quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

A jogatina eleitoral para que nada mude no Brasil


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Católicos celebram, no mundo todo, o Dia de Santa Luzia, a protetora dos olhos. Então, nada melhor que abri-los, atentamente, na véspera de Fla-Flu eleitoreiro no Brasil. A temporada de boatos já começa a rodar. Já se espalha que Jair Bolsonaro pode desistir da aventura presidencial e optar por uma candidatura ao Senado. O presidenciável seria o popular General Hamilton Mourão. Será? Especulações fazem parte do jogo sujo eleitoreiro – que vai comer solto, para que nada mude, de verdade, no Brasil. Eleição, no atual regime criminoso, é pura jogada ilusória.
O esperado julgamento de Lula, em segunda instância, foi marcado para 24 de janeiro. O Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em Porto Alegre, tende a confirmar a condenação dele por Sérgio Moro. Advogados dele, que reclamam agora do “golpe da alta velocidade”, ainda poderão recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral e ao Supremo Tribunal Federal. O TSE tende a impedir Lula de concorrer. No STF, onde tudo pode acontecer, a tendência é uma apertada derrota do petista.
Vale repetir por 13 x 13: Além da maioria da população, a cúpula do Judiciário e os militares não aceitam que um condenado por crimes ligados à corrupção possa disputar o Palácio do Planalto em 2018. Não adianta aliança secreta com o Diabo ou a cúpula corrupta do PMDB – o que dá no mesmo. O nome de Lula é inaceitável porque ele representa uma ameaça ao processo de combate à corrupção (que a Lava Jato representa). Além disso, uma eventual vitória do companheiro $talinácio provocaria a previsível vingança dele contra os “inimigos”, retomando-se o projeto de implantação do cínico socialismo bolivariano em Bruzundanga.
É altamente provável que os desembargadores do TRF-4 ratifiquem que Lula continua condenado a nove anos e meio de prisão pelo escândalo do famoso triplex do Guarujá (que $talinácio jura nunca ter sido dele). Assim, Lula já ficaria inelegível pela Lei da Ficha Limpa. A bola está com os desembargadores João Gebran Neto (relator), Leandro Paulsen (revisor) e Victor Luiz dos Santos Laus (terceiro membro da 8ª turma do TRF-4). Advogados de Lula já estão prontíssimos para tentar adiar a aplicação da ficha-limpa contra $talinácio, até o famoso trânsito em julgado.
TSE e STF logo terão de descascar o pepino dos também famosos “embargos” (infringentes ou declaratórios). O PT já tira proveito da polêmica programada. O vai ou não ser candidato já serve de propaganda antecipada a favor do $talinácio... Até março a eleição presidencial de outubro/novembro de 2018 estará cercada de dúvidas... Isto é tudo que interessa ao regime do crime institucionalizado. Além disso, nos bastidores da máquina judiciária que aparelha, a petelândia fará pressão para que processos idiotas contra Bolsonaro (o caso Maria do Rosário e a pescaria de um peixinho em área ambiental) tenham um desfecho contra Jair.
Agora, abra o olho, com ajuda de Santa Luzia, e enxergue o tamanho da encrenca que se arma. A judicialização da politicagem nos tribunais superiores deve permitir uma eleição com dois candidatos “favoritos” previamente condenados. Lula e Bolsonaro já seriam, em caso de vitória de um ou do outro, “pré-candidatos” a um pedido programado de “impeachment”. Mas, também, podem evocar a mesma proteção dada a Michel Temer – que só vai responder por broncas judiciais ao final do mandato.
Já deu para “ver” o tamanho da previsível confusão. Derrubar Lula e também Bolsonaro é o que interessa à ditadura do Crime – que procura, desesperadamente, por uma “terceira-via” para manter o sistema do jeitinho brasileiro como sempre esteve, sob hegemonia dos controladores externos do Brasil. A polarização extrema Lula x Bolsonaro interessa ao Poder Real Mundial. Os controladores globalitários não querem saber de “Intervenção Institucional” – tese que ganha mais adeptos, a cada dia, no Brasil. Por isso, nada melhor que um fla-flu eleitoreiro para iludir a torcida desorganizada de eleitores...
Em resumo: estamos em um mato com cachorro desorientado e sem noção. Eleição é encenação. Trata-se de um mero mecanismo de escolha. Torna-se enganação, ainda mais, quando teatralizada com urnas eletrônicas inseguras e que não permitem recontagem de votos pela via impressa. O resultado final do pleito, no Cassino do Al Capone, será sempre aquele que interessar ao sistema de poder real. Quem contrariar os interesses dos patrões globalitários perde, rapidinho, o emprego de Presidente. A sabotagem dos controladores costuma ser fatal. É tão gigantesca quanto o poder de cooptação deles. O jogo é sujo e bruto.
A galera inocente, nas redes sociais, já entrou no ritmo do Fla-Flu eleitoreiro. Projeto estratégico de Nação? Deixa isso para lá... O fundamental é a polêmica inútil, radicalizada, que serve apenas para deixar tudo como sempre esteve na Republiqueta Capimunista de Bruzundanga... Estamos diante de um impasse assustador, entre o nada e o lugar nenhum... Parece que o Brasil só vai mudar por um acidente da História... Ainda bem que eles acontecem... Mas a chance de perda é igual a uma aposta mínima nas loterias da Caixa... A diferença é que o prejuízo social será gigantesco...
Enquanto isso, vamos suportando o ocaso temerário em meio ao caos institucional, com a galinha fingindo que terá sucesso em mais um vôo suicida, enquanto os corruptos ainda cantam de galo, esperando que o ovo da serpente seja chocado... Agora dá para entender porque as Velhinhas de Taubaté querem discutir o sexo dos pintos...
Apóie o livro do Zé


  
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transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 13 de Dezembro de 2017.

Ao Bastardo Desconhecido


“País Canalha é o que não paga precatórios”
                    
Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira                  

Em minha já longa vida, vi, uma única vez, um monumento contra uma pessoa.

Foi em Bruxelas, há mais de quarenta anos e o personagem execrado foi o então Duque de Alba, governador dos País Baixos (Se a memória não me falha !).

Lembro-me de ter lido a inscrição (tradução livre): “Em memória das atrocidades cometidas pelo Duque de Alba”.

Por se tratar de algo feito “contra” alguém, eliminamos o risco de ser obra de puxa-sacos.

Aqui em Pindorama, teríamos o paraíso dos escultores se fôssemos erigir uma estátua enxovalhando a cada um dos filhos da... (vocês sabem).

Aliás, é quase impossível identificar todos eles, dada a precariedade dos computadores infernais.

Um país (mais especificamente, uma cidade) que mandou demolir o merecido monumento em louvor a um de seus mais brilhantes filhos Olavo Bilac, realmente vive num estágio pré-socrático.

O medo de retaliações impede que se conheça a verdade sobre poderosas figuras.

Assim, proponho a edificação de um marco granítico, em forma de vaso sanitário, como memorial dos canalhas safos da justiça humana mas condenados pela Divina.

Aqui se faz; aqui de caga.


Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Lula é condenado a não ser candidato


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

É hora de meter a mala e falar a verdade, mesmo que ela doa como uma afta. Luiz Inácio Lula da Silva já está condenado a não ser candidato a Presidente da República. Além da maioria da população, a cúpula do Judiciário e os militares não aceitam que um condenado por crimes ligados à corrupção possa disputar o Palácio do Planalto em 2018. Não adianta aliança secreta com o Diabo ou a cúpula corrupta do PMDB – o que dá no mesmo. A candidatura Lula é classificada como “um golpe inaceitável”.
A Petelândia promoverá uma megarevolta social se o seu líder máximo for impedido de concorrer por ordem judicial? Com certeza, não fará nada. Do mesmo jeito como nada fez com a saída de Dilma Rousseff pelo “golpe” (legítimo ou não) promovido pela aliança entre Michel Temer, uma base aliada traidora e os tucanos agora mais perdidos que uma noviça que aceita fazer um bico em um puteiro de luxo. Lula não será candidato e não haverá reação dos petralhas e seus tentáculos criminosos. PT saudações...
O companheiro $talinácio está no papel dele. Segue a máxima de Machado de Assis – segundo a qual não está morto quem peleja. Por isso, ele encena uma inútil resistência, esculachando a Lava Jato: o juiz Sérgio Moro e a Força Tarefa do Ministério Público Federal. Lula não tem projeto para o Brasil. Nem o tão decantado socialismo bolivariano faz parte, de verdade, do repertório dele. Lula é simplesmente um ator canastrão que ainda atrai uma expressiva parcela de idiotas “estadodependentes” e amantes do populismo. Lula é apenas um mito decadente que agora não será suportado pelo Judiciário e pelas Forças Armadas.
O Brasil não vai embarcar na “aventura Lula” porque nossas zelites são conscientes. Lula não vai adiante – e ainda pode acabar condenado em várias outras ações e até preso -, caso represente uma ameaça a um regime criminoso que cai de tão podre. Além disso, os “deuses” do mercado não aceitam Lula. Já derrubaram a Dilma com um sopro. Preparam-se para colocar no Palácio do Planalto alguém que não ameace o sistema real de poder. É preciso cuidado com qualquer força de “esperança eleitoral”, porque os controladores globais apostam em todos os candidatos, inclusive os escalados para fingir que são seus inimigos.
Eleição é encenação. Trata-se de um mero mecanismo de escolha. Torna-se enganação, ainda mais, quando teatralizada com urnas eletrônicas inseguras e que não permitem recontagem de votos pela via impressa. O resultado final do pleito, no Cassino do Al Capone, será sempre aquele que interessar ao sistema de poder real. Quem contrariar os interesses dos patrões globalitários perde, rapidinho, o emprego de Presidente. A sabotagem dos controladores costuma ser fatal. É tão gigantesca quanto o poder de cooptação deles. O jogo é sujo e bruto.
Alguns militares corajosos têm consciente de como funciona o sistema do Poder Real Mundial. É o caso do General Mourão (recém-transformado pela covardia burocrática em um combatente na escrivaninha até passar para a reserva em 31 de março do 2018 eleitoreiro). Mourão representa uma ameaça ao sistema globalitário que controla o Brasil com a ajuda de traidores da Pátria. Alguns são tão dissimulados e próximos que fingem ser “amigos da Onça”. Não são... Outros estão em fase adiantada de cooptação...
O esquema globalitário não tem interesse e fará de tudo para sabotar e impedir que ocorra uma inédita Intervenção Institucional que permita a soberania e o pleno desenvolvimento do Brasil. Apesar da crescente insatisfação popular, a máquina do Estado-Ladrão continua intacta e pronta para influir, como sempre ou como nunca, na eleição 2018. O cassino eletrônico do Al Capone está prontíssimo para as escolhas em ritmo de caça-níquel. A galera inocente, nas redes sociais, já entra no ritmo do Fla-Flu eleitoreiro.
“Aftas ardem e doem” – como diria o alemão do morro dominado pelas facções. A verdade também dói no Brasil sob hegemonia do Crime Institucionalizado. A única chance de acabar com tanta sacanagem é a inédita Intervenção Institucional. Se perdermos o timming para realizá-la, o Brasil vai consolidar como aquela eterna colônia de exploração global.
Não dá mais para discutir o sexo do pinto (o filho daquela galinha que sempre ensaia um vôo de mentirinha). É hora de decisão! O General Mourão e alguns outros já entenderam a dimensão do problema. Intervenção é a única solução. O resto é pura ilusão. Os esquemas do poder real sabem disso. Por isso, investem bilhõe$ na “ilu$ão”...
As malas estão rodando por aí... Comprando e cooptando quem se vende ou se ilude facilmente... Se os guardiões da Nação aceitarem este jogo, aí sim o Brasil estará irremediavelmente perdido. Será uma sacanagem de lesa-pátria se isto acontecer... novamente... O Brasil já está em guerra... Combatente não tem o direito de se fingir de morto...



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OBS) Valores até R$ 9.999,00 não precisam identificar quem faz o depósito; R$ 10 mil ou mais, sim.

III) Depósito no sistema PagSeguro, da UOL, utilizando-se diferentes formas (débito automático ou cartão de crédito).

IV) Depósito no sistema PayPal, para doações feitas no Brasil ou no exterior.

Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!


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transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 12 de Dezembro de 2017.

Kit de Sobrevivência


“País Canalha é o que não paga precatórios”
                    
Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira                  

Tomo a liberdade, amáveis leitores, de sugerir alguns itens que considero necessários ou úteis para prevenir quaisquer dissabores.

Dicionário Anti loroteiro para interpretar as falácias nas falas oficiais.

Escrito por Pitigrilli (Dino Segre) e publicado também no Brasil.

Pacotinho de sal de frutas pra aguentar os filhos da rimas;

Ratoeira pra nos proteger a carteira;

Pó de mico pra cão gressista de comprido bico;

Chá de pouco caso, bebível a esmo, pra aguentar o “fica por isso mesmo”;

Armadura não é coisa descabida pra proteção contra bala perdida;

Caixinha de chiclete pra esperar que volte a internet;

Livros de filosofia profunda (servem ao menos pra limpar a própria).

Visitar a Bósnia ou a Mérdia pra ver o que é vida dura;

Comparar-se com o argentino que só se mete em imbroglio;

Usar roupa branca pra aguentar a retranca;

Fazer enquanto é tempo. Expulsar vendilhão do templo;

Baldes de creolina pra desinfetar planaltina latrina;

Ter sempre a mão, ficha telefônica e orelhão;

No país sem vergonça, disque logo pra Dona Onça.


Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

Utopia Regressiva e Futuro


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Hélio Duque

“Dê ao povo tudo o que for possível. Quando lhe parecer que você está dando muito, dê mais. Você verá os resultados. Todos irão lhe apavorar com o espectro de um colapso econômico. Mas tudo isso é mentira. Não há nada mais elástico que a economia, que todos temem tanto porque ninguém a entende.”

É o conselho dado em carta por Juan Domingo Perón, presidente da Argentina, na década de 50, ao presidente do Chile, Carlos Ibáñez. O economista Fabio Giambiagi, do BNDES, no oportuno artigo “Olhemos para a Argentina”, resgata o que seria a essência da política peronista que ganharia versões diferenciadas nos países latino americanos.

Quando Perón chegou ao poder a Argentina era a 6ª economia mais rica e desenvolvida do mundo. Com padrão educacional moderno era a grande nação da América Latina. Nas últimas décadas, com crises que levaram a brutais ditaduras e deposição de governos, o peronismo se enraizou na sociedade portenha. No presente, Giambiagi recomenda que nesse momento olhemos o vizinho país que vem implantando administração modernizadora, com visão política e social, propondo reformas que foram postergadas nas últimas décadas.
                  
O populismo na sua essência não aceita divergência, buscando ter contato direto com as massas, seja de direita ou de esquerda, levando a população a descrer no regime democrático, ignorando instituições e combatendo o pluralismo político. O seu grande aliado é a indiscutível baixa eficiência e resposta dos sistemas democráticos. Abuso de poder, péssimos governos e corrupção triunfante, geradores de distorções na economia, são determinantes para alimentar o surgimento de figuras públicas dotadas de carisma e que se consideram “salvadores da pátria”.
                  
Nas eleições de 2018, os brasileiros devem votar olhando para o futuro e não cultivando o passado. Bem definido pelo cientista político Carlos Melo, ao conceituar a utopia regressiva: “Estamos num momento de muitas incertezas sobre o futuro, sobretudo na economia. Tecnologia, indústria e emprego devem mudar completamente. A grande questão é que ninguém sabe como será e é por isso que as pessoas se apegam ao passado.” Os candidatos que vêm, nesse momento, liderando as pesquisas no Brasil representam essa “utopia regressiva”.
                  
São frutos de um sistema político-eleitoral que gera ficções políticas sem consistência a vender à população falsas soluções para os grandes problemas nacionais. O interesse nacional é substituído pela visão paroquial na qual os interesses pessoais prevalecem. Os responsáveis pela maior recessão econômica da história brasileira posam com roupagem mistificadora atraindo desinformados e mal informados.
                  
Na sucessão presidencial de 2018, o grande debate que acontecerá terá na economia a sua base principal. A lenta recuperação que assistimos, onde o crescimento econômico em 2018 poderá ficar em 2,5% a 3%, não é sustentável se reformas básicas não se concretizarem. A dívida pública bruta em relação ao PIB está em trajetória insustentável de 76%, podendo chegar a 92% do PIB em 2021, sem a reforma previdenciária.

Candidato que tenha responsabilidade com o futuro precisa dizer aos brasileiros que, nas últimas duas décadas, o PIB “per capita” brasileiro cresceu 27%. Já nos países emergentes (similares ao Brasil) cresceu no mesmo período 153%. E o mais grave: em 1995 o PIB “per capita” brasileiro era 78% maior do que o dos países emergentes.
                  
O exercício da administração pública exige que se reconheça que o Brasil empobreceu nas últimas décadas, em relação ao desenvolvimento mundial. Postulante presidencial que não diga a verdade à população deve ser descartado. E a chamada “maioria silenciosa” da sociedade não pode se curvar ao populismo.
                  
Neste último texto que publico em 2017, recorro a artigo que escrevi recentemente: A eleição de 2018 é oportunidade de colocar o Brasil no rumo do desenvolvimento. Precisamos ter certeza do futuro, mas isso só ocorrerá se houver ampla mobilização nacional, sob pena de, invertendo a equação, termos saudade do futuro.


Hélio Duque é doutor em Ciências, área econômica, pela Universidade Estadual Paulista (UNESP). Foi Deputado Federal (1978-1991). É autor de vários livros sobre a economia brasileira.

Marambondo


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por H. James Kutscka

O pequeno objeto voador não identificado passou voando velozmente ante meus olhos em direção à parede de tijolos brancos ao lado de minha cama onde sentado tirava minhas calças preparando-me para dormir.

Como provavelmente ocorre à maioria das pessoas não me agrada dormir com desconhecidos no mesmo quarto, principalmente insetos.

Rapidamente descobri o intruso pousado embaixo da aba protuberante de uma estante dupla onde guardo livros.

Era um marimbondo.

Como estava em minha casa de campo não era muito de estranhar, muitas vezes pequenas borboletas eram encontradas na parede atraídas pela luz do abajur no criado mudo.

Estas eram mais letárgicas e eu conseguia com delicadeza retirá-las de onde estavam e soltá-las fora de casa, onde pousariam em algo na escuridão e esperariam o dia amanhecer, talvez o último de suas efêmeras vidas, mas em liberdade.

Também se no meu quarto ficassem dificilmente poderiam fazer algum mal, o tempo que passo por aqui todo final de semana ha mais de 25 anos me fez entendê-las.  Uma vez apagada a luz ficam onde estão até o dia seguinte.

No entanto na parede estava um marimbondo que poderia querer fazer de meu ouvido, ou narina, sua casa, com consequências imprevisíveis, quando eu apagasse a luz. 

O medo está na raiz de todo mal.

Uma atitude mais definitiva havia de ser tomada diante a potencial ameaça, sem os escrúpulos do que seria politicamente correto para com o meio ambiente.

Assim peguei um de meus tênis ao pé da cama e sorrateiramente me aproximei de minha futura vítima. Na qual com todo cuidado apliquei uma pancada seca a semelhante a que se dá com um taco de bilhar na bola branca quando queremos que ela pare no lugar onde tocou seu alvo. Não queria sujar a parede nem a sola de meu tênis.

O objeto e meu ataque caiu duro e preto no piso de lajota embaixo da estante entre o tapete e a parede.

Alvo obtido com absoluto sucesso. Nenhuma mancha na parede nem no solado do tênis.

Podia, se não por respeito até por higiene ter imediatamente retirado   o cadáver de meu quarto, mas por preguiça, (sempre ela) deixei as exéquias para o dia seguinte. 

Terminei de tirar minha calça (ato interrompido pela chegada do intruso), coloquei-a sobre a bolsa que costumo deixar do lado da cama encostada à parede entrei embaixo das cobertas li um pouco e logo adormeci.

Na manhã seguinte evidentemente não lembrei do marimbondo. Ao vestir minha calça para ir tomar o café da manhã senti algo queimar a parte de trás de minha coxa esquerda.

Passei a mão sobre o tecido da calça e detectei uma protuberância pequena a qual detive entre os dedos enquanto tirava minha perna com uma mancha vermelha ardendo no lugar do ataque.

Durante a noite o marimbondo provavelmente mortalmente ferido se arrastara até minha calça, entrara pela perna, se escondera em uma dobra qualquer do tecido grosso de sarja e esperara pacientemente pela oportunidade de vingança, a qual iria lhe custar o que restava de sua vida, já que o esmaguei de maneira definitiva entre meu polegar e indicador na dobra onde e se abrigara tão pronto constatei ser ele a tal protuberância,

Retirei da minha perna que arde até o momento em que escrevo esse relato, o ferrão preto que se sobressaia entre os pelos  em  meio um círculo vermelho.

Esse claramente não era um marimbondo qualquer, com sua bravura e obstinação ganhou meu respeito. Por isso, e somente por isso, rendo minha homenagem a esse inimigo que não se intimidou diante  do tamanho de seu oponente.

Seu espírito deve estar nesse momento no Valhalla dos marimbondos.
Skol!

Se povo de nosso pais oprimido e levado quase à morte pela classe política tivesse a metade da perseverança  deste  marimbondo, poderíamos dar  a eles um pouco  de  seu próprio remédio.

Saúde!


H. James Kutscka é Escritor e Publicitário.

Por que não Mourão, ao invés de Bolsonaro


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Sérgio Alves de Oliveira

Com certa frequência o nome o General Hamilton Mourão vem à baila como se tivesse o perfil do homem mais habilitado para comandar o  Brasil , após os fracassados governos que se instalaram a partir da “Nova República”, de 1985,numa degeneração progressiva até chegar ao seu clímax, nos Governos  FHC, Lula, Dilma e Temer. Se os militares deixaram a desejar durante o seu período ,na verdade eles  foram muito melhores, ou “menos piores” (se alguém assim preferir),que os seus diversos sucessores.

O único grande problema de não “decolar” a candidatura Mourão  reside no fato de não integrar o seu perfil a condição de “político”.  Também a sua profissão de “militar” espanta muita gente, já que 64 não deixou tão  boas lembranças  assim, apesar de ter estancado a ameaça  “vermelha” que na época  batia às nossas portas . Mas há de se convir que nesse período o Brasil teve enorme desenvolvimento, com gigantescas  obras de infraestrutura, principalmente em energia elétrica e na própria telefonia.

Tanto isso é verdade que ainda hoje as 5 (cinco) maiores usinas hidrelétricas em operação no Brasil são dessa época (de 1964 a 1985). No que tange à telefonia pública, os governos militares modernizaram o país e deixaram a planta telefônica existente plenamente capacitada para receber as melhorias tecnológicas que foram implementadas nas telecomunicações privatizadas.

Foi uma opção dos governos posteriores, mas que seria desnecessária, em vista da maturidade tecnológica sobre telecomunicações  que o Brasil mesmo já alcançara com seus esforços.  Os “gringos” pouco construíram e muito usufruíram das telecomunicações deixadas. Mas aí os negócios passaram a ser muito bons,  “imperdíveis”, de “mãos-beijadas”, para os  investidores estrangeiros , e a privataria decolou ao lado de muita corrupção.

A considerável “rejeição” ao nome do General Mourão, para Presidente da República, apesar de partir também da sua  (talvez mal-vista)  condição de militar, porém em menor escala, está principalmente no fato dele NÃO SER UM POLÍTICO CONVENCIONAL.

Bem analisada essa situação, impõe-se observar da absoluta necessidade da maioria da população brasileira, justamente daquela maioria que é decisiva nas eleições, e que elege  os representantes  políticos da sociedade, consultar urgentemente uma junta de PSICÓLOGOS SOCIAIS para que avaliem tamanha discrepância e contradição. Por um lado na opinião pública  a classe política hoje é equiparada ao demônio. E não é sem razão. Basta acompanhar os  noticiários dos jornais diários que ocupam a maior parte das suas páginas informando as falcatruas e trapalhadas dos políticos dos mais diversos partidos.

Apesar disso, essa mesma população exige que só concorram a cargos eletivos  aqueles mesmos políticos que ela abomina.  Essa é a “democracia” pervertida que se pratica. Qualquer um que não preencha essa condição ,inevitavelmente estará “fora”. Não terá qualquer chance de se eleger. É “carta-fora-do-baralho”. Não se compara a postura desses eleitores  antes e durante as eleições. Antes das eleições são como “leões”, rugindo contra a classe política;  no dia das eleições, comportam-se como um rebanho de cordeirinhos indo diretamente às urnas para  eleger o primeiro que lhe  surge à frente.

Isso significa, portanto, que essa parcela majoritária do eleitorado tem uma “dependência” tão grande dos seus políticos, que essa “vinculação” supera até mesmo a dependência  que os viciados têm com suas drogas.
Quais os requisitos  que  Bolsonaro preenche para ser  Presidente? Só sei que ele seria “ficha-limpa”, segundo os padrões que estão usando, e é contra o PT. Fora daí pouca coisa. Mas sem dúvida é a principal oposição ao PT, partido que tanto desgraçou o Brasil, junto com seus “sócios” de Governo.                                                                                                                                

Provavelmente daí decorra o crescimento espantoso  da sua candidatura. Mas ele não é oposição aos “políticos”, simplesmente porque  é um deles. Seu estilo nada  tem de diferente dos outros políticos. É muito mais político que militar.  Creio até que ele só utiliza a farda por conveniência e demagogia. Mas se na urna eu tiver que escolher entre Lula, ou outro qualquer do mesmo grupo ,ou  “laia”, é claro que opto pelo Bolsonaro.

Ele não é ruim. Mas não é o que Brasil precisa. Eu preferiria mil vezes o General Mourão, que teria melhores condições, nem digo de governar, mas de fazer a urgente a limpeza política que o Brasil necessita para retomar uma legítima democracia.  Mas ele teria que ter necessariamente o apoio das Forças Armadas para fazer  a limpeza que urge, após a sua eleição, talvez invocando  o comando do artigo 142 da Constituição, dando-lhe  a oportunidade que até hoje lhe foi negada.

Sérgio Alves de Oliveira é Advogado e Sociólogo.

Mafionaria – Estamos em Perigo Real


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por João Guilherme C. Ribeiro

Detesto teorias de conspiração, boatos, cartas anônimas e fofocas em geral. O que vou mostrar é real.  Real e perigoso. Os atos mesquinhos e inconsequentes do nefasto trouxeram uma consequência particularmente ameaçadora.

Tenho uma preocupação enorme com relação a uma vigarice que está correndo solta em revistas, jornais, cartazes e até TV, promovendo um negócio chamado Soberana Maçonaria.  O sujeito que aparece na foto com a mulher (ambos com paramentos de Grão -Mestre) esteve envolvido em um escândalo no Paraná, envolvendo muito dinheiro.  Agora aparece gastando dinheiro a rodo para promoção de uma arapuca completamente irregular.

Fui publicitário por mais de 40 anos, como você sabe.  Sei exatamente o que custa uma campanha publicitária dessa envergadura em páginas inteiras e meias páginas de revista como Época e Veja, por semanas a fio, além de outros veículos, incluindo jornal e televisão.  

Ainda que fosse capaz de explorar milhares de curiosos, desavisados ou simplesotários, não acredito que tivesse retorno para pagar esse investimento.  Não mesmo.  

Meu temor é que esteja lavando dinheiro.  Difícil que seja outra coisa.
E, se assim for, quando a bolha estourar, vai atingir-nos em cheio.  No meio do escândalo, a sociedade em geral certamente vai achar que todos somos farinha do mesmo saco.

Por favor, fale sobre isto na sua campanha.   Temos que alertar os maçons regulares do perigo causado pela desagregação causada pelo nefasto e sua quadrilha.

Este é um problema que precisa ser enfocado e enfrentado.  De nada adianta esperar que a coisa se resolva por si só.  É preciso ir além dos assuntos específicos de uma campanha eleitoral, quando algo capaz de prejudicar-nos de forma tão visceral está ocorrendo debaixo de nossos narizes, causada pela estupidez e falta de caráter desse personagem nefasto que enlameou o trono do GOB para seus interesses mesquinhos.  Há muito mais consequências do que se imagina.  

É preciso atemorizar a Maçonaria regular, torná-la consciente do perigo que corre.  Imagina se formos confundidos com esse estelionatário!  
Há que tomar a iniciativa, liderar a reação e procurar a Receita Federal, o Ministério Público, seja lá o que for – e isto só deve ser feito pelas autoridades maçônicas que nos representam, mesmo que seja ainda um candidato. Você tem passado e autoridade para falar.  Então, assuma a liderança e aceite o desafio, porque o assunto é sério, muito sério.

Minha oposição ferrenha a tudo que fez o nefasto gm atual do GOB sempre foi muito além de questões pessoais, por mais falto de caráter que eu o julgue e que as ações dele confirmam.  Ao fragilizar a união da Maçonaria regular, ele deu condições que ocorresse aquilo que temia o Irm. Thomas Jackson, GM de Honra da World Conference of Regular Grand Lodges.  Em discurso no Grand Encampment, ele previu que a internet favoreceria esse tipo de picaretagem.  

Mas este caso específico do tal soberano.org tem implicações sinistras.   Se os dirigentes, que representam a voz de seus comandados, não agirem com rigor, todos pagaremos um preço muito alto.

Vou enviar mensagem aos Grão-Mestres, mas você, que está em campanha, terá voz muito mais eficaz do que a minha.  Estou dando uma bandeira a você para incorporar na sua campanha.

Pode usar, como bem entender, meu e-mail e os e-mails em que acuso o nefasto da torpeza que fragilizou a Maçonaria regular brasileira.
Contamos com você e sua liderança!

João Guilherme C. Ribeiro é membro do Supremo Grande Capítulo de Maçons do Real Arco do Brasil. Carta enviada a Benedito Ballouk Filho.

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

A Inspeção veicular não pode ser outro propinoduto


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

O Brasil tem o vício maldito de copiar idéias corretas da maneira mais errada possível. O desgoverno do Crime Institucionalizado acaba de anunciar a adoção da Inspeção Veicular Nacional. Seria importante para a segurança no trânsito assassino, se não fosse a montagem de mais um esquema de cartório entre a máquina estatal e algum grupo empresarial corrupto, apenas para extorquir os proprietários de veículos, com a finalidade oculta de distribuir mensalões para as organizações criminosas da politicagem.
A ideia de criar no Brasil a inspeção veicular é recente. Ela já é praticada em todos os países desenvolvidos. A modelagem é sempre similar, variando de acordo com as características de cada país. Na Europa, a ideia começou a ser posta em prática em 1.976 e gradualmente foi sendo implantada em todos os países e se tornando obrigatória no final dos anos 80 e início dos anos 90.
Nos países desenvolvidos, as regras são claras, públicas e o principal objetivo dos governos é o de favorecer a segurança de seus cidadãos. Para alcançar o objetivo, as autoridades do setor de trânsito habilitam o maior número possível de oficinas, auto center. Nos EUA até mesmo postos de combustíveis estruturam-se para prestar este serviço. Nos states são dezenas de milhares de micro e pequenas empresas prestando esse serviço à população.
Ainda nos países desenvolvidos a inspeção veicular é feita por milhares e milhares de pequenas empresas e empreendedores que cumprem esta tarefa trazendo segurança à população, possibilitando redução no preço das apólices de seguro devido à redução dos sinistros e geram milhares e milhares de empregos. E o preço das inspeções veiculares é sempre muito popular. Em vários países pesquisados, o preço médio deste serviço não passa de 5% do salário mínimo. Isso mesmo. Serviço técnico de qualidade, garantindo a segurança da população e com preço popular. 

Para citarmos um exemplo, um país pequeno como a França possui quase 10.000 locais de inspeção veiculares. Na França, é proibido que os centros de inspeção veicular estejam associados a Concessionárias de vendas de veículos e também não podem estar associados a comercialização de peças. Os inspetores também não podem eles mesmos promoverem aos concertos e reparos nos veículos. Em 2013 foram inspecionados mais de 23 milhões de veículos foram vistoriados.

Agem assim como fiscais e não como comerciantes, garantindo a lisura de todo o processo. Nada de achaques contra a população, como os praticados pelos absurdos pedágios que somos obrigados a pagar ou dos cartórios e cartéis que sugam inescrupulosamente a população.

Já no Brasil, o “balcão de negócio” sempre associado ao poder público tenta por todas as formas criar mais “cartórios” ou “cartéis” que possam abastecer propinodutos políticos e à corrupção generalizada que assola todo o poder público no Brasil.

A inspeção veicular aqui é uma necessidade. As estatísticas provam isto. Mas não podem se tornar mais uma “fonte de esquemas”, como tantas atividades fundamentais para a sociedade, porém distorcidas pelas ditas “autoridades de plantão”. Se não fizermos nada, muito em breve, a inspeção veicular será transformada em mais um caça níquel a serviço dos corruptos que se encastelaram na máquina pública brasileira.

A única forma de evitar isso é adotar o mesmo modelo adotado nos países desenvolvidos. Micro e pequenos empresários se habilitam livremente perante as autoridades ligadas ao setor de transito, sejam elas municipais, estaduais ou federais. Essas micro e pequenas empresas se responsabilizam legalmente pelo trabalho técnico da inspeção e emitem os respectivos certificados.

Tudo a preços populares, gerando empregos locais e sem a obrigação de se submeterem a “esquema político” ou apadrinhamento para serem autorizados a prestar o serviço essencial à população.

Será que vamos aceitar, passivamente, mais uma armação do Estado-Ladrão contra o cidadão?

Releia o artigo de domingo: General Mourão para Governador do Rio de Janeiro!


Lula, o inimigo dos amigos


"O Rio de Janeiro não merece que governadores eleitos democraticamente estejam presos porque roubaram dinheiro público."

Com um “advogado” destes, nenhum amigo precisa de inimigo...



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O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. 
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© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 11 de Dezembro de 2017.