Inexiste tal decálogo!

Nunca houve catalogação de donos de armas. Os comunas distribuíram armas às mancheias ao povo nas revoluções. Depois, tiveram de pedir que as devolvessem, pois não sabiam quem as tinha!

Ao tempo dos bolcheviques inexistiam meios de comunicação de massa, nada de rádio ou tv.

lenin era um conservador em termos sexuais.

Nunca trataram de democracia.

Nunca desmereceram a Rússia

Greves realizaram.

Eram subversivos, não podiam evitar que os czaristas contivessem a subversão, as greves, as bagunças.

Não se puseram contra a moral. Não derrubaram a honestidade. Inexistia votação de interesse dos comunas.

acp

.


.

acp

Escreva um seu artigo seu a desmentir o falso decalogo de lenin que desde que a internet existe engana tolos. Aquele, sobre greves, libertinagem, armas... Nem lenin nem nenhum comuna o escreveu.

Ou pesquise e publique artigo de outrem.

acp

.




.




.



.




.




.



.




.




.




.



.




.




.



.




.




.



.




.




.




.


.




.




.


.