domingo, 23 de julho de 2017

Intervenção Educacional, já!


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Quem é a senadora e presidenta do PT, Gleisi Hoffmann, para xingar o juiz Sérgio Moro de “lixo”? No mínimo, além de desqualificada completamente para a convivência libertária e democrática, Gleisi passa o atestado público de que é uma pessoa mal educada. Aliás, falta de Educação (no sentido amplo do termo) é o defeito que mais impacta, negativamente, o Brasil. Educação é combinação daquilo exemplificado desde o berço, pela família, com o ensino de qualidade, baseado na sabedoria – o uso correto do conhecimento com base em conceitos verdadeiros.

Felizmente, intensificam-se movimentos espontâneos de pessoas de bem e de associações para debater a melhora na Educação. O Clube Militar (a Casa da República) escolheu a melhor maneira de celebrar seu 130º aniversário de fundação. Seu presidente, General Gilberto Pimentel, justificou que a escolha do tema Educação levou em conta aspectos importantes daquela renomada associação de direito privado sem fins lucrativos, com representatividade em todo o território nacional. Eis a lista de bons motivos:

“O resgate de parte da História do Clube, haja vista que no seu Salão Nobre, em 1915, foi instituída a “Liga Brasileira Contra o Analfabetismo” (LBCA), movimento que se espalhou pelo País, envolvendo vários segmentos da sociedade, com o intuito de chegarmos ao centenário da nossa Independência - 7 de setembro de 1922, sem analfabetos”.

“Ao aproximarmo-nos do bicentenário da Independência, aquele objetivo, estratégico para atingirmos o estágio de desenvolvimento que almejamos para o futuro do nosso País, ainda se encontra muito distante de ser conquistado”.

“A constatação de que, em face do aspecto ideológico que passou a predominar em determinadas áreas do meio acadêmico, a doutrinação socialista nas escolas tornou-se uma realidade, que apresenta distorções na relação sócio cultural, levando-nos a um processo de desarticulação da sociedade”.

“Acreditar que o país rico é o país sem ignorância, cuja eliminação implica a necessidade de possuirmos ensino de qualidade em todos os níveis e, igualmente, facilidade de acesso ao mesmo indiscriminadamente. Sem a devida valorização do Mestre, do Professor, torna-se ainda mais difícil tal conquista”.

O General Gilberto Pimentel observa que essas e outras questões vêm impactando negativamente o desenvolvimento do Brasil. Por isso, o Clube Militar incentiva a produção de artigos propondo soluções para este que é um dos mais graves problemas brasileiros. No dia 27, a partir das 14 horas, no Salão Nobre da Sede Central do CM, no Centro do Rio de Janeiro, será promovido o painel “O sistema de Educação nas Forças Armadas”.

O mais bacana é que os painelistas não serão os “intelectuais orgânicos de nossa zelite”, mas sim o pessoal do Departamento de Educação e Cultura do Exército, da Diretoria de Ensino da Marinha e da Diretoria de Ensino da Aeronáutica. As três Forças já promovem, com altíssima qualidade, uma verdadeira “Intervenção na Educação”. Os militares têm bons exemplos que podem e devem ser aproveitados e multiplicados no Ensino Público e Privado.

A Educação (no sentido amplo) é a base fundamental para salvar o Brasil do Crime Institucionalizado que promove a barbárie da Violência (na verdade, Terror). Sem Educação, o debate Político de alto nível não acontece. Sem Educação, a pessoa se torna presa fácil da doença mental que impede a liberdade de escolha (de preferência em favor do Bem contra o Mal). Enfim, sem Educação consistente, o Brasil não muda. Por isso, todo investimento na Educação merece elogio e muito apoio.

Sem Educação, os canalhas deixarão o povo brasileiro reféns de lixeiras políticas, econômicas e morais. Intervenção Educacional, já!

Pronunciamento

Publicada semana passada no Facebook, com vídeo caseiro e estilo produção de garagem, a música "Pronunciamento," de Sérgio Taboada, já conta mais de 300 mil visualizações e milhares de curtidas, compartilhamentos e comentários.

A música não é nova. Foi composta há alguns anos, mas parece que foi feita para o atual momento do nosso país. Isso demonstra claramente que a situação em que vivemos vem de longe e apenas se aprofundou.

Composta lembrando a técnica de discurso legislativo, o texto quase analítico, não deixa de ser poesia e música com harmonia diversificada, longe da simplificação harmônica e das letras de conteúdos duvidosos que predominam atualmente na música que toca na mídia brasileira.





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O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. 

A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 23 de Julho de 2017.

13 comentários:

Anônimo disse...

UMA DAS MEDIDAS IMPOSTAS PELA MAFIA PARA JOGAR O CIDADÃO DE BEM NO MUNDO DO CRIME FOI ESSA, PROIBIR AS EMPRESAS DE CONTRATAR ANALFABETOS E SEMIANALFABETOS... AGOARA UMA ENTIDADE QUE PROMOVE TODOS OS TIPOS DE ASNEIRAS VIM DIZER QUE FALTA EDUCAÇÃO PARA O POVO É FACIL, MAS QUANDO GOVERNARAM O PAIS O POVO BRASILEIRO NÃO TINHA ERA PORRA NEM UMA, DESNUTRIDOS, ANALFABETOS, DESDENTADOS, DESCAMIZADOS, DESCALÇOS, ERA ESCRAVIZADO, TORTURADO E MASSACRADO E JUNTOS COM O JUDICIARIO E A MAÇONARIA NÃO PASSAM DE UMA MAFIA E QUEREM FALAR DE EDUCAÇÃO,CRIEM VERGONHA NA CARA SEUS DITADORES MALDITOS...

Anônimo disse...

sábado, 22 de julho de 2017
http://lorotaspoliticaseverdades.blogspot.com.br/
ILHA DA FAMÍLIA LULA É DESCOBERTA. R$ 4 MILHÕES ! TRIPLEX É PA - RA SIMPLES MORTAI - E OUTROS 'FILMINHOS PORNÔS...'
https://youtu.be/9sVKwHfdv5U

Anônimo disse...

Claudiohumberto@diariodopoder
8:34
23 de Julho de 2017
Autoridades do primeiro escalão do governo e presidentes da Câmara, do Senado e do Supremo Tribunal Federal têm o “direito” de usar jatinhos do Grupo de Transportes Especiais, da FAB, mas ninguém se utiliza mais dessa mordomia do que o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ). Reeleito em fevereiro, já em março fez 26 viagens nas asas da FAB. De janeiro a julho, o presidente da Câmara voou 117 vezes.
Só em janeiro deste ano, com a Câmara dos Deputados em recesso, Rodrigo Maia voou 15 vezes pela FAB, segundo dados do GTE.
Têm “direito” à mordomia dos jatinhos da FAB, além de ministros do governo, os presidente da Câmara, do Senado e do Supremo Tribunal.
Quando presidiu o Senado, Renan Calheiros usou jato da FAB para ir a sessões de implante capilar, no Recife, e a um casamento na Bahia.
O GTE da FAB mantém 18 jatinhos para transportar autoridades. O governo poderia arrecadar mais de R$1,5 bilhão, vendendo a frota.

Anônimo disse...

Bens mais valiosos de Temer pertenceram a José Yunes
http://congressoemfoco.uol.com.br/noticias/bens-mais-valiosos-de-temer-pertenceram-a-jose-yunes/
por Isabella Macedo | 23/07/2017 08:00
CATEGORIA(s): Crise brasileira, Manchetes, Notícias, Operação Lava Jato, Outros destaques



Reprodução
Yunes é amigo de Temer há 50 anos e foi assessor especial da Presidência. Pediu demissão após ser citado em delação de ex-diretor da Odebrecht
De acordo com levantamento realizado pela revista Veja, parte dos bens do presidente Michel Temer (PMDB) teve como dono anterior José Yunes, amigo de longa data e ex-assessor especial do peemedebista. Yunes pediu demissão do cargo em dezembro e prestou depoimento voluntário ao Ministério Público em fevereiro, quando afirmou que foi “mula involuntária” do ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha.
Uma casa, duas salas comerciais e um andar inteiro em um prédio na cidade de São Paulo fazem parte da lista de bens que foram vendidos por Yunes e suas empresas para a família Temer. Apesar do padrão curioso e de algumas transações não terem seguido o padrão convencional, a revista não detectou nenhuma ilegalidade nas atividades.
As propriedades somavam R$ 18 milhões antes de serem vendidas a Temer. Uma das transações que mais chama a atenção é a do andar em um prédio em São Paulo. O edifício está localizado em área nobre da cidade e foi construído pela família de Yunes. Temer comprou o andar em 2011 por R$ 2,2 milhões. O montante equivale a apenas um terço do valor de mercado para um imóvel na região à época. Atualmente, o valor estimado de mercado é de R$ 14 milhões. continua...

Anônimo disse...


http://congressoemfoco.uol.com.br/noticias/bens-mais-valiosos-de-temer-pertenceram-a-jose-yunes/
Citado por delatores e “mula involuntária” continua ii e termina
José Yunes pediu demissão do cargo de assessor especial do governo em dezembro do ano passado, após ser citado por delator da Odebrecht. Cláudio Melo Filho, ex-diretor de relações institucionais da empreiteira, afirmou que parte da propina de R$ 10 milhões pedida por Temer foi repassada a Yunes e a Eliseu Padilha. O amigo de Temer teria recebido R$ 4 milhões em espécie no seu escritório.
Ao pedir demissão, Yunes escreveu uma carta entregando o cargo a Temer. “Nos últimos dias, Senhor Presidente, vi meu nome jogado no lamaçal de uma abjeta delação, feita por uma pessoa que não conheço, com quem nunca travei o mínimo relacionamento e cuja existência passei a tomar conhecimento, nos meios de comunicação, baseada em fantasiosa alegação, pela qual teria eu recebido parcela de recursos financeiros em espécie de uma doação destinada ao PMDB. Repilo com a força de minha indignação essa ignominiosa versão”, escreveu o advogado.
Em fevereiro, Yunes prestou depoimento ao Ministério Público de maneira espontânea. Ele disse que atuou como “mula involuntária” para o ministro Eliseu Padilha. Yunes disse que recebeu um envelope do doleiro Lúcio Bolonha Funaro a pedido de Padilha. José Yunes disse que não sabia o conteúdo do pacote e que não se preocupou em esclarecer o que havia dentro dele.
Leia mais: Amigo de Temer diz que recebeu “pacote” a pedido de Padilha; ministro se licencia
Amigo de Temer diz que o presidente sabia do pedido de Padilha desde 2014
Temer admite pedido de “auxílio formal” à Odebrecht

Anônimo disse...

rvchudo
domingo, 23 de julho de 2017
O Brasil dos delinquentes
A pobreza, o desempregado, o morador de rua, até mesmo os delinquentes da delinquência comum, são a consequência do que fizeram contra o país os grandes delinquentes que, no passado, eram chamados de "colarinho branco".
E a delinquência agora é delatada por outros delinquentes. O povo que hoje vê a delação do delinquente Marcos Valério - e que tem na maioria de sua população nascidos após 1970 - não conheceu as músicas feitas pelo compositor Juca Chaves contra as filhas de um presidente. Não sabe da história de um preso comunista, que perguntou ao coronel que lhe levava à cela: "Mas esse não é fulano de tal, marido de fulana de tal, querida do presidente fulano de tal?"
O coronel respondeu: "É ele mesmo"
O comunista então falou: "Então essa não é cela de comunista. É cela de ladrão."
Se olharmos para muitos dos filhos dos políticos do passado, vemos que até hoje eles vivem como nababos, sem que seus pais nunca tenham trabalhado, e sim feito a vida política com as facilidades da corrupção.
Uma campanha eleitoral custa muito mais do que um político ganha em salários e benefícios em 20 anos de mandato, e a justiça nunca se preocupou em investigar isso. Como então esse político pode bancar campanhas milionárias, se não ganha este volume tão grande nem em 20 anos de mandato?
A justiça nunca se preocupou em saber como esses senhores, que vinham do norte, nordeste ou do sul longínquo, chegavam no Rio e tinham dinheiro para bancar suntuosos apartamentos que, na época, já valiam muito. Num prédio onde moravam dois banqueiros, morava também um político que se dizia honesto. Esses apartamentos não valiam, naquele tempo, os 20 mil dólares por metro quadrado de hoje, mas de qualquer maneira não era só na atividade política que eles ganhavam o que lhes permitisse morar nas regiões mais ricas e caras do Rio, que sempre teve proporcionalmente o metro quadrado mais caro do país. continua...

Anônimo disse...


rvchudo continua ii e termina
Hoje, alguns pensam que inventaram a roda, como se no passado ela fosse quadrada. Há políticos "honestos" que, com nepotismo, conseguiram eleger todos os filhos, como se a política no Brasil fosse as capitanias hereditárias. Deixou de ser atividade vocacional para ser uma profissão rentável.
Não há político abaixo de 40 anos - com raríssimas exceções - que não seja filho ou neto de político. Filhos que tiveram pais cassados choramingam pelo sofrimento de seus pais que, num processo democrático, jamais poderiam ter sido cassados. Mas eles esquecem que a cassação deles foi diferente dos cassados ideológicos, que também não deveriam nunca ter sido cassados. Deveriam ser banidos apenas pelo voto. Mas alguns desses que choramingam são conscientes que o afastamento de seus pais da vida pública não foi por razões ideológicas, e sim por ordem moral.
Hoje, a corrupção se instalou de uma forma endêmica. Só existe morto de fome quando não existe trabalho para que o faminto se alimente. E só existe esse volume de corrupção porque nunca houve justiça que a punisse. Então, não venham agora imaginar que inventaram a roda.
O mais triste disso tudo é a vergonha que o Brasil e a dignidade do povo brasileiro passam quando brasileiros, que vão ao exterior posando de grandes senhores, falam mal do próprio país. A quem interessa o processo jurídico brasileiro, se não aos próprios brasileiros? Por que falar mal do Brasil lá fora?
Prestes, quando na assembleia francesa, falou mal do Brasil e vários líderes do próprio partido questionaram o velho comandante. Um companheiro disse a ele: "Do seu país, somente fale mal dentro dele".
Só se pode falar mal do seu país fora dele se, dentro dele, não houver mais tribuna para se falar, ou se você for expulso e impedido de expor, em suas terras, as mazelas da própria pátria.
JB - Opinião
Postado por Ricardo Oscar vilete Chudo às 03:28

Anônimo disse...

rvchudo
“No Rio se governa com o crime, e não contra o crime”
Na manhã de sexta-feira (21), o estado do Rio de Janeiro registrou a 90ª morte de policial desde o início de 2017. Só nos primeiros dois meses do ano, os números de homicídios dolosos e de mortes em intervenções policiais foram os mais altos dos últimos cinco anos. Enquanto isso, o presidente Michel Temer afirmou em junho que quer "começar um experimento [...] para fazer operações no Rio", ao falar sobre o plano de segurança federal para o estado. "O Rio de Janeiro não precisa de experimentos. Precisa de ações efetivas", rebateu o deputado Zaqueu Teixeira (PDT), membro da Comissão de Segurança e Assuntos de Polícia da Alerj.
"Precisamos de recursos para estimular nossos policiais e colocar seus direitos salariais em dia. Precisamos investir em tecnologia para a Polícia Civil trabalhar com mais eficácia ainda, além do estabelecimento de protocolos de segurança em incursões policiais", afirmou o deputado, que também defendeu mais investimento em infraestrutura e treinamento para agentes da segurança pública. Para ele, as declarações do presidente “apenas reafirmam o 'Fora, Temer' com urgência."
De acordo com a professora do Departamento de Segurança Pública da Universidade Federal Fluminense, Jacqueline Muniz, o "experimentalismo" citado por Temer é "precário e sem diagnóstico". Segundo ela, essa afirmação "nega 30 anos de experiências no estado".
"Aqui no Rio de Janeiro se governa com o crime, não contra o crime. O que tem alimentado o caixa 2 em campanhas no Rio de Janeiro historicamente tem sido o dinheiro das milícias e de segmentos criminosos", afirmou.
"A magnitude de investimentos no Rio de Janeiro foi infinitamente maior do que qualquer outro estado brasileiro desde os Jogos Panamericanos, em 2007. Esses investimentos foram capitaneados pelos grandes eventos realizados desde então. Em dez anos, se gastou cerca de R$ 20 bilhões na perspectiva de se deixar algum legado. Se gastou muito, mas se gastou mal”, afirmou a professora. "A política de segurança no Rio vai de prioridade circunstancial a prioridade circunstancial", complementou. continua...

Anônimo disse...


Rvchudo continua ii
De acordo com o deputado do PDT, o problema de gestão continua, no âmbito estadual e federal. "O deputado Rodrigo Maia, como presidente da Câmara dos Deputados, tem se mostrado omisso com nosso estado. Ainda não tivemos ajuda real e efetiva para o Rio de Janeiro. O Regime de Recuperação Fiscal, que ele aprovou, até hoje não produziu nenhum efeito, além de tirar direitos dos servidores e colocar à venda as ações da Cedae." Segundo ele, o plano vai agravar a situação do estado nos próximos anos.
Zaqueu também não poupou críticas ao governo estadual. "O governo do Rio está perdido. O plano de segurança baseado na ocupação territorial para garantir a segurança nas Olimpíadas e Copa do Mundo já não produz o mesmo resultado. As UPPs (Unidade de Polícia Pacificadora) já não cumprem o papel planejado", disse ele. "A segurança pública atua lentamente, feito um paquiderme, e o crime avança na imobilidade e na falta de novas formas de atuação para conter a violência e a criminalidade."
O raciocínio de Jacqueline, que é pós-doutora em Estudos Estratégicos e de Segurança, vai na mesma linha neste ponto. "O Rio tem sido pródigo em confundir programas de policiamento com políticas de segurança. Para que o efeito do policiamento tenha êxito, você precisa de uma política que interfira na infraestrutura social e urbana e que possa maximizar o efeito da polícia. Pois todo efeito de policiamento é provisório e limitado no tempo."
Ela citou como exemplo a atuação das UPPs. "Era previsível que elas iam chegar em uma curva de estabilização e o 'efeito UPP' ia cair. Precisávamos de outras coisas no âmbito da segurança pública, que garantissem que o efeito pudesse se sustentar a médio e longo prazo", afirmou.
"Quase 40% dos recursos da polícia foram alocados nas UPPs, que não conseguem nem cobrir a totalidade das áreas nas quais foram implementadas. O projeto foi mal direcionado por causa de ingerências políticas com finalidades eleitoreiras. Ou seja, sabotaram o planejamento e a gestão do projeto, que tinha um efeito limitado no tempo, já que o sucesso da UPP era o próprio fim dela", ressaltou. continua...

Anônimo disse...


Rvchudo continua iii
Para a professora, as UPPs não podem ser classificadas como uma política de segurança pública, e sim uma política de policiamento especializada para determinadas áreas. "Elas sequer podem ser generalizadas como uma programa amplo de policiamento. Gastou-se muito dinheiro, multiplicou-se UPPs sem pernas para isso. O Rio aumentou em torno de 30% o seu efetivo, se tornando a polícia que mais cresceu no Brasil. Porém, aumentou-se a polícia e o policiamento foi reduzido. O governo fez uma mágica inacreditável."
O reflexo dos gastos insustentáveis feitos pelo governo pode ser visto na atividade dos próprios policiais, de acordo com o deputado Zaqueu Teixeira. "Com o caixa vazio, a equipe de segurança tenta manter o que foi feito às custas de muitos investimentos. A conta não está fechando." Ele lembrou que os policiais estão sem receber o Regime Adicional de Serviço (RAS), horas extras, regime de metas e 13º salário. "Ainda assim eles têm que defender a sociedade com o sacrifício da própria vida."
Para Jacqueline, a origem do problema é a busca de resultados de curto prazo para fabricar resultados eleitorais. "Mas resultado eleitoreiro só pode ser um: tiro, porrada e bomba. O modelo de guerra contra o crime se exauriu. Mostrou sua incapacidade, sua incompetência de produzir o resultado que tanto esperavam. O dedo nervoso mata muito do lado de lá e mata muito do lado de cá. E a dinâmica criminal que tem sua perna dentro da política segue intacta."
Zaqueu também fez uma análise sobre a migração e a adaptação do crime como resultado dessas medidas de curto prazo apontadas por Jacqueline. "Hoje, o bunker do crime organizado está localizado na Pedreira e no Chapadão [ele ressaltou que antes o crime tinha como centro o Complexo do Alemão], e o governo não sabe responder à nova dinâmica implantada pelo crime organizado, que tem um novo ingrediente: a entrada da facção paulista na guerra entre quadrilhas pela expansão de territórios." continua...

Anônimo disse...


rvchudo continua iv e termina
Ele destacou também a expansão do crime para a Baixada Fluminense. "Em Queimados, que era uma cidade tranquila, a criminalidade tomou conta de tudo. Migrou para toda a Região Metropolitana e para o interior. Com essa migração, eles descobriram e implantaram novos mercados consumidores, além de estabelecerem a mesma dinâmica de controle territorial das comunidades do município do Rio."
Com o objetivo de tentar reduzir o problema da violência no estado, o deputado apontou que a Comissão de Segurança da Alerj apresentou ao Ministro da Justiça uma agenda de propostas para atuação na segurança pública do Rio. "No encontro em Brasília, sugeri que fossem incorporados à Força Nacional de Segurança [enviada ao Rio pelo governo federal] policiais civis e militares do Rio, pagos diretamente pela União, para que eles ajudassem no combate ao roubo e furto de cargas, que cresceu quase 70%." Porém, segundo o deputado, até agora nada de concreto foi feito. "Não adianta mandar mais agentes de fora do estado. Eles não conhecem a topografia do Rio", acrescentou.
Para a professora da UFF, uma mudança desse quadro só começaria com uma "mudança de mentalidade". "Nós temos que reconstruir um governo com legitimidade. Sem legitimidade nada é possível. Precisamos aplicar um repertório de boas práticas, diagnosticados, capazes de produzir resultados. Não tem nenhuma novidade vinda do além", concluiu.
Felipe Gelani, JB
Postado por Ricardo Oscar vilete Chudo às 01:51

Anônimo disse...

http://poncheverde.blogspot.com.br/
domingo, 23 de julho de 2017
Governos criminosos do PT deram quase um trilhão de reais de bolsa empresário para capitalistas corruptores
O regime criminoso, bandido, do PT, dos governos do poderoso chefão de organização bandida, e da mulher sapiens Dilma Rousseff, concedeu quase um trilhão de reais por meio da bolsa empresário. É fácil se saber porque os capitalistas brasileiros estiveram tão unidos e apoiadores do petismo e do lulismo. Nunca antes se mamou tanto nas tetas do Estado, obtendo dinheiro de graça. Quem pagou por essa farra são os pobres, os brasileiros em geral, porque o "dinheiro público" não é "público", é tirado do bolso do público, que paga por essa avassaladora onda de corrupção comuno-petista. A Secretaria de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda (SEAE/MF) elaborou uma nota técnica que tornou pública, explicando em detalhes como funcionou essa gigantesca obra de bordel de beira de estrada do Foro de São Paulo criado pelo PT. A leitura dessa nota técnica é imprescindível para os brasileiros entenderem porque estão vivendo agora nessa violenta crise econômica. Clique aqui para ler o documento http://encurtador.com.br/bhKWX .
Postado por Vitor Vieira às 02:15:00

Anônimo disse...

É com grandedesarmoniasocial,cultural,
política e de seguridade que, vemos o nosdo Brasil como um barco sucumbindo num mar infestado de corruptos.