segunda-feira, 19 de junho de 2017

Bons tempos em que havia duelos


“País Canalha é o que não paga precatórios”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

“A qui venge son père il n’est rien d’impossible:
Ton bras est invaincu, mais non pas invincible.” Cid (Corneille)

Um palhaço debochado atribui crimes horrendos ao primeiro magistrado e este, pasmem!, diz apenas que vai processá-lo.

Já passa à História como mixo e incompetente; se ficar por isso mesmo, ganhará também os epítetos “frouxo” e “covarde”.

É certo que não pode dar o mau exemplo; degradar-se a duelar com um parvenue.

Ao menos pode chamar o canalha por seu verdadeiro título: “Mentiroso, filho da puta!”

Se não o fizer, dar-nos-á o direito de pensar de ser também bandido.

A calúnia sempre deveria acabar em condenação. A do declarante, se for caluniador ou a do denunciado se for provado o seu crime.

A inoperância do judas ciário nos arrastará de volta à barbárie.

Vivemos num tempo em que o dinheiro compra tudo? Até o amor verdadeiro?


Os Duelistas

1977 Drama/Costume drama 1h 40m
Dois oficiais do Exército de Napoleão, D'Hubert e Feraud, passam as horas de folga desafiando um ao outro para duelos sangrentos. Depois de 16 anos de duelos sem nenhum sinal de trégua, os dois têm um confronto final.
Data de lançamento: 23 de maio de 1978 (Brasil)


Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

2 comentários:

Loumari disse...

Brésil : la gay pride mobilise toujours autant

https://youtu.be/9OXpFUK0C7o

Anônimo disse...

As diferenças entre Joesley Batista e o deputado da mala, na minha visão, conforme a definição do presidente Temer, no dia do encontro: Joesley era um conhecido falastrão... mas era milionário e o que não faltava era dinheiro na mão, muito dinheiro e era recebido a qualquer momento às escondidas; o deputado Loures, era uma pessoa de "boa índole"(?), ou seja, não era milionário e servia apenas para ser pau-mandado,abestado. Dançaram juntos!