segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Ainda sobre novas tecnologias financeiras

“País Canalha é o que não paga precatórios”.

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

De todas as formas de pagamento eletrônico que conheço, a que mais me parece útil é o sistema PayPal.

Fala-se ultimamente na Blockchain, que também não é de fácil compreensão. Basicamente só é utilizada nas operações com as Bitcoins.

(22 de jun de 2016 - No âmbito da moeda virtual Bitcoin, um blockchain é a estrutura de dados que representa uma entrada de contabilidade financeira ou um registro de uma transação. Cada transação é digitalmente assinada com o objetivo de garantir sua autenticidade e garantir que ninguém a adultere, de forma que o próprio registro e as transações existentes dentro dele sejam considerados de alta integridade.http://computerworld.com.br/blockchain-o-que-e-e-como-funciona)

Recentemente o Banco da Inglaterra deu autorização para funcionar ao primeiro banco virtual naquele país.

Na Espanha há mais de duzentas fintechs. Em 2.016, o presidente do banco BBVA reconheceu a grande ameaça das novas tecnologias ao negócio da banca tradicional.

No Brasil, que eu saiba, há dois bancos virtuais autorizados pelo Banco Central: o Neon e o Intermedium.

No futuro, penso que a moeda será a palavra de alguém, gravada e registrada por qualquer meio.

Voltaremos aos tempos das antigas bolsas de valores. A de Londres tem como lema: Dictum meum pactum (My word is my bond).

No Brasil, também já tivemos o tempo do Fio de bigode.

Hoje vivemos a era do “Salve-se quem puder!”

Não há confiança nem no desgoverno, nem nas agências regulatórias – que mais funcionam como “aparelhos de repressão financeira estatal”...

Por que a CVM foi levada de volta ao Rio de Janeiro, se então, nem mais Bolsa de Valores a Cidade Maravilhosa tem?.

O correto era continuar em Brasília, capital federal ou, no máximo, estar em São Paulo, sede da grande Bolsa brasileira.

Um pouco de humor:

Jesus saves, Moses invests

Releia: Muito além da repatriação de grana



Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

Um comentário:

Anônimo disse...

A palavra dada antigamente, com o aperto de mão, era mais valorizada. Hoje, se for de um político, é mentira certa. Vamos voltar ao modo "Juruna", aquele cacique que se elegeu deputado federal, e andava com um gravador a tiracolo para provar depois o que as autoridades tinham dito. Como estamos na era digital e da internet, as gravações de áudio e imagens vão ser mais importantes do que algum documento. O que não falta é parlamentar mentiroso descarado e cínico.