sábado, 9 de setembro de 2017

Toga Esperança


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Estorinha escrota e real. Treze anos atrás, um dentista foi intimado pelo Fisco Federal a pagar uns R$ 150 mil de um imposto que ele foi erradamente acusado de não recolher. A vítima recorreu ao Judiciário. Venceu na primeira instância. A Receita recorreu. O caso foi para segunda e terceira instâncias, até chegar à última instância judicial. O STF decidiu anular o processo, e mandou tudo voltar para a instância inicial. Agora, para ter o direito básico de se defender, o “juízo” inicial impôs uma condição: o “devedor” precisa depositar R$ 2 milhões e 300 mil para começar novamente a briga, que pode durar uma ou algumas dezenas de anos.

Se este drama real fosse um problema isolado já não seria bom. Acontece que esta é uma rotina de centenas de milhares de profissionais liberais no Brasil sob regime do Crime Institucionalizado. Imagina qual deve ter sido a reação dos brasileiros lesados – como o Tiradentes ou Implantadentes da estorinha -, diante daquelas malas e caixas com R$ 51 milhões do esperto Geddel? Simplesmente, a maioria esmagadora da população está revoltada e pronta para reagir, do jeito que for possível, contra o maior inimigo do povo brasileiro. Não é o Lula & afins, mas sim o Estado-Ladrão que opera o regime Capimunista Rentista patrocinador direto dos mais variados crimes.

Vamos desenhar novamente... Sabe o que acontece com o Tiradentes refém do fisco & afins. Graças ao poder das Medidas Provisórias e aos deputados e senadores coniventes com a sacanagem, o Estado-Ladrão produziu uma legislação para tomar do devedor tudo que ele tiver. O “sonegador”, elevado à categoria de bandido, tem os seus bens imediatamente indisponíveis. Como “Inscrito na Dívida Ativa da União”, com o nome “negativado” (leia-se, sujo), o minúsculo empreendedor vai à falência pessoal. Muito “bandido” nesta situação não agüenta a pressão: fica doente e morre ou, no extremo, comete suicídio... O Estado-Ladrão segue mais vivo que nunca...

A historinha de horrores tem uma terceira parte mais tétrica ainda. O Estado-Ladrão comete outra barbaridade. Quando fica difícil demais extorquir o cidadão-refém, o sistema de roubalheira aciona sua armadilha rentista. Todos os débitos acumulados na dívida ativa da união se transformam em “dinheiro-vivo”. São “vendidos” ou trocados com grandes instituições financeiras que cumprirão a missão de usar sua máquina de pressão e opressão para fazer a cobrança. Qualquer dinheirinho que o “monstro sonegador” tentar circular pelo sistema bancário será imediatamente apreendido. Tudo com base nas infindáveis legislações em vigor e com a autorização (ou seria conivência) do Ministério Público e do Judiciário...

Agora o devedor consegue compreender por que grandes operações de saneamento público, como a Lava Jato e afins, dificilmente chegam aos bandidos da cúpula do sistema financeiro. Os parceiros do Estado-Ladrão Capimunista Rentista são especiais. Remunerados por juros altos, eles ajudam a rolar, diariamente, as dívidas geradas pela gastança, desperdício ou roubalheira estatal em todos os poderes. Agora, também começam a agir como “cobradores implacáveis” de “créditos podres” do Estado-Ladrão. Tudo feito dentro da lei e da ordem... E pouco adianta recorrer ao Judiciário, porque este poder que deveria ser moderador não tem demonstrado capacidade de proteger o cidadão diante dos abusos do Estado-Ladrão.

Por isso, fica a sugestão para que a Rede Grobo, em parceria com algum santo das causas impossíveis, lance a campanha “Toga Esperança”. Não podemos incorrer no pecado de depreciar o Judiciário, porque ele é um poder essencial, desde que funcione Direito (sem trocadilho infame). Por isso, é fundamental que a população lesada pelo Estado-Ladrão e seus “poderes” tem o dever de aumentar a pressão por mudanças estruturais profundas.

A principal e urgentíssima transformação é uma nova Constituição enxuta e regulável, sem necessidade de “interpretações” superiores, e que possa ser aplicada e cumprida por qualquer pessoa ou entidade pública ou privada. Junto com ela, precisamos enxugar e consolidar legislações que se contradizem. É fundamental valorizar o papel da primeira instância judicial e implantar um eficiente sistema de conciliação, para impedir que tantas broncas acabem entulhando o judiciário. Decisões importantes para a vida das pessoas não podem demorar (dezenas de) anos para se resolverem – ou não...

Se a “Toga Esperança” não acontecer, brevemente, vamos assistir a uma inédita explosão de revolta da classe média brasileira. Por enquanto, ela é uma vítima que aguenta, civilizadamente, a opressão promovida pelo Estado-Ladrão e seus aparelhos repressivos. Acontece que a passividade não vai durar para sempre... As pessoas não suportam mais serem vítimas da Ditadura do Crime Institucionalizado. São violências praticadas pelos mecanismos do Estado-Ladrão ou barbaridades cometidas por bandidos de toda espécie, desde os altos escalões republicanos até os pés de chinelo das favelas.

A “Toga Esperança” não pode demorar. No imaginário popular – e isto é muito ruim para a construção da Democracia -, o Judiciário nunca foi alvo de tanta crítica construtiva e destrutiva, com “direito” a piadas infames e xingamentos em redes sociais. Desmoralizar o Judiciário e a magistratura nteressa à organizada bandidagem, da zelite ou da periferia. Mas isto não interessa ao cidadão que precisa e sonha com Justiça.

Hoje não basta prender “ilustres bandidos” e nem superlotar as medievais cadeias com marginais mequetrefes. O verdadeiro inimigo é o Estado-Ladrão. O único jeito de eliminá-lo é uma profunda Intervenção Institucional que reinventará o Brasil. Tal mudança é inevitável. Se nada mudar, com certeza, a porrada vai cantar e as conseqüências serão violentas e imprevisíveis.

Por isso, é melhor, mais seguro e mais barato que a Intervenção Institucional e um choque de Educação solucionem o Brasil da maneira mais pacífica e civilizada possível... A “Toga Esperança” deveria ajudar muito no processo. Se não ajudar, terminará fazendo parte do rol das vítimas... Deu para entender ou precisa desenhar?

O que estamos vendo agora é apenas um pedacinho do rabo de um gigantesco monstro que parece invencível, mas não é...

Agendinha...


A posse da subprocuradora-geral da República Raquel Dodge no cargo de procuradora-geral da República foi confirmada para as 8 horas da manhã do dia 18 de setembro, no auditório Juscelino Kubitschek, na sede da Procuradoria-Geral da República, em Brasília.

O novo horário concilia-se com a agenda do presidente da República, Michel Temer, que presidirá a cerimônia mas que, nessa mesma data, terá compromissos nos Estados Unidos.

Raquel Dodge ocupará, também, o cargo de presidente do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).

       

Sete flechados


Operação Pega Bebum


E o resto?


Conta de mentiroso


Tem cura?


Não adianta chorar


Geddel ameaçador


Voltou para ficar?



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Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!


O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. 

A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 9 de Setembro de 2017.

12 comentários:

Anônimo disse...

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Gilmar Mendes, o libertador
Percival Puggina
8 de setembro de 2017 - 17:59:40
Gilmar Mendes está condenado nas várias instâncias da opinião pública. Foram-lhe concedidos todos os prazos. Boquirroto, quanto mais fala, mais ajuda aqueles que o acusam. Disse e continuará dizendo o que bem entende porque o Senado Federal, a quem caberia processá-lo por crime de responsabilidade, raramente faz o que deve. Hão de recear, os senadores, aquela ira teatral que afina a voz e engrossa o vocabulário.
Sua toga tem servido como manto protetor para autênticos inimigos públicos. Não vou, aqui, examinar todo o prontuário do ministro, de quem já se disse que faz bico no Supremo, tantas e tais são suas atividades fora do operoso quadrilátero do STF. Foi ele quem soltou o médico estuprador Roger Abdelmassih, condenado a 278 anos de prisão.
De uns tempos para cá, tomou gosto e não parou mais. Assumiu-se como “garantista” (dos réus, não da sociedade), por uma questão de princípio e como proclamada expressão de sua “coragem moral”. Arre! Realmente é preciso ter coragem! Dos dois pólos da corrupção ativa e passiva vem devolvendo ao aconchego do lar pais amorosos, maridos fidelíssimos, empresários profícuos. A Lava Jato esguicha e ele seca.
Sua mais recente obra-prima foi a libertação do “rei do ônibus”. Alega o ministro que os três níveis de relação que o aproximam do réu não constam entre os casos de impedimento discriminados no Código de Processo Penal. Sim. E daí?
Isso não significa que a proximidade não exista, nem que os fatos deixem de estarrecer quando é concedida liberdade a um réu que já fora apanhado com a mala na esteira do aeroporto e passagem apenas de ida para Portugal. Isso não significa que não haja uma contradição entre a sensibilidade “garantista” do ministro e a percepção nacional sobre suas decisões. Ele bem poderia dispensar-se do impedimento para recusar o habeas corpus do réu, mas para concedê-lo… por favor! CONTINUA...

Anônimo disse...


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Claro que ele não está só. Claro que o Supremo tem extensa folha corrida de proteção aos criminosos políticos e endinheirados. Claro que a lista de congressistas presos por determinação do STF e mantidos presos não tem mais de dois ou três nomes. Claro que há, na Corte, uma bancada “garantista” que se rebela, inclusive, contra a decisão, até bem pouco majoritária, que determina cumprimento de pena após condenação em segunda instância. Tudo isso é tristemente verdadeiro no reino da impunidade. Gilmar Mendes, porém, se destaca entre seus pares pela arrogância com que afronta a opinião pública, considerando que discordar dela seja corajoso dever de ofício e que concordar com ela seja covardia. Que coisa, não? Nossa opinião virou alimento dos covardes.
O juiz errou sim, doutor
Há anos venho denunciando a perigosa propagação de um certo modo de aplicar a lei penal. Por motivos ideológicos que não vale a pena repisar, setores cada vez mais influentes do Poder Judiciário e Ministério Público criminalizam a sociedade e inocentam o bandido. Os atos praticados por este último seriam produto de circunstâncias existenciais tão fortemente determinantes de seu agir que dele seria inexigível outra conduta. Pronto. Solte-se todo mundo! Desencarceramento já! E dane-se a sociedade que paga o salário dessas autoridades para agirem ao sabor de seus arrebatamentos e paixões político-ideológicas.
Talvez pela percepção que bem cedo tive da natureza desse problema e pelo tanto que já escrevi a respeito, fui convidado para prefaciar o livro “Bandidolatria e Democídio – ensaios sobre garantismo penal e criminalidade no Brasil“, obra conjunta dos promotores Leonardo Giardin de Souza e Diego Pessi, cuja segunda edição acaba de ser lançada. Move-me, enfim, continuadamente, a esperança de reverter esse quadro que tanto afeta nossa segurança física e patrimonial.CONTINUA...

Anônimo disse...


http://feeds.feedburner.com/midiasemmascara continua III e termina
No entanto, o noticiário não cessa de fornecer maus exemplos. Foi o que aconteceu recentemente no caso do homem que, dentro de um coletivo, ejaculou sobre uma passageira e foi preso em flagrante por estupro. No entanto, a Polícia Civil não pediu a prisão preventiva do suspeito; o Ministério Público requereu à Justiça o relaxamento da prisão; e o juiz entendeu que Diego não usou de violência ou de grave ameaça para constranger a vítima. Ou seja, misericórdia divina: “Vai em paz, meu filho, e não tornes a pecar”.
Ninguém levou em conta o fato de que o abusador já respondia a processos por estupro e registrava 13 casos de ato obsceno e importunação ofensiva ao pudor. Solto por determinação do magistrado, três dias mais tarde o tarado voltou a praticar ato semelhante. E mais uma mulher passou pela terrível experiência devido à provável doença mental do agressor e à leniência das instituições e poderes que o deveriam conter preventivamente para proteção da sociedade.
Infelizmente, há quem discorde e dê razão ao juiz. Na terça-feira, (05/09), em Zero Hora, um advogado assina artigo com o título “Falha ou não, é essa a nossa lei”, sustentando que o juiz agiu adequadamente e que a exigência por prisão é “mais um sintoma da tão em voga ‘resposta violenta a todo custo’ “. Está aí o “garantismo” penal.
No entanto, o juiz errou, sim, doutor. O tarado voltou a atacar. Será preciso haver mais e mais vítimas? Felizmente, desta vez, houve um sopro de bom senso. Face ao alentado prontuário do agressor, foi pedida e concedida sua prisão preventiva por reiterada prática do crime previsto no art. 213 do Código Penal. Ainda existem autoridades que compreendem sua função pública numa perspectiva de proteção social, não revolucionária.
http://puggina.org

Anônimo disse...

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8 de setembro de 2017
O povo quer saber sobre milhões de reais e acusações ao Judiciário
Pode ser que o procurador-geral da República Rodrigo Janot tenha mesmo se precipitado quando concedeu privilégios ao empresário Joesley Batista, que tem o desplante de se auto intitular professor de bandidagem. Mas, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, famoso por soltar bandidos a toda hora, não é a pessoa adequada para repreender Joesley Batista. Se Rodrigo Janot errou, é preferível ficar com ele, porque sua gestão à frente da Procuradoria-Geral da República (PGR) foi digna de elogios, em especial pelo combate à corrupção através da Operação Lava-Jato. Diante de tudo que foi revelado pelo presidente da PBS, meus faltando poucos dias para a nova presidente da PGR Raquel Dodge assumir o cargo, esperamos que Janot ainda tenha tempo para reformar o acordo de delação premiada já feito, incluindo aí o pedido de prisão do bandido corrupto. Que se apure e se revele o quanto antes a origem de tanto dinheiro com impressões digitais da Geddel nas cédulas, malas e embalagens contendo mais de R$ 5l milhões. Devem ter muitas origens;
De outro lado, as confissões do ex-ministro da Fazenda do ex-presidente Lula e ministro-chefe da Casa Civil da ex-presidente Dilma Rousseff, Antônio Palocci, fundador PT e um dos principais assessores do presidente Michel Temer, nas quais se levantam dúvidas quanto à possível participação de ministros do STF em falcatruas, fez bem a presidente da Corte, ministra Cármem Lúcia, em exigir a imediata apuração dos fatos pela PGR, no que foi acompanhada por outros ministros. Então, que sejam rápidos, porque o povo ainda tem esperança de o Poder Judiciário continuar sendo o grande escudo dos cidadãos atualmente tão ofendido em seus direitos, apesar da presença de Gilmar Mendes, que deve ser impedido o quanto antes dos processos que envolvam compadres seus e de seus parentes.

Anônimo disse...

rvchudo
GRAFICO DAS PESSOAS E PARTIDOS NO BLOG RVCHUDO
sábado, 9 de setembro de 2017
Procurem os esgotos para viverem
Mais R$ 864 milhões. O povo não aguenta. O volume de acusações feitas pelo Ministério Público Federal (MPF) ou pela Polícia Federal (PF) a parlamentares que desviam recursos do povo para as suas fortunas pessoais é um acinte, uma afronta. É uma agressão à dignidade de um povo sofrido, desempregado, sem rumo em vida e cujo único destino, além do desamparo, a fome e o desemprego, é a morte.
O que querem esses corruptos? Legislarem para quem? Para eles mesmos? Os cidadãos brasileiros, além do nojo insuportável que já têm desses parlamentares, se tudo isso for verdade, vão exigir, a qualquer momento, que esses corruptos não continuem mais vivendo no Brasil. E que sejam acompanhados pelos empresários que também corromperam e já fogem.
O povo não terá mais condições de dividir o espaço territorial com quem não tem mais como viver no Brasil, pois se suas caras ficarem no vídeo ou na mídia por muito tempo, como deverão ficar, esses parlamentares não poderão mais andar nas ruas. O povo não permitirá. Não como uma afronta ao direito de ir e vir. O povo digno não tomará essa decisão para confrontar a democracia. Mas terão que tomar sim porque se esses senhores não tiveram cerimônia em se apropriar do Tesouro público e, estando nas ruas, poderão estar armando novos roubos contra o povo.
Procurem, corruptos e corruptores, os esgotos para viverem. É aí a sua residência. O mundo dos ratos é o esgoto.
JB - Opinião
Postado por Ricardo Oscar vilete Chudo às 03:19

Anônimo disse...

NO CASO DO DENTISTA FOI UMA EXEÇÃO... MÉDICOS. ADVOGADOS, DENTISTAS E GRANDES EMPRESARIOS FAZEM PARTE DE UMA QUADRILHA NACIONAL, A SONEGAÇÃO É GENERALIZADA, OS VALORES DAS CONSULTAS NÃO CONDIZEM COM A REALIDADE E A MÉDIA É DE 450 REAIS ONDE NÃO DECLARAM 30, SÃO TODOS MAÇONS, ENTÃO POSUEM O JUDICIARO NOS BOLSOS... ALGUM DESAFETO DENTRO DA MAÇONARIA FEZ O CALHÓRDA CAIR NAS GARRAS DO LEÃO QUE FINGE NÃO VER, OUVIR E PARA ASEUS AMIGOS É MUDO... DESEMBARGADORES, JUIZES E PROMOTORES CONCEDEM TODOS OS PREVILÉGIOS E NINGUÉM TOMA PROVIDENCIAS PARA FREAR ESSA MAFIA MALDITA...

Anônimo disse...

DESMORALIZAR MAIS O QUE??? HÁ 200 ANOS ESTE PODER CORRUPTO E INCOMPETENTE VEM AGINDO COMO BEM ENTENDE E SEM SOFRER NEM UMA FISCALIZAÇÃO VEM ORQUESTRANDO E COMETENDO TODOS OS TIPOS DE CRIMES E ATROXIDADES QUE NÃO CONSEGUIMOS MAIS SUPORTAR...BANDIDO É BANDIDO, MAIS O MAIS PERIGOSO É O BANDIDO DE TOGA, DITADORES NATU, ESCRAVIARAM, ASSASSINARAM, TORTURARAM, SABOTARAM PROMOVEM O NARCOTRAFICO, CONTRABANDO, JOGOS ILEGAIS DESTRIBUEMO QUE É NOSSO E NOS ASSALTAM NA CARA DURA, BASTA COMPARAR OS SALARIOS E PREVILÉGIOS MILIONARIOS COM O PATRIMONIO IMAGINAVEL DESSA MAFIA...

jomabastos disse...


Ótimo artigo!

"A principal e urgentíssima transformação é uma nova Constituição enxuta e regulável, sem necessidade de “interpretações” superiores, e que possa ser aplicada e cumprida por qualquer pessoa ou entidade pública ou privada. Junto com ela, precisamos enxugar e consolidar legislações que se contradizem."

"É fundamental valorizar o papel da primeira instância judicial e implantar um eficiente sistema de conciliação, para impedir que tantas broncas acabem entulhando o judiciário."

"... a passividade não vai durar para sempre... As pessoas não suportam mais serem vítimas da Ditadura do Crime Institucionalizado. São violências praticadas pelos mecanismos do Estado-Ladrão ou barbaridades cometidas por bandidos de toda espécie, desde os altos escalões republicanos até os pés de chinelo das favelas."

"O verdadeiro inimigo é o Estado-Ladrão. O único jeito de eliminá-lo é uma profunda Intervenção Institucional que reinventará o Brasil. Tal mudança é inevitável. Se nada mudar, com certeza, a porrada vai cantar e as conseqüências serão violentas e imprevisíveis."



Anônimo disse...

De longa data tenho afirmado que o maior bandido do Brasil é o governo. O artigo em pauta corrobora com minha opinião.

Índio/SP

Sérgio Alves de Oliveira disse...

Isso que se passou com o dentista pode acontecer com qualquer um,de outras maneiras,mostrando os absurdos incorporados pela legislação brasileira. Dou um exemplo, Vou na livraria e compro uma "nota promissória". Eu mesmo preencho. Coloco um nome "x" como emitente,e eu (Sérgio) como beneficiário. Preencho a NP no valor de R$-5.000.000.000,00 (cinco bilhões de reais).Assino a Nota de qualquer jeito como se fosse o emitente "x". Ingresso em Juízo com a cobrança de referido título executivo extrajudicial,requerendo justiça gratuita,por ser pobre. O executado é citado para pagar ou nomear bens à penhora para garantia da execução em 24 horas. O réu somente poderá se defender com embargos após garantida a execução,depositando o valor,ou com seus bens penhorados.Ocorre que esse tipo de possibilidade absurda existe de fato.

Jair - SP disse...

Realmente, a situação está complicada. Com o “entra e sai” do Simples, muitas vezes por motivos banais (divida de apenas uma parcela do IPTU), os pequenos empresários foram empurrados para o Lucro Presumido, que é um verdadeiro castigo. Os encargos mais que duplicam. E o Código Tributário Nacional permite retroagir apenas 5 anos para revisão de débitos. É preciso salvar as pequenas empresas, que são as verdadeiras empregadoras. Como???? Intervenção Já! Pelo Retorno à Ordem.

Anônimo disse...

Basta tomar a Receita Federal dos banqueiros e essa história acaba.