quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Siga o Baile


“País Canalha é o que não paga precatórios”.

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

A ilha Fiscal transferiu-se para o planalto.

Os convivas do festim ainda não se deram conta do clamor das ruas.

O repertório da “furiosa” anda um pouco anacrônico.

Pelo andar da carruagem, os próximos números musicais serão marchas.

De avanço ou fúnebres.

Veremos o dia em que “bonzinho” pulará miudinho.

Pavão perderá a cauda.

Urubu virará meu louro.

Gato Angorá vai virar veado.

Como no “Guarani” o sucessor de Peri cantará sobre sentir uma força indômita, ária excelente.

Em determinado momento, declarará que não denuncia; fará a limpeza irreversível.

Inspirado em Corneille, avisará o núcleo da Nova Ordem Mundial dizendo: “ Ton bras est invaincu, mais non pas invincible”.




Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

5 comentários:

Loumari disse...

WATCH President Trump Listens to Quran

https://youtu.be/vULMeHsFaxs

Loumari disse...

Mensaje Virgen Maria Profecías Febrero 1 2017

https://youtu.be/89A59glL1oY

Loumari disse...

Conselho a um ex-aluno

João Baptista Herkenhoff

Professor não se aposenta. Ainda que seja declarado como aposentado, legalmente aposentado, para o ex-aluno será sempre um professor.
Daí que, com frequência, este articulista, que já está na reserva há muito tempo, seja procurado por ex-alunos desejosos de uma orientação.
O mais recente pedido de ajuda veio de um brilhante ex-aluno, cujo nome omito porque não fui autorizado a registrar sua identidade.
Tendo em vista que sua dúvida é comum, decidi responder seu questionamento através de um artigo, cuja leitura possa ser útil para muitos.
Perguntou o ex-aluno se advogados e juízes são regidos pelo mesmo código ético.
Respondo pela negativa.
Há deveres que incumbem ao barrete do advogado e à toga do juiz: amor ao trabalho, cortesia, honestidade, zelo pelo contínuo aprimoramento cultural, aprumo no vestir-se, ainda que se vista com humildade.
Noutras rubricas, os deveres não são coincidentes: o juiz deve ser imparcial, o advogado é sempre parcial.
Juiz parcial não é juiz, envergonha seu ofício. O juiz é o fiel da balança. O pêndulo da toga não pode pender para um lado, em prejuízo do lado contrário. A imparcialidade deve estar acima de qualquer suspeita, de modo que o magistrado faça jus ao respeito da parte que é derrotada num julgamento.
Numa determinada situação, o juiz parcial pode receber palmas de quem se beneficiou de sua parcialidade. Na euforia da vitória, o vencedor aplaude. Mas depois que serenam as paixões do embate, aquele mesmo vencedor agradecido despreza o juiz parcial que enlameou seu sagrado ofício.
O advogado é sempre parcial, daí que se chama “advogado da parte”. Deve ser fiel a seu cliente e leal na relação com o adversário.
O juiz deve ser humilde. A virtude da humildade só faz engrandecê-lo. Não é pela arrogância que o juiz conquista o respeito da comunidade. Angaria respeito e estima na medida em que é digno, reto, probo.
O juiz deve ser humano, cordial, fraterno. Deve compreender que a palavra pode mudar a rota de uma vida. Diante do juiz, o cidadão comum sente-se pequeno. O humanismo pode diminuir esse abismo, de modo que o cidadão se sinta pessoa, tão pessoa e ser humano quanto o próprio juiz.
A função de ser juiz não é um emprego. Julgar é missão, empréstimo de um poder divino. Tenha o juiz consciência de sua pequenez diante da tarefa que lhe cabe.
As decisões dos juízes devem ser compreendidas pelas partes e pela coletividade. É perfeitamente possível decidir as causas, por mais complexas que sejam, com um linguajar que não roube dos cidadãos o direito de compreender as razões que justificam as conclusões.

João Baptista Herkenhoff é Juiz de Direito aposentado, palestrante e escritor. E-mail: jbpherkenhoff@gmail.com

Loumari disse...

MARIA CONESA .tango del morongo/la gatita.1908.

https://youtu.be/wiQYZhfyBHA

Loumari disse...

CANTINFLAS BAILA MARIA CRISTINA EN EL BOMBERO ATOMICO

https://youtu.be/utKH8Axa27E