segunda-feira, 17 de abril de 2017

Fraternidade, caridade, Probidade


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Ernesto Caruso

Com o poder da comunicação instantânea o que trás à vida hodierna o pior das notícias ao redor do mundo, fazendo com que cada um dos viventes sofra muito próximo — na alma — os males dos que sentem no corpo e no espírito de cada um, quer imerso no convívio familiar da perda do parente, quer em abrangência maior, no bairro, na cidade, no país, nos vários continentes. A desgraça vem acompanhada de morte, mutilação, êxodo, fome, doença e devastação.
      
Do terrorismo no varejo, uma bomba caseira aqui e acolá, do veículo como arma a matar e ferir transeuntes inocentes, aos grandes efeitos.
      
Do Boko Haran na Nigéria, 20 mil mortos e 2,6 milhões de deslocados, alastramento e terrorismo do Estado Islâmico aos conflitos na Síria, com 4,9 milhões de refugiados, Afeganistão, 2,7 milhões, Somália, 1,1 milhão.
A considerar deslocados internos, os números impressionam, Colômbia, com 6,9 milhões; Síria 6,6 milhões e Iraque 4,4 milhões. O foco é a migração forçada por circunstâncias internas, que prioritariamente deveriam ser neutralizadas.
      
Ora, o terrorismo, impregnado de ideologia que deixou rastro de sangue por ações dos comunistas e, as FARC são exemplo recente, ora, a irracionalidade dos que abominam e matam em nome do seu Deus os que consideram infiéis.
      
Dos infortúnios do mundo que nos afetam no emocional à insegurança resultante dos assaltos às pessoas e balas perdidas, dos homicídios da ordem de 60.000 vítimas por ano como se estivéssemos envolvidos nos conflitos mundiais, explosões de carros de transporte de valores nas vias públicas como cenas de filmes de gangster aos desvios de bilhões e bilhões de recursos do Tesouro e conseqüentes carências na assistência médica que matam muito mais gente “não contabilizada” como as vítimas do gás sarin no ataque ao povoado na Síria.
      
O que falta a essa gente que pratica o mal ao seu semelhante? Gente portadora de ambição estratosférica que ultrapassa o seu tempo de vida terrena. Apegada ao desejo de poder mandar e poder usufruir com desprezo aos que os colocaram nos postos de controle dos recursos conseguidos com o suor de todos para servir a todos.
Desprezíveis autoridades que não se sentem culpados como aqueles que lançam as bombas mortíferas que dilaceram corpos ou sufocam as vítimas da mesma sanha assassina.

A palavra fraternidade deve estar perdida nos dicionários muito distantes das suas mentes. Ausente nos preparativos para festas e momentos de reflexão que envolvem a cristandade como na Semana Santa e na Ressurreição. Páscoa em família de brindes, cumprimentos aos amigos, parentes, pessoas em encontros fortuitos da vida em comum.
Será que o olhar dessa gente não ultrapassa os umbrais das portas das suntuosas mansões, das mesas repletas de bons e caros alimentos, regados com bebidas valorizadas por rótulos de grife, talheres de prata, a brindar com cristais “Feliz Páscoa”, sem o mínimo remorso do tanto que sugaram do cidadão privado da companhia do pai, mãe, filho, mortos sem a assistência médica devida por falta de recursos desviados para atender o “mundinho” onde vive.

Dá para acreditar que a caridade vai passar ao menos “de leve” pelas mentes dos partícipes do banquete surrupiado? Não, essa gente não reza na cartilha do “Amar a Deus como se ama ao próximo”. Sem pieguice, mas com a compreensão de ente público. Obrigado a servir e não se considerar como Madre Teresa de Calcutá pelo fato de propiciar aos mais carentes assistencialismo tipo bolsa família que se transforma em carro-chefe de campanha eleitoral.

Falta-lhes o atributo da probidade para suprir as necessidades da sociedade, sem desprezar os sentimentos de fraternidade e caridade, componentes importantes em atenção aos menos afortunados.

Diante do cenário internacional e o quadro interno sofrível, quase na falência institucional, há que se ter responsabilidade e equilíbrio em torno do debate e aprovação da nova Lei de Migração (Projeto de Lei do Senado nº 288/2013) de modo a não agravar mais a atual e preocupante crise de insegurança pública, previdência imprevidente, falta de recursos até para pagar servidores dos Estados, hospitais aos frangalhos, 13 milhões de desempregados, mais e mais. Assassinados pela corrupção.


Ernesto Caruso é Coronel de Artilharia e Estado Maior, reformado.

5 comentários:

Anônimo disse...

Brasil abre as portas para os Islã: Senado aprova nova Lei de Migração e texto vai a sanção presidencial
4/19/2017 10:19:00 PM

O plenário do Senado aprovou hoje (18) a nova Lei de Migração, que seguirá para sanção do presidente Michel Temer. O texto estabelece os direitos e deveres do imigrante e do visitante, regula a sua entrada e estada no Brasil e estabelece princípios e diretrizes sobre as políticas públicas para os grupos.

Entre os princípios da lei, está a garantia ao imigrante da condição de igualdade com os nacionais, a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade e o acesso aos serviços públicos de saúde e educação, bem como registro da documentação que permite ingresso no mercado de trabalho e direito à previdência social. Ao imigrante também será permitido exercer cargo, emprego e função pública, conforme definido em edital, excetuados aqueles reservados para brasileiro nato.

A lei tipifica como crime a ação de traficantes que promovem a entrada ilegal de estrangeiros em território nacional ou de brasileiros em país estrangeiro e fixa como punição ao tráfico de pessoas a reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A sanção pode ser agravada se houver violência. A lei também garante que o estrangeiro não deve ser deportado ou repatriado se houver razões no país de origem que coloquem sua vida e integridade pessoal em risco.

Embora o texto original do projeto fosse do Senado, a matéria passou por diversas alterações na Câmara. Em seu retorno à Casa originária, a proposta foi mantida sem muitas alterações em relação ao texto aprovado pelos deputados, mas o relator, senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), fez alguns ajustes.

Um deles foi a retirada de um inciso que inclui a proteção ao mercado de trabalho nacional. Para o senador, “essa diretriz é dúbia”, pois o mercado de trabalho não deve ser fechado e a migração é um fator de seu desenvolvimento.

Também foram mantidas partes do texto original que tratam da expulsão do migrante e que haviam sido retiradas no substitutivo da Câmara. Dessa forma, caberá à autoridade competente decidir sobre a expulsão, sua duração ou suspensão, e sobre a revogação de seus efeitos.

Problemas iminentes
Apesar de aprovada, alguns pontos da nova Lei de Migração geraram polêmica entre os senadores. Um deles foi criticado pelo senador Ronaldo Caiado (DEM-GO), que questionou o trecho do texto que garante aos povos indígenas o direito à livre circulação em terras tradicionalmente ocupadas, independentemente das fronteiras criadas depois. Para Caiado, isso significa “escancarar as fronteiras” do Brasil e pode facilitar o tráfico de drogas, especialmente vindas da Venezuela, da Colômbia e do Paraguai.

Tasso Jereissati afirmou que os direitos originários desses povos são garantidos pela Constituição e que o objetivo do artigo é garantir a circulação a povos que desconhecem as marcas de fronteira fixadas pelo homem branco. Esses grupos, segundo o relator, não podem sofrer constrangimento ao se mover para caçar ou pescar, por exemplo.

Edição: Luana Lourenço

OBS: Também existe a questão de que o povo que vem da Síria, por exemplo, são em sua maioria adeptos do islamismo, o que traria certo risco aos cristãos brasileiros.

Fonte:
http://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2017-04/senado-aprova-nova-lei-de-migracao-e-texto-vai-sancao-presidencial

Anônimo disse...

Uma Hégira está Proxima de Ocorrer no Brasil. Você sabe o que isso Significa?

O Ocidente chama de crise de refugiados ou questão humanitária. Mas os islâmicos chamam de hégira. O que está em jogo na lei de imigração?

A lei de imigração, de autoria do atual chanceler Aloysio Nunes (PSDB/SP), ex-motorista do terrorista Carlos Marighella, é um caso de estudo gritante: poucos conhecem seus prováveis resultados, raros entendem a dinâmica e quais são as forças em jogo, mas quase todos estão prontos para empunhar declarações com fontes na internet para, imediatamente, sacar o vocabulário do jornalismo e da Academia, acreditando que estão vencendo preconceitos, e não repetindo preconceitos socialmente aceitos, quando dizem que “nem todo muçulmano é terrorista”, ou ainda venerando vocábulos cristalizados como “islamofobia”.

Se a intelligentsia se recusa a usar termos com maior capacidade de descrever o que se passa no mundo, como jihad ou salafismo, que dirá até mesmo saber o que são questões fundamentais para o islamismo, mas menos “pop”, como saber o que é uma hégira.
A importância para o Islam
Uma religião que marca o início de sua história com uma imigração, na mais branda das hipóteses, possui uma relação com imigrações indescritivelmente maior do que qualquer religião ou movimento político em toda a história do planeta. Enquanto ocidentais, que do Corão e do islamismo só conhecem os comentários da Globo News, falam em “crise de refugiados” ou “questão humanitária” (termos que nem possuiriam uma tradução aproximada em árabe), o que muçulmanos estão fazendo, mirando no Ocidente, é seguir os passos de Maomé, pregando abertamente uma hégira (hijra ou هجرة).
Quando Maomé afirma ter recebido a sua “revelação” (em estado de transe, ao contrário de Maria, que responde racionalmente) do suposto “anjo Gabriel”, começa uma pregação em Meca, sua terra natal, importantíssimo entreposto comercial, tentando “corrigir” o judaísmo e o cristianismo.

Naquilo que estudiosos do Corão determinam como os mais antigos escritos de Maomé, o “profeta” ainda é pacífico em relação a cristãos e judeus, “os povos do livro”, conforme o linguajar islâmico. Sua proposta é praticamente reescrever a Bíblia, sobretudo o Novo Testamento. Quem mais aparece nesse momento no Corão (e em boa parte do livro inteiro) é Jesus, não negando seus milagres, seu nascimento virginal, seu papel como profeta – mas negando sua mensagem, quase como se proferisse o tempo todo: “Eu nunca disse tal coisa!”
Afinal, o islamismo, sendo um jin, não é só uma religião, mas também uma cosmogonia, um método de pensamento (incluindo o “científico”), um código civil, de alimentação, vestuário etc. Além do que ocidentais, incluindo seculares, chamam de “religião” (conceito latino que aprenderam unicamente pela via do complexo do judaico-cristianismo).
O modelo segue sendo repetido em toda a islamização da religião com mais rápida ascensão no mundo: imigrações (hégiras), tratados de paz (hudnas), ocasionais guerras (jihad) e tomada de poder (Dar al-Islam). Muçulmanos conhecem o roteiro de cor e salteado. Ocidentais acreditam em “crise de imigração”. Dos portões de Viena ao acordo nuclear com o Irã, comemorando por acólitos de Barack Obama como uma “vitória” do presidente americano, ao mesmo tempo em que os imãs iranianos garantiam ao povo que fora uma vitória contra a América, que seria colocada de joelhos e teria a morte vinda de Alá, a novela é sempre reprise.

Do Irã à Bósnia e Herzegovina, de Omã à Chechênia, dos Emirados Árabes Unidos à Ucrânia, da Turquia ao Afeganistão, o islamismo se espalhou por tal meio. Não por jesuítas e filosofia patrística e escolástica com universalização de ensino teológico como o cristianismo, mas pela submissão, o próprio significado da palavra islam.
Vá e ensine a palavra do profeta – e mate os infiéis

Fonye: https://revelatti.blogspot.cz/2017/04/uma-hegira-esta-proxima-de-ocorrer-no.html

Anônimo disse...

O Suicídio da Europa

Os discursos de Wilders não incitam a violência contra ninguém. A violência a sua volta está direcionada apenas contra ele.

O único a abordar estes problemas é Geert Wilders. Líderes políticos holandeses e a maioria dos jornalistas aparentemente preferem afirmar que Geert Wilders é que é o problema, que se não fosse ele estes problemas não existiriam.

O que os adeptos deste ponto de vista, de que o Ocidente é culpado, "esquecem" é que o Islã oprimiu por muito tempo o Ocidente: os exércitos muçulmanos conquistaram a Pérsia, o Império Bizantino Cristão, o Norte da África e o Oriente Médio, a Espanha, a Grécia, a Hungria, a Sérvia e os Bálcãs e praticamente toda a Europa Oriental. Os exércitos muçulmanos eram uma ameaça constante até que as saqueadoras tropas otomanas foram finalmente repelidas nas Portas de Viena em 1683.
Mesmo se o político holandês Geert Wilders tivesse vencido as eleições e mesmo se o Partido da Liberdade (PVV) por ele fundado há onze anos tivesse se tornado o principal partido do país, ele não teria condições de ser o chefe de governo. Os dirigentes dos demais partidos políticos afirmaram que rejeitariam qualquer aliança com ele, de lá para cá eles continuam mantendo este posicionamento.

Por anos a fio a grande mídia holandesa disseminou ódio e difamação contra Wilders por ele tentar avisar o povo holandês - e a Europa - a respeito de seu futuro se ela continuar com as correntes políticas de imigração. Em contrapartida, em dezembro passado, um painel de três juízes o consideraram culpado de "incitamento à discriminação". Jornais e políticos de toda a Europa o descrevem, incessantemente, como um homem perigoso e um incendiário de direita. Às vezes eles o chamam de "fascista".

Fonte: https://pt.gatestoneinstitute.org/10248/geert-wilders-suicidio-europa

Anônimo disse...

O Islã, não o Cristianismo, Permeia a Europa

Ao que tudo indica são jihadistas que estão tomando de assalto a liberdade e as democracias seculares.
O pregador mais destacado do Islã sunita, Yusuf al Qaradawi, declarou que chegará o dia em que, assim como Constantinopla, Roma será islamizada.
É o Islã, não o cristianismo, que agora permeia a paisagem e a imaginação da Europa.

Segundo Steve Bannon, estrategista do presidente dos EUA, Donald Trump, o "Ocidente judaico-cristão está entrando em colapso, implodindo. E está implodindo bem diante de nossos olhos. E a reação será abismal".
A impotência e a fragilidade da nossa civilização também está assombrando muitos europeus.
A Europa, de acordo com o historiador David Engels irá encarar o mesmo destino da antiga República Romana: guerra civil. Todos os cantos europeus veem sinais de fissuras. Ao que tudo indica os jihadistas estão tomando de assalto a liberdade e as democracias seculares. Apreensões dominam o imaginário coletivo dos europeus. Um levantamento com dados de mais 10.000 entrevistados de dez países europeus revelou uma crescente oposição pública à imigração muçulmana. A Chatham House Royal Institute of International Affairs realizou uma pesquisa de opinião perguntando aos entrevistados, pela Internet, o que eles achavam da afirmação de que "toda a migração futura de países, principalmente muçulmanos, deve ser interrompida". Nos 10 países europeus onde foram realizados os levantamentos, uma média de 55% concordaram com a afirmação.
A grande mídia já questiona se "a Europa teme mais os muçulmanos do que os Estados Unidos". A foto usada no artigo foi a recente oração muçulmana em massa em frente ao monumento da Itália, o Coliseu. Ecoando a captura da grande civilização cristã de Bizâncio em Constantinopla, o pregador mais destacado do Islã sunita, Yusuf al Qaradawi, declarou que chegará o dia em que Roma será islamizada.
As civilizações morrem de fora para dentro ou de dentro para fora? O seu desaparecimento resulta de agressão externa (guerra, desastres naturais, epidemias) ou de erosão interna (decadência, incompetência, escolhas desastrosas)? No século passado, Arnold Toynbee ressaltou de forma resoluta: "as civilizações morrem se suicidando, não por assassinato".
"O historiador contemporâneo da Grécia antiga e da Roma antiga viu suas civilizações iniciarem seu declínio e queda, tanto os gregos quanto os romanos atribuíram a queda da natalidade à recusa de assumir as responsabilidades da educação dos filhos", salientou o ex-rabino chefe da Grã-Bretanha Lord Sacks.
Por toda a Europa há sinais de tomada de poder. O número de estudantes muçulmanos já supera o de estudantes cristãos em mais de 30 escolas britânicas ligadas às igrejas. Uma escola primária Anglicana já conta com "100% de estudantes muçulmanos". A Igreja da Inglaterra estima que cerca de 20 de suas escolas têm mais alunos muçulmanos do que cristãos e 15 escolas católicas romanas têm estudantes de maioria muçulmana. Na Alemanha também há temores de um influxo muçulmano massivo no sistema escolar e professores alemães estão alertando abertamente sobre a ameaça de uma "guetoização".
Enquanto isso, praticamente todos os líderes europeus não têm filhos. Na Alemanha, Angela Merkel não tem filhos, assim como a primeira-ministra britânica Theresa May e um dos principais candidatos à presidência da França, Emmanuel Macron. Como os líderes europeus não têm filhos e não há nenhuma razão para se preocupar com o futuro (tudo termina com eles), eles abrem as fronteiras da Europa para manter o continente equilibrado demograficamente. "Eu acredito que os europeus devem compreender que precisamos de migração para as nossas economias e para os nossos sistemas de bem estar social, com as tendências demográficas atuais temos que ser sustentáveis", realçou Federica Mogherini, representante das relações exteriores da União Europeia.

Fonte: https://pt.gatestoneinstitute.org/10224/isla-permeia-europa

Anônimo disse...

EI prometeu erradicar o cristianismo do Egito

Tradicionais celebrações da Páscoa foram canceladas no Egito por temores de segurança depois que o EI matou mais de 45 pessoas em ataques suicidas à duas igrejas no Domingo de Ramos.

Os ataques ocorreram meses depois que o EI prometeu erradicar o cristianismo do Egito, o que compreende cerca de 10% da população.

"Os cristãos no Egito estão preocupados com sua segurança durante esta semana santa. A segurança não está garantida, apesar de todas as medidas de segurança extra, as pessoas ainda estão muito preocupadas, pois alguém poderia entrar furtivamente dentro de uma igreja e deixar uma bomba ", disse um cristão egípcio, que não queria ser identificado ao jornal Express. "No entanto, eu estava na igreja ontem à noite e nós tivemos muita segurança colocada lá pelo departamento de segurança em nosso bairro."

Manchete do referido portal Express

"É muito cedo para saber qual será o resultado do estado de emergência, mas dará ao governo liberdade para tomar medidas extras, como capturar instantaneamente suspeitos e tentar parar os suspeitos antes de cometerem ataques".
"Nós temos fortes preocupações especialmente sábado à noite, quando o serviço principal da Páscoa começa e termina à meia-noite. É um dos serviços mais intensamente atendidos do ano ", acrescentou.

O presidente egípcio Abdel Fatah el-Sisi declarou estado de emergência de três meses após os ataques do Domingo de Ramos, desdobrando os militares em todo o país e restringindo a liberdade de movimento em um esforço para proteger os cristãos e a "infra-estrutura vital e importante" de ataques do EI.

"Peço aos egípcios para suportarem a dor", disse El-Sisi, advertindo que a guerra contra os jihadistas será "longa e dolorosa".

O cristão anônimo assinalou que "grande parte da população é analfabeta ou muito pouco educada", condições ideais para que o EI recrute novos jihadistas.

"Os cristãos são considerados infiéis, seguindo uma fé corrupta, lendo uma bíblia corrupta", disse o cristão. "Seguirão cegamente o ensino daqueles que defendem a concepção de que os cristãos são infiéis".

Alguns cristãos estão preparados para desafiar a intimidação e assistir à Páscoa de modo mais limitado, com guardas armados e "sem manifestações festivas".

Fonte: https://www.infowars.com/christians-cancel-easter-celebrations-over-isis-fears/