domingo, 15 de janeiro de 2017

Em busca do salvador da Pátria que não virá


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

A economia oficial patinando, em ritmo de mesmice estagnada, com alguns produtos e serviços ainda custando “oszóiodacara”, com desemprego em alta, todo só sendo salvo pela milagrosa informalidade econômica da vida real. A política decepcionando, cada vez mais expondo a corrupção sistêmica no crime institucionalizado com o protagonismo dos “representantes eleitos pelo povo”. Um Presidente da República que segue impopular, com dois objetivos bem urgentes e definidos: permanecer no poder roubado dos velhos parceiros da petelândia e negociar um super programa de venda do que ainda resta de muito lucrativo na máquina estatal, de preferência para aliados encobertos por laranjas e com aquela grana mocozada nos tais “fundos abutres”.

Esse breve retratinho da política e da economia brasileira, com risco de instabilidade política maior que econômica, é agravado pela explosão de violência (nada gratuita) nas grandes cidades e suas periferias repletas de desigualdades, injustiças e barbáries, onde a ausência do poder estatal é trocada pela hegemonia do organizado Estado Criminoso. A explosão de violência não é gratuita porque ela tem fins revolucionários. Numa primeira fase, a intenção é gerar tensão e medo. Na fase seguinte, o plano é conquistar o poder real usando a pressão ilegítima da força do poder paralelo. Tudo é cuidadosamente controlado por uma superestrutura que comanda o Brasil de fora para dentro, mantendo a Nação colonizada.

É desse jeitinho brasileiro que as coisas vão seguir rolando. Em 2017, a economia segue patinando, do jeito que der. Em 2018, quem sabe, ocorre um crescimentozinho – gerado não pelas reforminhas que o desgoverno fará, mas sim porque o potencial produtivo e de consumo do Brasil é imenso. Em 2017, a política atingirá desgaste extremo, a partir de março, quando as delações premiadas da Odebrecht fizerem algumas dezenas de vítimas. Certamente, dezenas ou centenas de delinqüentes políticos serão poupados. O rigor seletivo vai pegar apenas alguns, poupando outros, para não abalar totalmente o funcionamento do sistema do Crime Institucionalizado.

No meio desse caminho, começa a corrida maluca para uma sucessão presidencial em 2018. Ainda é muito baixa a chance de um novo afastamento de Presidente da República por impedimento ou pela via da cassação da chapa (re)eleitotoral de 2014. Michel Temer seguirá impopular e sem chance de disputar reeleição. Talvez nem tenha poder para fazer o sucessor. O que interessa para ele e o PMDB? Fechar os grandes negócios de “parceria público-privada” ou “desestatização” (pouco importa o nome que se dê à privataria).

Novamente, como de mau costume, o eleitorado brasileiro será induzido a entrar na emocional “torcida” pela escolha de alguém para ocupar o trono absolutista do Palácio do Planalto. Como os políticos tradicionais andam com o filme queimado demais, os nomes com mais chance serão de “empresários bem sucedidos” (e que estejam à salvo da Lava Jato, o que não será fácil de arrumar) ou figuras públicas que tenham demonstrado identificação com o combate à corrupção (mesmo que tudo não passe de um enxugamento de gelo, já que o Crime Institucionalizado só pode ser superado, de verdade, se ocorrerem mudanças estruturais no Estado Brasileiro – o que ainda não é provável de ocorrer no curto ou médio prazos, porque a hegemonia criminosa segue dominante).

Novamente, a galera eleitoral torcerá pelo suposto salvador ou pela pretensa salvadora da Pátria que mais bem se qualificar perante o variável gosto popular. O escolhido ou escolhida, claro, terá a chancela e patrocínio da Oligarquia Financeira que realmente controla os destinos do Brasil. Os fantoches entram na importante fase de pré-qualificação. Quem fizer menos besteira vai ganhar o pirulito para concorrer ao emprego número 1 de Bruzundanga.

No País da Piada pronta e requentada, a tragicomédia tende a se repetir. O que pode mudar o rumo da História é se a violência criminosa, com fins revolucionários, sair do controle e ameaçar o status quo. Se o poder dominante perceber que corre risco, aí podem ser mobilizadas forças de repressão nunca antes vistas. Se o bagaça desandar em guerra civil declarada – já estamos em conflito não-declarado -, aí sim os segmentos patrióticos terão alguma chance de entrar no jogo, mesmo que sem garantia de vitória.

O plano da máfia no poder é não tolerar golpes. No entanto, a História produz acidentes – ainda mais quando a violência e a barbárie agravam toda a situação e produzem mais incertezas que as bobagens políticas e econômicas, juntas e misturadas.

Um conselho? Prepara-se para a guerra. Não se tem certeza qual será o formato dela. O conflito é inevitável.

O que não adianta é sonhar com algum salvador da pátria que não virá para nos socorrer...

Efeito Trump por aqui

Previsões de candidaturas ao governo do Estado em 2018:
Em São Paulo, João Dória deixa a prefeitura de São Paulo e vem como candidato do Geraldo Alckmin...

No Rio de Janeiro, a surpresa será o ex-técnico da seleção brasileira de vôlei, Bernardinho, que se aquece para disputar o Palácio Guanabara...

Sem alteração


Pronto para tudo


Prometendo o inferno


Mandando muito


No aguardo


Colabore com o Alerta Total

Os leitores, amigos e admiradores que quiserem colaborar financeiramente com o Alerta Total poderão fazê-lo de várias formas, com qualquer quantia, e com uma periodicidade compatível com suas possibilidades.

Nos botões do lado direito deste site, temos as seguintes opções:

I) Depósito em Conta Corrente no Banco do Brasil.
Agência 4209-9, C/C: 9042-5, em favor de Jorge Serrão.

II) Depósito em Conta Poupança da Caixa Econômica Federal ou em agências lotéricas: 2995 013 00008261-7, em favor de Jorge Serrão.

OBS) Valores até R$ 9.999,00 não precisam identificar quem faz o depósito; R$ 10 mil ou mais, sim.

III) Depósito no sistema PagSeguro, da UOL, utilizando-se diferentes formas (débito automático ou cartão de crédito).

IV) Depósito no sistema PayPal, para doações feitas no Brasil ou no exterior.

Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!


O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. 

A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 15 de Janeiro de 2017.

16 comentários:

Anônimo disse...

O que está de fato custando os olhos da cara são os impostos, taxas e multas. Estão completamente fora da realidade. A arrecadação vem despencando, mas o governo finge que a crise não é com ele. Esses políticos não vão vender nada do que realmente sejam obrigados pois, do contrário, não terão onde saquear.

Loumari disse...

Alerta Geral!!!!

https://youtu.be/dpbWSRYe75Y

Michel Temer não quer que o brasileiros vejam esse vídeo


Em 2 Setembro 2013 recebi uma matéria cujo conteúdo vos coloco aqui abaixo; e na altura fiz seguir a matéria acompanhado de meu comentário. Vejamos agora quatro (4) anos depois para que direcção evoluiu a situação!


Para garantir o abastecimento de alimentos, os governos e os fundos de investimento estão agarrando terrenos agrícolas em África, que alguns chamam de um novo tipo de colonialismo

Toda crise tem os seus vencedores. Um grupo deles está sentado no quarto Stuyvesant, no Hotel Marriott em Nova Iorque. A sala de conferências, onde as máscaras são elaboradas e as luzes se apagam, está cheio de homens de Iowa, São Paulo e Sydney-produtores de milho, grandes proprietários e gestores de fundos. Cada um deles pagou US $ 1.995 (€ 1.395) para assistir Global AgInvesting 2009, a conferência os primeiros investidores sobre o mercado emergente em todo o mundo em terras agrícolas.
Um homem da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) dá a primeira apresentação. Gráficos coloridos viajar para cima e para baixo suas cartas PowerPoint. Alguns estão indo para baixo como o ano de 2050 se aproxima. Representam a terra que está desaparecendo como resultado das alterações climáticas, a desolação do solo, a urbanização ea escassez de água. As outras linhas, que apontam fortemente para cima, representam a demanda por carne e biocombustíveis, os preços dos alimentos eo crescimento populacional. Há um fosso crescente entre estes dois conjuntos de linhas. Ela representa a fome.
Segundo a maioria dos prognósticos, pode haver 9,1 bilhões de pessoas que vivem na Terra, em 2050, cerca de dois bilhões a mais do que hoje. Nos próximos 20 anos sozinha, a demanda mundial por alimentos deverá aumentar 50 por cento. "Estas são as perspectivas pessimistas", diz o homem da OCDE. Ele olha sério e até um pouco triste, como ele descreve o futuro do mundo.


Continua

Loumari disse...

Mas para o público no quarto Stuyvesant, a maioria homens e um punhado de mulheres, tudo isso é uma boa notícia, o humor é flutuante. Como poderia ser diferente? Afinal de contas, a fome é o seu negócio. A combinação de mais pessoas e menos terra faz alimentar um investimento seguro, com retornos anuais de 20 a 30 por cento, rara no atual clima econômico.
Estes não são especialistas de Wall Street, nem são pessoas que tiro o dinheiro através dos continentes, como bolas de bilhar. Pelo contrário, estes são os investidores extremamente conservador que comprar ou arrendar terras para plantar trigo ou criar gado. Mas a terra é escassa e cara na Europa e nos Estados Unidos. Resolvendo o problema implica o desenvolvimento de novas terras, que está disponível apenas na África, Ásia e América do Sul. Esta combinação de fatores provocou um jogo de alto risco de vida real monopólio, em que os fundos de investimento, bancos e governos estão envolvidos em uma corrida pelo acesso à terra arável do mundo.
'A Fronteira Final para encontrar Alpha'
Susan Payne, uma mulher de cabelos vermelhos britânica, é o CEO do maior fundo de terra no sul da África, que inclui atualmente 150.000 hectares (370.000 acres), principalmente na África do Sul, Zâmbia e Moçambique. Pereira espera arrecadar meio bilhão de euros de investidores. Ela fala sobre o combate à fome, mas as suas posições em slides do PowerPoint, embelezada com fotos de plantações de soja no por do sol, contam uma história diferente. Uma delas refere-se a rubrica "África, a última fronteira para encontrar alfa." O alfa palavra significa um investimento para que o retorno é superior ao risco. África é o país alfa.
Isso porque a terra, que é extremamente fértil em algumas regiões, é barato no continente empobrecido. Fundo de Payne terra paga US $ 350-500 por hectare ($ 140-200 por hectare), na Zâmbia, cerca de um décimo do preço da terra na Argentina ou nos Estados Unidos. Para um pequeno produtor na África, o rendimento médio por hectare permaneceu inalterada em 40 anos. Com um pouco de fertilizante e de irrigação suplementar, os rendimentos poderiam quadruplicar e assim poderia lucros.
Estas condições são perfeitas para os investidores. Susan Pereira vê-lo dessa forma, e assim fazer sua investidores. De fato, tem havido tanta demanda para este tipo de investimento que Payne recentemente teve que estabelecer uma nova sub-fundo.
Uma grande quantidade de capital disponível no momento. É o segundo ano da crise econômica mundial, e os investidores estão à procura de som e segura de investimentos, razão pela qual a audiência em Nova York, inclui não só os gestores e executivos do setor agrícola, mas também os representantes de grandes fundos de pensão e do chefe agentes financeiros de cinco universidades, incluindo Harvard.
E.U. empresa de gestão de investimentos BlackRock (BLK), Por exemplo, foi criado um fundo de agricultura $ 200 milhões, e destinou $ 30 milhões para a aquisição de terras agrícolas. Renaissance Capital, uma empresa de investimento russo, adquiriu mais de 100.000 hectares, na Ucrânia. Deutsche Bank (DB) E Goldman Sachs (GS) Que investiram seu dinheiro em pocilgas e aviários operações na China, os investimentos que incluem os direitos legais de terras agrícolas.
Alimentos está se tornando o novo óleo. Reservas de cereais no mundo todo caiu para uma baixa histórica no início de 2008, ea explosão dos preços que se seguiu, marcou um ponto de viragem, como a crise do petróleo na década de 1970. Havia pão motins em todo o mundo, e 25 países, incluindo alguns dos maiores exportadores de grãos, impuseram restrições às exportações de alimentos.
Então veio a segunda crise de 2008, a crise econômica. Dois medos, o medo da fome e do medo da incerteza-convergentes, desencadeando o que alguns já estão chamando a segunda geração do colonialismo.

Continua

Loumari disse...

A Win-Win Situation?

O que é diferente sobre o colonialismo é que os países são facilmente permitindo-se a ser conquistado. O primeiro-ministro etíope disse que seu governo está "ansioso" para fornecer acesso a centenas de milhares de hectares de terras agrícolas. O ministro turco da Agricultura anunciou: "Escolha e pegue o que quiser." Em meio a uma guerra contra o Taliban, o governo paquistanês encenado um road show em Dubai, procurando seduzir xeques com incentivos fiscais e isenções da legislação trabalhista.
Todos estes esforços têm duas esperanças em comum. Uma delas é a esperança das nações pobres para alcançar o desenvolvimento ea modernização dos seus sectores agrícolas em dificuldades. A outra é a esperança do mundo que os investidores estrangeiros na África e Ásia será capaz de produzir alimentos suficientes para um planeta em breve a ser habitado por 9,1 bilhões de pessoas, que irão trazer ao longo de todas as coisas que os países pobres tem faltado até agora, incluindo a tecnologia , capital e conhecimento, sementes e adubos modernos, e que esses investidores serão capazes de não só o rendimento das culturas de casal, mas, em muitas partes da África, aumentá-los até dez vezes. Estimativas anteriores, de facto, tinha previsão de uma diminuição da capacidade de produção de 3 a 4 por cento em 2080, em comparação com o ano de 2000.
Se os investidores são bem-sucedidos, eles podem conseguir o que as agências de desenvolvimento têm sido incapazes de fazer nas últimas décadas: reduzir a fome que já aflige as pessoas mais do que nunca, ou seja, um bilião em todo o mundo. Na melhor das hipóteses esta poderia ser uma situação ganha-ganha com o lucro para os investidores e desenvolvimento para os pobres.
Não é só os banqueiros e especuladores, mas também os governos que estão adquirindo terras em outros países, buscando reduzir sua dependência do mercado mundial e das importações. China é o lar de 20 por cento da população do mundo, mas tem apenas 9 por cento das terras aráveis do mundo. O Japão é o importador mundial de trigo e Coréia do Sul é a segunda maior. Os Estados do Golfo Pérsico de importação de 60 por cento dos seus alimentos, enquanto as suas reservas de água natural são suficientes para apenas mais 30 anos de agricultura.

Continua

Loumari disse...

Modern-Day Land Grab

Mas o que acontece em um mundo globalizado, quando colônias surgir mais uma vez? E se, por exemplo, a Arábia Saudita adquire peças da região de Punjab do Paquistão ou investidores russo comprar metade da Ucrânia? E o que acontece quando a fome atinge esses países? Será que os estrangeiros ricos instalar cercas elétricas em torno de seus campos e guardas armados transferências escolta cultura fora do país? Paquistão já anunciou planos para implantar 100.000 membros das forças de segurança para proteger os campos de propriedade estrangeira.
Devido à sensibilidade política do moderno agarrar terra-dia cabeça, muitas vezes é apenas o país do estado que conhece os detalhes
Em alguns casos, no entanto, os governadores provinciais já leiloadas terra a quem pagar mais, como no caso do Laos e Camboja, onde até mesmo os governos já não sabem o quanto de seu território, eles ainda possuem.
Ninguém tem certeza de terra exatamente quanto está em jogo. O número citado pelo International Food Policy Research Institute (IFPRI) é de 30 milhões de hectares, mas esta estimativa é impossível de verificar. Mesmo as organizações das Nações Unidas tem de recorrer a citando reportagens de jornais, enquanto o Banco Mundial está a tentar convencer os países a prestar mais atenção às letras miúdas em acordos.
Klaus Deininger, um economista especializado em política agrária do Banco Mundial, estima que 10 a 30 por cento da terra arável disponível poderia ser até para ganhar, embora apenas uma fração do número potencial de locação e venda foram assinados. "Houve um grande salto em 2008, quando os planos e as aplicações em muitos países, mais do que duplicou, em alguns casos, triplicou". Em Moçambique, diz Deininger, a demanda externa é mais que o dobro do terras cultivadas já existentes, eo governo já afectou quatro milhões de hectares para os investidores, metade deles do exterior.
Os acordos mais espetaculares não estão sendo feitas por investidores privados, porém, mas os governos e os fundos e os conglomerados que promovem:
• O governo sudanês tem alugadas 1,5 milhões de hectares de terras agrícolas primordial para os Estados do Golfo, Egito e Coréia do Sul por 99 anos. Paradoxalmente, o Sudão é o maior receptor mundial de ajuda externa, com 5,6 milhões de seus cidadãos dependentes da distribuição de alimentos.
• Kuwait alugou 130.000 hectares de campos de arroz no Camboja.
• Egito planeja crescer o trigo eo milho em 840.000 hectares, em Uganda.
• O presidente da República Democrática do Congo tem oferecido para locação 10 milhões de hectares para os sul-africanos.
A Arábia Saudita é um dos compradores, maior e mais agressiva da terra. Esta Primavera, o rei assistiu a uma cerimônia onde ele teve a entrega da primeira colheita de exportação de arroz, produzidas exclusivamente para o reino da fome da Etiópia atingidas. Arábia Saudita gasta US $ 800 milhões por ano a promoção de empresas estrangeiras que cultivam estratégico "culturas" como arroz, trigo, cevada e milho, que depois importações. Ironicamente, o país do mundo sexto maior exportador de trigo na década de 1990. Mas a água é escassa ea nação deserto visa preservar suas reservas. Exportadores de alimentos também significa água de exportação.
"O investidor precisa, de um Estado fraco"
As nações ricas estão trocando dinheiro, petróleo e infra-estrutura de água, alimentos e ração animal. À primeira vista, esta parece apresentar uma solução para muitos problemas, diz Jean-Philippe Audinet do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA). Em princípio, ele está satisfeito com os investimentos agrícolas, e diz que ele lutou por eles há anos. "O que foi ruim foi o período em que os mercados estavam a ser inundado com produtos alimentares baratos."

Continua

Loumari disse...

Mas muitos dos países onde a terra está sendo agarrado acima, Cazaquistão e Paquistão, por exemplo, sofrem de escassez de água. A África Subsariana tem suficientes reservas de água natural, mas o único país na região atualmente produzindo um excedente de alimentos é África do Sul. A maioria dos países, por outro lado, são os importadores e, com populações em rápido crescimento, provavelmente será ainda mais dependente da importação de alimentos no futuro. Pode realmente tornar-se países como produtores de alimentos é importante?
Audinet, o perito do FIDA, conhece os riscos. "A forma como estes acordos são estruturados podem prejudicar o país e os agricultores, a longo prazo, privando-as de seu activo mais importante: a terra." Olivier De Schutter, relator especial da ONU sobre o direito à alimentação, adverte: "Porque os países da África estão competindo para os investidores, os preços são os outros". Alguns contratos, disse De Schutter, são apenas três páginas, para centenas de milhares de hectares de terra. Estes tipos de acordos estipulam que os produtos devem ser cultivadas, a localização eo preço de compra ou locação, mas eles não incluem as normas ambientais. Também falta a regulamentação dos investimentos necessários ea estipulação de que os empregos devem ser criados, disse De Schutter.
Alguns concordam em construir escolas e abrir estradas, mas mesmo quando os investidores à altura das suas promessas, os benefícios para os governos anfitriões e os agricultores locais são muitas vezes de curta duração. No longo prazo, porém, eles devem sofrer as consequências do excesso de fertilizantes, desmatamento, o excesso de consumo de água, redução da diversidade ecológica e da perda de espécies locais. Para aumentar as colheitas e obter retornos anuais de 20 por cento ou mais, os grandes latifundiários estrangeiros devem operar suas fazendas em escala industrial. E quando o solo se esgota depois de alguns anos, muitos investidores simplesmente seguir em frente. A terra é tão barata que eles não são obrigados a valorizar práticas de agricultura sustentável.
Rejeitando o modelo antigo

Continua

Loumari disse...

Devido a estes riscos e Audinet De Schutter, como a maioria dos especialistas, a agricultura favor contrato em vez de aquisição de terras. Em outras palavras, os investidores estrangeiros a fornecer tecnologia e capital, enquanto os agricultores locais próprios ou arrendamento de terras e de fornecimento de arroz ou trigo a preços fixos. Este é o clássico, tentou-e-modelo testado, mas não é o que os novos investidores querem. Eles querem o controle, a propriedade, retornos elevados e, acima de tudo, segurança, objectivos raramente compatível com os interesses de milhares de pequenos agricultores.
Senegal decidiu em favor da agricultura comercial e contra a venda de terrenos em grande escala, mas acontece de ser uma democracia estável. Isso não pode ser dito de muitos dos países onde a aquisição de terras está ocorrendo.
"Quando o alimento se torna escasso, o investidor precisa de um Estado fraco que não forçá-lo a cumprir todas as regras", diz Philippe Heilberg, um empresário americano. Um estado que permite que as exportações de grãos, apesar de fome em casa, que é consumido pela corrupção ou profundamente endividados, governado por uma ditadura, abalado pela guerra civil, ou envia milhões de trabalhadores no estrangeiro e é dependente destes trabalhadores que recebem vistos e empregos.
Heilberg encontrou uma nação: Sul do Sudão, que é de fato um pré-nação, não autónomos, mas independentes. The 44-year-americano, filho de um comerciante de café e fundador da empresa de investimento Jarch Capital, agora é o locatário o maior da terra no sul do Sudão, onde aluga 400.000 hectares de terras agrícolas de primeira no Mayom County.
A simples menção das palavras do Sul Sudão evoca imagens de uma guerra civil, os refugiados e de fome, não de um lugar onde se considerariam os tomates crescendo. Mas Heilberg raves que seu projeto será mais benéfico para as pessoas do que as Nações Unidas, e que ele irá criar empregos e produzir alimentos. E ele está convencido de que não Matip Paulino, de quem ele alugou o terreno por 50 anos, ser referido como um guerreiro, mas como um senhor da guerra "antigo" ou "vice-chefe do Exército." Heilberg esquece de mencionar que os rebeldes liderados por Matip são suspeitos de terem cometido crimes de guerra.

Continua

Loumari disse...

Em vez de comprar ações, o ex-banqueiro está agora a especular sobre o futuro político do Sul do Sudão, que ele insiste que será um país independente em 10 anos, pelo qual os terrenos ponto será muito mais caro do que é hoje.
Aquisição do terreno já é um passo mais adiante, no oeste do Quênia, que abriga Erastas Dildo, 33, o tipo de pessoa que os investidores Nova York provavelmente caracterizar como um fator de risco: um pequeno agricultor que possui três hectares de terra. É terra fértil, onde o milho vira verde brilhante e cresce dois metros (6,5 pés) de altura, onde o gado é tão gordo quanto hipopótamos e as plantas de tomate curva sob o peso de seus tomates. A vizinha Yala rio desemboca no Lago Vitória. Há três casas de tijolos de pequena propriedade. Erastas suas colheitas de milho duas vezes por ano, e os vegetais e os tomates crescem o ano todo. Um hectare produz 3.600 € pena de milho por ano, um monte de dinheiro para os padrões quenianos.
"Eles expulsaram 400 famílias»
Mas as coisas mudaram quando Erastas foi contactado por Dominion Farms, E.U. um produtor agrícola que estabeleceu uma colônia no delta do Yala, onde ele alugou 3.600 hectares de terra por 45 anos, a taxa absurda de 12.000 € por ano. Dominion, que planeja crescer o arroz, legumes e milho na terra, quer incluir três Erastas Dildo de hectares em sua empresa.
Os representantes Dominion ofereceu pagar-lhe cerca de 10 cêntimos por metro quadrado. Erastas virou-los para baixo, e agora eles estão fazendo a vida difícil para o agricultor. Sua arma mais eficaz é uma represa que construiu.
Quando Erastas tentou sua colheita de milho no ano passado, foi debaixo de água. "Eles estão jogando com o nível de água para se livrar de nós", diz ele. E quando isso não funciona, diz Erastas, Dominion envia tratores, bandidos e às vezes até mesmo a polícia.
No âmbito deste contrato, Dominion concordou em renovar ", pelo menos, uma escola e um posto médico" em cada um dos dois distritos locais. "Eles expulsaram 400 famílias, em vez", diz Gondi Olima da organização Friends of the Swamp Yala. Segundo Olima, a primeira empresa a Dominion novos postos de trabalho, como diaristas foram contratados para limpar o local com facões, mas a empresa trouxe em equipamentos cada vez mais. "Agora eles têm tantas máquinas que os trabalhadores não são mais necessários", diz Olima.

Continua

Loumari disse...

Dominion Quintas nega as acusações dos agricultores e recorda que já construiu oito salas de aula, doados gateposts e concedeu 16 bolsas de estudo para crianças, bem como o fornecimento de camas e de electricidade para uma enfermaria do hospital.
Talvez Erastas e sua família serão obrigados a abrir caminho para o desenvolvimento em breve, como já acontece em muitos outros lugares. O Banco Mundial estima que apenas 2 a 10 por cento da terra na África é formalmente próprias ou arrendadas, e mais do que está nas cidades. Uma família pode ter vivido em ocupado ou um pedaço de terra ao longo de décadas, mas muitas vezes não tem nenhuma prova de propriedade.
Hunt para a terra continua
No entanto, a terra é quase nunca deixou utilizadas. Os pobres, em particular, vivem fora da terra, onde eles coletam frutas, ervas ou lenha e pastar o seu gado. De acordo com um estudo conjunto por várias organizações da ONU, grilagem de terras, também se justifica pela definição da terra como "pousio". Como resultado, de acordo com o relatório, as invasões de terra têm o potencial para despojar os agricultores em grande escala. Em muitos países, pode haver bastante terra arável disponível para todos, mas a qualidade não é uniforme, e os investidores querem as melhores terras. Que, como acontece, é a terra onde os agricultores geralmente vivem.
Porque mais de 50 por cento dos africanos são pequenos agricultores, aquisição de terras em grande escala poderia ser desastrosa para a população. Aqueles que perdem seus campos de perder tudo. O facto de os grandes investidores podem melhorar substancialmente as suas safras com a moderna tecnologia agrícola é de pouca utilidade para os africanos que, uma vez que perderam suas terras e meios de subsistência, não se pode dar ao luxo de comprar produtos de novas fazendas.
O Banco Mundial e outros estão agora a desenvolver um código de conduta para os investidores. A declaração de intenção tinha sido previsto para julho do G-8 na cimeira de L'Aquila, na Itália, mas os chefes de Estado presentes não poderiam concordar com as normas obrigatórias.
E assim, a busca por terras continua. Dominion obteve outro 3.200 hectares, e Philippe Heilberg está em processo de locação de um adicional de 600.000 hectares no sul do Sudão. Volta a Nova York, na Sala de Stuyvesant, um dos palestrantes está a recitar números para ilustrar o quão rápido da população mundial está a crescer: por 154 pessoas por minuto, 9.240 por hora ou 221.760 por dia. E cada um deles quer comer.

Loumari disse...

MEU COMENTARIO NAQUELE DIA FOI: Eu li este jornal abaixo, e cheguei a uma só conclusão: Quem é vítima realmente em tudo isto? Pode alguém introduzir-se dentro da minha casa e ser totalmente livre dos seus movimentos, até introduzir-se no meu quarto, na minha casa de banho privativo, deitar-se na minha cama, abrir a minha carteira e servir-se da quantia que lhe apetecer, abrir minha geladeira e servir-se a vontade de tudo quando deseja, ligar a minha TV e sentar-se no meu sofá e tudo isto sem o meu consentimento? Estes da global investment fizeram do Brasil província dos Estados Unidos. Brasil nação soberana? Por amor de Deus! Brasil foi feito o alvo de todo tipo de OGM's. Vi um documentário há semanas atrás realizado por uns jornalistas independentes franceses, em Rio de Janeiro, podem acreditar que expandiram na natureza mosquitos geneticamente modificado? Chamam isso AGM. Traduzido: animais geneticamente modificados. E nas zonas onde largaram estes mosquitos de laboratório não se deram a pena de informarem a população local. Eu quando vi o documentário fez-me recordar o filme _ i,robot. Criaram uns robots programados para viver em harmonia com o ser humano, só que depois se tornou sendo uma coisa com atitude imprevisível.

Aqui eu só vejo, responsáveis e culpados. Todos os cães rastreados sem princípios nem valores humanos. Tudo o que têm de humano é só a aparência humana. Novo tipo de colonialismo? Qual é a nação onde os USA ou algum pais Europeu chegou com aviões F16 fortif, Mirages, helicópteros Apache o Tiger lhe ameaçar com bombardeá-lo se por acaso recusar a introdução das multinacionais dos países ocidentais? E no domingo passado vi um documentário sobre Libéria. Limparam este pais de todas as árvores, eliminaram varias aldeias, para criar-se espaço para plantar palmeiras para a produção de óleo de palma. O tal investor é uma empresa indonésia. E agora Libéria está a sofrer graves inundações. E não vos falo das terriveis inundações em Sudão e em Mali.

Loumari disse...

AGORA CONVIDO A TODOS A VIRAR-SE PARA AS TERRAS DO BRASIL:
Vamos todos fazer uma pausa: E agora, que cada brasileiro empenhe o seu juízo e puxe-o a reflexão profunda no mais íntimo de sua consciência e observa o panorama que engloba o Brasil. Agora vomos fazer um pequeno exercício de cálculo no que consiste da sua população:
-A comunidade das Vadias
-A comunidade dos gays
-A comunidade dos adeptos das bruxaria
-A comunidade dos feiticeiros
-A comunidade que engloba os corruptos, corruptores
-A comunidade dos traficantes de drogas, de seres humanos, de orgãos humanos, e todos os criminais assassinos, ladroes e estupradores, os que injuriam a Deus e pervertem a Bíblia, os que violam e vandalizam a Virgem, os que profanam a Cristo e tudo o que é sagrado nestas terras brasileiras.
SOMANDO TODOS ESTES, A QUANTO SE PODE AINDA ESTIMAR O QUE SOBRA DESTES, DITOS GENTES DE BEM NA POPULAÇÃO BRASILEIRA?
Apenas sete (7) mil almas nobres e puras. E peso as minhas palavras.

ALMANAKUT BRASIL disse...

Barbosa Nove e Meia - (TV Pirata/Globo)

Roberto Honda

https://www.youtube.com/watch?v=WhZMllY96jw

Anônimo disse...

Cleonice I Ferreira disse:
Presidente eleito Donald Trump PROPÕE PENA DE MORTE PARA QUEM ASSASSINAR POLICIAIS...
Vale a pena confirmar todo o Artigo em: Tribunalaurodefreitas.com.br>Notícias.
Postado em 6 de janeiro de 2017.
Confiram o que pensa o presidente eleito a respeito do tratamento que deve ser dado aos policiais. Quanta diferença com o que ocorre no nosso Brasil!
Toda Nação merece bons governantes. Desejo ao Sr.Donald Trump muito sucesso em seu governo juntamente com o Povo Americano(USA).

Anônimo disse...

Vá te catar, Jorge Serrão! Pior com Dilma só com Lula e Dilma! Sacou?!

Anônimo disse...

Com a eventual e iminente prisão do bruxo mor, o bafo explosivo, os líderes dos exércitos sociais de esquerdas já devem programar a venda de senhas para a visitação ao patrão. De duas, uma: ou vai bombar ou decepcionar.

Anônimo disse...

"Loumari
Apenas sete (7) mil almas nobres e puras."

"Apenas"...
Acredito que "7 mil" é um número muito grande...

Some os convertidos ao cristianismo do islã e os judeus, mais os ateus, que ainda se converterão, antes do momento final, acredito que serão mais cristãos, por esse motivo o número deve ser menor "do que 7 mil"... (no Brasil)