sexta-feira, 9 de junho de 2017

Eliminemos a Tributação Burra e Corrupta


“País Canalha é o que não paga precatórios”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

A quase totalidade dos governos trata o povo como gado.

Em sua voluptuosa ânsia por arrecadar, implantam um sistema tributário além de iníquo, burro.

Ao fiscalizar ferozmente os “ganhos” dos infelizes contribuintes,inibe o processo de geração de riquezas, os impele à sonegação e à ocultação de haveres para evitar tributação de seu  patrimônio.

O imposto ideal, quase único, é aquele que cobra um pequeníssimo percentual de todas as transações bancárias.

Permanecerão os impostos de Importação e de Exportação para evitar dumping e desabastecimento, com pequeno efeito arrecadatório.


As pessoas ficam livres para produzir e ganhar quanto puderem; sem burocracia e sem custosíssimos aparatos fiscalizatórios.

A parte que não for depositada em bancos será sempre quase desprezível, em razão do risco da guarda e transporte em espécie, de valores maiores.

Os sofwares já existem. A implantação do novo sistema seria (será ?) quase imediata.

A distribuição do arrecadado também é automática para os três níveis de governo. Acaba-se a chantagem dos poderosos para a liberação de verbas.

Desaparece a economia informal baseada no medo. Existirá apenas, a proveniente de atividades criminosas.

Vocês acham que os bandidos hoje aboletados nos altos cargos farão essa reforma ?

Deixem de acreditar em Papai Noel. Só a dona Onça tem força para isso.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

3 comentários:

Sérgio Alves de Oliveira disse...

Permito-me ir um pouco mais longe,Dr.Mantiqueira. Vai chegar um tempo em que as gerações futuras custarão a compreender a idiotia dos seus "antepassados" na exigência de impostos. Provavelmente eles terão percebido que esse sistema "antigo" foi o maior PREDADOR e "PARASITA" da sociedade,consumindo a maior parte dos esforços desenvolvimentistas sem trazer qualquer tipo de acréscimo positivo.Previno-me,desde logo,para não ser enquadrado entre os "idiotas" do passado. Tenho notícias de que um economista,parece-me que dinamarquês,teria arquitetado a teoria do "Estado Sem Impostos". Essa informação me foi passada numa aula de economia política no 1º ano do Curso de Direito,para a qual infelizmente não consegui confirmação por outras fontes.A despesas para sustentação das necessidades públicas,num Estado reduzido ao mínimo,seriam sustentadas pela retenção de uma pequena fração da moeda emitida,gerando um ciclo inflacionário baixo e perfeitamente
administrável. Além de baratear a vida na sociedade,pela ausência de impostos incidentes ,o simples fato da economia gerada com a eliminação desse tipo de tributo e toda a onerosa máquina de arrecadação,deslocando essa enorme "folha de pagamento" (parasitária) para a efetiva produção,já seria motivo suficiente para avaliação dessa alternativa. E nem considerei a vantagem que seria "poupar" o preciso tempo das empresas e pessoas na administração dessa parafernália tributária. Portanto vou além do "imposto único",ou
seja,rumo ao "imposto zero",que tenho absoluta convicção que seria possível mediante um pouco de inteligência,planejamento, e boa dose de vontade política.E nem me preocupo com eventuais "gozações" ou "deboches" pela teoria que defendo.Sem dúvida essa será a tendência. Mas o passado da humanidade está cheio de exemplos onde "gozações" ou "deboches" tiveram que ser engolidos pelos seus autores,mostrando-se verdadeiros após algum tempo.

Loumari disse...

My first, my last, my everything by Pavarotti & Barry White

https://youtu.be/fHCcM_uV-r8


ISAÍAS 57

1 PERECE O JUSTO, e não há quem considere isso em seu coração, e os homens compassivos são retirados, sem que alguém considere que o justo é levado antes do mal.
 

La Bible de Jérusalem

Isaïe, chapitre 57

1 Le juste périt et personne ne s'en inquiète, les hommes pieux sont moissonnés et nul n'y prend garde; oui, à cause de la perversité le juste a été moissonné;

Italo Salomão disse...

E dona onça só observa! Logo virá #IntervencaoMilitarJa