segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Se a ira dos mortais nos faz tão cria guerra...


“País Canalha é o que não paga precatórios”.

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Aos perigos da guerra, sabemos todos que estamos expostos.

Mas se não nos resta outro caminho para auto-determinar o Brasil (cujos filhos não fogem a luta), verão os incrédulos, que os seus adoradores nem a morte temem.

Os romanos inscreviam na lápide do morto: VIXIT.

Assim, quem já bem viveu, não hesitará em imolar-se para varrer a canalha que hoje infesta o planalto.

Como o Trovador, correrá a salvar a mãe-Pátria da horrenda pira que a consome, ou ao menos, com ela morrer.

O povo irado, precisará da sorte apelas uma vez; os traidores, todas as vezes.

Os heróis sobreviventes, poderão, como São Nuno de Santa Maria, tomar o hábito carmelita. Vesti-lo-ão sobre sua armadura “acaso a Pátria volte a necessitá-los”.

A mais protetora couraça é a Divina Providência.

A fé, a honra, o altruísmo e outros atributos que os tarados desconhecem o significado, é que levarão a História a registrar : “Ditosa Pátria que tão ilustres filhos teve !”.

Que a Carmen de Bizet e a Lucia de Lammermoor (G. Donizetti) tenham seguidora menos infeliz.






Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

9 comentários:

Loumari disse...

Assim diz o Senhor: Não se glorie o sábio na sua sabedoria, nem se glorie o forte na sua força; NÃO SE GLORIE O RICO NAS SUAS RIQUEZAS.
Mas, o que se gloriar glorie-se nisto: EM ME CONHECER E SABER QUE EU SOU O SENHOR, que faço beneficência, juízo e justiça na terra; porque destas coisas me agrado, diz o Senhor.
Eis que vêm dias, diz o Senhor, em que visitarei a todo o circuncidado com o incircunciso:
Ao Egipto, e a Judá, e a Edom, e aos filhos de Amon (brasileiros), e a Moab (USA), e a todos os que cortam os cantos do seu cabelo, que habitam no deserto; porque todas as nações são incircuncisas, e toda a casa de Israel é incircuncisa de coração.
(JEREMIAS 9:23)

Loumari disse...

"Standing On The Promises" by Alan Jackson

https://youtu.be/S1tH6h2v_0c

Revelation 20:6 New International Version (NIV)
6 Blessed and holy are those who share in the first resurrection. The second death has no power over them, but they will be priests of God and of Christ and will reign with him for a thousand years.

Anônimo disse...

Fátima, Aparecida, Lutero e Lenine:
quatro centenários
dos quais depende a sorte do mundo em 2017 (I)

Em 2017 se comemora o centenário das aparições de Nossa
Senhora em Fátima. E também o terceiro centenário do miraculoso
achado de Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, no rio
Paraíba, na segunda quinzena de outubro de 1717.

Em sentido oposto, também se completam outros dois centenários de eclosões que podem ser tidas como geradas nos abismos infernais:

1) O início da revolta de Lutero em 1517 (em 31 de outubro de 1517 ele afixou na porta da igreja do castelo de Wittenberg as 95 teses que continham os postulados de sua insurreição);

2) A revolução comunista chefiada por Lenine na Rússia em 25 de outubro de 1917 (7 de novembro pelo calendário gregoriano).

Dois centenários de eventos vindos do Céu e dois inspirados pelo demônio.
É compreensível que os inimigos da Igreja tentem abafar os centenários de Nossa Senhora e queiram promover os das revoltas geradoras dos males que hoje flagelam o mundo sob diversas formas.

Esse “choque dos centenários” se faz sentir sensivelmente a respeito de Fátima, pois coincide com o centenário da revolução bolchevique, herdeira da revolução protestante.

E em Fátima Nossa Senhora apontou para a profunda relação entre as desgraças que Ela queria evitar para o mundo e os acontecimentos nefastos que nesse ano se deram na Rússia.

Se o mundo não fizesse penitência, disse a Santíssima Virgem, a Rússia espalharia seus erros pelo mundo e seria o flagelo com que Deus castigaria a Igreja e a humanidade.

Por isso, em Fátima Nossa Senhora veio pedir a consagração da Rússia a seu Imaculado Coração em condições muito precisas, até agora não preenchidas por nenhuma consagração oficial.

Mas prometeu também que no fim se verificaria o esplendoroso triunfo de seu Imaculado Coração com a conversão da Rússia e a instalação da paz de Cristo no mundo.

Fonte:
http://aparicaodelasalette.blogspot.md/2017/01/fatima-aparecida-lutero-e-lenine-quatro.html

Anônimo disse...

continuando (Fátima, Aparecida, Lutero e Lenine II),

Neste “choque dos centenários” há, portanto, uma vitória anunciada do Céu, não sem antes o mundo passar por imensas purificações.

A revolta do inferno contra o grandioso triunfo prometido por Nossa Senhora se patenteou no ímpio manifesto intitulado Contra a Credibilização do “Milagre” de Fátima.

Ele está recolhendo assinaturas via Internet pedindo ao Papa Francisco que desmoralize e/ou desminta as aparições de Nossa Senhora, de preferência no dia em que ele visitar o Santuário em Portugal.

A visita está anunciada para os dias 12 e 13 de maio de 2017.

O abaixo-assinado é promovido por um reduzido grupo de professores céticos que se vangloriam de contar entre eles com um sacerdote, além de antropólogos e personalidades da sociedade civil.

Da última vez que conferimos o site, o número de adesões era diminuto: 851, crescendo muito lentamente.
O abaixo-assinado visa não imediatamente a Igreja Católica, mas a difusão da Mensagem de Fátima.
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“O milagre é um embuste, uma farsa, uma má encenação que dura
cem anos, tempo suficiente para ter desmascarado o que hoje em
dia é um negócio”, declarou um porta-voz da petição, o músico Pedro
Barroso à agência Lusa, citada pelo jornal espanhol “El País”.
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Os signatários chegam a manifestar certa admiração pelo Papa Francisco I:

“O papa Francisco é uma personalidade que merece algum
respeito nosso, por muitas atitudes em favor de uma Igreja mais
moderna, uma Igreja de verdade, uma Igreja Católica de grande
responsabilidade, e muitas vezes com intervenções sociais e públicas de grande valor. Como vai referendar uma coisa destas?”, disse Barroso.
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O manifesto pede ao Papa Francisco que, se visitar Fátima, “se muna do açoite para expulsar os vendilhões do templo que é o que virou o santuário edificado no lugar das supostas aparições aos pastores, visitado por milhares de pessoas anualmente”, nas palavras do citado “El País”.

O manifesto recomenda livros, em verdade difamatórios, sobre o que teria acontecido no sagrado lugar. Os títulos dos panfletos dizem tudo: “Fátima Nunca Mais” (1999) e “Fátima S/A” (2015), do padre Mário do Oliveira, um signatário do manifesto.


Fonte:

http://aparicaodelasalette.blogspot.md/2017/01/fatima-aparecida-lutero-e-lenine-quatro.html

Anônimo disse...

continuando (Fátima, Aparecida, Lutero e Lenine III),

O desrespeito que marca o abaixo-assinado deblatera contra a época do “suposto milagre”, tida como viciada por “grande obscurantismo cultural e com evidente aproveitamento dessa rústica ignorância” por parte da Igreja.

“Não é preciso um grande esforço”, diz o texto, “para chegar a esta conclusão, nem grande erudição teológica para analisar o caso. A evidência do logro fica bem clara, bastando, no essencial, ler alguns documentos oficiais e alguns livros de pessoas – algumas assumidamente católicas – com autoridade na matéria [...] para concluir pela sua total inconsistência”.

O abaixo-assinado conclui que, “seguindo a postura de seriedade que vem adotando em seu pontificado, ‘o melhor serviço que o papa Francisco prestaria à verdade histórica, seria NÃO vir a Fátima, assim desmistificando o chamado ‘milagre dos pastorzinhos’, recusando colaborar com ele, ou dar-lhe seu aval’”, veiculou “El País”.

O colunista Juan Arias, do referido jornal espanhol, parece ter percebido a imprudência dessa iniciativa, e sugere uma posição “intermediária” da Igreja sobre Fátima para abafar os apelos de Nossa Senhora que mais enfurecem as forças da iniquidade.

Sem dissentir da iníqua proposta, o colunista recomenda que o centenário de Fátima fique em celebrações tipo “água com açúcar”, sem falar, ou tratando na surdina, de suas tremendas implicações.

O jornalista faz um paralelismo com Nossa Senhora Aparecida. Pergunta ele o que aconteceria se o Papa ou a CNBB declarassem que não foi descoberta por milagre e que não se deve acreditar nela em virtude de negócios que a Igreja teria feito nos últimos séculos explorando pecuniariamente a “crendice” dos fiéis.

Isso “soaria a sacrilégio” não só para os católicos, mas também para algumas camadas sociais, escreve Arias.

Por isso, dá a entender que seria preferível deixar os devotos de Nossa Senhora navegar a gosto entre a “superstição” e a “fé popular”, considerada como “parte da cultura dos povos”, sem aprofundar os aspectos que mais irritam os infernos.

Em qualquer caso, quer prevaleça a proposta radicalmente anti-Fátima e anti-Aparecida – que julgamos inviável –, quer a proposta de diluir ou dispersar essas devoções num nevoeiro inconsistente, o golpe que se tentaria contra Nossa Senhora seria incomensurável.

O momento histórico é para ser levado muito a sério. Nossa Senhora se manifestou em Aparecida em 1717 e em Fátima em 1917.

O horizonte das crises que consomem a humanidade parece estar clamando que não há mais tempo a perder. Que é a hora de atendermos com lídima e ardorosa fidelidade ao apelo à penitência de Nossa Senhora em Fátima.

Se em 2017 vierem a acontecer desgraças inimagináveis sobre o Brasil, sobre o mundo ou, pior ainda, sobre a Igreja, deveremos nos lembrar dessas causas, que outrora também teriam parecido inimagináveis.


Fonte:

http://aparicaodelasalette.blogspot.md/2017/01/fatima-aparecida-lutero-e-lenine-quatro.html

Anônimo disse...

Coletando assinaturas com o objetivo de aprovar uma emenda constitucional que proteja totalmente a vida dos nascituros. (contra o aborto)

Já a legislação nacional, votada pelo Parlamento, é taxativa ao considerar o aborto como Crime em qualquer momento da gestação. Mas aqueles que deveriam velar pelo cumprimento estrito da lei, interpretando-a segundo a intenção de quem a promulgou, consideraram-na inadequada para o contexto social em que vivemos.

Tratou-se, então, de interpretá-la segundo os critérios mais amplos da Constituição. Tão amplos como amplos são os conceitos de “direitos humanos”, “igualdade” etc.

Se a interpretação pode ir contra a vontade do legislador e até mesmo contra a própria letra da lei, de que importa a lei? Torna-se um mero dispositivo que será usado pelo seu intérprete para impor uma nova concepção de sociedade, mesmo que em oposição à esmagadora maioria da população a quem ambos, em uma democracia, devem servir, tanto o legislador e sua lei, como o juiz, que é o seu intérprete.

O voto vencedor foi proferido pelo Min. Luís Roberto Barroso, o mesmo que, em algumas ocasiões, disse que caberia ao Supremo

Assine (petição) :

http://ipco.org.br/ipco/pela-vida-peticao-por-uma-emenda-constitucional-que-proteja-totalmente-o-nascituro/#.WIktJtLafIU

Anônimo disse...

SENHORES CONGRESSISTAS,

— tendo em vista as inúmeras tentativas de liberar ou de ampliar o aborto no Brasil, seja através de decisões judiciais ou de projetos de lei em tramitação no Congresso Nacional;
— tendo em vista que o aborto voluntário constitui um assassinato de uma criança inocente, uma grave violação da Lei Natural e da Lei de Deus, sendo contrário ao desejo da imensa maioria de nossa população.

Nós, abaixo-assinados, solicitamos que seja aprovada uma emenda constitucional que proteja a vida das crianças que ainda estão no ventre materno.

Nesse sentido, pedimos que o aborto continue proibido em nosso País para garantir a vida do nascituro, sem permitir que sejam ampliados os casos em que o aborto, pela legislação atual, não é punido.

Senhores Congressistas, nascer também é um direito, um direito fundamental, e precisa ser defendido em nossa Constituição de forma clara, para que não se torne mais um dos direitos negligenciados e para que, em nosso Brasil, seja a defesa da vida dos indefesos uma das estrelas que brilham, em nosso firmamento, ao lado do Cruzeiro do Sul.


Fonte:
http://www.abim.inf.br/peticao-para-garantir-a-vida-do-nascituro/

Anônimo disse...

ENTRE A LOUCURA E A PERSEGUIÇÃO

Os povos da Europa estão mostrando uma recusa cada vez maior a esse mastodonte burocrático, totalitário e asfixiante chamado União Europeia (UE). O voto popular a favor do “Brexit” foi apenas uma amostra do crescente fosso que separa a UE das reais aspirações dos cidadãos de seus países-membros.

Um dos organismos da UE mais contestados é o Parlamento Europeu, incumbido de legislar sobre normas comuns aos países do bloco. A principal causa de tal recusa são as imposições ideológicas desse organismo contra a família e contra a própria natureza humana.


Da alucinação à realidade

Não creia o leitor que exageramos: a Comissão de Assuntos Jurídicos do Parlamento Europeu acaba de aprovar um rascunho de relatório que propõe conceder personalidade jurídica aos robôs autônomos “mais sofisticados”, atribuindo-lhes “o status de pessoas eletrônicas (sic!) com direitos e obrigações específicos, inclusive de reparar qualquer dano que possam causar”.

Segundo a autora do relatório, a deputada luxemburguesa Mady Delvaux, a humanidade está entrando no umbral de uma “nova revolução industrial”, na qual os robôs também poderiam ficar sujeitos a certas “obrigações”, inspiradas aparentemente nas chamadas “Três Leis da Robótica”, enunciadas pelo publicitado autor de ciência-ficção Isaac Asimov em seu conto Runaround (Círculo vicioso), de 1941.

Ora, essa ficção visionária parece estar a caminho de se tornar uma absurda realidade legal.

Mas, o que sucederia se um robô “saísse do manual” e gerasse situações de perigo? A relatora já tem a resposta: inserir previamente em todos os robôs um “interruptor mortal” através do qual eles possam ser desativados caso funcionem “fora das leis estabelecidas”.

Parlamento EuropeuDependendo de seu nível de sofisticação, estabelecer-se-iam diversos “níveis de imputabilidade” para os robôs infratores: a “responsabilidade pessoal” (sic) de cada um aumentaria proporcionalmente à sua maior autonomia.

Ou seja, teríamos uma espécie de “código penal” alternado para robôs, com diferentes sanções que vão da “pena de morte” a castigos menores.

Felizmente, para alívio de nossa atormentada espécie humana, em meio a tanta loucura Delvaux faz uma ressalva: “Um robô não é um ser humano e nunca será humano. [...] Pode mostrar empatia, mas não pode sentir empatia” (pelo menos não se deu conta…). Prescreve, ademais, que nenhum robô deverá parecer “emocionalmente dependente”, nem manifestamente humano, nem aparentar “que ama ou que está triste” .

Para a deputada Delvaux, a interação diária de homens com o que ela chama de “entes inteligentes não humanos” ou Inteligência Artificial, suscita problemas derivados da complexidade desses últimos, inclusive a “clara possibilidade” de que, apesar de serem produtos de nossa própria criação, nos superem “tanto mentalmente (sic) quanto fisicamente”; em outras palavras, que o feitiço robótico se volte contra o feiticeiro humano… .

Fonte:
http://www.abim.inf.br/parlamento-europeu-direitos-para-robos-mordaca-para-defensores-da-familia/

Anônimo disse...

ENTRE A LOUCURA E A PERSEGUIÇÃO (II) Perseguição à vista?

Este não é o único disparate que se cozinha no Parlamento Europeu. A eurodeputada ecologista Heidi Hautala encomendou no ano passado à lobista pró-aborto polonesa Elena Zacharenkel um relatório contra as instituições e personalidades que se opõem aos supostos “direitos sexuais e reprodutivos” e à “igualdade de gênero”, bandeiras da atual revolução cultural. O texto foi apresentado no dia 12 do corrente mês de janeiro.
Manifestação da Federação Pró-Europa Cristã diante do Parlamento de Luxemburgo, no dia em que se votou a legalização do aborto nesse país.

Manifestação da Federação Pró-Europa Cristã diante do Parlamento de Luxemburgo, no dia em que se votou a legalização do aborto nesse país.

Segundo o portal espanhol Actual, “na lista negra desta peculiar caça às bruxas está em primeiro lugar o Vaticano (?), e depois 500 movimentos pró-vida e pró-família de 30 países da Europa” — entre os quais as agrupações Mum, Dad and Kids, One of us, CitizenGo, etc. –, ou personalidades como Sophia Kuby, Gregor Puppinck, os espanhóis Jaime Mayor Oreja e Ignacio Arsuaga, entre outros.

Parlamento EuropeuE, evidentemente, nesse libelo acusatório não poderia faltar a TFP: a relação destaca a Federação Pró-Europa Cristã (FPEC) [foto acima], com sede em Bruxelas, que aglutina TFPs e associações afins de 17 países europeus para ações conjuntas em defesa dos valores familiares. Menciona também que a FPEC é dirigida pelo Duque Paul von Oldenburg [Foto abaixo] e surgiu do “movimento ultraconservador [...] Tradição, Família, Propriedade”. E acusa os membros das TFPs de promoverem “uma cruzada no século XXI para levar a cabo uma revolução cristã”, quando deveria dizer uma Contra-Revolução.

Essas menções à FPEC e às TFPs, vindo de onde vieram — dos antros da Ideologia de Gênero — são sumamente honrosas para nós e para as demais entidades da lista, pois seu reconhecimento da eficácia de nossa luta em defesa da civilização cristã equivale a uma condecoração implícita.

O libelo reconhece, por exemplo, que em certas ocasiões as entidades visadas pelo seu alarme “são capazes de ativar dezenas de milhares de aderentes” em mobilizações que “conseguiram influenciar o desenvolvimento de políticas da UE”.
Parlamento Europeu

Duque Paul von Oldenburg, diretor da Federação pró-Europa Cristã e da TFP alemã, é um dos “inimigos” da revolução cultural denunciados num informe del Parlamento Europeu.

Por isso, convoca a “opor-se à proliferação dos movimentos anti-choice”, assinalando que para isso “é crucial que os progressistas [leia-se: as esquerdas alinhadas com a revolução sexual] apresentem soluções concretas para esses desafios [...] a fim de rebaterem eficazmente a visão promovida pelas forças conservadoras”.

Quais seriam essas soluções concretas? Anteriormente, a esse tipo de denúncias seguiam-se um estrondo publicitário e uma encarniçada perseguição contra os denunciados. Mas, hoje, o Parlamento Europeu, a própria UE e as esquerdas em geral estão de tal modo desacreditadas perante o público, que provavelmente o libelo ficará apenas como mais um estalido de ódio contra a Igreja Católica e a civilização cristã, sonoro, mas impotente.

E, enquanto isso, dentro e fora da Europa, um número cada vez maior de pessoas perguntam: “Para que serve o Parlamento Europeu?”.

Fonte:

http://www.abim.inf.br/parlamento-europeu-direitos-para-robos-mordaca-para-defensores-da-familia/