domingo, 4 de dezembro de 2016

A Tática Revolucionária


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos I. S. Azambuja

A tática é o conjunto de formas, métodos e procedimentos de luta pela realização do objetivo estratégico nas condições histórico-concretas. A tática abarca uma grande quantidade de questões diversas: As formas de luta econômicas, políticas, ideológicas, legais e ilegais, pacíficas ou não-pacificas; a conjugação das diferentes formas de luta: a ofensiva, a defensiva e a retirada; os compromissos e alianças; o aproveitamento das contradições e dos conflitos entre as forças inimigas; a frente única com as massas não proletárias, etc. A tática está vinculada ao trabalho diário do partido na educação e organização da classe operária e de todos os trabalhadores, com a finalidade de levá-los a intervenções revolucionárias e ao logro do objetivo fundamental do movimento.
    
Segundo Lenin: “A tática consiste na união das diferentes formas de luta; no hábil trânsito de uma a outra; na indeclinável elevação da consciência das massas e na ampliação de suas ações coletivas”.
    
Os comunistas sublinham a necessidade da subordinação das tarefas táticas aos objetivos estratégicos.
    
A estratégia é relativamente constante e estável, dependente do grau de desenvolvimento do adversário. Normalmente, as novas tarefas estratégicas surgem quando as anteriores tenham sido cumpridas. Por exemplo: se estão resolvidas as questões relativas à revolução democrática-burguesa, o partido parte para a estratégia referente à revolução socialista.
    
No que concerne à tática: as formas e procedimentos de luta mudam com a alteração de forças das classes, das condições concretas de desenvolvimento de um e outro país e da situação internacional.
    
Os movimentos de libertação nacional não podem desenvolver-se na forma de uma onda crescente e ininterrupta. A desigualdade do desenvolvimento econômico e político do capitalismo provoca fluxos e refluxos, ofensivas e retiradas do movimento revolucionário. A tática objetiva leva em conta essas mudanças.
    
No arsenal de formas de lutas táticas do proletariado revolucionário, entra, por exemplo, a luta por reformas. Em determinadas condições essa luta pode coadjuvar a educação revolucionária do proletariado, a sua preparação para a luta pelo socialismo e o debilitamento da burguesia. O marxismo-leninismo é, ideologicamente, incompatível com o reformismo, mas ensina o proletariado revolucionário a utilizar habilmente a luta por reformas no interesse do socialismo e da revolução.
    
Como já foi dito, a tática não pode ser a mesma para todos os países, pois depende do desenvolvi mento econômico do país dado, da correlação de forças de classes, do amadurecimento político da classe operária e dos demais trabalhadores, do caráter do poder estatal, da situação internacional, etc.
    
Um dos mais importantes princípios da tática é o que leva em conta, obrigatoriamente, o nacional, específico de cada país.
    
Entre as diversas formas táticas de luta, o leninismo dá uma grande importância ao trabalho dos comunistas nos sindicatos, grêmios estudantis e outras organizações de massa, sem o que o Partido Comunista não teria condições de incorporar a maioria da classe operária às suas fileiras.
     
O leninismo considera como uma importante forma tática de luta do proletariado revolucionário a participação dos comunistas nos parlamentos burgueses e nas campanhas eleitorais, sempre buscando empregar habilmente as tribunas para a conquista das grandes massas populares, para a sua educação política e a para a sua organização.
    
Uma outra exigência da tática é saber aproveitar, no interesse do socialismo, as forças dos aliados temporários, assim como as vacilações e contradições no campo inimigo. Para garantir aliados ao proletariado e aproveitar as possíveis contradições entre os inimigos do socialismo, os partidos comunistas devem saber manobrar e concertar compromissos e acordos de cavalheiros com os diferentes partidos não-comunistas, pequeno-burgueses e, em determinadas ocasiões, até com partidos burgueses. Uma tática flexível como essa ajuda a privar o inimigo do apoio popular, a unir em torno da vanguarda proletária as amplas massas trabalhadoras e, finalmente, a organizar as forças para o assalto final, revolucionário, contra o capitalismo.

Carlos I. S. Azambuja é Historiador.

4 comentários:

Anônimo disse...














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acp

Ao lado de apresentar ao povo as barbaridades dos terroristas é necessário permitir e incentivar qiue o povo se arme e se defenda.

Os terroristas precisam enfrentar um povo em armas.

acp

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Anônimo disse...






















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acp

O EB tem, ou teve, a estratégia de resistência.

Em caso de invasão de parte do pátrio território por força não-deslocável por convencionais tropas haveria utilização de reservistas e regulares para atividades de erodição de posições.

O CIGS chegou a testar armas para tal atuação. Escolheu a carabina Puma .38

acp

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Anônimo disse...


















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acp

Falso! Inexiste tal decálogo!

Nunca houve catalogação de donos de armas. Os comunas distribuíram armas às mancheias ao povo nas revoluções. Depois, tiveram de pedir que as devolvessem, pois não sabiam quem as tinha!

Ao tempo dos bolcheviques inexistiam meios de comunicação de massa, nada de rádio ou tv.

lenin era um conservador em termos sexuais.

Nunca trataram de democracia.

Nunca desmereceram a Rússia

Greves realizaram.

Eram subversivos, não podiam evitar que os czaristas contivessem a subversão, as greves, as bagunças.

Não se puseram contra a moral. Não derrubaram a honestidade. Inexistia votação de interesse dos comunas.

acp

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Anônimo disse...
















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acp

Escreva um seu artigo seu a desmentir o falso decalogo de lenin que desde que a internet existe engana tolos. Aquele, sobre greves, libertinagem, armas... Nem lenin nem nenhum comuna o escreveu.

Ou pesquise e publique artigo de outrem.

acp

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Falso! Inexiste tal decálogo!

Nunca houve catalogação de donos de armas. Os comunas distribuíram armas às mancheias ao povo nas revoluções. Depois, tiveram de pedir que as devolvessem, pois não sabiam quem as tinha!

Ao tempo dos bolcheviques inexistiam meios de comunicação de massa, nada de rádio ou tv.

lenin era um conservador em termos sexuais.

Nunca trataram de democracia.

Nunca desmereceram a Rússia

Greves realizaram.

Eram subversivos, não podiam evitar que os czaristas contivessem a subversão, as greves, as bagunças.

Não se puseram contra a moral. Não derrubaram a honestidade. Inexistia votação de interesse dos comunas.

acp

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Escreva um seu artigo seu a desmentir o falso decalogo de lenin que desde que a internet existe engana tolos. Aquele, sobre greves, libertinagem, armas... Nem lenin nem nenhum comuna o escreveu.

Ou pesquise e publique artigo de outrem.

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