domingo, 13 de agosto de 2017

Burrice é a pior Doença


“País Canalha é o que não paga precatórios”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Os poderosos do passado criavam impostos que achavam poder fiscalizar pelo terror ou pela ficção.

O “quinto” (vinte por cento) ficou conhecido como “dos infernos”.

As tentativas de aumento da carga tributária quase sempre acabam em revolta popular violenta.

É claro que os déspotas quase sempre conseguem sufocá-la. Mas se der azar, o tiranete é pendurado em poste e “fatiado”.

Hoje a tecnologia bancária permite implantar um imposto inteligente. Os softwares são os mesmos da famigerada CPMF.

A diferença é que se implantado o imposto justo, desaparecerão TODOS os demais, com exceção dos Impostos de Exportação e de Importação (que não pretendem ser arrecadatórios e sim obstáculos para dumping e desabastecimento).

Se em toda transação bancária for cobrada uma pequena alíquota tanto do pagador como do recebedor, podem ser eliminados os impostos odiosos, tal como o de Renda, que inibe a atividade produtiva e invade a privacidade dos contribuintes.

O Brasil sempre foi um estado unitário. A república federativa foi, é e será uma ficção.

Mantidos os três níveis de governo (nacional, provincial e municipal) o total arrecadado será repartido e distribuído automaticamente, um terço para cada nível.

Acaba-se o “beija-mão” para liberação e repasse de verbas.

A Alemanha saiu do caos da hiperinflação e seis anos depois, era a maior potência da Europa. O Brasil emergirá em dois ou três anos.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

3 comentários:

Sérgio Alves de Oliveira disse...

Professor Mantiqueira: Se na época de Tiradentes a Coroa Portuguesa cobrava na sua "Colônia" o "quinto dos infernos" em impostos,hoje se paga "dois quintos dos infernos". Portanto,para o povo,melhor seria o retorno à Soberania Portuguesa.

Anônimo disse...

Pagamos hoje mais de dois quintos dos infernos.. e querem aumentar...O PIS e o Finsocial foram criados para acabar com a tributação da folha de pagamento.. hoje existem as tres e querem ainda mais...impostos jamais diminuem.. so aumentam...A cada novo imposto criado para substituir outro acaba tornando mais um sem acabar com o outro...portando senhor Mantiqueira não fique dando ideias...pois se eles lerem isso já temos mais impostos...

Anônimo disse...

Pessimismo? – O futuro responderá.

Não sou contra o futebol nem outro esporte. Mas vejo que, no Brasil, ele recebe uma publicidade e assume um fanatismo que mata muitas qualidades potenciais em milhões de brasileiros, desviando-as para uma torcida que tira de suas mentes qualquer coisa um pouco mais séria. Assim, um povo inteligente deixa de se aplicar às coisas importantes para entregar-se exclusivamente a esse prazer frustrante que é a torcida. E torna-se cobaia dos espertalhões, que o conduzem pelo nariz. E nesta última operação entra em cena a classe política.

Há tantas formas agradáveis e saudáveis de divertir-se. Por que entregar-se a um esporte que é visivelmente manipulado para encobrir ações escusas, por exemplo, no campo da política e da administração pública? Desculpem-me, meus compatriotas. Não seria mais interessante cultivar flores, escalar montanhas ou contemplar as ondas do mar, do que aquele frenesi de marcar ou não um gol?

O que mais me preocupa é que isso seja feito para emburrecer um dos povos mais inteligentes da terra…

Fonte:
http://www.abim.inf.br/futebol-islamizacao-e-burrice/