segunda-feira, 29 de maio de 2017

Como usar sua moeda virtual


“País Canalha é o que não paga precatórios”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Como usar sua moeda virtual (ou como ter protegidas suas economias e sua privacidade)?

Enquanto existir o papel-moeda (dinheiro vivo !) evite usar cartões de débito ou de crédito.

Pague tudo em cash. Você estará protegendo sua privacidade, o bem imaterial mais valioso neste início de século.

Para não levantar “suspeitas” de que você é um ET (para seu banco e para o leão) quando estiver em um lugar que nunca vai, pague com cartão de débito.

O negócio do Big Data terá informações errôneas sobre seus hábitos de consumo e deslocamento urbano.

Tenha contas em dois ou três bancos (ou fintechs) e procure usá-las de modo aleatório, não criando uma rotina identificável pelo computadores.

Tenha água potável e alimentos em casa, para um consumo de um ou dois meses.

Continue comprando normalmente os itens escolhidos e use primeiro os com prazo de validade menor.

Quando os políticos sentirem que estão perdidos, fomentarão greves, bloqueios de estradas, depredações, etc.

Tenha também medicamentos essenciais e use-os com o mesmo critério.

Não conte para amigos e vizinhos que você tem um estoque de emergência.

No momento de desespero eles irão saqueá-lo.

Tenha igualmente em casa, uma quantidade de papel-moeda brasileiro (reais) suficiente para um mês de gastos normais.

Será conveniente ter papel-moeda estrangeiro (dólares). Em situações extremas serão úteis.

Lembre-se sempre de que os governos pensam em oprimir o povo.

Raros foram na História os governantes éticos e leais.

Tenha um número de telefone fixo. Em caso de falta de energia só eles funcionarão.

Lanternas, pilhas e rádios de pilhas também providenciarão luz e notícias. Internet e televisão babau.

Finalmente, afaste-se de bitcoins e outras pseudo-moedas virtuais. Parecem fraudes.


Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

Um comentário:

Anônimo disse...

Só mesmo os "inocentes" acreditam que essas empresas envolvidas nas delações e que passaram anos roubando o Brasil, após assinarem o acordo de leniência para continuarem no mercado milionário das obras públicas, vão se transformar nas mais honestas empresas do país, enquanto outras vão continuar a fazer a mesma "armação" nas concorrências. Sem elas, como esses políticos vão financiar as campanhas?