sábado, 23 de setembro de 2017

Núcleo Monolítico do Poder do Estado


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Antônio José Ribas Paiva

A primeira instituição de uma Nação é o seu Exército. A segunda instituição é o país, que após ser defendido, com o sangue dos soldados, torna-se a Pátria do povo.
       
O Exército é o NÚCLEO MONOLÍTICO DO PODER NACIONAL, instrumento perene do PODER INSTITUINTE do povo.
       
Sempre, que as INSTITUIÇÕES , estabelecidas pela NAÇÃO, para preservar o povo e o país, forem distorcidas por governos, por políticos ou por ideologias, a Nação deve intervir no processo político, através de seu NÚCLEO MONOLÍTICO DE PODER , para impor a consecução dos objetivos nacionais permanentes. 
       
A partir de 1985, com a Nova República, as nossas Forças Armadas, retiraram-se do protagonismo político, dedicando-se à sua missão dissuasória.
       
Os membros dos Poderes da República não demoraram a usurpar o Poder do Estado, em próprio proveito, colocando em risco o interesse nacional e massacrando o povo. Nesses 32 anos, milhões de brasileiros foram massacrados. O governo do crime praticou um verdadeiro genocídio .
       
Diante da tragédia do povo, como não poderia deixar de ocorrer, as FFAA interviram no processo político, exercendo o seu papel de NÚCLEO MONOLÍTICO DO PODER DO ESTADO, instrumento do PODER INSTITUINTE do povo.
       
O Gen Ex. Mourão, em brilhante conferência, advertiu os membros dos Poderes da República , asseverando, que deveriam corrigir os rumos da sua ação deletéria, ou as FFAA iriam intervir no processo político, nos Três Poderes.
       
A casta que usurpou o Poder do Estado , revoltou-se contra o patriota , ameaçando puni-lo.
       
Com raro senso de oportunidade, o Comandante do Exército, Gen Ex. Vilas Boas, veio a público e assumiu o NÚCLEO MONOLÍTICO DO PODER DO ESTADO, esclarecendo, aos inimigos do Brasil, que as FFAA têm mandato constitucional, para intervir nos Poderes da República em defesa da Pátria.
       
Com essa sábia providência, de forma serena, nosso comandante cumpriu seu dever constitucional e deixou claro ao governo do crime, que seu poder chegou ao fim.
       
A necessária INTERVENÇÃO CONSTITUCIONAL concretizou-se, no dia 20 de setembro de 2017, sem traumas ou violência, apenas com a legitimidade do Comandante do Exército Brasileiro.

BRASIL! ACIMA DE TUDO!!!


Antônio José Ribas Paiva, Jurista, é Presidente do Nacional Club.

Um comentário:

jomabastos disse...

Ótimo artigo!
"A necessária INTERVENÇÃO CONSTITUCIONAL concretizou-se, no dia 20 de setembro de 2017, sem traumas ou violência, apenas com a legitimidade do Comandante do Exército Brasileiro."

Ainda não tinha pensado as palavras do General Mourão - legitimadas pelo seu comandante - por esse ponto de vista, que é de as considerar e vivê-las como uma espécie de Intervenção Constitucional.