sábado, 22 de abril de 2017

Depois da histeria com José Mayer e da baixaria com o BBB17, Guerra Cultural segue com “O que é isso, Surfistinha?”


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Milton Pires

Depois de provocar a Histeria das feminazis em todo Brasil com o escândalo de assédio sexual de José Mayer e de lançar mais um picareta (o tal Melão, ou Mamão, eu sei lá) como deputado federal petista no BBB17, a Rede Globo, a organização criminosa mais nojenta, vagabunda e corrupta do Brasil, segue na ofensiva cultural.

Lançaram “Os dias eram Assim” que deveria, na verdade, se chamar “O que é isso, Surfistinha?”, porque mais parece uma mistura de “O que é Isso, Companheiro?”com “Bruna Surfistinha”

Aparentemente trata-se da filha de um “Odebrecht ligado ao DOPS” (um empresáriomalvado da construção civil que gosta de tortura) que se envolve com um médico metrossexual (é esse o termo?) cujo irmão é comunista.

A Globo usa a técnica vagabunda de sempre inclusive mostrando um casal dentro de um Fusca, no Rio de Janeiro dos anos 70 (porque médico nos anos 70 era um cara que tinha um Fusca, uma caneta Cross e um apartamento pelo BNH) com a música do Legião Urbana (banda dos anos 80) como fundo musical. Abre a minissérie com uma atriz (cujo nome não quero nem saber) numa cena de nudez para atrair o público da Chinelândia e depois começa com as mensagens subliminares. 

Parece que a principal mensagem é - “empreiteiras participaram com militares de coisas parecidas com aquilo que participaram com o Lula” - só esqueceram de mostrar Roberto Marinho na foto com o Costa e Silva...

Vale tudo para distrair os brasileiros da Guerra Civil que a Organização Criminosa Petista promete provocar em Curitiba no dia 3 de maio.


Milton Simon Pires é Médico. Editor do Ataque Aberto.

5 comentários:

Anônimo disse...

Para mim, que já não assisto essas "super-produções" globais e de outras, por serem sempre tendenciosas para o sexual, imoral e sem noção. Estão aproveitando o lamaçal que está sujando o país para tentar aumentar a fatura. O tiro sai pela culatra. Eles também tentaram emplacar um outro programa ridículo, debochado, sobre sexo, onde tudo vale, todos tem aceitar na marra os gays, as lésbicas e todos comem todo mundo, igual as novelas deles. E ainda diziam que as crianças é que deveriam escolher. Que eles levem essas teorias para a casa deles e sejam felizes depois. Tenho conhecidos gays e são respeitadores, trabalhadores e não são como essa emissora tenta passar ao público, que parecem mais figuras de show de humor. O programa, como era de se esperar, já acabou.

Anônimo disse...

ISTO SERVE PARA APRENDER O QUANTO OS MÉDICOS APRENDERAM A ROUBAR DOS ANOS 70 PARA CÁ... SE A RF E A PF RESOLVEREM INVESTIGAR ESSA MAFIA DA QUAL OS MÉDICOS E JUIZES FAZEM PARTE, VEREMOS QUE OS POLITICOS SÃO SANTOS...

Anônimo disse...

Fornecendo a corda para o enforcamento (I)


Atribui-se a Lênin a frase: “Os capitalistas nos venderão a corda com a qual os enforcaremos”. Não consta de seus discursos, artigos e livros. Parece que tem origem em anotações pessoais de conteúdo semelhante, como a citada pelo pintor comunista Annekov: “Os capitalistas trabalharão duro em seu próprio suicídio”. Ela teria sido escrita na década de 1920, quando de forma oportunista e inconsequente numerosas empresas capitalistas com lucros polpudos venderam serviços e know-how para fazer da Rússia uma potência industrial e, logo depois, militar.

É hoje fato sem interesse saber com certeza o que teria afirmado Lênin. Pelo contrário, tem enorme interesse a realidade psicológica e moral para a qual sua frase aponta, qual seja o suicídio de civilizações, de classes, de famílias, cujas manifestações se sucedem tantas vezes em ambiente folgazão, irrefletido e pretensioso.

Em 7 de dezembro de 1968, Paulo VI, falando ao Seminário Lombardo, advertiu: “A Igreja se acha numa hora inquieta de autocrítica, dir-se-ia melhor, de autodemolição. É como um revolvimento agudo e complexo que ninguém teria esperado do Concílio, A Igreja quase como se golpeia a si mesma”. Autodemolição é outra palavra para suicídio. O Pontífice denuncia eclesiásticos cuja ação provoca a destruição da Igreja. O fenômeno, universal e apocalíptico, não se detém nos muros eclesiais, mas desborda e devasta a sociedade temporal, a burguesia, o professorado, os empresários.

O suicídio (ou autodemolição) me veio, digamos, obsessivamente ao espírito ao ver grandes empreiteiros brasileiros relatando com espantosa normalidade o amazônico auxílio financeiro despejado no PT que tem, entre seus fins oficiais e proclamados, a destruição do capitalismo e a implantação de uma sociedade socialista. E como se prestavam a intervir (não vou fugir da palavra) criminosamente em assuntos de outros países, derramando dinheirama em campanhas de candidatos xodós de Fidel Castro. Por exemplo, torraram dinheiro nas campanhas de Chávez e Maduro. Também em El Salvador. E assim são coautores da miséria hoje generalizada na Venezuela. No fim, riqueza roubada de contribuintes brasileiros financiou o assalto ao poder de grupos ligados à tirania castrista e favorecedores de seus interesses na América Latina.

Forneceram oxigênio direto para ditadura cruel e implacável, asfixiada pela rejeição popular. Palavras de um deles, Emílio Odebrecht:
“Chávez tinha uma relação muito intensa com Fidel, ao ponto de fazer preços camaradas na venda de barris de petróleo para Cuba. Ele me pediu que nós procurássemos viabilizar um programa de um porto lá em Cuba, porque era muito importante para os cubanos. Eu disse: ‘Olha, chefe, nós trabalhamos nos Estados Unidos, um assunto desse de dinheiro, com tudo que Cuba tem de restrição, não é fácil viabilizar o esquema financeiro. Um pedido do senhor é algo que vou encontrar uma forma de atender. Agora, eu precisaria que o governo brasileiro estivesse engajado nesse projeto, e também solicitasse [...]. Eu não gostaria de tomar essa iniciativa sozinho. O senhor, que tem uma boa relação com o presidente Lula, poderia ligar para ele e transmitir isso’. De fato, Chávez fez a ligação. Logo depois desse encontro, o Lula me convocou dizendo que tinha recebido um telefonema do Chávez transmitindo o encontro que teve comigo e que estava na linha de apoiar o programa de Cuba do Porto de Mariel”.

Fonte:
http://www.abim.inf.br/fornecendo-a-corda-para-o-enforcamento/

Anônimo disse...

Fornecendo a corda para o enforcamento (II)

O porto ficou em mais de 1 bilhão de dólares, construção da Odebrecht, pago em grandíssima medida com capitais do BNDES. E a maior parte da pecúnia do BNDES vinha do Tesouro. De você, contribuinte.

Perguntas cuja resposta é o óbvio ululante: — Você acha que Cuba vai pagar o empréstimo? — Você acha que PT, CNBB, MST, MTST, Pastoral da Terra, PC do B estão se importando com o fato de que foi roubado dinheiro dos pobres daqui para financiar o comunismo? — Eles estão doídos porque os miseráveis brasileiros se viram privados de postos de saúde, escolas, transporte melhor, para ajudar ditaduras opressoras dos pobres de lá e ainda encher o bolso de políticos corruptos?

Tem mais e na mesma direção. O PT, quando esteve no poder, promoveu deslavadamente o estatismo, e não apenas na sua vertente intervencionista. Convém recordar, já que estamos tratamos de empresários supostamente defensores da livre iniciativa. Pesquisa do Instituto Teotônio Vilela, divulgada pelo diário “Valor”, mostrou que entre 2003, ano do primeiro governo Lula, e 2015, saída da presidente Dilma, o governo criou 41 estatais. Deram um prejuízo acumulado de 8 bilhões de reais. Pagaram salários de 5,5 bilhões de reais, boa parte dos quais para o bolso de apaniguados.

Apesar da realidade macabra, as confissões revelam fisionomias em nada contritas pelo que fizeram e pouco ou nada conscientes do dantesco mal que infligiram aos brasileiros. Com efeito, desfilaram nas redes sociais e nas TVs um montão de donos de empresas e altos executivos de fisionomia satisfeita, às vezes brincalhona.

Além de ter presente, como prego na alma, a frase atribuída a Lênin, acima referida, fato conexo me azucrinou: esse pessoal que aí está falando não é muito melhor nem muito pior que a média dos altos executivos e empresários brasileiros. Ademais, antes, por anos a fio, vimos chusmas de colegas deles, urbanos e rurais, servindo em postos de confiança nos governos Lula e Dilma. Ou trabalhando em cúmplice colaboração de modo a favorecer a permanência infinda do PT no poder.

Adiante. Os depoentes que frequentaram o noticiário há pouco, tiveram em geral educação familiar direita, cursaram boas universidades aqui ou lá fora, trabalharam em ambientes profissionais decentes. Têm história de vida semelhante ao grosso dos homens e mulheres que tocam a economia brasileira. Postas circunstâncias semelhantes, alguém duvida de que repetiriam, e não só eles, as façanhas pavorosas?

Inafastável jaz, no fundo da questão, um enorme problema moral e um oceânico problema de má formação. É o mais importante do caso. “Ou o Brasil acaba com a saúva ou a saúva acaba com o Brasil”, lembram? Não vejo ninguém com a atenção posta no formigueiro.

Fonte:
http://www.abim.inf.br/fornecendo-a-corda-para-o-enforcamento/

Joma Bastos G P disse...

O monopólio da globo e de outros meios meios de comunicação, é defensor, protetor e rentista enrustido do dissimulado regime comunista pró-castrista em que vivemos.