sábado, 2 de dezembro de 2017

Falando sério no País da Piada Pronta


“País Canalha é o que não paga precatórios”
                    
Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira                  

No país das “zelites” alienadas, temos hoje um cenário de convés do Titanic, após o rombo e antes do naufrágio.

Socialites discutindo com os marinheiros para saber se aquele bote salva-vidas era de primeira ou segunda classe.

A orquestra não para de tocar. Os garçons servem champagne. Os magnatas ignoram solenemente o desastre que se aproxima.

Os que já perceberam o tamanho da encrenca ficam paralisados de medo.

Alguns se atrevem a perguntar ao comandante sobre o estado de coisas.

A resposta sempre é: “Os mecanismos estão funcionando normalmente”.

Em pouco tempo, nobres, plebeus, ricos e pobres estarão igualados.

Gritos e desespero por todos os lados.

A maior causa da tragédia foi arrogância.

Afinal, o barco era considerado insubmergível (ou inafundável).

Alguns sempre se salvam do desastre.

A ironia do destino é poupar alguns bons e outros maus.

Gélidas águas e gedélicas fortunas incapazes de aquecê-las.

Recordemos Camões: “No mar tanta tormenta, tanto engano; tantas vezes a morte apercebida...”

Deus ilumine nossos generais: que não fraquejem nem traiam jamais.

Sendo tempo de amora, ouso dizer: Já passou da hora.

Do jeito que vai, o Brasil sofre, mas não acaba...

Porém, será sempre o Império da Jabuticaba.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

4 comentários:

Loumari disse...

OBSERVAÇÃO: Meus caros interlocutores no Brasil! Ao ler este sujeito aqui do Mantiqueira, fez-me recordar o que comentei para o meu correspondente permanente no Brasil baseado em São Paulo, isto foi em 02 de Março de 2014
Naquele dia comentei para o meu correspondente isto aqui que vos coloco aqui em baixo:

Olá viva Brasil!

Li detalhadamente cada um dos artigos deste jornal abaixo, e também visitei o blog do Alerta Total, e achei lá um comentário interessante de um tal "Antôntio que diz: Brasil já afundou, já faliu e disto não devemos ter duvida." E também tirei do mesmo comentário esta frase: "Oremos-nos e pedimos a Deus pela Forças Armadas para nos salvar."

Por acaso os brasileiros não sabem que o Exército prestou sermão de obedecer, servir e honrar a constituição, de defender o país contra o inimigo exterior e interior? Onde está o inimigo do Brasil que requeira a intervenção do exército? O povo brasileiro está muito feliz e a deleitar-se todos os dias frentes as suas pantalhas de televisão a assistir a Telenovela "Amor à vida", onde os protagonistas são homossexuais que estão a fornicarem a vista de todo o Brasil, limite se sodomizam aos olhos do mundo inteiro, e é um SHOW que atrai a atenção de todo o Brasil, ao ponto de bater o Record de audiência todos os dias, como se o países se paralisasse, gentes largando os seus postos de trabalho para assistir o fulgurante show de homossexuais a fornicarem. Neste momento onde o brasileiro tem Deus? Não existe. Depois virá o carnaval, e todo o Brasil vai estar e viver ao ritmo de comas e bebas e no delírio do samba. E depois virá o mundial de futebol, e viva as drogas e o álcool, sexo desenfreado, festa todos os dias. Em todos estes momentos, quantos estão a orar a Deus, e pedir a intervenção do anjo da guarda? O Soberano do exército do Brasil, São Miguel Arcanjo, envolveu o seu exército nas luvas brancas, e de aí eles não sairão.
E a Maria lhe sai o coração pela boca de nojo por causa das abominações do povo brasileiro. Brasil você, as tuas abominações alcançaram o topo do limite. A paciência de Deus tem limites. Ele mesmo diz: Eu sou o Alfa e o Ómega, o princípio e o fim. Isto é, Deus pôs limites a todas as coisas. E o Brasil já superou o máximo do limite do tolerável.

Brésil, c'est vraiment fini pour toi. Este é o primeiro país cristão a cair. O Brasil já deu a sua autoridade a besta do Apocalipse. Num futuro muito próximo vamos assistir o desmoronamento da torre de Babel. Por enquanto estão a colmatar as brechas para continuar com a farsa, mas estão a multiplicarem-se as aberturas de novas brechas. Por mais que se empenhem em colmatar as brechas, outras novas se abrem cada dia, e quando colmatam aqui, está a abrir-se outras novas, e as velhas colmatadas se reabrem novamente. É inevitável o desmoronamento da torre de Babel. Que vai cair como um castelo de cartas. E lhes sobrará as telenovelas a sensação, as suas adorações pelas práticas obscuras, visto que os brasileiros já superam os africanos na prática do feiticismo. Crêem que tudo se pode obter e alcançar graças as práticas de obras obscuras.

Loumari disse...

Desabafo do Ultraje a Rigor
Posted: 02 Feb 2014 02:20 PM PST

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Roger Moreira

Lutei contra a ditadura, sim! Tomei borrachadas, engoli gaz lacrimogênio, corri da cavalaria na Av. são João em direção à Praça Antonio Prado e à Praça da Sé. Participei das perigosas assembleias dos sindicatos, onde milicos escondidos na massa guardavam na memória o rosto dos mais exaltados. Arrisquei o emprego, pichei muro com os slogans "Abaixo à Ditadura". Distribui panfletos. Morri de medo. Chorei quando anunciaram a devolução do poder ao povo: eu e mais alguns milhões.
Hoje, vendo pessoas morrendo em filas de hospitais, bandidos matando por R$10, pessoas andando feito zumbis nas ruas por causa das drogas, adolescentes que não sabem quanto é 6 x 8, meninas de 14 anos parindo filhos sem pais, toda a classe política desse país desfilando uma incompetência absurda, a polícia corrompida, o nosso país sendo ridicularizado por tantos escândalos...
Eu peço perdão ao Brasil pela porcaria que fiz... Deveria ter ficado em casa".

"Roger Moreira é Músico. Desabafo publicado no Diário de S.Paulo, em maio de 2013."

Loumari disse...

"Miniconto em ‘brasilês’: O ARGENTINO, O BRASILEIRO E O PORTUGUÊS!

Era uma vez, um argentino, um brasileiro e um português que sobrevivem a um naufrágio. Chegam a uma ilha guarani perdida no rio Paraguai. Lá o velho Pajé vai avisando: - 'Pra vivê nesta aldeia, ucês tem de prová braveza de óme-macho. Pra isso vai tê qui escolhê uma fruta, das três acá, de que ucês mais gosta. Guárda pra hora de comê e fica no aguardo.'
O Pajé deu para escolher uma manga, um abacaxi, e um fruto de caju (pêro). (Mas não explicou totalmente a prova).
- O argentino correndo pega logo no abacaxi por ser grande e saciar melhor a fome.
- O brasileiro também correndo atrás pega na manga, maior do que o caju.
- Ao português, ‘último,’ só lhe restou o caju (sem a castanha). Não precisou correr. Devagar chegou à fruta. Chega a hora da fome e eles terão de comer as frutas diante de toda a aldeia. Mas…tem uma condição da qual não sabiam antes:
- 'Terão de comer as fruta escolhida com casca, e direto. Quem engasgá, tossí ou gritá – MORRE:' - Diz o Pajé... ‘o mais bravo fica vivo para dá bons filhote com nossas cunhã (ameríndias) e aumentar a população guarani.'
- O argentino gritou... ao lhe meterem o abacaxi na boca com pico e tudo. Tentou suportar mas não aguentou.
- O brasileiro…de tanto rir da aflição do rival argentino não precisou comer a manga com casca. Desviou a atenção e se esqueceram dele.
- O português comeu o caju e tossiu do suco ácido demais, e dissimulou – como sempre nega tudo, quando não aguenta situações incómodas. No final quem vocês julgam que se deu bem?
- O argentino porque mostrou bravura, mesmo gritando…
- O brasileiro arteiro, porque evitou comer a manga com casca… (sempre dando show de bola).
- Ou o português que dissimulou a tosse, e comeu a fruta do caju como se não fosse ele? Respostas:
- O brasileiro se ferrou…de tanto rir da aflição do vizinho argentino. O brasileiro nem teve tempo de dizer amém ou de comer mais a manga com casca. Por isso foi dado a escolher: - ir pró inferno ou ir para Cuiabá dos bororo, em Mato Grosso e no verão, de terno completo, camisa gola fechada, e gravata. Temperatura por lá chega aos 43 graus, sem contar com o mosquito habitual. Mas o brasileiro, como bom paulista acostumado ao trânsito infernal na cidade de São Paulo, preferiu ir pró inferno mesmo, pois lá está quente mas anda-se peladão sem roupa, e é farra todo dia com as gostosas excomungadas da terra, pra levantar o astral e o resto.
Por outro lado, - o português e o argentino tiveram um empate técnico. O português vinha de Santa Catarina terra cheia de descendente de açoriano. Ficou com a "barriga verde" de tanto suco de caju fermentado bebido. Esse português pela dissimulação ficou na aldeia a fazer filhotes com a mulherada. Se falhasse nas tarefas sexuais seria castrado.
- O argentino teve a boca machucada por causa do abacaxi não descascado – foi perdoado. Regressando a seu país (Argentina) fundou o Boca Juniors, clube de futebol. Moral da estória: nem sempre o brasileiro leva vantagem em tudo e sai ganhando…mas sempre dá um jeito e se vira mesmo na marra. É bom contorcionista!

Miniconto original de Mphumo Johnny Kraveiri- nya© escriba de acá, aos 07.04.2014 do ano de nossa sen- hora dos aflitos. MJK.

Manuel Maeder disse...

ja passou da hora sim e a onça banguela e amestrada continua se fazendo de dificil e nao cumprindo seus deveres constitucionais.