domingo, 24 de setembro de 2017

Providências Finais


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Antônio José Ribas Paiva

O poder, que os inimigos do povo exerciam no Estado Brasileiro, através da DITADURA DO CRIME, chegou ao fim, no dia 20 de setembro de 2017, após a conferência do Gen. Mourão e a entrevista do Comandante do Exército General Vilas Boas. 

Resta afastar da vida pública, nos Três Poderes, imediatamente, os responsáveis pela tragédia do povo brasileiro e aprimorar as INSTITUIÇÕES, dotando-as de mecanismos que impeçam sua usurpação.
         
As Instituições não possuem mecanismos de autodepuração, motivo pelo qual, é impositivo, que o NÚCLEO MONOLÍTICO DO PODER DO ESTADO afaste da vida pública os inimigos da Pátria e indique um governo de transição, que implementará os aprimoramentos institucionais necessários, para a consecução dos objetivos nacionais permanentes, garantindo a verdadeira DEMOCRACIA, que é a SEGURANÇA do DIREITO.

BRASIL! ACIMA DE TUDO!!!


Antônio José Ribas Paiva, Jurista, é Presidente do Nacional Club.

2 comentários:

jomabastos disse...

Intervenção Constitucional.
Demitir imediatamente os três poderes.
Gestão transitória da administração interna pelo Comando do Exército, até a alta taxa de violência do país ser controlada e voltar à normalidade de um país desenvolvido.
Promover um governo civil de transição.
Há que dar uma renovada cirúrgica na atual Constituição. Há que lembrar que a Constituição tem vindo a ser rasurada e rasgada ao longo de todas as desgovernações, principalmente nos últimos 15 anos.
Temos no Brasil muitas pessoas apartidárias anti-comunistas, com excelentes capacidades e defensores de uma livre economia de mercado, que nos deem uma caprichada revisão na Constituição de modo que esta nos livre das doutrinas comunistas elaboradas pelo Foro de São Paulo e nos encaminhe para uma Nação economicamente capitalista e socialmente liberal e desenvolvida.
Depois de uma Constituição totalmente renovada, promover eleições antecipadas, mas mantendo sempre a administração interna e a segurança nacional no Comando do Exército, até a alta taxa de violência do país ser controlada e voltar à normalidade de um país desenvolvido.

Há que acabar com este regime presidencialista concentrador de poder.
Há que descentralizar o poder e criar um verdadeiro federalismo.
Há que acabar com o capitalismo de estado e criar uma economia de mercado.
Para que a democracia possa abrir caminho neste Brasil, há que termos ética e moral na ocupação de cargos públicos.
É necessário que qualquer cidadão que já tenha sido criminalmente condenado, seja impedido de ocupar qualquer cargo público para o restante de sua vida.
É necessário que o detentor de qualquer cargo público que esteja a ser criminalmente acusado, suspenda imediatamente suas funções até que sua situação jurídica esteja resolvida.
Há que acabar com o Foro Privilegiado ou qualquer Vara Jurídica que proteja judicialmente quem quer que seja o delituoso criminal, pois todos os crimes devem ser tratados em pé de igualdade nos tribunais comuns.
O STF, nos moldes em que trabalha, não tem estrutura nem competência para ser um tribunal judiciário.
O STF deveria eliminar a sua Função de Judiciário e passar a trabalhar apenas como Tribunal Supremo Administrativo e Tribunal Constitucional.
A função de supremo tribunal judiciário ficaria apenas em um STJ devidamente estruturado, como deveria estar previsto na Constituição.
E em todos os tribunais fazerem parte apenas Juízes de Togado e por concurso público devidamente estruturado, sem quaisquer indicações do poder político.
É necessária a total independência dos três poderes, mantendo somente a necessária harmonia entre si.
Queremos um Brasil Liberal e livre de corrupção!

Anônimo disse...

Governo civil de transição, sem a auditoria que os militares fariam se a Intervenção viesse pelo Artigo Primeiro da Constituição? Capitão Durval Ferreira afirma que, na Intervenção pelo Artigo 142, os militares são obrigados a convocar novas eleições em noventa dias e os candidatos seriam os que estão aí na política. E, se a legislação não for cumprida, a classe média, que acredita que o poder é exercido através de arranjos de grupos minoritários poderosos, reforçará sua descrença na política, e continuará votando nulo e deslegitimando o sistema democrático.