sábado, 3 de dezembro de 2016

Via Pacífica e não-Pacífica ao Socialismo


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos I. S. Azambuja

Em uma série de países capitalistas desenvolvidos, a luta pelas mais profundas transformações democráticas leva à possibilidade da transição pacífica do capitalismo em socialismo.

Ao admitirem essa possibilidade, os clássicos do marxismo-leninismo a relacionavam não com o debilitamento da luta de classes, mas sim com o seu aguçamento. Somente a gigantesca superioridade de forças por parte da classe operária é capaz de colocar os círculos reacionários de direita em uma posição tal na qual não poderiam os meios de violência direta.

Nas condições atuais, o rumo para o isolamento político da burguesia monopolista é parte da tendência da mudança radical da correlação de forças em favor do socialismo em escala internacional, do crescimento do poderio político da classe operária, do aprofundamento da contradição entre os monopólios e o povo e da necessidade de profundas transformações democráticas que eliminem o poder dos monopólios. Tudo isso cria possibilidades mais favoráveis para a transição pacífica ao socialismo.

Na via pacífica de desenvolvimento da revolução, como em toda via revolucionária, são inevitáveis as crises e os choques, pois a luta de classes, embora a via seja pacífica, não é menos tenaz, e a participação das massas nessa luta não é menos importante que a participação na luta armada pelo Poder.

Para romper a resistência burguesa no caminho pacífico em direção ao socialismo é necessário um ascenso nacional das massas e o apoio à revolução socialista pelo movimento político da maioria do povo. Somente esse ascenso poderá garantir a transição, não apenas de escalões isolados, mas de todo Poder à classe operária.

Nos documentos do Movimento Comunista Internacional está registrado que a transição pacífica do capitalismo ao socialismo não depende apenas da classe operária, e sim, também, das classes dominantes, que, ao desencadearem a violência contra as massas, tornam inevitável a outra via de luta: a via não pacífica.

Também na esfera política o imperialismo, por sua própria natureza, desenvolve uma reação. Pr isso, a via pacífica nunca estará garantida. Como se assinala nos documentos do Movimento Comunista Internacional, “a classe operária deve estar sempre pronta para a rápida mudança das formas de luta pelo Poder”.

Todavia, qualquer que seja a via - pacífica ou não pacífica – ambas constituem um amplo movimento revolucionário de massas. Tanto uma, como a outra, são vias da revolução, do rompimento do aparelho estatal burguês e do estabelecimento da ditadura do proletariado. Em uma ou outra sempre é necessário e indispensável o emprego da violência revolucionaria contra os exploradores.

Concluindo: qualquer que seja a via de desenvolvimento da revolução socialista, as leis gerais de transição do capitalismo ao socialismo, descobertas pelo marxismo-leninismo, são as mesmas.

Carlos I. S. Azambuja é Historiador.

5 comentários:

Anônimo disse...



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acp

É este texto seu seu?

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Anônimo disse...













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Ao lado de apresentar ao povo as barbaridades dos terroristas é necessário permitir e incentivar qiue o povo se arme e se defenda.

Os terroristas precisam enfrentar um povo em armas.

acp

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Anônimo disse...





















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O EB tem, ou teve, a estratégia de resistência.

Em caso de invasão de parte do pátrio território por força não-deslocável por convencionais tropas haveria utilização de reservistas e regulares para atividades de erodição de posições.

O CIGS chegou a testar armas para tal atuação. Escolheu a carabina Puma .38

acp

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Anônimo disse...

















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acp

Falso! Inexiste tal decálogo!

Nunca houve catalogação de donos de armas. Os comunas distribuíram armas às mancheias ao povo nas revoluções. Depois, tiveram de pedir que as devolvessem, pois não sabiam quem as tinha!

Ao tempo dos bolcheviques inexistiam meios de comunicação de massa, nada de rádio ou tv.

lenin era um conservador em termos sexuais.

Nunca trataram de democracia.

Nunca desmereceram a Rússia

Greves realizaram.

Eram subversivos, não podiam evitar que os czaristas contivessem a subversão, as greves, as bagunças.

Não se puseram contra a moral. Não derrubaram a honestidade. Inexistia votação de interesse dos comunas.

acp

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Anônimo disse...















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acp

Escreva um seu artigo seu a desmentir o falso decalogo de lenin que desde que a internet existe engana tolos. Aquele, sobre greves, libertinagem, armas... Nem lenin nem nenhum comuna o escreveu.

Ou pesquise e publique artigo de outrem.

acp

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Falso! Inexiste tal decálogo!

Nunca houve catalogação de donos de armas. Os comunas distribuíram armas às mancheias ao povo nas revoluções. Depois, tiveram de pedir que as devolvessem, pois não sabiam quem as tinha!

Ao tempo dos bolcheviques inexistiam meios de comunicação de massa, nada de rádio ou tv.

lenin era um conservador em termos sexuais.

Nunca trataram de democracia.

Nunca desmereceram a Rússia

Greves realizaram.

Eram subversivos, não podiam evitar que os czaristas contivessem a subversão, as greves, as bagunças.

Não se puseram contra a moral. Não derrubaram a honestidade. Inexistia votação de interesse dos comunas.

acp

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Escreva um seu artigo seu a desmentir o falso decalogo de lenin que desde que a internet existe engana tolos. Aquele, sobre greves, libertinagem, armas... Nem lenin nem nenhum comuna o escreveu.

Ou pesquise e publique artigo de outrem.

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