quarta-feira, 27 de setembro de 2017

O Futuro Islâmico da Europa


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos I. S. Azambuja

Vale reproduzir texto do Dr. Guy Millière, professor da Universidade de Paris, autor de 27 livros sobre a França e a Europa. O presente é um futuro previsível...

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Líderes europeus aceitaram a transformação de partes de seus países em territórios inimigos. Eles vêem que um desastre demográfico está em andamento. Eles sabem que em duas ou três décadas a Europa será governada pelo Islã.

Há dez anos, ao descrever o que ele chamou de "os últimos dias da Europa", o historiador Walter Laqueur salientou que a civilização europeia estava morrendo e que apenas antigos monumentos e museus sobreviveriam. Seu diagnóstico era muito otimista. Monumentos antigos e museus serão dinamitados. Não precisa ir longe, basta contemplar o que os partidários encapuzados de preto da "Antifa" - movimento "antifascista" totalmente fascista - estão fazendo com as estátuas nos Estados Unidos.

O ataque terrorista ocorrido em Barcelona provocou a mesma reação suscitada em todos os ataques terroristas de larga escala perpetrados na Europa: lágrimas, orações, flores, velas, ursinhos de pelúcia e declarações públicas de que "o Islã significa paz". Quando grupos de pessoas se aglomeraram para exigir medidas mais duras contra a crescente influência do islamismo nos quatro cantos do continente europeu, eles foram abordados por uma manifestação "antifascista". Muçulmanos organizaram uma demonstração para defender o Islã, eles afirmavam que os muçulmanos que vivem na Espanha são as "maiores vítimas" do terrorismo.

O presidente da Federação Espanhola das Sociedades Religiosas Islâmicas, Mounir Benjelloun El Andaloussi, falava em uma "conspiração contra o Islã" ressaltando que os terroristas eram "instrumentos" do ódio islamofóbico. A prefeita de Barcelona, Ada Colau, chorou na frente das câmerasassinalando que a sua cidade continuará sendo uma "cidade aberta" para todos os imigrantes. O governador da Catalunha, Carles Puigdemont usou praticamente as mesmas palavras. O primeiro-ministro espanhol, Mariano Rajoy, conservador, foi o único que ousou identificar, sem rodeios, o terrorismo jihadista. Quase todos os jornalistas europeus disseram que as palavras de Rajoy foram demasiadamente ríspidas.

Os jornais europeus de maior circulação que abordaram o abominável ataque terrorista, mais uma vez procuraram explicações para o que eles continuam chamando de "inexplicável". O principal diário espanhol, El País, ressaltou em um editorial que a "radicalização" é o amargo fruto da "exclusão" de determinadas "comunidades", acrescentando que a resposta deveria ser mais "justiça social". Na França o Le Monde deu a entender que os terroristas querem "incitar o ódio" enfatizando que os europeus devem evitar o "preconceito". No Reino Unido, o The Telegraph explicou que "os assassinos atacam o Ocidente porque o Ocidente é o Ocidente, não por causa do que ele faz" - mas se referiu a "assassinos", não "terroristas" ou "islamistas".

Especialistas em antiterrorismo entrevistados pelas redes de TV realçaram que os ataques, perpetrados em todo o continente europeu a uma velocidade cada vez mais maior, tornar-se-ão mais letais ainda. Elesobservaram que o plano original dos jihadistas de Barcelona era o de destruir a Catedral da Sagrada Família e matar milhares de pessoas. Os especialistas papagaiaram que os europeus terão mesmo que aprender a conviver com a ameaça da proliferação de massacres. Eles não apresentaram soluções. Inúmeros deles, mais uma vez, ressaltaram que os terroristas não são muçulmanos de verdade - e que os ataques "não têm nada a ver com o Islã".

Diversos líderes de países da Europa Ocidental tratam o terrorismo islâmico como algo que faz parte da vida cotidiana, que os europeus devem se acostumar - como algum tipo de aberração não relacionada ao Islã. Eles amiúde evitam falar de "terrorismo". Após o ataque em Barcelona, a chanceler alemã Angela Merkel emitiu uma breve manifestação de repúdio em relação a um evento "revoltante". Ela manifestou "solidariedade" ao povo espanhol e seguiu em frente. O presidente francês Emmanuel Macron tuitou uma mensagem de condolências manifestando-se sobre um "trágico atentado".

Por toda a Europa, manifestações de ódio são conscientemente marginalizadas. Conclamações para mobilização ou qualquer mudança séria na política de imigração vem unicamente da classe políticadescrita com escárnio como "populista".

Até a mais singela das críticas ao Islã suscita imediatamente indignação quase unânime. Na Europa Ocidental, os livros sobre o Islã que estão amplamente disponíveis foram escritos por autores próximos à Irmandade Muçulmana, como Tariq Ramadan. Livros "politicamente incorretos" também existem, mas são vendidos às escondidas, como se fossem contrabando. Livrarias islâmicas vendem apostilas incitando a violência sem sequer esconder o que estão fazendo. Dezenas de imãs, como Abdelbaki Es Satty, suposto arquiteto do ataque em Barcelona, continua pregando com impunidade. Quando são presos, eles são rapidamente liberados.

A submissão reina. O discurso em todo lugar, é que, apesar das crescentes ameaças, os europeus devem viver suas vidas o mais rotineiramente possível. Mas os europeus veem que as ameaças existem. Eles veem que a vida não é nem um pouco normal. Eles veem policiais e soldados nas ruas, proliferação de batidas policiais, controles rigorosos na entrada de teatros e lojas. Eles veem a insegurança por todos os lados. A informação é para que eles ignorem a origem das ameaças, mas eles sabem qual é a origem. Eles afirmam que não têm medo. Milhares em Barcelona gritaram, "No tinc por" ("não temos medo"). A verdade nua e crua é que eles estão morrendo de medo.

Enquetes mostram que os europeus estão pessimistas e acreditam que o futuro será sombrio. As pesquisas de opinião também mostram que os europeus não confiam mais naqueles que os governam, mas estão com a sensação de que eles não têm escolha.

A guinada em suas vidas ocorreu em pouquíssimo tempo, menos de meio século. Antes disso, na Europa Ocidental, um número não muito grande de muçulmanos, alguns milhares, se encontravam no continente europeu - em sua maioria trabalhadores imigrantes de antigas colônias europeias. Eles deveriam ficartemporariamente na Europa, de modo que não foram estimulados a se integrarem.

Foram se multiplicando chegando a centenas de milhares, depois milhões. Sua presença tornou-se permanente. Muitos tornaram-se cidadãos. Pedir-lhes para se integrarem tornou-se inimaginável: a maioria deles parece considerar-se muçulmana em primeiro lugar.

Os líderes europeus desistiram de defender a sua própria civilização. Eles passaram a dizer que todas as culturas deveriam ser vistas da mesma maneira. Ao que tudo indica eles jogaram a toalha.

Os currículos escolares foram alterados. As crianças foram ensinadas que a Europa e o Ocidente haviam saqueado o mundo muçulmano - não que os muçulmanos tivessem, na realidade, invadido e conquistado o Império Bizantino Cristão, Norte da África e Oriente Médio, a maior parte da Europa Oriental, Grécia, Norte do Chipre e Espanha. As crianças foram ensinadas que a civilização islâmica era magnífica e próspera antes que a colonização pressupostamente viesse para devastá-la.

Os estados de bem-estar social, estabelecidos no período pós-guerra, começaram a criar uma grande subclasse de pessoas permanentemente presas na dependência, justamente quando o número de muçulmanos na Europa havia dobrado.

Os bairros de habitação social de repente viraram bairros muçulmanos. O aumento do desemprego em massa - afetando principalmente trabalhadores menos qualificados - transformou os bairros muçulmanos em bairros de desemprego em massa.

Organizadores comunitários vieram dizer aos muçulmanos desempregados que depois de saquearem seus países de origem, os europeus usaram trabalhadores muçulmanos para reconstruir a Europa e agora os estavam tratando como utensílios inúteis.

O crime criou raízes. Bairros muçulmanos se tornaram bairros de alta criminalidade.

Começaram a chegar os pregadores muçulmanos extremistas, reforçando o ódio à Europa. Eles disseram que os muçulmanos devem se lembrar quem eles são, que o Islã deve se vingar. Eles explicaram aos jovens criminosos muçulmanos presos que a violência poderia ser usada para uma causa nobre: a jihad.

A polícia foi instruída a não intervir para não agravar a tensão. As regiões com elevada taxa de criminalidade tornaram-se zonas proibidas, solo fértil para o recrutamento de terroristas islâmicos.
Líderes europeus aceitaram a transformação de partes de seus países em territórios inimigos.

Começaram os distúrbios, líderes fizeram mais concessões ainda. Aprovaram novas leis restringindo a liberdade de expressão.
Quando o terrorismo islâmico atingiu a Europa pela primeira vez, os governantes não sabiam o que fazer. Continuam não sabendo. Eles são prisioneiros de uma situação que eles próprios criaram e que não têm condições mais de controlar. Ao que tudo indica eles se sentem impotentes.

Não tem como eles incriminarem o Islã: isso é ilegal conforme as leis que eles aprovaram. Na maioria dos países europeus, o simples fato de questionar o Islã é tachado de "islamofobia". Isso acarreta em multas pesadas, para não dizer processos ou prisão (como aconteceu com Lars HedegaardElisabeth Sabaditsch-WolffGeert Wilders e George Bensoussan). Eles não têm como restabelecer a lei e a ordem nas zonas proibidas: isso exigiria a intervenção do exército e a imposição da lei marcial. Eles não podem adotar as soluções propostas pelos partidos que eles próprios colocaram na oposição à margem da vida política europeia.
Eles não podem sequer fechar as fronteiras, abolidas que foram em 1995 conforme o Acordo de Schengen. O restabelecimento dos controles de fronteira seria dispendioso e levaria tempo.

Parece que os líderes da Europa não têm nem a vontade nem os meios para se oporem ao influxo das ondas de milhões de migrantes muçulmanos da África e do Oriente Médio. Eles sabem que há terroristas se escondendo no meio dos migrantes, mas ainda assim não os checam. Em vez disso, eles recorrem a subterfúgios e mentiras. Criam programas de "desradicalização" que não funcionam: os "radicais", ao que parece, não querem ser "desradicalizados".

Os líderes europeus tentam definir a "radicalização" como sintoma de "doença mental", eles pensam emcontratar psiquiatras para resolver o caos. Na sequência eles falam em criar um "Islã europeu", totalmente diferente do Islã existente em qualquer outro lugar da Terra. Eles assumem posturas arrogantes para criar a ilusão de superioridade moral, assim como Ada Colau e Carles Puigdemont fizeram em Barcelona: eles dizem que têm princípios elevados, que Barcelona permanecerá"aberta"aos imigrantes. AngelaMerkel se recusa a encarar as consequências da sua política de importar imensos contingentes de migrantes. Ela critica veementemente países da Europa Central que se recusam a adotar a mesma conduta.

Os líderes europeus podem ver que um desastre demográfico está em andamento. Eles sabem que em duas ou três décadas a Europa será governada pelo Islã. Eles tentam anestesiar as populações não muçulmanas com sonhos de um futuro idílico que jamais existirá. Eles dizem que a Europa terá que aprender a conviver com o terrorismo, que não há nada que se possa fazer em relação a isso.

No entanto há muito que se possa fazer, eles simplesmente não querem fazer - isso poderá lhes custar os votos dos muçulmanos.
Winston Churchill disse a Neville Chamberlain: "você teve a oportunidade de escolher entre a guerra e a desonra. Você escolheu a desonra, você terá guerra". A verdade hoje é a mesma.

Há dez anos, ao descrever o que ele chamou de "os últimos dias da Europa", o historiador Walter Laqueur salientou que a civilização europeia estava morrendo e que apenas antigos monumentos e museus sobreviveriam. Seu diagnóstico era muito otimista. Monumentos antigos e museus serão dinamitados. Não precisa ir longe, basta contemplar o que os partidários encapuzados de preto da "Antifa" - um movimento "antifascista" totalmente fascista - estão fazendo com as estátuas nos Estados Unidos.

A Catedral da Sagrada Família de Barcelona foi poupada somente graças ao terrorista trapalhão que não sabia como lidar com explosivos. Outros lugares poderão não ter a mesma sorte.

É praticamente certo que a morte da Europa será violenta e sofrida: parece que ninguém está disposto a detê-la. Os eleitores ainda podem fazer alguma coisa, mas eles terão que fazê-lo agora, depressa, antes que seja tarde demais.


Carlos I. S. Azambuja é Historiador.

29 comentários:

Loumari disse...

"Me desculpem, não verifiquei os dados nem as fontes desta matéria aqui exposto. Mas, dá para pensar!" Encaminho como recebi.


Prefeito de Londres ... ... MUÇULMANO
Prefeito de Birmingham ... MUÇULMANO
Prefeito de Leeds ... .......... MUÇULMANO
Prefeito de Blackburn ... .... MUÇULMANO
Prefeito de Sheffield ... ...... MUÇULMANO
Prefeito de Oxford ... .......... MUÇULMANO
Prefeito de Luton ... ............ MUÇULMANO
Prefeito de Oldham ... ......... MUÇULMANO
Prefeito de Rochdale ... .... MUÇULMANO

Agora, todas as escolas do Reino Unido estão apenas servindo a CARNE HALAL!

Tudo isso alcançado por apenas 4 milhões de muçulmanos fora dos 66 milhões de habitantes !!!

Este é um abridor de olho

Aqui Hamza Yakasai Citações sobre o ISLAM , por alguns filósofos ocidentais 😗

1. Leo Tolstoi (1828-1910):
"O Islam governará o mundo um dia, porque nela há uma combinação de conhecimento e sabedoria".

2. Herbert Wells (1846-1946):
"Até a eficácia do ISLAM de novo, quantas gerações sofrerão atrocidades e a vida será interrompida? Então, um dia o mundo inteiro será atraído por isso, naquele dia haverá PAZ e naquele dia o mundo será habitado novamente .

3. Albert Einstein (1879-1955):
"Eu entendo que os muçulmanos fizeram isso através de sua própria inteligência e consciência que os judeus não podiam fazer. No Islã, é o poder que pode levar à paz".

4. Huston Smith (1919):
"A fé que está sobre nós agora e qual é melhor do que nós no mundo, é o Islã. Se abrimos nossos corações e mentes para isso, será bom para nós".

5. Michael Nostradamus (1503-1566):
"O Islã será a religião dominante na Europa, e a famosa cidade da Europa se tornará a capital do Estado islâmico".

6. Bertrand Russell (1872-1970):
"Eu leio o Islã e percebi que é para ser a religião de todo o mundo e de toda a humanidade. O Islam se espalhará por toda a Europa e na Europa, surgirão os grandes pensadores do Islã. Um dia virá quando o Islã será o estímulo real da mundo ".

7. Gosta Lobon (1841-1931):
"O Islã apenas fala sobre paz e reconciliação. Convide os cristãos a apreciarem a fé da reforma".

8. Bernard Shaw (1856-1950):
"O mundo inteiro aceita a religião islâmica um dia e, se não pode aceitar o nome real, aceita-o com o nome da metáfora. O Ocidente aceitará o Islã um dia e o Islã será a religião daqueles que estudaram no mundo ".

9. Johann Geith (1749-1832):
"Todos nós devemos aceitar a religião islâmica mais cedo ou mais tarde. Esta é a verdadeira religião. Se eu for chamado de muçulmano, não me sentirei mal, aceito isso como algo correto".

Anônimo disse...

Tenho certeza que em Israel o mesmo vai acontecer...

Anônimo disse...

Muçulmanos Avisam a Europa: "Um Dia, Tudo Isso Será Nosso"



O arcebispo de Estrasburgo, Luc Ravel, nomeado pelo Papa Francisco em fevereiro, declarou recentemente que "os muçulmanos devotos estão cansados de saber que a sua fertilidade é tal hoje, que eles a chamam de... a Grande Substituição. Eles afirmam de maneira tranquila e resoluta: "um dia, tudo isso, tudo isso, será nosso"...

O primeiro-ministro da Hungria Viktor Orbán acaba de alertar para o perigo de uma "Europa muçulmanizada". Segundo ele, "a questão das próximas décadas é se a Europa continuará a pertencer aos europeus".

"Nos próximos 30 anos, o número de africanos crescerá ultrapassando a marca de um bilhão de pessoas. É o dobro da população de toda a União Europeia... A pressão demográfica será gigantesca. No ano passado mais de 180 mil pessoas atravessaram o mar em barcos em péssimas condições, provenientes da Líbia. E isso é só o começo. De acordo com o representante da UE Avramopoulos, neste exato momento 3 milhões de migrantes estão a postos para entrarem na Europa". — Geert Wilders, parlamentar da Holanda e líder do Partido da Liberdade e Democracia (PVV).

Esta semana, outro ataque terrorista islâmico teve como alvo a cidade espanhola de Barcelona. Como ela esteve por muitos anos sob o domínio muçulmano, é, portanto, assim como Israel, território que muitos islamistas acreditam estar no direito de reconquistar.

Ao mesmo tempo, longe da Espanha, escolas de ensino fundamental foram fechadas pelo governo quando o número de alunos caiu para menos de 10% da população. O governo está transformando os locais em asilos, para cuidar dos idosos em um país onde 40% da população têm 65 anos ou mais. Isso não é um romance de ficção científica. É o Japão, a nação com a maior concentração de idosos e a mais estéril do mundo, onde há a seguinte expressão popular: "civilização fantasma".

De acordo com o Instituto Nacional de População e Pesquisas de Previdência Social do Japão, por volta de 2040, a maioria das pequenas cidades japonesas verá a dramática queda de um terço até metade da população. Devido ao dramático decréscimo demográfico, muitas câmaras municipais japonesas não puderam mais operar, foram então fechadas. O número de restaurantes passou de 850 mil em 1990 para 350 mil nos dias de hoje, apontando para um "esgotamento da vitalidade". As previsões também sugerem que em 15 anos o Japão terá 20 milhões de casas abandonadas . Será este também o futuro da Europa?

Especialistas em demografia estão propensos a chamar a Europa de "Novo Japão". O Japão, no entanto, está lidando com a catástrofe demográfica com seus próprios meios, proibindo a imigração muçulmana.

"A Europa está cometendo suicídio demográfico, sistematicamente se depopulando, o que o historiador britânico Niall Ferguson chama de a maior redução sustentada da população europeia desde a Peste Negra ocorrida no século XIV", como George Weigel observou recentemente.

A África também pressiona a Europa com uma bomba-relógio demográfica. De acordo com o parlamentar holandês Geert Wilders:

"Nos próximos 30 anos, o número de africanos crescerá ultrapassando a marca de um bilhão de pessoas. É o dobro da população de toda a União Européia... A pressão demográfica será gigantesca. Um terço dos africanos querem sair da África e muitos querem ir para a Europa. Ano passado mais de 180 mil pessoas atravessaram o mar em barcos em péssimas condições, provenientes da Líbia. E isso é só o começo. De acordo com o representante da UE Avramopoulos, neste exato momento, 3 milhões de migrantes estão a postos para entrarem na Europa".


https://pt.gatestoneinstitute.org/11000/europa-muculmanos-demografia

Anônimo disse...

Europa: Jihadistas Levam Vantagem nos Benefícios do Sistema de Bem-Estar Social



Ao mesmo tempo que embolsava dinheiro dos contribuintes suíços, Abu Ramadan, conhecido salafista, pediu a introdução da Lei Islâmica (Sharia) na Suíça, urgindo os muçulmanos para que evitem se integrar na sociedade suíça. Ele também ressaltou que muçulmanos que cometem crimes na Suíça não devem estar sujeitos às leis suíças.

"O escândalo é tão grande que é difícil de acreditar. Aos imãs que pregam ódio contra cristãos e judeus, que criticam a depravação do Ocidente, são concedidos asilo e eles vivem confortavelmente como refugiados recebendo os proventos da assistência social. Tudo isso com a cumplicidade de autoridades covardes e incompetentes que dão carta branca aos assistentes complacentes e ingênuos do sistema de asilo e de bem-estar social". − Adrian Amstutz, parlamentar suíço.

Autoridades municipais em Lund continuam determinadas: elas lançaram um projeto piloto destinado a fornecer aos jihadistas suecos, que estão retornando da Síria: moradia, emprego, educação e ajuda financeira - tudo graças aos contribuintes suecos.

Um imã líbio que pediu a Alá que "elimine" todos os não muçulmanos, recebeu mais de US$600.000 em proventos de assistência social do governo suíço de acordo com a emissora suíça SRF.

Abu Ramadan chegou à Suíça em 1998, a quem foi concedido asilo em 2004 por alegar que o governo líbio o estava perseguindo por sua afiliação à Irmandade Muçulmana. Desde então Ramadan recebeu US$620.000 em proventos de assistência social, de acordo com a SRF.

Embora Ramadan esteja morando na Suíça há quase 20 anos, ele mal fala francês ou alemão e nunca teve um emprego fixo. Ramadan, de 64 anos, logo terá direito de receber uma pensão estadual suíça.

Ao mesmo tempo que embolsava dinheiro dos contribuintes suíços, Ramadan, conhecido salafista, pediu a introdução da Lei Islâmica (Sharia) na Suíça, urgindo os muçulmanos que evitem se integrar na sociedade suíça. Ele também ressaltou que muçulmanos que cometem crimes na Suíça não devem estar sujeitos às leis suíças. Em um sermão proferido por Ramadan recentemente em uma mesquita perto de Berna, ele assinalou:

"Oh, Alá, peço-lhe que destrua os inimigos de nossa religião, destrua os judeus, os cristãos, os hindus, os russos e os xiitas. Deus, peço que os destrua a todos e que devolva ao Islã sua antiga glória."

Saïda Keller-Messahli, uma ativista dos direitos humanos suiça/tunisiana realçou que Ramadan é perigoso devido à sua oposição à integração muçulmana: "não se trata de alguém que estimule abertamente a jihad, mas ele semeia em solo fértil para tanto".

Adrian Amstutz, deputado federal jogou a culpa da situação no multiculturalismo suíço:

"O escândalo é tão grande que é difícil de acreditar. Aos imãs que pregam ódio contra cristãos e judeus, que criticam a depravação do Ocidente, são concedidos asilo e eles vivem confortavelmente como refugiados recebendo os proventos de assistência social. Tudo isso com a cumplicidade de autoridades covardes e incompetentes que dão carta branca aos assistentes complacentes e ingênuos do sistema de asilo e de bem-estar social".

Fonte:
https://pt.gatestoneinstitute.org/11024/jihadistas-beneficios-bem-estar

Anônimo disse...

Cidades Europeias Assimilam a Lei da Sharia



O prefeito de Londres, Sadiq Khan, proibiu anúncios que promovam "expectativas não realistas no tocante à imagem do corpo e da saúde das mulheres". Agora Berlim está planejando proibir imagens onde as mulheres são retratadas como "lindas mas fracas, histéricas, idiotas, loucas, ingênuas ou governadas pelas emoções". O escritor e jornalista do jornal Der Tagesspiegel, Harald Martenstein, afirmou que é possível que a orientação "tenha sido incorporada do manifesto do Talibã".

A ironia é que esta onda de moralidade e "virtude" vem de cidades governadas por políticos esquerdistas desinibidos, que durante anos fizeram campanha a favor da liberação sexual. Virou tema de discussão "feminista" defender a conduta da sharia.

Parafraseando o escritor americano Daniel Greenfield: a ironia das mulheres celebrarem sua própria opressão é tanto de cortar o coração como de estupefazer.

Dias após o Estado Islâmico ter conquistado a cidade de Sirte na Líbia há dois anos, apareceram gigantescos outdoors na fortaleza islamista, alertando as mulheres que elas deveriam usar hijabs para esconderem o corpo todo e nada de perfume. Entre outras coisas esses "mandamentos da sharia em relação à hijab" incluíam o uso de tecido grosso e opaco e que a hijab não "lembrasse trajes de infiéis".

Dois anos mais tarde, as três cidades mais importantes da Europa - Londres, Paris e Berlim - estão seguindo a mesma moda da sharia.

Paris disse Au revoir aos anúncios "machistas" em outdoors. A Câmara Municipal de Paris anunciou a proibição depois que a prefeita socialista Anne Hidalgo salientou que a medida denotava que Paris estava "mostrando o caminho" na luta contra o machismo. O prefeito de Londres, Sadiq Khan, também proibiu anúncios que promovam "expectativas não realistas no tocante à imagem do corpo e da saúde das mulheres". Agora Berlim está planejando proibir imagens onde as mulheres são retratadas como "lindas mas fracas, histéricas, idiotas, loucas, ingênuas ou governadas pelas emoções". O escritor e jornalista do jornal Der Tagesspiegel, Harald Martenstein, afirmou que é possível que a orientação "tenha sido incorporada do manifesto do Talibã".

A ironia é que esta onda de moralidade e "virtude" vem de cidades governadas por políticos esquerdistas desinibidos, que durante anos fizeram campanha a favor da liberação sexual.

Há uma razão para esta campanha grotesca que proíbe essas imagens. Essas cidades possuem consideráveis populações muçulmanas e classe política - a mesma que promove freneticamente o multiculturalismo obrigatório - que deseja agradar o "Islã". Virou tema de discussão "feminista" defender a conduta da sharia, como faz Linda Sarsour. A consequência é que hoje em dia pouquíssimas feministas se atrevem a criticar o Islã.

Isso está acontecendo em todos os lugares. Cidades holandesas estão "orientando" suas funcionárias a não usarem mini saias. Foi implantado horários somente para mulheres nas piscinas públicas suecas. Escolas alemãs estão enviando cartas aos pais pedindo que as crianças evitem usar "trajes vistosos".

O primeiro a sugerir a proibição de cartazes e propaganda que "reduzam mulheres ou homens a objetos sexuais" foi o Ministro da Justiça da Alemanha Heiko Maas, social-democrata.

"A exigência de cobrir o corpo das mulheres ou domesticar os homens", enfatizou o líder do Partido Liberal Democrata Christian Lindner, "é algo comum nos círculos de líderes religiosos islâmicos radicais, mas não vindo do Ministro da Justiça da Alemanha".

Fonte:
https://pt.gatestoneinstitute.org/10875/europa-assimila-sharia

Anônimo disse...

ADIAMENTO PERIGOSO

Em 30 de setembro de 1938, Neville Chamberlain, primeiro-ministro inglês, voltando de Munique, após encontro com líderes da Alemanha, Itália e França, pronunciou célebre discurso prometendo “paz para o nosso tempo”. As tratativas do premier inglês, levadas a cabo no quadro da política de appeasement, pareciam ter varrido do horizonte o monstro da guerra na Europa. Um ano depois, na madrugada de 1º de setembro de 1939, a Alemanha invadiu a Polônia. Em resposta, a França, o Reino Unido e a Commonwealth declaravam em 3 de setembro guerra à Alemanha. Começava a 2ª Guerra Mundial

Isolado e incompreendido, um velho político inglês trovejou na ocasião contra os chamados acordos de Munique: Winston Churchill. A ele foi atribuída esta frase, que retrata com fidelidade sua posição no Parlamento ninado pelo fascínio da paz endereçada a Chamberlain: “Tínheis a escolher entre a vergonha e a guerra. Escolhestes a vergonha, tereis a guerra”. De fato, afirmam estudiosos da obra do antigo primeiro-ministro que tal frase nunca foi dita; a legenda terá origem em carta de 13 de agosto de 1938, endereçada a Lloyd George: “Penso que nas próximas semanas teremos de escolher entre a guerra e a vergonha e tenho poucas dúvidas sobre qual decisão tomaremos”. A legenda tem direitos, simpáticos, aliás; tantas vezes põe cor, relevo e nitidez na realidade.

Desde a ascensão do nazismo ao poder, Churchill lutara pelo rearmamento inglês e recusava contemporizações, que tornaria mais devastador, sofrido e problemático o confronto que ele via como inevitável. Na prática, a Alemanha nazista utilizou-se do tempo ganho nas tratativas para se armar ainda mais e preparar melhor as agressões.

Fonte:
http://www.abim.inf.br/adiamento-perigoso/

PS: Falta de avisar não foi, a história se repete, não aprenderam nada, comunismo, islâmismo... guerra...

RBlanco disse...

Europa sob direção dos burocratas na Bélgica, está com os dias contados.

Anônimo disse...

ADIAMENTO PERIGOSO

Em 30 de setembro de 1938, Neville Chamberlain, primeiro-ministro inglês, voltando de Munique, após encontro com líderes da Alemanha, Itália e França, pronunciou célebre discurso prometendo “paz para o nosso tempo”. As tratativas do premier inglês, levadas a cabo no quadro da política de appeasement, pareciam ter varrido do horizonte o monstro da guerra na Europa. Um ano depois, na madrugada de 1º de setembro de 1939, a Alemanha invadiu a Polônia. Em resposta, a França, o Reino Unido e a Commonwealth declaravam em 3 de setembro guerra à Alemanha. Começava a 2ª Guerra Mundial

Isolado e incompreendido, um velho político inglês trovejou na ocasião contra os chamados acordos de Munique: Winston Churchill. A ele foi atribuída esta frase, que retrata com fidelidade sua posição no Parlamento ninado pelo fascínio da paz endereçada a Chamberlain: “Tínheis a escolher entre a vergonha e a guerra. Escolhestes a vergonha, tereis a guerra”. De fato, afirmam estudiosos da obra do antigo primeiro-ministro que tal frase nunca foi dita; a legenda terá origem em carta de 13 de agosto de 1938, endereçada a Lloyd George: “Penso que nas próximas semanas teremos de escolher entre a guerra e a vergonha e tenho poucas dúvidas sobre qual decisão tomaremos”. A legenda tem direitos, simpáticos, aliás; tantas vezes põe cor, relevo e nitidez na realidade.

Desde a ascensão do nazismo ao poder, Churchill lutara pelo rearmamento inglês e recusava contemporizações, que tornaria mais devastador, sofrido e problemático o confronto que ele via como inevitável. Na prática, a Alemanha nazista utilizou-se do tempo ganho nas tratativas para se armar ainda mais e preparar melhor as agressões.

Fonte:
http://www.abim.inf.br/adiamento-perigoso/

PS: Falta de avisar não foi, a história se repete, não aprenderam nada, comunismo, islâmismo... guerra...

Anônimo disse...

Quando Feministas se Associam a Terroristas Islamistas



A verdade nua e crua é que essas supostas feministas não só fazem vista grossa em relação às atrocidades, mas a presença delas nesses eventos endossa e legitima diligentemente o governo desses ditadores.

Quando o assunto trata de casos concretos de milhões de mulheres oprimidas em todo o mundo - como é o caso de Asia Bibi, mãe cristã que está no corredor da morte há sete anos no Paquistão por tomar um copo d'água ou de outra de 19 anos que, neste ano, foi estuprada pelo primo com uma arma apontada para ela, foi condenada à morte por apedrejamento pelo crime de "adultério" ou aquelas que foram obrigadas a se casarem com seus estupradores ou os casamentos infantis que chegam a 12.000 por dia ou mulheres que são espancadas pelos seus maridos ou quem têm o rosto deformado pelo ácido jogado nelas ou quando mulheres são usadas em atentados suicidas.

Quando Mogherini é toda sorrisos em sua hijab no Irã, ela está dando um duro golpe aos movimentos dos direitos das mulheres que tentam remover a compulsão do uso da hijab obrigatória e conceder às mulheres autonomia, educação e liberdade que é dada aos homens. Ela está consolidando a opressão.

Os sociais-democratas e as assim chamadas feministas estão elevando o tom para que todos ouçam. Elas se vangloriam por defenderem a igualdade de gênero, direitos individuais e promover os direitos das mulheres. Elas argumentam que esses valores são universais, que cada pessoa, principalmente toda mulher, ao redor do mundo, tem a prerrogativa a esses direitos "inalienáveis". Discursos são proferidos, arrecadadores de recursos são arregimentados e um exército de defensores brotam pela causa.

Somos todos iguais, todos merecem desfrutar desses direitos. Palavras de ordem, palestras motivacionais, a determinação que ecoa através das entrevistas na televisão e são espalhadas pelas páginas de revistas, enchem os seguidores de entusiasmo. Mas qual é a realidade?

Juntamente com outras sociais-democratas, Federica Mogherini, atual Alto Representante da União Europeia para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança, visitou recentemente o estado islamista do Irã para participar do aval oficial e posse de Hassan Rouhani como presidente do país. Em vez de fazer valer os valores que ela defende - como o forte apoio às mulheres - ela se juntou aos que a rodeavam. Outros que aceitaram o convite do Irã foram os norte-coreanos, integrantes do Hisbolá e líderes do Hamas. Os três grupos são conhecidos pela crueldade, especialmente contra mulheres e pelos crimes contra a humanidade.

Fonte:
https://pt.gatestoneinstitute.org/11075/feministas-islamistas-terroristas

Anônimo disse...

Perante a violência da Esquerda, a única resposta é ainda mais violência sobre a Esquerda

A Comissária para os Direitos Humanos da Austrália defende a introdução da lei islâmica — a Sharia — no ordenamento jurídico australiano, funcionando como um sistema de Direito paralelo e legítimo.

¿O que é que leva uma mulher ocidental (em princípio, uma mulher inteligente e agnóstica) a defender a validade da lei islâmica (Sharia)?

Eu — que penso em termos lógicos — fico completamente esgrouviado perante o absurdo que é o de uma mulher agnóstica e ocidental defender a Sharia; ou ela não sabe o que é a Sharia; ou ela é doente mental (masoquista); ou ela pensa que o islamismo (como princípio de ordem política) é melhor do que o capitalismo (o que é uma outra forma de doença mental, que pressupõe o absurdo que é a aliança entre Karl Marx e Maomé); ou então o problema sou eu, que sou o burro desta estória.



“Procurem nessa manifestação um cartaz que condene os terroristas. Ou até o Estado Islâmico que reivindicou a autoria. Encontram-se cartazes contra Espanha, contra o Rei, contra o governo de Espanha que não tem competências sobre a segurança na Catalunha e contra a venda de armas, coisa assombrosa quando se sabe que os terroristas usaram facas, automóveis e botijas de gás. Também havia pelo menos um cartaz contra a islamofobia. Mas havia uma fobia permitida, tolerada e incentivada: a fobia contra Espanha”.

A Manif em Barcelona insere-se no mesmo fenómeno político que norteia a defesa da validação da Sharia por parte da Comissária para os Direitos Humanos da Austrália. Esse fenómeno político radical (“radical”, no sentido de “totalitário”) tem como pontos principais de agenda política:

a sistemática estimulação contraditória em relação à comunicação com o povo;
a dissonância cognitiva generalizada que resulta do ponto anterior;
a espiral do silêncio, que pressupõe a restrição da liberdade dos me®dia.

Por exemplo, é absolutamente contraditório afirmar que “a culpa de um acto de terrorismo islâmico não é do Islamismo, mas sim da sociedade democrática não-islâmica”; ou que “a culpa de um assassínio não é do assassino, mas antes é da vítima”.

Fonte:
https://espectivas.wordpress.com/2017/08/28/perante-a-violncia-da-esquerda-a-nica-resposta-ainda-mais-violncia-sobre-a-esquerda/

Anônimo disse...

Seria impensável que o Diário de Notícias (o jornaleco do Leopildo Leonardo Leopoldo) publicasse, por exemplo, a notícia de um professor islâmico em uma universidade da Califórnia, que publicamente afirmou que “se justifica moralmente um genocídio da raça branca”.

Ou seja, as “mensagens de ódio” ditas “racistas” só são más se não vierem da Esquerda ou dos aliados da Esquerda — como é o caso do Islão.

Fonte:
https://espectivas.wordpress.com/2017/08/11/a-esquerda-das-micro-agresses-e-da-moral-do-genocdio-dos-brancos/

PS: É claro e explícito os objetivos dos muslim, será preciso desenhar...

Anônimo disse...

“Procurar defender o Islã a qualquer preço é trair a verdade”

Apesar de todas as evidências em contrário, há muitos que tentam separar o Islã do terrorismo feito em seu nome. Entre os que assim agem estão infelizmente inúmeros eclesiásticos, entre os quais se destaca o próprio Papa Francisco.

Para estranheza dos católicos, em seu empenho para que o Ocidente aceite sem distinção os imigrantes, o Sumo Pontífice não leva em conta o perigo que a entrada maciça de muçulmanos na Europa representa para a Fé e a Civilização Cristã. Por outro lado, chegou a declarar que o terrorismo muçulmano em si não existe. E em sua viagem ao Egito, após o massacre perpetrado pelo Estado Islâmico contra duas igrejas coptas no Domingo de Páscoa, ele pouco fez para confortar os cristãos inocentes, mas esmerou-se em reforçar os laços com os líderes islâmicos.

Gregório III Laham, antigo Patriarca dos Greco-Melquitas e influente líder dos católicos no Oriente até recentemente, segue o seu exemplo. Para surpresa geral, ele declarou: “A Igreja Católica Greco-Melquita é a Igreja do Islã.” E acrescentou que os ataques do Jihad contra cristãos do Oriente Médio eram “uma conspiração sionista contra o Islã”.

maoméPor isso mesmo é muito oportuna a entrevista concedida pelo Pe. Henrique Boulad [foto] ao “National Catholic Reporter” em 10 de junho sobre o Islã. De nacionalidade egípcia, o Pe. Boulad foi Provincial dos Jesuítas desse país e diretor do Centro Cultural Jesuíta em Alexandria. Ele cita em sua entrevista alguns dos trechos nos quais o Alcorão, o livro sagrado dos muçulmanos, ordena como eles devem agir em relação aos cristãos, denominados de “infiéis”:

“Mate os não crentes em qualquer lugar que os encontre” (Alcorão, 2:191).

“Faça guerra aos infiéis que vivem em suas cercanias” (Id. 9:5).

“Qualquer outra religião que não seja o Islã é inaceitável” (Id. 3:85).

“Mutile e crucifique os infiéis que criticarem o Islã” (Id. 5:33).

“Puna os descrentes com roupas de fogo, cordas com ganchos de ferro, água fervente, derreta suas peles e estômagos” (Id. 22:19).

“Os muçulmanos não devem ter infiéis como amigos” (Id 3:28).

“Aterrorize e decapite aqueles que creem em outras escrituras que não o Alcorão” (Id. 8:12).

maoméRespondendo a uma pergunta sobre a possibilidade de uma genuína reforma do Islã e de um verdadeiro diálogo com ele, o Pe. Boulad foi taxativo:

“Todas as tentativas feitas por muçulmanos mais abertos para reformar o Islã fracassaram tragicamente até agora, e eu duvido que um ‘Islã reformado’ permaneça ‘Islã’”. Segundo ele, nos últimos dois séculos houve várias tentativas frustradas para reformá-lo.

A posição do erudito Jesuíta não é isolada, mas compartilhada por inúmeros especialistas, entre eles o também o egípcio e jesuíta Pe. Samir Kallil Samir, por sinal seu parente.

Por outro lado, os fatos recentes de terrorismo e intolerância do Islã, na Europa e Oriente Médio, comprovam o que os verdadeiros especialistas sobre ele não deixam de afirmar.

Fonte:
http://www.abim.inf.br/procurar-defender-o-isla-a-qualquer-preco-e-trair-a-verdade/

Anônimo disse...

Alemanha Importa Casamento de Crianças



Acredita-se que o verdadeiro número de casamentos de menores de idade na Alemanha é bem maior do que indicam as estatísticas oficiais, porque muitos são mantidos em segredo.

Em maio, um Tribunal de Apelação em Bamberg reconheceu o casamento de uma menina síria de 15 anos com seu primo de 21. A deliberação legaliza, para todos os efeitos, a Sharia no tocante ao casamento de menores de idade na Alemanha.

"Justificativas religiosas ou culturais obscurecem o simples fato de que homens mais velhos e perversos estão abusando de meninas jovens." — Rainer Wendt, chefe do Sindicato da Polícia Alemã.

"Não se trata de uma questão de tolerância ou de mente aberta e sim de proteção de crianças e menores de idade. Portanto, necessitamos de regras claras: para que possamos avaliar a idade mínima para o casamento − sempre será, no futuro, determinado pela lei alemã." — Ministro da Justiça da Baviera Winfried Bausback.

Em maio, um Tribunal de Apelação em Bamberg reconheceu o casamento de uma menina síria de 15 anos com seu primo de 21. O tribunal deliberou que o casamento era válido porque foi contraído na Síria, onde esse tipo de casamento é permitido de acordo com a Lei Islâmica (Sharia), que não determina a idade mínima para o casamento. A deliberação legaliza, para todos os efeitos, a Sharia no tocante ao casamento de menores de idade na Alemanha.

O caso emergiu depois que o casal chegou a um abrigo para refugiados em Aschaffenburg em agosto de 2015. A Fundação do Bem-Estar do Menor (Jugendamt) se recusou a reconhecer o casamento e separou a menina do marido. O casal entrou com uma ação na justiça e uma vara de família deliberou a favor da Fundação, que alegou ser a responsável legal pela menina.

O tribunal de Bamberg revogou a sentença. Foi determinado que, de acordo com a Lei Islâmica (Sharia), o casamento era válido porque ele já tinha sido consumado e que, assim sendo, a Fundação do Bem-Estar do Menor não tinha nenhuma autoridade legal para separar o casal.

A decisão — que já foi descrita como um "curso intensivo sobre a lei de casamento islâmico sírio" — foi o estopim que deu início a uma explosão de controvérsias. Alguns acusaram o tribunal em Bamberg de aplicar a lei da Sharia em detrimento da lei alemã ao legalizar uma prática proibida na Alemanha.

"Justificativas religiosas ou culturais obscurecem o simples fato de que homens mais velhos e perversos estão abusando de meninas jovens," ressaltou Rainer Wendt, chefe do Sindicato da Polícia Alemã.

Monika Michell da Terre des Femmes, um grupo que defende os direitos da mulher que está promovendo campanhas contra o casamento infantil, assinalou: "o marido não pode ser o responsável legal de uma noiva menor de idade porque ele está envolvido em um relacionamento sexual com ela — trata-se de um evidente conflito de interesses."
A Ministra da Justiça de Hesse, Eva Kühne-Hörmann, pergunta: "se menores de idade — corretamente — estão proibidos de comprar uma cerveja, por que então os legisladores permitem que eles tomem decisões tão importantes como o casamento?"
Outros disseram que uma decisão dessas abriria as comportas do conflito cultural na Alemanha, uma vez que os muçulmanos a entenderiam como um precedente para pressionar pela legalização de outras práticas islâmicas no país, incluindo a poligamia.Em Baden-Württemberg, o número de casos que se tem conhecimento de casamentos de menores de idade aumentou sete vezes nos últimos dois anos, de 26 em 2013 a 181 no final de 2015. Destes, 162 eram meninas, sendo que 18 delas tinham menos de 15 anos de idade.

Fonte:
https://pt.gatestoneinstitute.org/9143/alemanha-casamento-criancas

Anônimo disse...

Os Alemães Estão Deixando Em Massa a Alemanha

Mais de 1.5 milhão de alemães, muitos deles altamente qualificados, deixaram a Alemanha na década passada. — Die Welt.

A Alemanha está diante de uma escalada de crimes cometidos por migrantes, incluindo uma epidemia de estupros e ataques sexuais. A migração em massa também está acelerando a islamização da Alemanha. Muitos alemães parecem estar perdendo a esperança em relação à futura direção que o país irá seguir.

"Nós, refugiados... não queremos viver no mesmo país que vocês. Vocês podem, e eu acho que deveriam deixar a Alemanha. E por favor, levem a Saxônia e a Alternativa para a Alemanha (AfD) com vocês... Por que vocês não vão para outro país? Nós estamos cheios de vocês!" — Aras Bacho, migrante sírio de 18 anos de idade, no jornal Der Freitag, outubro de 2016.

Uma corretora de imóveis em uma cidade perto do Lago Balaton, um destino turístico muito procurado no oeste da Hungria, contou que 80% dos alemães que estão mudando para lá culpam a crise migratória como o principal motivo que os incentiva a deixarem a Alemanha.

"Eu acredito que não há lugar para o Islã na Alemanha. Eu considero o Islã uma entidade estrangeira que trouxe mais problemas do que benefícios ao Ocidente. Na minha opinião, muitos seguidores desta religião são mal-educados, exigentes e desprezam a Alemanha." — Um cidadão alemão que emigrou da Alemanha, em uma "Carta Aberta ao Governo Alemão."

"Eu acredito que a imigração está causando mudanças importantes e irreversíveis na sociedade alemã. Estou furioso que isso esteja acontecendo sem a aprovação direta dos cidadãos alemães... Eu acredito que é uma vergonha que os judeus da Alemanha devam, de novo, ter medo de serem judeus." — Um cidadão alemão que emigrou da Alemanha, em uma "Carta Aberta ao Governo Alemão."

Um número cada vez maior de alemães está abandonando os bairros nos quais residiram a vida inteira enquanto outros estão deixando a Alemanha para sempre à medida que a imigração em massa vem transformando regiões do país radicalmente, a ponto de ficarem irreconhecíveis.

Dados da agência de estatísticas alemã Destatis, mostram que 138.000 alemães deixaram a Alemanha em 2015. A expectativa é que mais emigrem em 2016. Em um artigo sobre a fuga de cérebros intitulado "O talento alemão está deixando em massa o país", o jornal Die Welt reportou que mais de 1.5 milhão de alemães, muitos deles altamente qualificados, deixaram a Alemanha na década passada.

As estatísticas não dizem o porquê dos alemães estarem emigrando, mas segundo rumores muitos estão acordando para o verdadeiro custo — financeiro, social e cultural — da decisão da Chanceler Angela Merkel de permitir a entrada no país de mais de um milhão de migrantes, em sua maioria muçulmanos, em 2015. A expectativa é a de que pelo menos 300.000 migrantes cheguem à Alemanha em 2016, de acordo com Frank-Jürgen Weise, chefe do departamento de migração do país, BAMF.

A migração em massa tem — entre os inúmeros problemas que o país está enfrentando — contribuído para a crescente sensação de insegurança na Alemanha, que está diante de uma escalada de crimes cometidos por migrantes, incluindo a epidemia de estupros e ataques sexuais. A migração em massa também está acelerando a islamização da Alemanha. Muitos alemães parecem estar perdendo a esperança em relação à futura direção que o país irá seguir.

Fonte:
https://pt.gatestoneinstitute.org/9197/alemaes-deixando-alemanha

Anônimo disse...

França: A Bomba-Relógio da Islamização

O último grupo, definido como "Ultras", representa 28% dos entrevistados caracterizados como os de perfil mais autoritário. Eles afirmam preferir viver longe dos valores republicanos. Para eles, os valores islâmicos e a lei islâmica, ou seja, a sharia vem em primeiro lugar, antes mesmo da lei consuetudinária da República. Eles aprovam a poligamia e o uso da niqabe e da burca.

"Estes 28% abraçam o Islã na sua versão mais retrógrada, que se tornou para eles uma espécie de identidade. O Islã é o esteio da sua revolta e essa revolta está incorporada em um Islã de ruptura, teorias da conspiração e antissemitismo" de acordo com Hamid el Karoui durante uma entrevista concedida ao Journal du Dimanche.

Mais importante ainda é que estes 28% se encontram predominantemente entre os jovens (50% estão abaixo dos 25 anos de idade). Em outras palavras, um em cada dois jovens franceses muçulmanos é um salafista do tipo mais radical, ainda que não esteja filiado a uma mesquita.

É inacreditável que as únicas ferramentas a nossa disposição são as inadequadas pesquisas de opinião. Sem conhecimento, nenhuma ação política — ou qualquer outra ação — será possível. É uma situação que beneficia, incomensuravelmente, os agressivos políticos islamistas.

Cegueira deliberada é a mãe da guerra civil que está por vir − a não ser que o povo francês opte por sucumbir ao Islã sem esboçar nenhuma reação.

Recentemente foram publicados na França dois estudos importantes sobre os muçulmanos franceses. O primeiro, com o título otimista: "É Possível um Islã Francês", foi publicado sob os auspícios do Institut Montaigne, um instituto francês, independente, interdisciplinar de estudos francês.

O segundo estudo, intitulado: "Trabalho, Empresa e Questão Religiosa", é a quarta análise conjunta que ocorre anualmente entre o Randstad Institute (uma empresa de recrutamento) e o Observatório da Experiência Religiosa no Trabalho Observatoire du fait religieux en entreprise, OFRE), uma empresa de pesquisa.

Os dois estudos preenchem uma enorme lacuna na esfera da demografia religiosa e étnica e foram amplamente divulgados na mídia. A França é um país que conta com bons demógrafos, estudiosos, professores e institutos de pesquisa, contudo, a coleta de dados oficiais ou estatísticas com base na raça, origem ou religião é proibida por lei.

A população da França é de 66,6 milhões de habitantes, de acordo com um relatório datado de 1º de janeiro de 2016 do Instituto Nacional de Estatística (Insee). No entanto, os questionários do censo proíbem qualquer pergunta sobre raça, origem ou religião. De modo que na França é impossível saber quantos muçulmanos, negros, brancos, católicos, árabes, judeus, etc. vivem no país.

A proibição está calcada em um antigo e saudável princípio que tem como objetivo evitar qualquer tipo de discriminação em um país onde a "assimilação" é o preceito. A assimilação, no estilo francês, significa que qualquer estrangeiro que queira viver no país deve seguir o código comportamental da população local e casar com um autóctone o mais rápido possível. Este modelo de assimilação funcionou perfeitamente para os descendentes de espanhóis, portugueses ou poloneses. Mas com os árabes e muçulmanos, não.

Agora, no entanto, apesar de todas as boas intenções, o preceito que proíbe a coleta de dados que possa levar à discriminação, se tornou um problema de segurança nacional.
Quando um grupo de pessoas, sem papas na língua, que agem com base na religião ou etnia, começam a combater de forma violenta os fundamentos da sociedade em que você vive, é necessário − na realidade urgente - saber que religiões e etnias são essas e quantas pessoas elas representam.

Fonte:
https://pt.gatestoneinstitute.org/9125/franca-islamizacao

Anônimo disse...

A Nova Polícia da Sharia na França

As instituições francesas estão sacrificando uma liberdade pela outra? O princípio da igualdade entre homens e mulheres está sendo sacrificado em nome da liberdade religiosa (Islã) para que ela possa impor seus ditames sobre a sociedade francesa?

Caso haja alguém que ainda não percebeu que o código de vestimenta islâmico é o cavalo de Troia da jihad islâmica, vai aprender rapidinho.

Já faz anos que os "big brothers" têm obrigado suas mães e irmãs a usarem véus ao saírem de casa. Agora que esta fase está concluída, eles começaram a importunar as mulheres não muçulmanas que usam shortinhos e saias − já não somente nos sensitivos enclaves muçulmanos, as tais "zonas proibidas" dos bairros mais afastados, onde as mulheres já não se atrevem a usar saias − mas agora também no coração das grandes cidades.

Ao que tudo indica, muitas pessoas não sabem que no coração de Paris, um muçulmano pode insultar uma mulher por ela beber um refrigerante na rua e que ele é atendido primeiro nas lojas, antes das mulheres.

Muitos evidentemente ainda não sabem que o Islã é uma religião e um movimento político em guerra com o Ocidente − com a flagrante intenção de subjugar o Ocidente. O que deve ser respondido à altura. O problema é que toda vez que é respondido à altura, os extremistas muçulmanos se apressam em se proteger sob a égide da liberdade religiosa.

O Conselho de Estado, o tribunal de última instância da França, decidiu que, para que haja liberdade de religião, o burquíni não pode ser proibido. A princípio a decisão parecia fazer sentido: por que as pessoas deveriam ser proibidas de usarem o que bem entendessem e quando o assim desejassem? Entretanto, o que não salta aos olhos agora é que o mal virá depois.

Caso haja alguém que ainda não percebeu que o código de vestimenta islâmico é o cavalo de Troia da jihad islâmica, vai aprender rapidinho.

Exemplos de alguns incidentes recentes:

7 de setembro. Guingamp, Bretanha, uma menina de 17 anos usando shortinho foi espancada por um homem que considerava a sua roupa "provocante demais". A despeito do agressor ter fugido, a polícia não tem a menor ideia de quem ele é ou qual seu background, isto já é um presságio do que está por vir.

7 de setembro. Em Toulon, sul da França, duas famílias estavam em uma ciclovia quando foram insultadas por uma gangue de 10 "jovens" (a imprensa francesa usa a palavra "jeunes" (jovens) como eufemismo para não usar as palavras árabes ou muçulmanos). De acordo com o promotor público local, os "jovens" gritaram "putas!" e "peladas" em direção das mulheres. Quando seus maridos se manifestaram, os "jovens" foram para cima deles e começou a confusão. Um dos maridos ficou inconsciente e com múltiplas fraturas faciais.

A princípio foi registrado que o que motivou o ataque foram os shortinhos que as mulheres estavam usando, mas na realidade as mulheres não estavam de shortinhos e sim de leggings.

19 de julho. Em um resort em Garde-Colombe (nos Alpes), um marroquino esfaqueou uma mulher e suas três filhas, ao que tudo indica, porque elas estavam usando roupas chamativas. Uma das meninas ficou gravemente ferida. Mohamed, o agressor, diz que a "vítima" é ele, porque segundo ele, o marido da mulher esfaqueada coçou a virilha na frente da sua esposa. Segundo o procurador, "o marido da vítima não lembra ter feito tal gesto."

Fonte:
https://pt.gatestoneinstitute.org/9226/franca-sharia

Anônimo disse...

A Nova Polícia da Sharia na França II

7 de julho. Em um acampamento de lazer e entretenimento em Reims no leste da França, circulou um aviso pedindo aos pais para que evitassem que suas filhas usassem saias devido à conduta imprópria de meninos com idades entre 10 e 12 anos. Uma das mães publicou o aviso no Twitter e fez o seguinte comentário no Facebook: "obviamente não passou pela cabeça deles que não são as meninas pequenas que devem adaptar seus vestidos por causa dos importunadores maiores e sim que esses importunadores maiores devam ser educados? "

No início de junho Maude Vallet de 18 anos foi ameaçada e levou uma cuspida de um grupo de meninas em um ônibus em Toulon porque ela estava usando um shortinho. Ela postou uma foto de si mesma no Facebook com os seguintes dizeres: "olá, eu sou uma puta". A postagem foi compartilhada por mais de 80.000 pessoas. As agressoras eram meninas muçulmanas, mas Maude, de acordo com os "politicamente corretos" que acreditam que "intavcoi" (isso nada tem a ver com o Islã), não quiseram revelar sua origem étnica.

22 de abril. Nadia, uma menina de 16 anos de idade usando saia, foi brutalmente espancada em Gennevilliers, um bairro mais afastado de Paris, por três meninas que, ao que tudo indica, eram muçulmanas.

Casos como esses foram divulgados de forma estrondosa em todos os tipos de mídia, tanto oficiais quanto sociais. Ironicamente, nenhum desses incidentes chamou a atenção internacional e a indignação como o incidente do burquíni em Nice: uma mulher, aparentemente muçulmana, estava sozinha deitada na areia da praia sem nenhuma toalha, nenhum livro, sem guarda-sol, sem óculos, sem marido (nem irmão nem pai) para "protegê-la" do sol escaldante do meio-dia, perto de um posto policial − e um fotógrafo estava por perto, de prontidão, para tirar fotos dela rodeada por quatro policiais. Quem os alertou? A mulher foi multada e provavelmente instruída a tirar algumas das roupas na praia. Fotos do incidente foram publicadas em primeira mão em 23 de agosto pelo jornal Daily Mail e em poucos minutos viralizaram nas redes sociais, provocando indignação internacional contra esses franceses aparentemente racistas, que discriminam mulheres árabes inocentes. Uma semana depois, no entanto, o Daily Mail aventou a possibilidade de o incidente poder muito bem ter sido "encenado" e as "fotos poderem ter sido EDITADAS".

De modo que a verdadeira questão é: será que os islamistas na França estão agora usando fotos e vídeos, da mesma maneira que os palestinos o fazem contra Israel, ou seja, filmar e divulgar situações fraudulentas e encenações com o objetivo de provocar indignação global em relação às pressupostas pobres e coitadas "vítimas" muçulmanas - principalmente as mulheres que são supostamente "discriminadas" na França?

Se fraudes e montagens para fins de propaganda forem permitidas de continuar, os fraudadores vencerão uma grande guerra.

Fonte:
https://pt.gatestoneinstitute.org/9226/franca-sharia

Anônimo disse...

A Nova Polícia da Sharia na França III

"Na guerra que o islamismo está protagonizando com determinação contra a civilização, as mulheres estão se tornando um problema real," enfatizou Berenice Levet, autora e professora de filosofia na École Polytechnique para o diário Le Figaro.

Ela acrescentou:

"Em vez de gerar números que dizem ao mesmo tempo tudo e nada, eu quero que seja reconhecido de uma vez por todas que se hoje os papéis dos gêneros estão sendo forçados a regredir na França, se a dominação e o patriarcado estão se espalhando em nosso país, estes fatos estão relacionados exclusivamente à importação de valores muçulmanos."

Ironicamente, naquele momento, Laurence Rossignol, Ministra da Família, Juventude e Direitos das Mulheres da França, decidiu gastar dinheiro público em uma campanha publicitária contra o "sexismo corriqueiro" − o suposto sexismo de todos os franceses contra mulheres, suposta e eternamente vitimizadas. Mas não houve nenhuma palavra na campanha sobre a possível vitimização ou sobre o resultado em potencial da crescente proliferação das burcas, véus e burquínis com respeito às mulheres muçulmanas.

Ao comentar a campanha publicitária, Berenice Levet ressaltou:

"Laurence Rossignol deveria ler o livro de Géraldine Smith,Rue Jean-Pierre Timbaud. Une vie de famille entre barbus et bobos ("Rua Jean-Pierre Timbaud: A vida de uma família entre homens barbados (islamistas) e boêmios"). Ela ficará sabendo − entre outras coisas − que em algumas lojas e padarias, os homens são atendidos e servidos primeiro, antes das mulheres."

No livro, também ficaremos sabendo que no coração de Paris, um muçulmano pode insultar uma mulher por ela beber um refrigerante na rua. Mas para muitos, incluindo Rossignol, parece que o único inimigo é o francês branco.

Duas questões preocupantes estão em jogo:

A polícia da sharia está emergindo na França?
As instituições francesas estão sacrificando uma liberdade pela outra? O princípio da igualdade entre homens e mulheres está sendo sacrificado em nome da liberdade religiosa (Islã) para que ela possa impor seus ditames sobre a sociedade francesa?

Fonte:
https://pt.gatestoneinstitute.org/9226/franca-sharia

Anônimo disse...

A Nova Polícia da Sharia na França IV

Polícia da Sharia

Na França, brigadas islamistas não organizadas patrulham as ruas (assim como na Alemanha e Grã-Bretanha) para combater o consumo de bebidas alcoólicas ou para espancar mulheres por conta das roupas que elas estão usando. No entanto, gangues de "jovens", homens e mulheres, estão, na prática, mais uma vez fazendo exatamente isso e de modo crescente. Já faz anos que os "big brothers" têm obrigado suas mães e irmãs a usarem véus ao saírem de casa. Agora que esta fase está concluída, eles começaram a importunar as mulheres não muçulmanas que usam shortinhos e saias − já não somente nos sensitivos enclaves muçulmanos, as tais "zonas proibidas" dos bairros mais afastados, onde as mulheres já não se atrevem a usar saias − mas agora também no coração das grandes cidades.

Cada vez mais, o que se poderia chamar de "Polícia da Virtude Islâmica", tenta impor essas normas através da violência. Conforme acentuou Celine Pina, ex-conselheira regional da Île-de-France, no Le Figaro:

"Segundo o último registro de um ataque (contra famílias em Toulon), com apupos de "putas" e "peladas", os jovens (do sexo masculino) se comportaram como uma verdadeira "polícia da virtude" que achávamos impossível ser encontrada aqui em nossa região...

"Impossível ser mais claro do que isso: é uma ordem de compostura como norma social e autocensura como norma comportamental... ela ilustra a rejeição do corpo feminino, visto como inerentemente impuro e sujo...

"A questão do burquíni, a proliferação dos véus que cobrem o corpo por inteiro, os ataques contra mulheres que usam shortinhos e o espancamento de suas companhias, fazem parte da mesma lógica. Fazer do corpo da mulher uma questão social e política, marca e prova do progresso de uma ideologia dentro da sociedade."

Laurent Bouvet, professor de ciência política, salientou em sua página no Facebook que após os homens serem espancados em Toulon, as assim chamadas organizações de direitos humanos − teoricamente "profissionais" do "antirracismo" − permaneceram em silêncio durante a troca de mensagens.

O procurador da #Toulon assinalou: "a confusão foi provocada por um código de vestimenta feminino. Aquelas mulheres não usavam shortinhos... É inegável que há sexismo. Onde estão os profissionais da indignação pública?"

Laurence Rossignol, ministra dos direitos da mulher, também permaneceu em silêncio. De modo que acaba de surgir uma nova norma na França: quanto mais os políticos e as instituições se esquivam em criticar as normas islamistas, mais violentas se tornam as discussões nas redes sociais.

Fonte:
https://pt.gatestoneinstitute.org/9226/franca-sharia

Anônimo disse...

A Nova Polícia da Sharia na França V

Igualdade entre Homens e Mulheres ou a Liberdade de Religião (Islâmica)?

O silêncio dos políticos e das organizações de direitos humanos, quando mulheres não muçulmanas são violentamente agredidas porque usam shortinhos que não são compatíveis com a sharia − contrastando com a sua indignação ensurdecedora contra a polícia pela emissão de uma multa a uma muçulmana usando um burquíni − sinalizam um passo político e institucional extremamente importante: um princípio fundamental e constitucional, a igualdade entre homens e mulheres, está sendo sacrificada em nome da liberdade de religião, permitindo desse modo que uma religião (Islã) imponha seus ditames ao restante da sociedade.

Ao estudar o caso do burquíni em Nice, Blandine Kriegel, filósofa e ex-presidente da Haut Conseil à l'intégration (Alto Conselho de Integração) publicou uma análise na qual ela constata que, antes de mais nada, no caso do burquíni, nem o secularismo nem a liberdade individual corriam perigo. Mas "houve uma flagrante capitulação com respeito ao princípio da igualdade entre homens e mulheres":

Em sua portaria digna de nota, o Conselho de Estado menciona a jurisprudência de 1909 sobre o uso da batina e não dá a devida atenção às leis mais recentes votadas pelo povo soberano, que proíbe o véu na escola (2004) e a burca em lugares públicos (2010).

O Conselho de Estado também não se sentiu encorajado pelo compromisso constitucional em relação às mulheres: "a lei garante às mulheres, em todos os campos, o mesmo direito que aos homens."

No caso do burquíni, nem o secularismo nem a liberdade individual estão em jogo e sim, fundamental e flagrantemente, o princípio da igualdade entre homens e mulheres. O termo "burquíni" abarca intencionalmente a palavra "burca", este termo não expressa o desejo de ir nadar na praia (nada proíbe isso), ou a asseveração de uma liberdade religiosa (nenhum prefeito jamais proibiu a prática da religião muçulmana), a palavra burquíni expressa somente o ponto nevrálgico da desigualdade das mulheres.

Ao contrário de seus maridos, que tem a liberdade de expor sua nudez, algumas mulheres tem por obrigação estarem cobertas da cabeça aos pés. Não apenas porque elas são impuras, mas principalmente por causa do status jurídico que lhes foi conferido: elas estão subordinadas ao direito privado do marido, do pai ou da comunidade.

A República não pode aceitar algo que se contrapõe às suas leis e valores. Desigualdade das mulheres não pode ser defendida sob o pressuposto da liberdade religiosa, da liberdade de consciência. Esse problema foi abordado há três séculos por nossos filósofos europeus, fundadores da República. Para aqueles que legitimavam a opressão, escravidão e desigualdade tratava-se apenas de uma expressão do livre arbítrio, explicou o filósofo francês Jean-Jacques Rousseau, inspirando a nossa Declaração de 1789 (dos Direitos Humanos e do Cidadão] e que a liberdade e a igualdade são bens inalienáveis.

O governo socialista e os juízes administrativos da França aparentemente constataram ser politicamente útil fazer concessões aos islamistas. Talvez eles inicialmente tenham concordado com o uso do burquíni não só porque eles acreditavam que cada um deva ter a liberdade de usar o que bem entender, mas também na vã esperança de acalmar a incessante pressão que cada vez mais parece ser uma jihad cultural. Pode até ser que nem lhes tenha ocorrido que eles estavam potencialmente sacrificando o princípio da igualdade das mulheres.

Fonte:
https://pt.gatestoneinstitute.org/9226/franca-sharia

Anônimo disse...

A Nova Polícia da Sharia na França VI e termina

O governo socialista e os juízes administrativos da França aparentemente constataram ser politicamente útil fazer concessões aos islamistas. Talvez eles inicialmente tenham concordado com o uso do burquíni não só porque eles acreditavam que cada um deva ter a liberdade de usar o que bem entender, mas também na vã esperança de acalmar a incessante pressão que cada vez mais parece ser uma jihad cultural. Pode até ser que nem lhes tenha ocorrido que eles estavam potencialmente sacrificando o princípio da igualdade das mulheres.

Muitos evidentemente ainda não sabem que o Islã é uma religião e um movimento político em guerra com o Ocidente − com a flagrante intenção de subjugar o Ocidente. O que deve ser respondido à altura. O problema é que toda vez que é respondido à altura, os extremistas muçulmanos se apressam em se proteger sob a égide da liberdade religiosa.

Já está mais do que na hora dos políticos franceses e europeus imporem um limite entre onde termina o direito de uma pessoa professar seu culto como bem entender e onde começa o direito à liberdade e à segurança da sociedade. E está na hora de proscrever, não necessariamente o burquíni, mas o verdadeiro problema da supremacia agressiva.

A raiz do problema é o incitamento à violência. É crucial que as sociedades ocidentais comecem a fazer uma distinção entre liberdade de expressão e incitamento à violência e, começarem a penalizar com rigor ataques contra inocentes, bem como o chamamento para atacar inocentes.

Fonte:
https://pt.gatestoneinstitute.org/9226/franca-sharia

Anônimo disse...

França: Desintegrando-se Diante de Nossos Olhos



Quatro policiais ficaram feridos (dois com queimaduras graves) quando um grupo de cerca de 15 "jovens" (membros de gangues muçulmanas) cercaram seus carros e arremessaram pedras e bombas incendiárias contra eles. A polícia também foi injustamente criticada pelo ministro do interior, que chamou os agressores de "pequenos selvagens". Tanto a polícia quanto os políticos da oposição responderam que os agressores não eram "pequenos selvagens, mas criminosos que atacaram a polícia com o intuito de matar".

Dois estudantes de uma escola de aperfeiçoamento profissional em Calais atacaram um professor, um deles fraturou a mandíbula do professor e quebrou vários de seus dentes − porque ele havia pedido a um dos alunos que se concentrasse no trabalho.

"Isso é um aviso. Esses jovens não atacaram a escola por acaso, eles queriam atacar a instituição, atacar o Estado." — Yacine, de 21 anos, estudante da Universidade de Paris II.

O tumulto, que durou quatro noites, começou após a detenção de um motorista que não parou quando assim solicitado por um policial.

Esta revolta de um dos pilares da sociedade francesa, a polícia, foi a maior que já aconteceu na França moderna. No entanto, praticamente ninguém da grande mídia da França cobriu o evento.

"Tudo aquilo que representa as instituições do Estado, agora está sendo vítima de violência baseada em excessos essencialmente sectários e por vezes étnicos, alimentados por um incrível ódio ao nosso país. Temos que ser cegos ou inconscientes para não estarmos preocupados com a coesão nacional". — Thibaud de Montbrial, advogado e especialista em terrorismo.

Em 16 de outubro, quinze indivíduos que acompanhavam um paciente semearam terror no departamento de emergência do Hospital Gustave Dron em Tourcoing, de acordo com La Voix du Nord. Um médico foi brutalmente espancado, outro arrastado pelos cabelos. Médicos e enfermeiros disseram ao jornal que ainda estavam em estado de choque. Uma enfermeira salientou:

"dez pessoas forçaram a entrada na Sala de Emergência da unidade do coração. Os médicos pediram para que deixassem o local... Quando baixou a poeira, eu percebi que a Sala de Emergência foi saqueada, os pacientes estavam aterrorizados e os familiares dos pacientes chorando."

Os agressores eram do distrito de La Bourgogne, uma região cuja maioria é de imigrantes do Norte da África. Três pessoas foram detidas.

Fonte:
https://pt.gatestoneinstitute.org/9681/franca-desintegrando

Anônimo disse...

Conheça os Charlatões Ocidentais que Justificam a Jihad

Por qual razão o filósofo Michel Onfray se tornou tão querido entre os jihadistas franceses que lutam na Síria e no Iraque? O jornalista David Thomson, especialista em movimentos jihadistas, explicou que "Onfray foi traduzido para o árabe e é compartilhado em todos os sites pró-ISIS".

Onfray admite que estamos em guerra. Mas esta guerra, para ele, foi iniciada por George W. Bush. Ele "esquece" que 3.000 americanos foram mortos no 11 de setembro de 2001. Se você lembrá-lo que o "ISIS mata inocentes", Onfray responderá: "nós também já matamos inocentes". É a perfeita equivalência moral entre o ISIS e o Ocidente. Bárbaros contra bárbaros! Com esse relativismo moral, Onfray abre as portas para os cruéis assassinos islâmicos.

Após o massacre em Paris, o intelectual francês Thomas Piketty, apontou a "desigualdade" como sendo a raiz do sucesso do ISIS. Outro consagrado filósofo alemão, Peter Sloterdijk, ressaltou que os ataques do 11 de setembro foram apenas "pequenos incidentes".

Famosos representantes da cultura europeia também abraçaram o sonho de Adolf Hitler. Seus herdeiros agora justificam a jihad como o castigo supremo no tocante às liberdades ocidentais e à democracia.

Após o 11 de setembro de 2001, a nata dos intelectuais europeus imediatamente começou a procurar e encontrar justificativas para a jihad. Eles obviamente estavam fascinados com o fuzil automático Kalashnikov, "a arma dos pobres". Para eles o que se passou em Nova Iorque foi uma quimera, uma ilusão. Hipoteticamente, os assassinatos em massa eram o suicídio da democracia capitalista, e o terrorismo foi a fúria dos desempregados, a arma desesperada de um lumpemproletariado ofendido com a arrogância da globalização ocidental.

Esses intelectuais semearam as sementes do desespero em uma enorme câmara de eco ocidental. Do 11 de setembro até os recentes massacres em solo europeu, os cidadãos ocidentais assassinados são retratados apenas como vítimas colaterais em uma guerra entre "o sistema" e os condenados da terra, que só estão reivindicando um lugar à mesa.

Michel Onfray é um desses intelectuais. Já faz um bom tempo desde que ouvimos a expressão: "idiota útil". A cínica expressão é muitas vezes atribuída a Lenin e era utilizada para identificar aqueles simpatizantes ocidentais que justificavam os horrores do comunismo. A revista francesa L'Express a usou em relação a Onfray: "o idiota útil do islamismo".

Quando o seu "Manifesto Ateísta" foi publicado em 2005, Onfray jamais poderia ter imaginado que dez anos depois ele se tornaria o queridinho do grupo jihadista Estado Islâmico (ISIS). No entanto, em 21 de novembro de 2015, isto é, uma semana após o massacre de Paris, Onfray apareceu em um vídeo de propaganda do Estado Islâmico. Alguns dias mais tarde, Onfray, este ídolo da classe média europeia displicente , afirmou que uma "trégua poderia ser assinada entre a França e o ISIS".
Onfray concedeu uma entrevista para a revista Famille Chrétienne, na qual explica que não há nenhuma diferença moral entre "matar vidas inocentes de mulheres, crianças e idosos" e o "terrorismo de estado" − entre o ISIS e a guerra do Ocidente contra o terror.


Fonte:
https://pt.gatestoneinstitute.org/9233/intelectuais-ocidentais-jihad

Anônimo disse...

A Europa Oriental Opta pela Civilização Ocidental



"A maior diferença é que na Europa, política e religião estão separadas uma da outra, mas no caso do Islã é a religião que rege a política" — Zoltan Balog, Ministro de Recursos Humanos da Hungria.

Não é por acaso que o presidente Trump escolheu a Polônia, um país que lutou contra o nazismo e o comunismo, para conclamar o Ocidente a mostrar um tantinho de disposição em sua luta existencial contra o novo totalitarismo: o Islã radical.

"Possuir armas é uma coisa, estar disposto a usá-las é outra coisa totalmente diferente". — Professor William Kilpatrick, Boston College.

Em um discurso histórico diante de uma exultante multidão polonesa, precedendo o início da reunião dos líderes da Cúpula do G20, o presidente dos EUA, Donald Trump descreveu a luta do Ocidente contra o "terrorismo islâmico radical" como forma de proteger "nossa civilização e nosso modo de vida". Trump perguntou se o Ocidente tinha a determinação de sobreviver:

"Temos a necessária convicção de nossos valores a ponto de defendê-los a qualquer custo? Temos o devido respeito pelos nossos cidadãos a ponto de proteger nossas fronteiras? Temos o desejo e a coragem suficientes de defender a nossa civilização diante dos que querem subvertê-la e destruí-la?"

A pergunta de Trump poderá ressoar na Europa Oriental, lugar escolhido por ele para proferir seu eloquente discurso.

É por esta razão que Viktor Orban foi tachado de "inimigo interno da Europa" -- porque ele disse com todas as letras, para não deixar dúvidas, o que o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, jamais dirá: "devemos manter a Europa cristã".

Os discursos proferidos pelas autoridades de Visegrad - grupo europeu formado pela República Tcheca, Polônia, Hungria e Eslováquia - são apenas dois exemplos das profundas divisões ideológicas entre os países da Europa Ocidental e os da Europa Central e Oriental.

O que é, supostamente, "óbvio" é que a Polônia e a Hungria não são atingidas por ataques terroristas islâmicos porque estes países têm pouquíssimos muçulmanos, ao passo que na Bélgica e no Reino Unido acontece o inverso. Provavelmente a Europa estaria mais segura se tivesse seguido o exemplo da Europa Oriental.

A Europa Oriental mostra maior entendimento da cultura ocidental do que a própria Europa Ocidental. Esses países do leste também têm sido bem mais generosos à OTAN, baluarte de sua independência e segurança. A cultura e a segurança andam de mãos dadas: se você levar a sério a sua própria cultura e civilização, você estará disposto a defendê-las.

Um breve olhar para os dispêndios militares dos membros da OTAN em relação ao PIB mostra que a Polônia cumpre com sua obrigação de pagar 2% do Produto Interno Bruto, diferentemente de todos os países da Europa Ocidental. Apenas cinco dos 28 membros da OTAN - os EUA, Grécia, Polônia, Estônia e Reino Unido - contribuem com os 2%. E a França? E a Bélgica? E a Alemanha? E a Holanda?

"O Ocidente é forte militarmente, mas fraco ideologicamente. Falta-lhe confiança civilizacional".

Fonte:
https://pt.gatestoneinstitute.org/10726/europa-oriental-civilizacao-ocidental

Anônimo disse...

Fatos sobre o ISLÃ que a maioria desconhece!

O que muitos desconhecem é que, no islamismo, cada novo adepto passa a fazer parte de uma estratégia mundial, que é alcançar e dominar o mundo inteiro. Eles tem uma meta, um foco sólido, por isso se espalham rapidamente e com tanta força. Todo e qualquer cidadão islâmico sabe que, não importa o país que esteja vivendo, ele tem uma obrigação: lutar para derrubar o governo que ele está debaixo, para que ali o regime do Islã prevaleça, mais cedo ou mais tarde.

Quem foi o PAI do fundamentalismo islâmico radical?

Podemos dividir o Islamismo em antes de Sayyid Qutb e depois de Sayyid Qutb. A ação do Islã no mundo era dispersa e sem propósito antes de Sayyid. Após ele, o Islã tem uma meta: dominar o mundo com a sharia!

E quem foi este homem? Sayyid Qutb foi um poeta, ensaísta, crítico literário egípcio e ativista político e
militante radical muçulmano, ligado à Irmandade Muçulmana, uma das principais entidades fundamentalistas islâmicas.

O pensamento de Qutb é considerado por muitos historiadores como uma das principais influências formadoras da Al-Qaeda, notadamente das duas figuras centrais da organização, Ayman al-Zawahiri e Osama bin Laden. Qutb foi um dos teóricos fundamentais do islamismo e o ideólogo da Irmandade Muçulmana.

Sua obra foi traduzida para o farsi (persa) pelo próprio Aiatolá Khomeini e suas ideias, desde a revolução islâmica de 1979, têm sido colocadas em prática pelo mundo muçulmano.

Ele é o grande herói para os terroristas islâmicos e muçulmanos no geral. Ele foi autor do comentário do Alcorão chamado “Na sombra do Alcorão”. Sayyid inspira TODA e qualquer ação no mundo mulçumano hoje. O Estado Islâmico e a Irmandade Muçulmana cultuam e seguem as suas ideias. Ele pregava a necessidade de “limpeza” da sociedade muçulmana de qualquer influência ocidental. Além disso, pregava que os Estados muçulmanos contemporâneos seriam regimes ímpios e apóstatas, ao aplicar leis seculares e laicas ao invés da sharia, instituída por Allah. O auge e sua ação entre o mundo islâmico foi 1950.

Seu pensamento político fundamenta-se na ideia de que os homens devem ser governados pelas leis extraídas do Corão (a Sharia), que provêm de Deus e não por suas próprias leis. A autoridade política, segundo essa concepção integrista, deve ser exercida por conselhos de doutores na Sharia. Qutb queria “mudar a sociedade da base ao topo, impondo valores islâmicos em todos os aspectos da vida, através da aplicação rigorosa da ‘Sharia’ – menos que isto não era islã”.

Fonte:
http://www.evangelhoperdido.com.br/fatos-sobre-o-isla-que-a-maioria-desconhece/

Anônimo disse...

O Islã é compatível com a democracia e o feminismo?

Não há palavras para descrever como foi a vida na prisão para uma adolescente que nunca tinha sido separada dos pais e eu posso dizer que só existe uma experiência pior do que ser torturada assim: ter que escutar os gritos e as súplicas, não pela vida, mas súplicas pela morte.

No Irã, eu fui aprisionada de maneira covarde, na idade de 16 anos, por expressar minha liberdade de expressão e por questionar o Islã, a religião sob a qual nasci.

Ao final, a mim foi dada uma sentença de 18 meses de prisão. Na realidade, de acordo com a lei islâmica, eu deveria ter sido enforcada.

No Islã, a política e a religião são inseparáveis. Por esta razão, a apostasia no Islã é igual a traição. Um dito popular é “o Islã é uma religião e um Estado”. O Código Penal da República do Irã sentencia a morte aqueles que se convertem ao Cristianismo. O artigo 225 deste código lê: “qualquer muçulmano que claramente anuncia que ele/ela deixou o Islã e blasfema é um apóstata”. Bukhari 52:260 reitera o que foi claramente dito: “o profeta disse, se alguém (um muçulmano) descartar sua religião, mate-o”. De acordo com o Ayatollah Khorasani, um proeminente líder xiita no Irã, “a promoção do Cristianismo no Irã deve ser detida”. As visões do Ayatolá concordam diretamente com as afirmações achadas no Alcorão.

Em países e sociedades regradas pela lei islâmicas, as mulheres não têm direitos essenciais e não têm igualdade. Sob a lei islâmica as mulheres tem poucos direitos de herança e menos status como testemunha. São submetidas a duras penas por violação das leis da modéstia e não têm escolha a não ser seguir tais leis, como por exemplo, as leis que regularizam a vestimenta. No Irã, a responsabilidade de aplicar a lei foi entregue ao Ministro Hassan Rouhani. A desobediência às leis da modéstia tem sido punida com extrema violência em países como Irã, Arábia Saudita, Afeganistão e Sudão.

Mais perto de meu país, em uma reportagem publicada pela CIJ News, Abu Ameenah Bilal Philips, um imame canadense que vivem em Toronto esclarece quanto a lei islâmica em relação à prática popular de “circuncidar” meninas nos países islâmicos. Ele diz que o Islã proíbe a mutilação genital, mas permite a “circuncisão feminina”, que é um corte “leve” que não afeta a capacidade das mulheres atingirem a satisfação sexual.

Suhail Kapoor, muçulmano canadense, em seu livro “Balancing Life and Beyond”, advoca que dentro dos pilares do Islã, é permissível bater “de leve” em sua esposa, se ela exibir condutas séria de imoralidade. Em um capítulo intitulado, “o Islã permite bater em esposa?”, Kapoor relata as circunstâncias sob as quais é apropriado para um homem punir sua mulher dando pancadinhas com um bastão de madeira (Obs.: no Brasil também acontece isso. N.T.). Em um pronunciamento, Kapoor disse que a permissão concedida para reimprimir o livro foi concedida pelo centro de Ottawa.

Fonte:
http://www.exmuculmanos.com/o-isla-e-compativel-com-a-democracia-e-o-feminismo/

Anônimo disse...

O Islã é para todos? O Alcorão diz que não!

Para cada nação, há um Mensageiro.

E o capítulo 14 verso 4 diz:

Nunca enviamos um Mensageiro senão com o idioma de seu povo para que possa tornar tudo claro para eles.

Se esses versos forem verdadeiros, então o Islã não é para pessoas não árabes. O Alcorão atesta que todo povo tem recebido a divina mensagem em sua própria língua, de modo que possa entender, então o Alcorão é para árabes. Este conceito é tão importante que é repetido numerosas vezes

Os muçulmanos insistem que nenhuma tradução do Alcorão pode ser exata. Portanto, jamais pode ser clara para não árabes. E isso é lógico, pois não foi escrito para eles.

Outra confirmação de que o Alcorão foi enviado apenas para árabes é o capítulo 26 versos 198-199:

Se o tivéssemos revelado a um não árabe, e ele o tivesse transmitido, não teriam acreditado.

Do mesmo jeito que os árabes não têm motivo para crer nos livros escritos em línguas estranhas, os não árabes não têm motivo para crer em um livro escrito em Árabe. Por isso Alá envia um mensageiro para cada povo, e que fale sua própria língua, para que eles possam compreender. Isso faz sentido.

Para ter certeza de que não haja mal entendido, o Alcorão 5:19 reitera:

Ó adeptos do Livro, foi-vos enviado Nosso Mensageiro para instruir-vos, num intervalo entre os Mensageiros, a fim de que não digais: “Não nos veio nem anunciador nem admoestador”. Foi-vos enviado um anunciador e um admoestador. Deus tem poder sobre tudo.

De acordo com o Alcorão, todos os povos receberam alguma revelação. os versos citados dizem que o Alcorão foi feito para aqueles que nunca receberam nenhuma, para que não diga: “Não chegou a nós alvissareiro nem quem advertisse”.

Isso fica claro, mas Alá quer que fique bem claro até para as pessoas mais burras. Ele cita a localização geográfica exata para a qual Maomé foi enviado.

Alcorão 6:92
Este é um livro abençoado que baixamos para confirmar o que havia sido revelado antes dele, e para que advirtas com ele a cidade-mãe e os arredores.

A mãe de todas as cidades, Umul Qura, é Meca. Este verso diz que o Islã foi enviado para advertir Meca e suas proximidades. Como é que pode ser para a humanidade inteira?

Agora fica claro até para o povo mais estulto. Mas Alá sabe que algumas pessoas são realmente muito burras e quer tornar claro até para elas. Então ele repete a mesma coisa em 42: 7

Assim te revelamos um Alcorão árabe para que advirtas a cidade-mãe e seus arredores.

Já ouvi os muçulmanos falarem que “em volta” significa “por toda a parte”. Essa não é a definição de “em volta”. Quando falamos Roma e arredores, não incluímos Paris, Londres, Tóquio e Nova Iorque como se fossem arredores de Roma. Aqueles que trazem esse argumento estão dizendo que Alá diz uma coisa mas quer dizer outra. Ele assim está enganando as pessoas. O Alcorão frequentemente diz ser “um livro evidente” (5:15), “fácil de recordar” (44:58, 54:22, 54:32, 54:40), “explicado em detalhes” (6:114), “iluminado e claro” (5:16, 10:15) e “sem dúvidas nele” (2:1).

Agora, eu tenho consciência de que os muçulmanos podem citar outros versos atestando que o islã é para toda a humanidade. Se eles fizerem isso, provarão que os versos citados aqui são falsos.

De duas uma: o Alcorão é uma pilha de mentiras e contradições, ou foi feito apenas para árabes de Meca e arredores. Você decide!

Fonte:
http://www.exmuculmanos.com/o-isla-e-para-todos-alcorao-diz-que-nao/

Anônimo disse...

A extrema gravidade do perigo islâmico

É compreensível esse choque na opinião pública mundial — sobretudo a francesa e do mundo ocidental ex-cristão. O que é incompreensível é a atonia deles diante da grave ameaça islâmica. Atentados do gênero eram previsíveis, uma vez que muitas nações ocidentais, em particular as da Europa, escancaram suas portas à imigração, facilitando assim a entrada dos fanáticos seguidores de Maomé.

Atualmente, tomamos todos os dias conhecimento de quanto os cristãos que vivem no mundo maometano são cruelmente perseguidos, martirizados, degolados; até meninas cristãs são estupradas, inúmeras foram raptadas e vendidas como escravas sexuais para muçulmanos. Todos temos conhecimento de imagens sacrossantas profanadas, de bíblias queimadas e de igrejas católicas incendiadas por eles. Em certos países que seguem a lei do Corão, sequer é permitido ostentar um simples símbolo católico, como, por exemplo, uma correntinha com uma cruz ao pescoço, uma medalha de Nossa Senhora ou de algum santo.

Enquanto eles agem assim em seus países em relação aos cristãos, por que permitiremos que nas nações ocidentais eles possam usar e abusar de todos os direitos, inclusive da liberdade de construir mesquitas ou “centros culturais” que não passam de verdadeiros centros para formação de terroristas? Sim, porque neles se ensina o Corão, o qual, por sua vez, prega o ódio implacável ao Cristianismo. Se não há reciprocidade da parte deles, por que então lhes abrir de par em par as portas? Não percebemos a gravidade do perigo islâmico? Não percebemos o quanto tal abertura, em nome de um falso ecumenismo, representa de ameaça?

Plinio Corrêa de Oliveira previu com muita antecedência o perigo maometano e fez diversas advertências nesse sentido. Lamentavelmente, as autoridades de sua época fizeram questão de ignorá-las…

Como seria diferente a situação atual se tivessem levado em consideração os alertas desse eminente líder católico brasileiro!

A título de exemplo, transcrevo a seguir alguns trechos de um desses alertas, publicado nas páginas do semanário “Legionário”, órgão oficioso da Arquidiocese de São Paulo, na remota data de 15-6-1947. Seu título: “Maomé renasce” (fac-símile abaixo).

“Quando estudamos a triste história da queda do Império Romano do Ocidente, custa-nos compreender a curteza de vistas, a displicência e a tranquilidade dos romanos diante do perigo que se avolumava [...].

Desta ilusão, vivemos ainda hoje. E, como os romanos, não percebemos que fenômenos novos e extremamente graves se passam nas terras do Corão.

Falar na possibilidade da ressurreição do mundo maometano pareceria algo de tão irrealizável e anacrônico quanto o retorno aos trajes, aos métodos de guerra e ao mapa político da Idade Média [...].

Todas estas nações [maometanas] — estas potências, podemos dizer — se sentem orgulhosas de seu passado, de suas tradições, de sua cultura, e desejam conservá-las com afinco. Ao mesmo tempo, mostram-se ufanas de suas riquezas naturais, de suas possibilidades políticas e militares e do progresso financeiro que estão alcançando. Dia a dia elas se enriquecem [...]. Nas suas arcas, o ouro [adquirido pelo alto valor do petróleo] se vai acumulando. Ouro significa possibilidade de comprar armamentos. E armamentos significam prestígio mundial [...].

Tudo isto transformou o mundo islâmico, e determinou em todos os povos maometanos, da Índia ao Marrocos, um estremecimento [...]. O nervo vital do islamismo revive em todos estes povos, fazendo renascer neles o gosto pela vitória.

A Liga Árabe, uma confederação vastíssima de povos muçulmanos, une todo o mundo maometano. É, às avessas, o que foi na Idade Média a Cristandade. A Liga Árabe age como um vasto bloco, perante as nações não árabes, e fomenta por todo o norte da África a insurreição [...].

Será preciso ter muito talento, muita perspicácia, informações excepcionalmente boas, para perceber o que significa este perigo?”

Fonte:
http://www.abim.inf.br/a-extrema-gravidade-do-perigo-islamico/

Anônimo disse...

Entrou o Islã na Europa e o Presépio foi banido até por bispos e prefeitos

No último Natal, o pároco de San Biaggio, na cidade de Monza, norte da Itália, decidiu cancelar a missa no instituto “Ente Católico de Formação Profissional”.

A decisão foi traumática para alunos e pais de família que estudam numa escola onde uma bela imagem de Nossa Senhora acolhe os estudantes todos os dias, segundo “Il Corriere della Sera”.

O pároco alega que os estudantes muçulmanos podem ficar chocados com “um ato de culto forte demais não só para quem professa uma fé diversa (leia-se os islâmicos), como também para aqueles que não frequentam a igreja”.

Com esse argumento não haverá mais missa de Natal na escola e, Deus não o permita, nem mesmo em toda a cidade.

O diretor da escola tentou explicar ao corpo de professores que “a missa não será feita para não discriminar”. Em seu lugar haveria um ato laico “com cantos e projeções de imagens”.

Na escola há muitas imagens católicas e os alunos muçulmanos nunca criaram problema.

O Instituto tem mais quatro escolas na região, onde a missa será celebrada como de costume.

“Nos anos passados os rapazes islâmicos iam à igreja com toda a classe sem problema. Em cada sala de aula há um crucifixo. Nós damos três horas de instrução religiosa. Há sanduíches de salame e jamais ninguém se sentiu ofendido [O Corão proíbe comer carne de porco]. Que sentido tem renunciar agora à missa?” – perguntavam os professores.

A decisão do pároco Pe. Marco Oneta está em sintonia com a nova pastoral de acolhida aos imigrantes de maioria maometana. Mas o sacerdote sente que sua atitude soa em falso e tenta se defender da suspeita de uma traição à identidade católica italiana.
Mons. Claudio Cipolla bispo progressista, da "esquerda católica", abre as portas ao Islã e as fecha ao Menino Jesus!

Mons. Claudio Cipolla bispo progressista, da “esquerda católica”, adepto do Concílio Vaticano II, abre as portas ao Islã e as fecha ao Menino Jesus!

Em Pádua, a cidade de Santo Antônio, o bispo D. Claudio Cipolla, falando à rádio Rete Veneta no fim da missa na catedral, justificou que não se montem presépios, invocando para isso os apelos do Papa Francisco.

Ele acrescentou: “Darei um passo atrás para manter a paz. [...] Não podemos usar as religiões para alimentar conflitos ou tensões inúteis”, em referência à presença de imigrantes muçulmanos na cidade, segundo o jornal local “Il Mattino di Padova”.

O presidente da Região Veneta, onde fica Pádua, deplorou a injustiça da proibição, que desmoraliza os católicos.

Para maior escárnio, o líder islâmico da região, o imã Kamel Layachi, apontou o absurdo da interdição, dizendo: “Cristãos, defendei o presépio! Ninguém evoque discórdias”, noticiou “Il Mattino di Padova”.
Kamel Layachi: o imam islâmico do Veneto manifestou-se menos "cristofóbico" do que o próprio bispo de Pádua...

Kamel Layachi: o imam islâmico do Veneto manifestou-se menos “cristofóbico” do que o próprio bispo de Pádua…

Segundo Kamel, “quem proíbe ou bane o presépio das escolas, ou está animado por um espírito laicista ou por uma atitude ateia”. Essa autoridade islâmica acrescentou que não hesitaria em visitar o presépio junto com seus filhos.

Na França, numerosas prefeituras se puseram em pé de guerra após a Associação Nacional de Prefeitos – AMF recomendar que não sejam montados presépios nas instalações municipais do país. O pretexto foi “fortalecer os valores republicanos” após os ataques do terrorismo islâmico em Paris, noticiou o site Infocatólica. http://infocatolica.com/?t=noticia&cod=25469

Fonte:
http://www.abim.inf.br/entrou-o-isla-na-europa-e-o-presepio-foi-banido-ate-por-bispos-e-prefeitos/