quinta-feira, 29 de junho de 2017

Greve? Por que na Sexta?


"Não quer dizer que não haja pessoa honrada participando de algum
sindicato, exceção que confirma a regra."

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Renato Sant’Ana

Por que é que marcaram "paralisação geral" para uma sexta-feira (30/06)? A patuscada anterior, 28/04/17, também caiu em uma sexta.

Ora, a parada na sexta vira fim de semana alongado, o que, supostamente, aumenta a adesão de servidores públicos, que nada perdem com a paralisação. Nenhum desconto no contracheque. Não tem patrão de cara fechada. E é matação do serviço sem culpa: foram os cretinos das centrais sindicais que inventaram a paralisação!

Não estou falando mal do "funcionalismo". Também eu sou servidor público! E a verdade é que muitos dos meus colegas - posso testemunhá-lo – não querem essa paralisação. Isso porque, embora O pretexto seja Michel Temer, governo inqualificável, maldito legado petista, não dá para aderir ao "fora temer": desde logo, sabe-se que a adesão será usada malandramente pela esquerda corrupta - que deseja voltar a impor ao Brasil a agenda do Foro de S. Paulo. E aí... Até o desqualificado Michel Temer é menos pior que essa agenda energúmena!

As centrais sindicais estão abaixo da crítica. Não têm nenhuma responsabilidade para com o país, nenhum compromisso com os trabalhadores nem com os milhões de desempregados. Nada! O seu NEGÓCIO é tomar o poder para extrair o máximo de vantagem. Fora disso o que há é discurso cínico de sindicalistas profissionais, que não trabalham, que nada produzem, mas vivem do IMPOSTO SINDICAL, isto é, do que cada empregado e cada servidor público paga para o sindicalismo, queira ou não queira - e são BILHÕES por ano. Não quer dizer que não haja pessoa honrada participando de algum sindicato, exceção que confirma a regra.

Detalhe: a maior parte dos contribuintes não sabe que há servidores públicos que são cedidos para os sindicatos. Alguns, por décadas, até se aposentarem. Sim, o sujeito faz concurso, ganha estabilidade, tem o salário pago com o dinheiro dos impostos. Para quê? Para viver dedicado a arrancar mais dinheiro do erário público, isto é, dos contribuintes. Essa é, afinal, a função dos sindicatos de servidores públicos.

Ficará claro quem é que está promovendo a paralisação? Alguém terá dúvida de por que há uma luta encarniçada para manter o imposto sindical, essa herança fascista do Estado Novo?

Renato Sant'Ana é Psicólogo e Bacharel em Direito.

2 comentários:

Joma Bastos G P disse...

Há que ir ao cerne da questão. A lei que temos em vigor é arcaica e pró-comunista, pois esta obriga a que o contribuinte brasileiro pague a manutenção dos sindicatos pró-comunistas que existem no Brasil. Porque é que o Temer ainda não revogou essa lei? Porque o Temer - pró-soviético e admirador de Putin - é um dos líderes do PMDB que governou durante 14 anos conjuntamente com PT. Então o Temer é responsável direto pela existência dessa lei, em que o contribuinte desconta compulsivamente para os sindicatos comunistas.

Maria Nirene Silva disse...

Caro senhor Santana,
Acho que está equivocado, Michel Temer é um dos maiores responsáveis pela ideia da Pátria Grande ter dispositivo na Constituição de 88 em seu artigo 4º. Então não venha dar uma de ingênuo, ele faz parte e executa toda a agenda do Foro de São Paulo.
O que precisamos não é paralisações engendradas pelo baixo clero do Foro de São Paulo, através das centrais sindicais, ongs, sindicatos e instituições todas literalmente assaltadas por funcionários que cumprem toda a agenda do Foro.
Precisamos que os brasileiros de São Paulo parem o estado e decretem intervenção constitucional do Povo na Nação com suporte das Forças Armadas, e que todos os ex presidentes civis sejam levados à corte militar por ALTA TRAIÇÕES.
QUEREMOS A CABEÇA DE TODOS OS TRAIDORES VENDIDOS AOS PLANOS GLOBALISTAS E INVASORES DO CLUBE BILDEBERG, OS EURASIANOS E ISLÂMICOS.
Não podemos mais atuar que o crime organizado e institucionalizado usem nossa riqueza para levar ao genocídio e escravizar a tantos países como a Venezuela, bem como o Brasil.