segunda-feira, 21 de agosto de 2017

A Militância das Feminazis


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Renato Sant’Ana

Repercute na "rede" a espinafrada que senadoras e deputadas petistas levaram do Senador Magno Malta (PR-ES): com mais recato do que qualquer delas, ele desmascarou a justiça seletiva das autodefinidas "feminazis".

Elas comemoraram a condenação, no STJ, do Dep. Jair Bolsonaro em ação movida pela petista Maria do Rosário. Não importa aqui o teor da tal decisão. Apenas de passagem, entretanto, registre-se que Bolsonaro (de injustificada impertinência no caso específico), acabou caindo numa emboscada. Seja lá! As ínclitas esquerdistas comemoraram, porque... "Mexeu com uma, mexeu com todas!".

Só que... Quando o médico Roger Abdelmassih - condenado por haver estuprado 49 mulheres - teve o privilégio de sair da cadeia e ir para casa tratar-se de doença, nenhuma delas teve a atitude política de realçar aquele insulto às vítimas. Quando José de Abreu, o militante da Globo, cuspiu no rosto de uma mulher num restaurante, elas nada disseram.

Quando marmanjos do PT, inclusive por imposição física, constrangeram a jornalista Míriam Leitão num voo da Avianca de Brasília ao Rio, as exaltadas feminazis chegaram ao ponto de justificar a agressão. Quando a jornalista Joice Hasselmann foi alvo de grosserias alusivas à sua condição feminina, desferidas por Reinaldo Azevedo, elas não se pronunciaram (até porque Joice Hasselmann é da parcela minoritária da imprensa que não se omite diante da corrupção da esquerda).

Tem mais. A deputada Maria do Rosário, junto com a senadora Fátima Bezerra, foi chamada por Lula - o leitor perdoe a citação - de "mulher de grelo duro". E como ela reagiu? Só sorrisos! Achou engraçadinho! Justificou! E acabou levando uma tremenda carraspana do Jornalista Antônio Carlos Macedo, da Rádio Gaúcha, durante entrevista em que ela, muito esperta, tentou dar um significado simpático à baixeza do "ex-presidente" (que ela pronunciou com orgulho). Basta!

Que aconteceria se Jair Bolsonaro, inimigo preferencial dessas madames, houvesse empregado (perdoe de novo!) a expressão "grelo duro" em relação a qualquer delas? Por óbvio e adequadamente, ele enfrentaria um processo por quebra de decoro parlamentar. Seletividade: "Aos nossos, tudo; aos inimigos, nem a justiça!"

O que Magno Malta fez foi desnudar o relativismo moral e a hipocrisia das petistas, revelando a incoerência e a grande farsa ideológica das feminazis. Será que o eleitor brasileiro já descobriu que votar nessa gente significa ser conivente com uma completa falta de princípios?


Renato Sant'Ana é Psicólogo e Bacharel em Direito.

5 comentários:

Anônimo disse...

QUEM PROTEGE BANDIDO É BANDIDO TAMBÉM, QUEM SABE ESSE RENATO SANTANA UM DIA NÃO ACABA DANDO O CÚ PRO FDP DO BOLSONARO NA CADEIA, HÁ MUITO TEMPO ESSE ASSASSINO JÁ ERA PARA ESTAR LÁ,CONTINUE A DEFENDER ESSE MÉRDA ASSIM QUEM SABE VOCÊ NÃO VAI PRA LÁ PRIMEIRO QUE ESSE MÉRDA...

Anônimo disse...

(...) A FGM (FGM em inglês, Mutilação Genital Feminina)não é um crime menos estarrecedor do que o estupro ou a escravidão,
no entanto as autoproclamadas feministas no Ocidente - incluindo muçulmanas
como Linda Sarsour e ativistas não muçulmanas se engajam em uma cruzada
contra a "islamofobia" - silenciam quando se trata de práticas bárbaras ou
negam sua conexão com o Islã. Será que elas também apoiam a escravidão,
outra prática respaldada pelo Islã? (...)

Fonte: Gatestone Institute

(...) prefeito de Londres, Sadiq Khan, proibiu anúncios que promovam
"expectativas não realistas no tocante à imagem do corpo e da saúde das
mulheres". Agora Berlim está planejando proibir imagens onde as mulheres
são retratadas como "lindas mas fracas, histéricas, idiotas, loucas, ingênuas ou
governadas pelas emoções". O escritor e jornalista do jornal Der Tagesspiegel,
Harald Martenstein, afirmou que é possível que a orientação "tenha sido
incorporada do manifesto do Talibã".
A ironia é que esta onda de moralidade e "virtude" vem de cidades governadas
por políticos esquerdistas desinibidos, que durante anos fizeram campanha a
favor da liberação sexual. Virou tema de discussão "feminista" defender a
conduta da sharia.
Parafraseando o escritor americano Daniel Greenfield: a ironia das mulheres
celebrarem sua própria opressão é tanto de cortar o coração como de
estupefazer.
Se o Ocidente continuar traindo o valor democrático da liberdade individual, os fundamentalistas
islâmicos, como aqueles que impuseram burcas às mulheres líbias, farão o mesmo com as mulheres do
Ocidente.
Dias após o Estado Islâmico ter conquistado a cidade de Sirte na Líbia há dois anos,
apareceram gigantescos outdoors na fortaleza islamista, alertando as mulheres que
elas deveriam usar hijabs para esconderem o corpo todo e nada de perfume. Entre
outras coisas esses "mandamentos da sharia em relação à hijab" incluíam o uso de
tecido grosso e opaco e que a hijab não "lembrasse trajes de infiéis".
Dois anos mais tarde, as três cidades mais importantes da Europa - Londres, Paris e
Berlim - estão seguindo a mesma moda da sharia. (...)

Fonte: Gatestone Institute

PS: O "feminismo", assim como os "defensores dos trabalhadores", são armadilhas comunistas, usando socialistas "como meio ideológico " de "tais direitos", a realidade mostra, que os objetivos reais "são outros", direitos dos negros, gays, lésbicas, racismo, direitos dos índios (índios apenas no nome, vejam "como eles são realmente de perto"...), a maioria desses direitos (é direito que não acaba mais), mas sem nenhum dever, sem obrigações... paraíso do tolos...
O Ocidente que ajudam a destruir é o mesmo que permitiu todas as liberdades, que possuem... quando ganharem (conseguirem aquilo, que querem), perderão tudo, tudo...
quando entenderem isso será tarde de mais pra todos ...

Anônimo disse...

Embuste do “movimento feminista” prejudica a própria mulher


A respeito deste “Dia Internacional da Mulher”, textos e mais textos foram publicados ad nauseam em todos os jornais impressos ou on-line. Tal dia não passa de uma absurda invenção imposta pelo movimento feminista, copiando uma propaganda do regime comunista na antiga URSS. Hoje vemos que realmente o comunismo não morreu — ele “espalhou seus erros pelo mundo”, sendo um deles o chamado “feminismo”. E certa mídia colabora lampeiramente para espalhar tais erros.

Assim, a mídia repetiu baboseiras infindas e duras críticas a mulheres que se defendem enquanto “rainha do lar”, esposas e mães, como se esses atributos tão nobres e elevados não pudessem ser considerados “direitos da mulher”. Para a mídia esquerdista e o “movimento feminista”, o “direito da mulher” é, por exemplo, o “direito ao aborto” — o direito da mulher matar o próprio filho que está gestando!

Entretanto, em meio às mencionadas baboseiras, encontrei um texto primoroso. Ele foi publicado há exatos cinco anos no “Dia Internacional da Mulher” (“Folha de S. Paulo”, 8-3-12), de autoria da jovem Talyta Carvalho [foto abaixo]. Imagino que esse texto foi rasgado, pisado e queimado pelas “feministas” radicais, que, no fundo, desejariam mesmo era “queimar” como “herege” a própria autora, acusando-a de ser contrária ao “empoderamento feminino”, à “igualdade de gênero”, à “lei do feminicídio”, de ser “politicamente incorreta”, “preconceituosa” etc.. Acusações levianas, mas que nos estimulam a divulgar largamente o interessantíssimo artigo, que abaixo transcrevo.

(...)Explico-me. Por muito tempo, as feministas reivindicaram a posição de luta pelos direitos da mulher, exceto se esse direito for o direito de uma mulher não ser feminista. (...)


(...)Outro direito que a mulher do século 21 não tem, graças ao feminismo, é o direito de não trabalhar e escolher ficar em casa e cuidar dos filhos — recomendo, sobre a questão, os livros “Feminist Fantasies”, de Phyllis Schlaffly, e “Domestic Tranquility”, de F. Carolyn Graglia. Na esfera econômica, é inviável para boa parte das famílias que a esposa não trabalhe. (...)

(...) Na esfera social, é um constrangimento garantido quando perguntam “qual a sua ocupação?”. A resposta “sou só dona de casa e mãe” já revela o alto custo sóciopsicológico de uma escolha diferente daquela que as feministas fizeram por todas as mulheres que viriam depois delas.

O erro do feminismo foi reivindicar falar por todas, quando na verdade falava apenas por algumas. De fato, casamento e maternidade não são para todas as mulheres. Mas a nova geração deve debater esses dogmas modernos sem medo de fazer perguntas difíceis. (...)

Talyta Carvalho (*)

* Talyta Carvalho (Filósofa especialista em renascença e mestre em ciências da religião pela PUC-SP)


Fonte: http://www.lepanto.com.br/catolicismo/revolucao-cultural-catolicismo/embuste-do-movimento-feminista-prejudica-propria-mulher/

Anônimo disse...

Eu li recentemente que a ex-procuradora da justiça, que fugiu da Venezuela, estaria vindo para o Brasil. O que dirão e o que farão as "feminazis"? Irão defendê-la da crueldade e perseguição de Maduros ou irão protestar contra a presença dela?

Sérgio Tadeu Oliveira disse...

Deplorável o nível do comentário do anônimo primeiro, certamente codinome de um corajoso defensor de alguma coisa que ainda não me ocorreu qual seja.
Poderia nos fazer a gentileza, se é que tenha ele alguma noção mínima do que isso venhas a ser, e nos brindar com a sua ausência.
Não bastasse o espetáculo de idiotices revestidas de baixarias, o sujeito sequer sabe pontuar palavrões.
É um leitão extraviado num recital.
Tenho nome: é Sérgio Tadeu Oliveira