segunda-feira, 3 de abril de 2017

Suspiro


“País Canalha é o que não paga precatórios”.

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Todos sabem a que canalhas me refiro.

Os que merecem borrachada e os que merecem tiro.

Tirocínio lhes faltou quando, deitados em seus triclínios, gozavam do festim de semvergonhice sem fim.

Não adianta agora gritar “Ai de mim!”

Jornal antes sério, hoje é pasquim.

A verdade, esta dão por perdida.

Foi devorada pelo lobo da vida.

Faltou atingir o ponto G para o perfeito entendimento do prazer em destruir pátria e família, divulgando só patifaria.

Depois não venham choramingar.

Não foi por falta de aviso.

Será o fim dos que sempre mentem; no pranto ou no riso.

Pouco siso leva à perdição no horizonte que diviso.


Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

21 comentários:

Loumari disse...

Versículo do dia – E não buscamos glória dos homens
6 anos atrásAdicionar comentáriopor André
“E não buscamos glória dos homens, nem de vós, nem de outros, ainda que podíamos, como apóstolos de Cristo, servos pesados;” (1 Tessalonicenses 2:6)

É comum a nós humanos fazer as coisas buscando reconhecimento. Fomos treinados a vida toda para sermos assim, provas na escola, deveres de casa, o nosso trabalho… Tudo o que fazemos é justamente buscando um reconhecimento, uma nota, um aumento salarial, um cargo. Assim fomos ensinados.

Porém, quando nos convertemos aprendemos um novo padrão: fazemos as coisas sem esperar nenhum reconhecimento, pelo contrário, fazemos as coisas buscando que Cristo seja exaltado, enquanto nós somos humilhados.

No papel isso funciona muito bem mas, e na prática, será que funciona fácil assim?

Pelo menos para mim não. Luto diariamente e em cada coisa que vou fazer para não buscar o reconhecimento dos homens, de meu pastor, de meus amigos, de minha esposa, de todos. Para mim é uma batalha constante, mesmo após anos e anos de conversão.

Peço que Deus me ajude todos os dias a diminuir para que Cristo cresça em mim, que cada dia mais eu seja humilhado para que Cristo seja exaltado.

Paz.

Escrito ao som de: Fernandinho

https://www.jcnaveia.com.br/versiculo/versiculo-do-dia-e-nao-buscamos-gloria-dos-homens/

Loumari disse...

A GLÓRIA PERTENCE A DEUS

Paulo disse que nos últimos dias haveria homens amantes de si mesmos, isto é, pessoas egoístas, cujo Deus que servem é o próprio ventre. Essa profecia tem se cumprido à risca nos dias de hoje, e o mais lamentável é que a avareza do mundo tem tomado conta até mesmo dos ministrantes do evangelho, os quais estão mais preocupados com o “sucesso do seu ministério” do que com a santidade das pessoas as quais eles ministram o evangelho.
O maior roubo a Deus não é o roubo dos dízimos, o qual o povo judeu praticava nos tempos da antiga aliança, mas o maior roubo a Deus é manifesto quando o servo deseja no seu coração ser admirado pelos homens; nesse caso ele está roubando a glória de Deus. Deus trata essas coisas de uma forma muito séria:

“E disse-lhes Jesus: Vós sois os que vos justificais a vós mesmos diante dos homens, mas Deus conhece os vossos corações, porque o que entre os homens é elevado, perante Deus é abominação.” (Mateus 16.15).

Loumari disse...

Muitos crentes imaginam que, pelo fato de um servo ter recebido um importante chamado de Deus para o ministério, significa que ele é um homem sincero e que teme a Deus. No entanto, esse pensamento não é verdadeiro, pois o Senhor chamou Saul e depois disso foi manifesto o que estava no seu coração, quando ele se assentou no seu trono. O fato de Saul não ter tido o devido temor do Senhor, ele se tornou pior do que era, antes de ter recebido o grande chamado do Senhor. Portanto, é necessário entender que nem todos que receberam um importante chamado do Senhor são verdadeiros homens de Deus.
Há canções que, ao falarem sobre o Espírito Santo, acabam o profanando, pois as obras dos cantores não tem nenhuma relação com o Espírito de Deus; eles confessam o nome do Senhor com a boca ao cantarem que estão cheios do Espírito Santo, mas a realidade é que estão vazios de Deus. As suas obras, as quais são manifestadas nos seus caches, testificam contra eles mesmos.
Os ministros famosos arrastam multidões, no entanto, eles não estão ganhando almas para Jesus, mas estão ganhando almas para o entretenimento e para a idolatria, e outros estão aprisionando ainda mais as almas no senhor desse mundo.
Portanto, fica um questionamento ao ar: Como que alguém pode esperar o prêmio celestial por um serviço que ele cobra para realizar? O servo que cobra pelo serviço realizado no evangelho já está recebendo o valor justo do seu serviço, preço tal que ele mesmo avaliou. Jesus disse para os seus seguidores trabalharem, não pelo que perece, mas pelo que permanece para a vida eterna (João 6.27). Contudo, o serviço no evangelho está sendo feito pela motivação em adquirir coisas que perecem.
No grande dia do Senhor haverá muitos pastores e ministrantes que cantam em nome de Jesus que ouvirão do Senhor que eles já receberam a sua recompensa, pois muitos dos primeiros serão os últimos (Mateus 20.16). É necessário que a presença pessoal do servo se torne invisível para que vejam apenas a pessoa de Jesus, e deem glória somente ao Senhor.
Na realidade, o servo vive uma grande carência espiritual quando ele busca ser reconhecido e elogiado pelos homens; essa carência deveria ser mais natural de se encontrar entre os cantores do sistema social e não entre os cantores que cantam para Jesus. O que ama a Cristo não espera que o mundo o note, mas o que ele espera é que o mundo conheça a Cristo.
É necessário entender que aquele que reflete a imagem de Cristo jamais será notado positivamente pelo mundo e reconhecido como uma pessoa de valor diante de pessoas que possuem valores distorcidos do evangelho de Cristo; pelo contrário, ele será odiado pelo mundo, pois todas as más obras que há no mundo, que as pessoas buscam, isto é, as concupiscências da carne, as concupiscências dos olhos, e a soberba da vida, o servo prega contra, assim como demonstra pelo seu viver que não depende das paixões e dos luxos egoístas desse mundo. Por esse motivo ele será odiado e não admirado, como mostra as seguintes passagens:

“Ai de vós quando todos os homens de vós disserem bem, porque assim faziam seus pais aos falsos profetas.” (Lucas 6.26).
“O mundo não vos pode odiar, mas ele me odeia a mim, porquanto dele testifico que as suas obras são más.” (João 7.7).
“Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que vós, me odiou a mim. Se vós fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu, mas porque não sois do mundo, antes eu vos escolhi do mundo, por isso é que o mundo vos odeia.” (João 15.18-19).

Loumari disse...

O servo deve servir sem buscar ser visto, isto é, sem buscar reconhecimento de homens, pois o servo que busca ser visto e admirado pelos homens, por causa das suas boas obras, sejam elas qual for, não terá a sua recompensa no reino de Deus, pois ele já ganhou a sua recompensa na terra, quando atraía a atenção dos homens para si:

“Guardai-vos de fazer a vossa esmola diante dos homens, para serdes vistos por eles; aliás, não tereis galardão junto de vosso Pai que está nos céus.” (Mateus 6.1).
“E, quando orares, não sejas como os hipócritas; pois se comprazem em orar em pé nas sinagogas, e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão.” (Mateus 6.5).

Jesus não estava dizendo que é errado orar em público, mas ele estava dizendo que quando o servo estiver orando entre os irmãos, que ele não busque ser o destaque entre eles, pois aquele que a si mesmo se exaltar será humilhado (Lucas 14.11).
As igrejas de hoje estão cheias de fãs de cantores do meio gospel que sonham em ser famosos como os seus ídolos, e esse mau desejo faz com que eles cobicem cargos de expressão nas igrejas. O desejo deles é de conquistar a fama e a admiração do povo, e com isso, eles estão atraindo para si a glória que pertence a Deus. No entanto, o sentimento que o servo fiel deve ter para com estas pessoas que vivem cobiçando cargos de posições na igreja é o sentimento de misericórdia, pois na realidade elas estão ferindo a si mesmas:

“No entanto estes armam ciladas contra o seu próprio sangue; e espreitam suas vidas. São assim as veredas de todo aquele que usa de cobiça: ela põe a perder a alma dos que a possuem.” (Provérbios 1.18-19).

Loumari disse...

Os crentes que vivem idolatrando os artistas evangélicos ainda não entenderam o seu valor diante de Deus. O Senhor valoriza o artista evangélico da mesma forma com que ele valoriza os crentes desconhecidos perante a sociedade. O Senhor não faz acepção de pessoas, ele pode ir a uma reunião de dois ou mais cristãos, e não ir em uma reunião com milhares deles.
O cristão não pode aceitar o status de pensador ou poeta, mesmo que ele cante poesia e pregue pensamentos profundos, pois o poeta e pensador é o Espírito de Deus que nele habita. O cristão é apenas um servo inútil que não faz mais do que a sua obrigação (Lucas 17.10).
O problema é que há líderes que desejam mais se tornarem intelectuais e pensadores do que viverem a simplicidade de Cristo; isso se torna evidente ao observar a forma não humilde com que eles se expressam, utilizando palavras complexas, as quais não edificam as pessoas no amor de Cristo, mas apenas chama atenção para si.
Jesus não chamou os seus seguidores para que eles tenham status de poetas ou pensadores cristãos, mas o Senhor os chamou para que eles tenham status de servos. O seguidor de Jesus tem o status de servo, mas ele é livre em Cristo. O cristão é chamado de servo/escravo porque na liberdade em Cristo ele trabalha como um escravo, e ele o faz assim por amor a Cristo, pois o amor tudo sofre, tudo crê, tudo espera e tudo suporta (1 Coríntios 13.7).
O cristão que busca status de poeta ou pensador atrai admiração para si mesmo, fato que já é o princípio da idolatria. No entanto, Paulo combatia com veemência a admiração dos coríntios pelos servos do Senhor:

“Quero dizer com isto, que cada um de vós diz: Eu sou de Paulo, e eu de Apolo, e eu de Cefas, e eu de Cristo. Está Cristo dividido? Foi Paulo crucificado por vós? Ou fostes vós batizados em nome de Paulo?” (1 Coríntios 1.12-13).

Loumari disse...

No entanto, isso não significa que é errado escrever poesias e pensamentos profundos, pois muitos pensamentos vão ao servo por meio do Espírito Santo, como se vê no livro de salmos. Mas o engano está em aceitar e se alegrar com um status de pensador ou poeta, quando o cristão foi chamado para viver o status de servo. Por meio de Paulo, o Espírito Santo escreveu coisas que ao longo da história tem impressionado os maiores pensadores e poetas, no entanto, Paulo era considerado pela sociedade da sua época como o lixo do mundo (1 Coríntios 4.13). Se ele vivesse nos dias de hoje, ele não mudaria as suas humildes condutas, pois as circunstâncias não podem mudar os princípios e a conduta do seguidor de Jesus.
A idolatria no meio góspel começa quando as pessoas passam a admirar o instrumento em vez de admirarem o Autor da obra. A idolatria começa quando deixam de fitar os olhos em Cristo, como diz a escritura (Hebreus 12.2), e passam a desviar os olhos para a estrela góspel. Não foi sem propósito que o homem foi criado do barro. Quando Deus foi criar o homem, havia na terra matérias primas de muito valor, como o diamante, o ouro, e outros. No entanto, Deus utilizou o barro para criar o homem, e ele o fez dessa forma porque esse barro se tornou um vaso, o qual recebe a inestimável preciosidade que é o Espírito de Deus, o qual deve ser percebido e admirado e não o vaso de barro, como está escrito:

“Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus, e não de nós.” (2 Coríntios 4.7).

Loumari disse...

Mas o problema é que os vasos de barro de hoje estão tirando de si a preciosidade do Espírito Santo e buscando ocultar a sua pobreza ao se enfeitarem com ouro e prata, atraindo a glória e a honra para si mesmos. Paulo lutou ferrenhamente para que esse tipo de engano de fâ clube não fosse propagado na igreja de Deus, como foi referido em 1 Coríntios 1.12-13
O servo é muito precioso para o Senhor, mas ele não pode ser precioso para os homens, como para atrair admiração das pessoas, por esse motivo ele foi feito do barro.
Jesus disse que o amor de Deus não está no servo que busca ser honrado pelos homens:

“Eu não recebo glória dos homens; Mas bem vos conheço, que não tendes em vós o amor de Deus... Como podeis vós crer, recebendo honra uns dos outros, e não buscando a honra que vem só de Deus?” (João 5.41,42,44).

Loumari disse...

Há servos que tem intenções ocultas em seus corações, de serem honrados por homens, que até eles mesmos demoram para perceber. Eles só passam a perceber essa má intenção que existe no fundo dos seus corações quando a luz da palavra de Deus é ministrada no seu coração e revela a sujeira.
É necessário entender que aquele que busca ser promovido diante dos homens será diminuído, e aquele que quer se mostrar será humilhado:
“Quando por alguém fores convidado às bodas, não te assentes no primeiro lugar; não aconteça que esteja convidado outro mais digno do que tu; E, vindo o que te convidou a ti e a ele, te diga: Dá o lugar a este; então, com vergonha, tenhas de tomar o derradeiro lugar .” (Lucas 14.8-9).
“Porquanto qualquer que a si mesmo se exaltar será humilhado e aquele que a si mesmo se humilhar será exaltado.” (Lucas 14.11).
O cristão não deve buscar ser parecido com um roqueiro, com um rapper, com um sertanejo, mas ele deve buscar ser a cada dia mais parecido com Cristo. O cristão não deve buscar modelos que são criados fora da igreja e estabelece-los na igreja. Os mandamentos morais de Deus não mudam, pois nele não há mudança e nem sombra de variação (Tiago 1.17), e na lei de Moisés há um mandamento moral que diz para o povo de Israel não se envaidecer e imitar o povo gentio, pois eles deveriam ter a identidade de Deus neles e não as características dos incrédulos, eles não deveriam imitar os incrédulos em nada, pois no mundo corrompido pelo pecado não há nenhuma ideologia que possa ser boa diante de Deus. O Senhor disse:

“Não cortareis o cabelo, arredondando os cantos da vossa cabeça, nem danificareis as extremidades da vossa barba.” (Levítico 19.27).

No entanto isso não significa que o cristão não deve cortar o cabelo arredondado os cantos da cabeça, ou que ele não deva fazer a barba, mas significa que ele não deve acompanhar as tendências, isto é, as modas dos incrédulos, pois aquelas práticas era uma tendência do povo pagão daquela época. Portanto esse mandamento não se trata de um mandamento cerimonial, isto é, de caráter exterior, mas se trata de um mandamento moral, de admirar os incrédulos e querer ser iguais a eles.

Loumari disse...

O cântico de louvor é adoração

O cântico de louvor é uma expressão de adoração, mas a adoração não é simplesmente o cântico de louvor. Muitos artistas evangélicos de hoje foram chamados por Deus para serem servos adoradores, mas lamentavelmente muitos tem escolhido se apresentarem nos palcos em vez de se humilharem na presença de Deus, rendendo louvores ao Senhor em espírito e em verdade.
Na realidade a adoração é muito mais do que música. Os instrumentos musicais são apenas instrumentos, mas a adoração consiste em um coração voltado para Deus. A adoração envolve todas as formas de culto que é oferecido a Deus em espírito e em verdade. O cântico de louvor é uma das maiores expressões de adoração, a qual leva o servo a ser mais íntimo de Deus. O povo de Deus ia ao lugar de adoração, que até então era o templo de Jerusalém, para cantar canções de louvores ao Senhor (Salmos 134, Neemias 10.39).
A adoração consiste em exaltar a santidade e a glória do Senhor:

“E os vinte e quatro anciãos, que estão assentados em seus tronos diante de Deus, prostraram-se sobre os seus rostos e adoraram a Deus, dizendo: Graças te damos, Senhor Deus Todo-Poderoso, que és, e que eras, e que hás de vir, que tomaste o teu grande poder, e reinaste.” (Apocalipse 11.16-17).

Loumari disse...

Portanto, todas as vezes que um cristão louva e exalta a santidade e a majestade de Deus, ele está o adorando, e isso pode ser feito por meio de canções, como fez Paulo na seguinte passagem:

“Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria como da ciência de Deus! Quão insondáveis são seus juízos, e quão inescrutáveis, seus caminhos!” (Romanos 11.33).

É necessário notar que nesse versículo de Romanos Paulo não estava apenas falando com os leitores da carta, mas ele também estava falando com Deus.
Os cristãos falam de Deus uns para os outros para que todos possam conhecer melhor a Deus, e assim, os irmãos falem melhor com Deus, pois o fundamental na vida cristã não é falar de Deus, mas falar com Deus. No entanto, o cristão não pode ficar dependente apenas de música para falar com Deus, no entanto, o cântico acrescenta muito na vida espiritual do cristão.
O sacrifício que se oferece na nova aliança com Deus é o sacrifício de louvor (Hebreus 13.5), pois, Jesus já se ofereceu como sacrifício pelos pecados; quando o cristão louva a Deus, em nome do seu Filho Jesus, ele se atém a esse perdão, e esse louvor pode ser proclamado ou cantado.
O cristão não deve cantar com a boca, mas deve cantar com o coração, ou seja, ou louvor deve fluir do seu coração e não das cordas vocais. A voz na realidade é a consequência externa do cântico interno, que é cantado em espírito e em verdade.
O servo não precisa de ser um cantor para cantar para Deus, mas basta que ele tenha fôlego de vida, ele pode cantar para Deus até mesmo no pensamento, no seu entendimento, como mostra as escrituras:

“...cantarei com o espírito, mas também cantarei com o entendimento.” (1 Coríntios 14.15).
“...cantai louvores com inteligência.” (Salmos 47.7).

Loumari disse...

As passagens acima mostram que, ao cantar, é necessário que o servo compreenda a mensagem que está sendo transmitida no cântico, para que ela seja vivida, e assim, cantada em verdade. A adoração em verdade consiste em viver ou se empenhar em viver aquilo que se proclama a Deus.
O cântico de louvor é uma prática indispensável na caminhada cristã. Os livros da antiga aliança e algumas cartas dos apóstolos possuem inúmeras referências e recomendações a cantar louvores ao Senhor (Êxodo 15.1, 2 Crônicas 13.14, 2 Crônicas 20.21, Neemias 12.24, Salmos 33.3, 92.1-3, 104.33, 146.2, 147.1, Efésios 5.19, Colossenses 3.16, 1 Coríntios 14.26, Atos 16.25, Marcos 14.26, Tiago 5.13, Apocalipse 5.9, Apocalipse 14.2-3, Apocalipse 15.2-3).
As canções foram feitas por Deus para adorá-lo e para ensinar, portanto, o ato de ouvir músicas de temática cristã apenas para se satisfazer é egoísmo. A motivação que deve levar o cristão a ouvir canções relacionadas ao evangelho deve ser apenas buscar a Deus. Contudo, quando o cristão se sacrifica em louvor e adoração a Deus, ele se enche de alegria no Espírito Santo.

Loumari disse...

Chamados para adorar

O cristão não foi chamado para ser simplesmente um músico, mas ele foi chamado para adorar a Deus por meio de canções com todos os instrumentos musicais. O músico pensa em música, mas o adorador pensa em adoração. O músico sobe no palco para se apresentar, mas o adorador sobe no palco para adorar, para ministrar louvor. A música não é um ministério, mas o ministério pode utilizar a música. Os ministrantes podem ensinar por meio da música, pois a música também pode ser utilizada para ensinar (Colossenses 3.16).
Portanto, Deus não quer do cristão música, mas quer adoração, o Senhor lhe capacitará a tocar ou cantar excelentes músicas que glorificam a Deus quando ele apenas adorar de todo o coração, e não quando ele buscar capacidade humana para tocar ou cantar bem.
O adorador que foca na adoração aprende com o Espírito Santo a tocar e cantar verdadeiras poesias que exaltam a Deus, e não por meio de estudos, caso contrário ele estaria fazendo por obras e não por fé. A maioria dos louvores de hoje não são verdadeiras poesias a Deus, com belas melodias dos instrumentos musicais, que tocam profundamente no espírito, porque esses louvores não são cantados e tocados de coração, mas são feitos com a intenção de mostrar o próprio talento. As canções serão belas e profundamente tocantes no espírito quando elas não forem tocadas por causa da música mas por causa da adoração, por causa do intenso e verdadeiro amor por Deus, o amor que tudo renuncia por ele.
As canções que deveriam ser voltadas a adoração se tornaram músicas carnais, não penetram no espírito, mas param na alma, nas emoções, por esse motivo não podem santificar o povo de Deus. As músicas do meio gospel passaram a ser idolatradas, se tornaram manias nas rádios. Elas são ministradas de forma forçada e sensacionalista, impactando as emoções, apenas.
A maioria das músicas que dizem ser voltadas ao evangelho de Jesus são músicas egoístas, que tiram o foco de Deus e o coloca no homem. Nas músicas de hoje Deus é apenas um provedor e o homem passa a ser o centro das atenções.
Deus não criou os ritmos, mas criou o som, da mesma forma que ele não criou as armas químicas, mas criou a matéria prima que é utilizada para produzi-las. Muitos ritmos que dizem ser voltados para Deus não motivam a adoração e a santificação, mas alimentam a carne e o ego das pessoas.
Deus criou a linguagem, mas nem todas as palavras foram criadas por Deus. Há palavras que foram criadas pelo homem, e que são vulgares, torpes e imundas por si mesmas, elas não podem ser santificadas, por isso Paulo disse: “não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe” (Efésios 4.29). Da mesma forma acontece com a música. Deus criou a música, mas nem todos os ritmos foram desenvolvidos pelo Espírito Santo. Há ritmos que foram desenvolvidos em meio ao pecado. Da mesma forma que uma palavra torpe não pode ser santificada, porque ela é torpe por si mesma, os ritmos malignos não podem ser santificados, pois eles são imundos e carnais por si mesmos. As coisas carnais não podem ser santificadas. As obras carnais devem ser mortificadas:

“Porque, se viverdes segundo a carne, morrereis; mas, se pelo Espírito mortificardes as obras do corpo, vivereis.” (Romanos 8.13).
“Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito.” (Romanos 8.1).

Loumari disse...

Os evangélicos deixaram de cantar canções que louvam e exaltam o nome de Deus, para cantar músicas de motivações terrenas. As canções evangélicas de hoje alimentam o ego do cristão e não o espírito. O fato é que deixaram de direcionar a adoração a Deus para cantar para as pessoas, apenas para alegrar o público e ao mesmo tempo adquirir para si mesmo fama e prestígio. Não cantam canções espirituais de amor a Deus e de ensinos espirituais, mas fazem canções motivacionais humanas que, no final das contas, não edificam, mas apenas distraem o crente. No entanto, as canções devem ser cantadas com o intuito de que Cristo cresça e o servo diminua e não para inchar seu ego. Mas o fato lamentável é que fazem músicas em homenagem ao crente em vez de voltarem toda a atenção a Cristo e aos seus ensinamentos de vida.
Os cânticos que dizem ser "para Deus", são cantados por meio atrativos mundanos, as chamadas modas do momento. Essas músicas não levam os crentes a adorarem com temor, em espírito, mas vulgariza aquilo que deveria ser tratado com toda a reverência.
Portanto, se querem fazer festas para si mesmos, que não usem o nome de Jesus, nem o evangelho, nem a igreja. Jesus ia em festas, quando era convidado, no entanto, o fim era sempre manifestar o reino de Deus, mas ele não promovia nenhuma festa. O que Jesus promovia era reuniões em desertos com multidões por durantes três dias, ouvindo a palavra de Deus, e em jejum (Mateus 15.32). A igreja primitiva também não promovia festas. Os irmãos se reuniam para o partilhar do pão em oração e ministração da palavra de Deus, edificando uns aos outros em amor e no temor do Senhor (Atos 2.42).
Há muitos cantores que são elogiados e tidos como cantores do fogo. No entanto, o fogo que alguns cantores cantam é um fogo estranho para Deus. Na realidade é um fogo de triunfalismo e egolatria.
O fato lamentável é que passaram a idolatrar as canções em si em vez de adorarem a Deus por meio das canções. Muitas canções gospel de hoje tem se tornado manias e modinhas das rádios, os hits do momento, e isso faz com que o povo se apegue à música simplesmente, e não à finalidade da música, que é se render a Deus com o coração. Nisso se cumpre mais uma vez o que os profetas e Jesus disse:

“Este povo se aproxima de mim com a boca e me honra com os seus lábios, mas o seu coração está longe de mim.” (Mateus 15.8).

Loumari disse...

Deus não criou a música para que ela seja uma fonte de entretenimento e alegria passageira da alma, mas a criou para que ela seja um meio de aprendizado em Cristo e de louvor Àquele que é digno de honra, para que dessa forma o cristão se alegre continuamente no espirito e seja edificado espiritualmente.
Muitos cantores do meio gospel sentem preguiça espiritual de orar para se encherem do Espírito Santo e, por não terem a unção do Espírito de Deus, eles utilizam de sensacionalismo para impactar o público através de métodos humanos que mexe com os sentidos das pessoas; da mesma forma acontece com muitos pregadores.
As canções não tocam profundamente, penetrando até a divisão da alma e do espírito, mas elas tocam apenas superficialmente, tocam apenas na alma, nas emoções, fazendo o crente chorar por causa da emoção. Os cantores buscam tocar os crentes de fora para dentro, começando pelas emoções, mas isso não é possível, o cristão é tocado de dentro para fora.
Há choro por emocionalismo, mas também há choro porque a palavra penetrou no profundo do seu interior, no ventre do cristão, no seu coração, queimando e fluindo por todo o seu interior. Há pessoas que choram apenas porque estão vendo outros chorarem e não porque foram tocadas no profundo do seu ser. Há pessoas que nem mesmo sabem o que é ser tocadas no profundo do seu ser, mas são tocadas apenas na emoção. Quando alguém é tocado pelo Espírito Santo, essa pessoa não é mais a mesma, mas percebe-se nela uma mudança visível no seu procedimento e até em seu semblante.
Contudo, vai chegar um tempo em que o servo não vai mais buscar canções de motivação espiritual, mas tudo que ele vai querer é louvar e exaltar o nome do Senhor.
Portanto, o adorador deve fazer de suas canções um alimento para o espírito. O espírito do ouvinte é alimentado quando o adorador o leva a adorar junto com ele.
O ato de cantar para Deus e ouvir louvores pode ensinar mais do que muitas pregações, pois o que ensina é a palavra que está sendo proferida, seja ela na canção ou na pregação. No entanto, é necessário cantar com entendimento, isto é, buscando entender o que está sendo proferido nas canções:

“O que farei, pois? Orarei com o espírito, mas também orarei com o entendimento; cantarei com o espírito, mas também cantarei com o entendimento.” (1 Coríntios 14.15).

Loumari disse...

No entanto, os cristãos não irão se santificar apenas tendo o conhecimento de o que significa santidade, mas eles se santificarão adorando a Deus. Se ele começar a cantar Santo, Santo, Santo, em espírito e em verdade, ele passará a se santificar no Senhor, pois o homem se torna parecido com que ele adora.
O avivamento não necessita de microfones; para que haja avivamento é necessário que haja adoradores.

As tentações da fama

Em muitas das canções gospel de hoje a mensagem do evangelho é apenas um detalhe. Nessas músicas o povo é atraído para qualquer outra coisa, menos a mensagem, e quando eles são atraídos pela mensagem, o tema é egoísta e coloca o servo no centro da mensagem e não o Senhor.
Muitas pessoas que foram chamadas para serem servas de Jesus almejam serem artistas, e quando se tornam famosas, elas perdem o contato pessoal com o povo, fato que é totalmente contrário à simplicidade do evangelho de Jesus, pois o próprio Jesus, mesmo sendo muito assediado pelas multidões, sempre se relacionava pessoalmente com todos, fosse rico ou miserável, jovem ou velho, homem ou mulher.
É muita incoerência os cantores cantarem que abrem mão das suas vidas por Cristo, cantar que tudo é do Senhor, que Jesus é a vida deles, se eles não abrem mão nem mesmo do prestígio e dos lucros em nome da fé. No entanto, o ato tirar dinheiro do bolso para socorrer alguém que não tem o que comer e vestir não é um dever dos cantores e pastores ricos, apenas, mas isso é um dever de qualquer pessoa.
Os holofotes direcionados a uma pessoa faz com que ela se orgulhe de si mesma e não queira mais se relacionar com pessoas de classe baixa. No entanto, Jesus disse:

“Mas, quando fizeres convite, chama os pobres, aleijados, mancos e cegos, e serás bem-aventurado; porque eles não têm com que te recompensar; mas recompensado te será na ressurreição dos justos.” (Lucas 14.13-14).

Loumari disse...

O servo que realmente atenta para as tristes vidas presas no pecado não pensa em ser admirado ou reconhecido por algo, mas o que ele pensa é em libertar os cativos e enchê-los da paz e da satisfação de Deus.
A fama é inevitável para o ministro que foi chamado para pregar o evangelho aos povos, mas é necessário que o servo desconsidere essa fama para que ela não seja um laço de satanás em sua vida. Portanto, o fato de uma pessoa ter se prendido na fama é uma evidência de que ela está servindo o diabo, nesse aspecto. É necessário orar para que ela se liberte, dessa prisão maligna pois o Senhor Jesus veio para libertar os cativos.
A fama, que não é o mesmo que prestígio, não é um prêmio para o cristão, mas é um meio que o Senhor utiliza para que todos possam conhecer o evangelho e não o servo em si. Portanto, é necessário saber lidar com a fama. O servo tem que ser conhecido como aquele que fala de Jesus, e não por causa da sua personalidade própria.
A fama é apenas um meio que Deus utiliza para que a sua palavra seja pregada aos povos, tendo como único fim, vidas se rendendo ao Senhor, para que só o seu nome seja glorificado e engrandecido, pois as pessoas só podem passar por uma radical mudança de caráter se elas adorarem a Deus, pois o homem se torna parecido com o que ele adora.
O louvor a Deus não pode fluir em verdadeiro amor a Deus se o adorador, ao invés de cantar unicamente para Deus, canta pensando no sucesso que a música irá fazer, se ela vai ser tocada nas rádios, se vai vender muito, se vai ser admirada pelos homens. Na realidade esse sentimento de querer ser reconhecido e elogiado pelos homens está longe do amor de Deus, como Jesus disse:

“Como podeis vós crer, recebendo honra uns dos outros e não buscando a honra que vem só de Deus?” (João 5.44).
“Eu não recebo glória dos homens, mas bem vos conheço, que não tendes em vós o amor de Deus.” ( João 5.41-42).

Loumari disse...

Enquanto o servo estiver aqui na terra o seu dever será servir o próximo sem esperar nenhum tipo de reconhecimento, ou consideração de alguém pelo que ele faz; em relação a isso Jesus disse:

“E qual de vós terá um servo a lavrar ou a apascentar gado, a quem, voltando ele do campo, diga: Chega-te, e assenta-te à mesa? E não lhe diga antes: Prepara-me a ceia, e cinge-te, e serve-me até que tenha comido e bebido, e depois comerá e beberás tu? Porventura dá graças ao tal servo, porque fez o que lhe foi mandado? Creio que não. Assim também vós, quando fizerdes tudo o que vos for mandado, dizei: Somos servos inúteis, porque fizemos somente o que devíamos fazer.” (Lucas 17.7-10).

Portanto, se o servo fazer o serviço esperando um reconhecimento ou um agradecimento pelo que ele deve fazer por amor, significa que ele não o fez em nome da graça de Jesus, mas o fez por si mesmo, e isso poderá lhe causar decepções.
A mesa em que o servo vai se assentar não é na terra, mas é no reino do céu, ao lado daqueles que venceram (Mateus 8.11). Muitos crentes deixam que os seus corações alimentem ressentimentos por causa do mal que lhe fizeram há muito tempo atrás; eles não aprenderam a praticar o perdão da nova aliança em Cristo e passam a viver a ilusão de se assentarem em uma mesa terrena para mostrar aos seus inimigos humanos (os quais não deveriam ser humanos) que são superiores, quando na realidade o servo foi chamado para orar para que os seus inimigos se convertam e se tornem servos do Senhor assim como o servo o é:

“Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo, e odiarás o teu inimigo. Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus;” (Mateus 5.43-44)

Loumari disse...

A responsabilidade é de todos

A responsabilidade do esfriamento espiritual, e de tanta corrupção e avareza que há na igreja de hoje, não é apenas dos líderes, mas o povo cristão, na sua grande maioria, também tem a sua parcela de culpa, pois assim como é o povo, é também o sacerdote:

“Por isso, como é o povo, assim será o sacerdote; e visitarei sobre eles o seu caminhos e lhe darei recompensa das suas obras.” (Oséias 4.9).

Quando o povo de Israel estava vivendo uma terrível apostasia, pouco tempo antes de eles serem julgados pelo Senhor, e entregues aos caldeus para servirem como escravos na Babilônia, o Senhor falou por meio de alguns profetas que já não suportava mais aquelas reuniões daquele povo que eram feitas em seu nome:

“Aborreço, desprezo vossas festas, e não tenho nenhum prazer nas vossas assembleias solenes. Ainda que me ofereçais holocaustos e ofertas de manjares, não me agradarei delas, nem atentarei para as ofertas pacíficas de vossos animais gordos. Afasta de mim o estrépito dos teus cânticos; porque não ouvirei as melodias dos teus instrumentos.” (Amós 5.21-23).

No entanto, no versículo seguinte, o Senhor, pela sua grande misericórdia dá ao povo a oportunidade de arrependimento:

“Corra, porém, o juízo como as águas, a justiça como o ribeiro impetuoso.” (Amós 5.24).

A realidade é que esse esfriamento de amor que existe nos dia de hoje deveria fazer o cristão se entristecer, e não viver uma falsa alegria egoísta. A igreja de Jesus não foi chamada para viver uma falsa alegria, mas o que a igreja deve fazer é sentir as suas próprias misérias e converter o seu riso em pranto:

“Senti vossas misérias, lamentai e chorai; converta-se vosso riso em pranto, e vossa alegria, em tristeza.” (Tiago 4.9).

Quanto mais o cristão se santificar, mais ele se aproximará do Senhor, e quanto mais ele se aproximar do Senhor, mais ele reconhecerá a santidade do Senhor e, em consequência disso, ele entenderá o quão pecador ele é, pois a justiça do homem comparada à justiça de Deus é como um trapo de imundícia:

“Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças, como trapo de imundícia; todos nós caímos como a folha, e nossas culpas, como um vento, nos arrebatam.” (Isaías 64.6).

Loumari disse...

A ira do Senhor não virá sobre o homem que comete pecado, pois na realidade o simples fato de o cristão não possuir a estatura espiritual de Cristo já o coloca na condição de pecador. O fato é que a ira do Senhor virá sobre aqueles que pecam voluntariamente e não se arrependem. O Senhor julgou o povo de Israel porque ele já não suportava mais hipocrisia do povo:

“Não tragais mais ofertas vãs. O incenso é para mim abominação, tanto quanto as luas novas, os sábados e a convocação das congregações. Não posso suportar iniquidade, nem mesmo o ajuntamento solene. Minha alma aborrece vossas luas novas e solenidades. Já me são pesadas! Estou cansado de as sofrer.” (Isaías 1.13-14).

Nesses últimos dias não está sendo muito diferente daqueles dias, pois estão confessando o nome do Senhor com a boca, mas o coração está longe dele.

http://evangelhodejesuscristo.weebly.com/cantando-para-deus-ou-para-o-proacuteprio-ego.html

Anônimo disse...





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acp

Genocida de Pedra.

De onde você tira esses absurdos?

Os maometanos terroristas querem morrer a cometer genocídio.

De nada adiantaria querer destruir Medina ou Meca.

Os islamitas terroristas ainda cometeriam genocídio.

A maior parte dos países da burca retaliariam à simples menção da ignóbil ameaça.

De imediato poderian desinvestir no Ocidente e investir na Rússia, na China ou neles mesmos.

Aumentar a invasão maometana da Europa.

Aumentar o pre$$o do óleo de pedra.

Aumentar a$ tarifa$ poruária$ para navios que transportam óleo de pedra.

Caso alguém realmente seguisse suas tolas invectivas aí o genocídio seria geral.

Genocida de Pedra.

acp

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Anônimo disse...



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acp

Genocida de Pedra.

Vá lá, atirar em mulheres e crianças inocentes, vá.

Quer enviar Militares brasileiros para matar brasileiras que simplesmente vivem num local?

Quer destruir a honra e a integridade de Militares brasileiros.

Genocida de Pedra.

E outra coisa. Os Papas tiveram Exércitos. A Guarda Suíça era uma minoria. Nunca houve essa perspectiva de reprimir romanos.

acp

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