domingo, 5 de fevereiro de 2017

A Nação e seus Militares


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Eduardo Dias da Costa Villas-Bôas

A sociedade brasileira já percebeu a necessidade de uma bem estudada reestruturação econômica em nosso país. Para tal esforço a equipe técnica do governo especificou medidas imprescindíveis para equilibrar as contas públicas. 

Contudo, do que se pode concluir da “guerra de versões”, alimentada ao sabor de vários interesses, se aquelas ações não forem calibradas e justas, os resultados serão desastrosos para as nossas Forças Armadas. Parcela significativa da população – e até mesmo dos formadores de opinião – desconhece tanto o funcionamento dos regimes de Previdência quanto os principais aspectos discutidos na reforma ora em gestação.

Acende-se o alerta de que é impositiva uma acurada atenção da parte dos mentores das mudanças para evitar que, na ânsia de proceder à correção de rumos e à supressão de “privilégios”, cometam injustiças, por ignorarem as peculiaridades espartanas da profissão militar, que possam vir a descaracterizar ou até mesmo tornar inviáveis a Marinha, o Exército e a Aeronáutica.

As Forças Armadas são instituições permanentes de Estado, que exigem dos seus quadros requisitos que extrapolam meras relações trabalhistas entre empregador e empregado e caracterizam a essência da profissão militar: servir à Nação, sem nenhuma contestação. Essa relação da sociedade com os seus militares é uma espécie de “contrato social”, no qual fica acordado que as restrições de direitos – às quais aderem os militares – são recompensadas com a devida proteção social que lhes confere a Nação.

Importante destacar que, nas discussões que tomam conta do País, os militares não se utilizam das peculiaridades da carreira para “ameaçar” a sociedade e assim obter tratamento temperado por “regalias”. 

Nas distantes fronteiras do País, encontramos os militares. Na pacificação das comunidades no Rio de Janeiro, ali estão os militares.

Na guarda das urnas eleitorais, eis os militares. Nas ações governamentais de defesa civil, nunca nos faltam os militares. Na distribuição de água, no Semiárido nordestino, e no combate ao mosquito Aedes aegypti nos deparamos com os militares. Na segurança dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, ali estavam os militares. No apoio à população do Haiti, lá nos representam nossos militares.

Sentimos muito orgulho de atuar sob quaisquer circunstâncias. É missão, estamos prontos! Tem sido cada vez mais frequente o clamor da sociedade por seus militares, por sua capacidade de pronta resposta, pela disciplina e pelo espírito de cumprimento do dever.

A dedicação integral e exclusiva ao serviço impede-nos de exercer qualquer outra atividade profissional. Se comparados com outras carreiras típicas do Estado brasileiro, é fácil notar que dependemos, há tempo, de soldos incompatíveis com o que o dever nos exige em termos de dedicação e de responsabilidade.

Pouco conhecido do público é o fato de que, ao final da carreira de 30 anos, quando transferido para a inatividade, as horas trabalhadas pelo militar equivalem a 45 anos, se comparadas às de um trabalhador civil. Isso se deve à realização de atividades de adestramento e operações continuadas, além dos serviços de escala de 24 horas, seguidas de expediente no dia posterior, inclusive em fins de semana e feriados, tudo isso sem os conhecidos direitos sociais e trabalhistas legalmente concedidos aos trabalhadores das outras classes, tais como o adicional de periculosidade, o FGTS e as horas extras.

Ressalta-se que o militar não pleiteia esses direitos, pois são incompatíveis com as exigências legais da “carreira das Armas”. O mais importante é cumprir o juramento do soldado perante a Bandeira Nacional: “Dedicar-se integralmente ao serviço da Pátria e defendê-la com o sacrifício da própria vida” – por esse compromisso não há preço a pagar. 

No entanto, é mister perguntar: a sociedade aceitaria que um militar não se apresentasse para uma missão sob a alegação de que “está na folga”, após o serviço? A sociedade estaria disposta a “pagar horas extras” pelo emprego continuado, nas missões de garantia da lei e da ordem? Logo, é impróprio entender como “privilégio” o que, na verdade, é um cerceamento de direitos e uma imposição de deveres.

Os militares já contribuíram, pesadamente, para o esforço de redução de custos do Estado. Em 2001 foi realizada ampla “reforma” no sistema de proteção social dos militares das Forças Armadas. Naquela ocasião, vários direitos foram suprimidos, tais como o adicional de tempo de serviço, as licenças especiais e a pensão para as filhas.

Essa discussão deve ser mais aprofundada e não se restringir a uma questão numérica de simples redução de custos. Ela deve incluir, como questionamento, o que a sociedade deseja de seus cidadãos fardados: profissionais militares, com prontidão, motivação e dedicação exclusiva, ou milícias, cuja disponibilidade permanente à Nação ficaria limitada por direitos individuais regidos por legislação trabalhista ou conchavos espúrios?

Os argumentos apresentados ao longo deste artigo podem parecer ideias exclusivas do estamento militar. Não é verdade! Em recente trabalho realizado pela Fundação Getúlio Vargas – e não se pode duvidar do reconhecimento acadêmico e da isenção dessa instituição – ficam claras as especificidades da nossa carreira e as razões para que não se mesclem argumentos de ordem econômica com a defesa da sociedade brasileira, à qual servimos.

Neste momento crucial, em que a Nação busca mares calmos e bons ventos que a levem a porto seguro, faz-se necessário que o Estado e a sociedade procedam à urgente e inadiável equalização das contas públicas e, simultaneamente, ponderem acerca de não desfigurar a essência das nossas Forças Armadas e de não ferir de morte a alma de seus militares, o que – livre-nos Deus – seria inaceitável.


Eduardo Dias da Costa Villas-Bôas, General de Exército, é Comandante do Exército Brasileiro. Originalmente publicado no Estado de S.Paulo, em 4 de fevereiro de 2017.

6 comentários:

Anônimo disse...

SE ISSO ACONTECER ESTIMADO GENERAL E PORQUE AS FFAA ABRIRAM MAO DE SUAS PRERROGATIVAS DE DEFENDER O PAIS E SEUS CIDADAOS E AO MESMO TEMPO ENTREGARAM SUAS ARMAS AS FACÇOES CRIMONOSAS QUE ESTAO INFESTANDO O PAIS DE CABO A RABO. ATE O MUNDO MINERAL SABE O QUE ESTA SENDO FEITO NO PAIS PORTANTO GENERAL E MAIS DO QUE JUSTO QUE AS FFAA ENTREM NA BRIGA E COMECEM A FALAR PARA NAO PECAR POR CALAR. ATE O MUNDO MINERAL SABE O QUE A VAGABUNDAGEM VERMELHA VEM FAZENDO INCLUSIVE PISOTEANDO A CONSTITUIÇAO PERNETA. NAO TEMOS MAIS LIBERDADE NO PAIS. OS CIDADAOS DE BEM QUE TRAZEM DINHEIRO PARA O CONFORTO E A VIGARICE DOS TRES PODERES ESTAO DISPROTEGIDOS POR CULPA EXCLUSIVA DAS FFAS QUE NAO SE RESPEITOU E NAO IMPOS SEU RITMO. QUALQUER MEQUETREFE BUNDA SUJA HOJE ESTA METIDO DENTRO DO CONGRESSO, DENTRO DO SUPREMO FEDERAL E ELEITORAL. GENTE QUE NAO FOI COLOCADA LA PELO POVAO E MUITO MENOS POR SEUS PARES DE CARREIRA. TANTO A JUSTIÇA BRASILEIRA QUANTO OS ELEMENTOS QUE FORMAM A JUSTIÇA ESTAO SOB O JUGO DA PROPRIA JUSTIÇA POR ATOS INDECENTES QUE MODIFICAM A JUSTIÇA. NOSSA JUSTIÇA A MUITO NAO E MAIS JUSTIÇA NO PLENO USO DA PALAVRA ELA NAO FAZ PREVALECER AS LEIS ELA E MERO CARIMBADORA DA VAGABUNDAGEM VERMELHA DO TOMA LA DA CA. NAO SEI PORQUE ELES EXERCEM TANTA INFLUENCIA EM CIMA DAS FFAA. SERA QUE ELAS TAMBEM ENTRARAM NO JOGO DO TOMA LA DA CA? ESPERO QUE NAO. SEU SILENCIO SO ESTA PRIVILEGIANDO OS VAGABUNDOS VERMELHO QUE SEMPRE TENTARAM INFESTAR O BRASIL. E AGORA PARECE QUE ESTAO LEVANDO VANTAGEM. ESTA NA HORA DO ACERTO DE CONTAS OU AS FFAA ESTAO DO LADO DA NAÇAO E DO POVO TRABALHADOR BRASILEIRO QUE PAGA SUAS CONTAS OU ESTA DO LADO DOS MEQUETREFES QUE ELEGERAM COMO FFAA O BOULOS E O STABILI E MAIS OS SINDICATOS, ONGS E OUTROS PIVETES QUE INFESTAM OS COFRES PUBLICOS E NAO QUEREM DESEMBARCAR DO PODER. ONDE ESTA NOSSAS FFAA. REAJAM ENQUANTO E TEMPO. DEPOIS NAO VAI ADIANTAR CHORAR.

Loumari disse...

Grande protesto anticorrupção na Roménia faz a primeira baixa: o ministro da Economia
Florin Jianu sai por obrigação “ética”. Presidente romeno encaminha lei que amnistia casos de abusos de poder, incluindo o do líder do partido no poder, para o Constitucional.

Por HUGO TORRES 2 de Fevereiro de 2017, 10:36

O impacto da lei romena que descriminaliza com efeitos retroactivos casos de abusos de poder está a passar das ruas – onde mais de 250 mil pessoas se manifestaram entre terça e quarta-feira, numa manifestação que está a ser considerada a maior no país desde a queda do regime comunista, em 1989 – para o Governo. O ministro com a tutela da economia, Florin Jianu, anunciou que a sua saída do executivo se impõe como um imperativo “ético”.

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O governante escreveu no Facebook que não se trata de uma questão de “honestidade profissional” – “tenho a consciência tranquila”. Jianu diz que se demite pelo seu filho. “Como é que vou olhá-lo nos olhos e o que vou dizer-lhe ao longo dos anos? Vou dizer-lhe que o pai foi um cobarde e apoiou decisões em que não acredita, ou que escolheu afastar-se de uma história que não é a sua?” “É o que deita a minha consciência, e isso não é negociável”, frisa.

Em causa está uma lei aprovada na terça-feira à noite que, na prática, abre as portas do Governo ao líder do partido social-democrata (centro-esquerda). Liviu Dragnea venceu as eleições de Dezembro mas está impedido de assumir o cargo de primeiro-ministro, uma vez que foi condenado por uma campanha de subornos e boletins de voto falsos para conseguir um resultado favorável numa votação para a destituição do então Presidente (e rival do partido liberal) Traian Basescu.

Liviu Dragnea é ainda arguido num processo que investiga a sua influência na atribuição de empregos públicos por dois funcionários do partido social-democrata entre 2006 e 2013. A nova lei não só descriminaliza casos de abusos de poder como estes, de menor dimensão, como prevê a amnistia de quem por eles já foi condenado. O diploma estipula um limite de ganhos financeiros tolerável com estas práticas: 200 mil lei (quase 45 mil euros).

Além dos manifestantes que saíram à rua logo na terça-feira, desafiando as temperaturas negativas do Inverno romeno – e que na segunda noite de protestos gerou confrontos com a polícia na capital, Bucareste –, as reacções à aprovação da lei chegam da União Europeia e dos EUA. O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, mostrou-se “muito preocupado” com o que está a ocorrer na Roménia, sublinhando nesta quarta-feira que o combate à corrupção no país “precisa de avançar, não de ser revertido”.

Ler mais link abaixo

https://www.publico.pt/2017/02/02/mundo/noticia/grande-protesto-anticorrupcao-na-romenia-faz-a-primeira-baixa-o-ministro-da-economia-1760556

Loumari disse...

Roménia revoga decreto polémico que despenaliza corrupção

Por Lusa - 5 Fevereiro, 2017

O primeiro-ministro da Roménia anunciou este sábado que o Governo vai abolir um polémico decreto sobre corrupção, que motivou os maiores protestos no país desde a queda do regime de Nicolae Ceausescu em 1989.

“Amanhã [domingo] vamos promover uma reunião do Governo para revogar este decreto”, disse Sorin Grindeanu numa conferência de imprensa em Bucareste. “Não queremos dividir a Roménia. Não pode estar dividida em duas”.

O decreto, aprovado na terça-feira e que deveria entrar em vigor na próxima sexta, definia um crime de abuso de poder, punível com prisão, apenas se a soma envolvida ultrapassasse os 200 mil lei (44 mil euros).

O Governo, no poder há cerca de um mês, também pretendia através de um decreto separado libertar da prisão cerca de 2.500 pessoas que cumprem penas inferiores a cinco anos.

Cerca de 300 mil pessoas manifestaram-se na quarta-feira em Bucareste e em diversas cidades do país balcânico numa mobilização sem precedentes desde a queda do regime de Ceausescu em 1989, para denunciar a revisão do código penal iniciada há um mês pelo Partido social democrata (PSD), no poder desde a sua vitória folgada (45,48%) nas legislativas de dezembro.

O texto poderia permitir que diversos responsáveis políticos suspeitos de corrupção escapassem a processos judiciais, incluindo o poderoso líder do PSD Liviu Dragnea, antigo ministro e atual presidente da Câmara de Deputados (Parlamento), de momento está indiciado num processo por emprego fictício.

Na quinta-feira, Dragnea garantiu que não poderia beneficiar do novo decreto e denunciou “uma tentativa para desestabilizar o Governo por meios mais ou menos legais”, referindo-se a “uma campanha de mentiras e desinformação”.

Nas suas declarações, acusou ainda o Presidente de centro-direita Klaus Iohannis, com quem o Executivo mantém uma guerra aberta, de ser “o autor moral da violência” que ocorreu no final da manifestação na capital, Bucareste, entre grupos isolados de manifestantes e forças policiais.

Os críticos consideravam que o objetivo da nova lei se destinava a “amnistiar” vários milhares de funcionários do Estado e políticos envolvidos em escândalos de corrupção, muitos deles filiados no PSD de Grindeanu.

Esta semana, a União Europeia, que integrou a Roménia em 2007, e os Estados Unidos também manifestaram preocupação com a adoção do texto.

// Lusa

http://zap.aeiou.pt/romenia-revoga-decreto-polemico-despenaliza-corrupcao-148046

Loumari disse...

Se o povo brasileiro não está de acordo com todas as medidas tomadas pelo seu governo, por quê a população brasileira não sai as ruas protestar e fazer ouvir a sua voz contestatário e com vigor do poder que emana do povo fazer recuar o seu governo e exigir mudanças sérias e favoráveis ao povo e a sociedade brasileira?
Vós povo brasileiro, tudo o que tendes é o QU, no lugar da boca. Só manda daqueles peidos silenciosos que não espanta a ninguém. Olhem pelo povo de Roménia. O seu governo quis impor-lhes decreto que despenaliza a corrupção, e o povo saiu para as ruas em massa e por dias de manifestações de contesta e protesta ao tal decreto. E o governo da Roménia suspendeu o tal decreto devido a pressão exercida pelo povo nas manifestações em massa nas ruas.
E vós brasileiros? CUNINHAS. Que só tem o QU para posar no sofá a assistir telenovelas, assistir futebol e a se embriagar de cerveja e a encher o ventre de pão com mortadela.

Loumari disse...

No artigo Intitulado: "Os dois Marcos" Por Carlos Maurício Mantiqueira do dia 18 de Abril de 2016 eu fiz um post lá com o seguinte comentário, cujo lhes coloco o texto aqui abaixo. E hoje, pela mesma ocasião me dirijo ao povo do Brasil e lhes digo: Olhem para vós? UMA VERDADEIRA CALAMIDADE. UM VERDADEIRO ESCÁRNIO NO MUNDO DOS VIVOS. Passais a vida a falar mal de outros povos, só sabem proferir insultos aos outros povos com o vosso ar de superioridade em como deus é brasileiro! Povo que no lugar da boca tem QU.
Só fede enxofre que pela mesma ocasião inspira o seu fedor e se embriaga dele e aos poucos foram ficando brutos sem norte nem sul. De onde vos virá o salvador?
POVO PODRE.

http://www.alertatotal.net/2016/04/os-dois-marcos.html

Loumari disse...
Khawuleza! Khawuleza Mamã; Este era o grito das crianças sul-africanas quando viam os opressores brancos se introduzirem em Township (Sweto), onde os policias brancos vinham armados até aos dentes para vandalizar as casas dos pobres negros e embarcar as mulheres, levar-as para prisões sem motivos aparentes.
E as crianças desde da sua mais jovem idade já eram espertos que nem a serpente. Aquelas crianças tinham os olhos como binóculos que apercebiam os brancos opressores de bem longe, e é quando eles gritavam para alertar as mães e GRITAVAM ELES: KHAWULEZA! KHAWULEZA MAMÃ! O que quer dizer: Apressa-te! Apressa-te Mamã. Não permitas que eles te embarquem. Foge!
Desejo que o Senhor, Deus o Altíssimo dê o mesmo gozo aos vossos filhos e netos para que conheçam bem o que é verdadeiramente o comunismo, que vos dê a gozar da verdadeira opressão.
E vou querer ver se vai surgir de entre vós um irmão e pai como o Nelson Mandela foi para o povo sul-africano para vos libertar do opressor implacável.

"Khawuleza 1966 by Miriam Makeba

https://youtu.be/V74f9eIi9c0?list=RD4Caj_4DPnTc

South African singer and political activist Miriam Makeba sings Khawuleza

Loumari disse...

Loumari disse...
Pelo que, a ira do Senhor se acendeu contra esta terra, para trazer sobre ela toda a maldição que está escrita neste livro.
(DEUTERONOMIO 29:27)


Porque semearam ventos, e segarão tormentas: não há seara, a erva não dará farinha: se a der, traga-lo-ão os estrangeiros.
(OSEAS 8:7)


A zelos me provocaram com aquilo que não é Deus; com as suas vaidades me provocaram à ira;
(DEUTERONOMIO 32:21)


Porque assim diz o SENHOR DOS EXÉRCITOS, O DEUS DE ISRAEL:
A filha de Babilónia é como uma eira no tempo de debulha: ainda um pouco, e o tempo da sega lhe virá.
(JEREMIAS 51:33)


As tuas cidades porei em solidão, e tu te tornarás em asssolação; e saberás que EU SOU O SENHOR.
Pois que guardas inimizade perpétua, e abandonaste os filhos de Israel à violência da espada, no tempo da extrema iniquidade,
Por isso, VIVO EU, DIZ O SENHOR JEOVA, que preparei para sangue e o sangue te perseguirá; visto que não aborreceste o sangue, e o sangue te perseguirá.
(EZEQUIEL 35:4)


Loumari disse...
ISTO É, DEUS ESTAVA EM CRISTO, RECONCILIANDO CONSIGO O MUNDO, NÃO LHES IMPUTANDO OS SEUS PECADOS, E PÓS EM NÓS A PALAVRA DA RECONCILIAÇÃO.
DE SORTE QUE SOMOS EMBAIXADORES DA PARTE DE CRISTO, COMO SE DEUS POR NÓS ROGASSE. ROGAMOS-VOS, POIS, DA PARTE DE CRISTO, QUE VOS RECONCILIEIS COM DEUS.
AQUELE QUE NÃO CONHECEU PECADO, O FEZ PECADO POR NÓS, PARA QUE NELE FÔSSEMOS FEITOS JUSTIÇA DE DEUS.
(2 CORINTIOS 5:19)


See, I am sending an angel ahead of you to guard you along the way and to bring you to the place I have prepared. Pay attention to him and listen to what he says. Do not rebel against him; he will not forgive your rebellion, since my Name is in him.
(ÊXODUS 23:20)