sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

O PT merece ser extinto – como os dinossauros?


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Já pensou se o Partido dos Trabalhadores acabar cassado porque recebeu, em 2002, uma doação ilegal de US$ 1 milhão, do falecido ditador da Líbia, Muamar Al Kadafi? Mais interessante será o PT extinto por uma das bombas denunciadas na proposta de delação premiada de Antônio Palocci Filho – hoje considerado um “traidor” da petelândia. Tudo porque, em troca de redução de penas, Palocci se compromete a revelar provas de dezenas de crimes que cometeu, com pleno conhecimento e companhia de Lula. A revista Veja antecipa alguns detalhes sórdidos da petralhada.
O PT merece ser extinto, como os dinossauros? Talvez seja este o desejo do cadáver politicamente insepulto de Celso Daniel, seqüestrado, torturado, e assassinado – em um crime sem solução. Seus restos mortais, daqui a milhões anos, podem se transformar em hidrocarboneto a ser explorado pela Petrobras que a roubalheira petista quase extinguiu. Acontece que a Petrossauro não morreu, e nós pagamos a conta da corrupção. Vide o botijão de gás (que já subiu 70%) e o combustível mais caro do mundo na bomba de abastecimento.
Enquanto isso, devagar, devagarinho, Lula segue em campanha presidencial antecipada. A torcida do companheiro $talinácio é pela lentidão judiciária. Por mais rápido que o Tribunal Regional Federal da 4ª Região julgue o recurso de sua condenação pelo juiz Sérgio Moro, o tal “trânsito em julgado” permanecerá longe do final, e Lula dificilmente poderá ser impedido de concorrer ao Palácio do Planalto no “fla-flu” de 2018. Embora o líder decadente pareça um cadáver político do ponto de vista moral, ele ainda não está morto.
Da mesma forma como a corrupção e os desmandos seguem mais vivos que nunca em Bruzundanga. Que benefício tiveram os deputados que aprovaram a Medida Provisória 795 que perdoou R$ 54 bilhões devidos por grandes petrolíferas que atuam no Brasil? Agora o absurdo está no Senado, aguando aprovação até dia 15 de dezembro, quando a MP perde efeito. O Brasil deixará de arrecadas R$ 1 trilhão em tributos em 25 anos. E o governo do crime insiste que é a Previdência Social a responsável pelo rombo nas contas públicas... Que sacanagem temerária com o trabalhador do setor privado...
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O difícil é cobrar


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© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 8 de Dezembro de 2017.

9 comentários:

Anônimo disse...

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sexta-feira, dezembro 08, 2017
A CRISE BRASILEIRA E O RONCO DA CASERNA
É sempre um alento para os brasileiros saber que a caserna não está surda. Afinal, se estivesse já estaríamos vivendo a trágica experiência da Venezuela, onde o golpe comunista foi aplicado em câmera lenta. Chávez foi eleito presidente do país em 1999 de onde saiu para o cemitério em 2013, vítima de um câncer.

Como era coronel do Exército, Chávez tinha ascendência sobre o estamento militar e cooptou suas principais lideranças, sendo que as Forças Armadas daquele país passaram a ser as fiadoras da aventura bolivariana que culminou recentemente na comunização da Venezuela.

Portanto, não deixa de ser muito importante o artigo publicado no jornal O Estado de S. Paulo, de autoria do ex-Chefe do Estado Maior da Defesa, General da Reserva/1, Rômulo Bini Pereira. Ainda que marcado pela discrição o escrito do General Bini não deixa de ser um alerta e também uma resposta às preocupações e os temores da maioria da população brasileira ante à escalada da corrupção e da pilhagem do erário nacional que resultou no sucateamento de todo o Brasil. Aliás, a mesma ocorrência vista na Venezuela nos anos que antecederam o recente golpe comunista desferido pelo filhote do defunto caudilho Hugo Chávez.

Portanto vale a pena ler o artigo do General Rômulo Bini Pereira, que transcrevo na íntegra. Leiam:
PESOS E CONTRAPESOS
Por Rômulo Bini Pereira (*)
Transcrito do jornal O Estado de S. Paulo
Gal. Bini Pereira, quando Chefe do Estado-Maior
O comandante do Exército, general Villas Bôas, em recente mensagem aos seus subordinados da reserva expôs com muita propriedade o papel da Força terrestre no atual cenário político. Chefe e líder inconteste, assegura, em suas palavras, que não somos a tutela da Nação e nossas instituições são capazes de conduzir os problemas da crise ética e moral por que passamos. Enfatiza ainda que o Exército continua mantendo suas posições quanto à legalidade, à legitimidade e à estabilidade em suas ações, atitude também adotada por suas coirmãs, a Marinha e a Força Aérea. É essa postura que lhes dá reconhecida credibilidade perante o povo brasileiro. CONTINUA...

Anônimo disse...


http://aluizioamorim.blogspot.com.br/ CONTINUA II
O teor da mensagem, já anteriormente constante em entrevistas e reportagens de nosso comandante, indica que um possível motivo de sua exposição seja o crescimento, em nossa sociedade, de adeptos da adoção de uma intervenção militar no poder constituído para a solução dos atuais problemas brasileiros. O militar da reserva, bem mais próximo do público civil, sente com maior intensidade esse crescente pedido de intervenção.
De modo surpreendente, é na faixa de idade mais jovem que mais cresce essa posição. Frustrados e decepcionados com as nossas lideranças, os jovens não veem uma solução concreta e plausível em curto prazo. As soluções admissíveis que poderiam eliminar essa proposta antidemocrática são raras, o que tem propiciado o surgimento de graves e constantes crises nestes últimos 30 anos, fruto de governos incompetentes e corruptos.
Nosso comandante aproveita o ensejo para reafirmar que nossas principais instituições e nosso sistema de pesos e contrapesos no processo político estão consolidados. É oportuno salientar que este último é a base fundamental que sustenta o regime democrático. É ele que equilibra os debates, as decisões e as vertentes ideológicas que surgem e poderão apontar à sociedade o melhor caminho a seguir. Ao citar a expressão pesos e contrapesos, é bem provável que o general Villas Bôas esteja enviando um precavido e sutil alerta à Nação, em particular aos integrantes do Judiciário. Isso porque tal citação faz surgir de forma subliminar a figura da balança de dois pratos, consagrada mundialmente como o mais significativo símbolo da justiça.
Infelizmente, para grande parte da sociedade brasileira, não chegamos a um nível democrático que nos dê esse equilíbrio. Para muitos, incluídos os intervencionistas, o sistema inexiste e o processo político está voltado, exclusivamente, para interesses individuais ou de grupos partidários. Questionamentos são sempre feitos nas possíveis soluções das crises que surgem. Para quê? Para quem? Para onde? O interesse do País raramente está presente nas respostas, ficando quase sempre em segundo plano. CONTINUA...

Anônimo disse...


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Recentes fatos políticos e judiciais validam esses questionamentos. A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) optando pela prévia aprovação das Casas legislativas para a adoção de medidas cautelares impostas a parlamentares é um exemplo. O corporativismo prevalecerá e políticos acusados de crimes estarão imunes e receberão a chancela de inocentes. Outro exemplo foi o incompreensível pedido de vista de um ministro do STF após sete votos favoráveis a pôr fim à imunidade parlamentar, um enorme anseio da sociedade. O pedido não visa um conhecimento maior da causa, mas sim um prazo ampliado que possibilite o Congresso concluir a votação de emenda constitucional do mesmo tema. Se considerarmos que duas centenas de congressistas são processados no STF, a queda da imunidade provavelmente não passará – e nem todos os brasileiros serão iguais perante a lei. Será uma contraposição entre o Judiciário e o Legislativo, advindo certamente outra crise entre eles.
E como se não bastasse, há outro exemplo lamentável. Em sua posse, na presença do presidente da República, o novo diretor da Polícia Federal declarou que uma única mala talvez não desse toda a materialidade criminosa. Referia-se a uma das componentes da denúncia da Procuradoria-Geral da República contra o presidente, justamente quando assumia o cargo que lhe foi dado pelo denunciado. Com certeza uma declaração adrede preparada e comprometida.
Tais exemplos demonstram que no mais alto nível da República o sistema de pesos e contrapesos não funciona como deveria e prima pelo desequilíbrio, sendo, por isso mesmo, comprometido e não confiável, justamente por predominarem os conchavos, os interesses individuais e de grupos, a troca de vantagens e de benesses à sombra de um Congresso subornável e de uma Justiça “partidária”. As medidas cautelares, o pedido de vista do ministro e a atitude comprometida, tríade degradante para muitos brasileiros, reforçam o descrédito dos nossos três Poderes perante a sociedade. CONTINUA..

Anônimo disse...


http://aluizioamorim.blogspot.com.br/ CONTINUA IV E TERMINA
Segundo publicações veiculadas pelas redes sociais, um trecho de declaração atribuída ao general Figueiredo, último presidente militar, dirigida ao mundo político, chocou a sociedade: “... jogarão a Nação num lamaçal de dimensões continentais, onde o povo afundará na corrupção, na roubalheira, na matança até que se instaure o caos social, seguido de uma guerra civil”. Mesmo que não seja verídica, muitos adeptos da intervenção militar já consideram profética tal declaração.
O Brasil precisa encontrar soluções para os enormes impasses que vivemos, para que nenhuma ilegalidade esteja acima do interesse do povo brasileiro. As forças vivas da Nação, movidas pelos homens de bem, incluindo as Forças Armadas, não podem permitir que condutas irresponsáveis e antipatrióticas se tornem costumeiras em nossa vida pública, por atingirem frontalmente os princípios éticos e morais que conduzem um regime democrático e que resultarão num arremedo de democracia.
(*) General de exército (R/1), foi chefe do Estado-Maior da Defesa

Anônimo disse...

Ministro Marco Aurélio Mello determina quebra de sigilos bancário e fiscal do playboy Aécio Neves e de sua corte
http://poncheverde.blogspot.com.br/
O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, determinou a quebra dos sigilos bancário e fiscal do senador Aécio Neves (PSDB-MG) no período entre 1º de janeiro de 2014 e 18 de maio de 2017. Na mesma decisão, o ministro também mandou quebrar os sigilos da irmã do senador, Andrea Neves, do primo dele, Frederico Pacheco de Medeiros, e de Mendherson Souza, ex assessor do senador Zezé Perrella (PMDB-MG). A ordem de Marco Aurélio Mello, relator da investigação sobre o senador, foi assinada no final de novembro e divulgada nesta quinta-feira (7).
Andrea Neves, Frederico Pacheco de Medeiros e Mendherson Souza são investigados junto com o playboy Aécio Neves por corrupção passiva. O senador também é investigado por obstrução às investigações da Operação Lava Jato.
Segundo denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República ao Supremo, o playboy Aécio Neves pediu e recebeu propina de R$ 2 milhões do empresário açougueiro bucaneiro Joesley Batista, um dos donos da empresa propineira JBS. A quantia teria sido solicitada por Andrea Neves com o objetivo de pagar um advogado do senador. Mas, para a Procuradoria Geral da República, o dinheiro era uma contrapartida por supostos favores prestados pelo parlamentar ao grupo J&F, controlador da JBS.
Frederico Pacheco e Mendherson Souza foram acusados de terem intermediado o recebimento dos valores, entre abril e maio deste ano, em quatro parcelas de R$ 500 mil em espécie. Ao determinar a quebra dos sigilos, Marco Aurélio Mello escreveu que a medida tem o objetivo de rastrear a origem e o destino de recursos supostamente ilícitos.
Uma outra decisão de Marco Aurélio Mello, publicada na quarta-feira (6), liberou Andrea Neves da prisão domiciliar e do uso de tornozeleira eletrônica. A decisão também valeu para Frederico Pacheco e Mendherson Souza.
Postado por Vitor Vieira às 18:17:00

Anônimo disse...

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017
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O trotskista petista Antonio Palocci deve delatar que Kahdafi deu dinheiro para a eleição de Lula, isso é crime e pode decretar o fim do PT
A imagem acima foi captada no encontro da Cúpula América do Sul-Áfri­ca, que aconteceu na Venezuela, em 2009. Lula era presidente do Brasil pela segunda vez e o ditador Muamar Kadafi ainda comandaria a Líbia por mais dois anos, antes de ser deposto, capturado, empalado e executado. Não é uma cena protocolar, como se observa no aperto de mão informal. A fotografia retrata dois líderes que se diziam “irmãos”.
Durante 42 anos, Kadafi governou a Líbia seguindo o protocolo dos tiranos. Coronel do Exército, ele liderou um golpe em 1969. No poder, censurou a imprensa, reprimiu adversários e impôs leis que permitiram punições coletivas, prisão perpétua, tortura e morte a quem contrariasse o regime.
Dinheiro líbio também financiou grupos terroristas e movimentos políticos em vários cantos do planeta. Entre os que receberam recursos da ditadura líbia estavam, de acordo com o ex-minis­tro Antonio Palocci, o PT e seu líder máximo, o poderoso chefão da organização criminosa petista e ex-presidente Lula.
A revelação do comuno-trotskista petista Antonio Palocci, um dos "porquinhos" da mulher sapiens petista Dilma Rousseff, está contida na sua proposta de delação premiada entregue ao Ministério Público.
Segundo ele, em 2002, Kadafi enviou secretamente ao Brasil 1 milhão de dólares para financiar a campanha eleitoral do então candidato Lula. Fundador do PT, ex-­prefeito de Ribeirão Preto, ex-ministro da Fazenda do governo Lula e ex-­chefe da Casa Civil de Dilma Rousseff, Antonio Palocci esteve no centro das mais importantes decisões do partido nas últimas duas décadas.
Condenado a doze anos de cadeia por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, há sete meses ele negocia um acordo de delação premiada. Em troca de redução de pena, compromete-se a contar detalhes de mais de uma dezena de crimes dos quais participou. Um dos capítulos da colaboração Exterior para o financiamento de suas atividades, de suas campanhas políticas. Pegar dinheiro vindo trata das relações financeiras entre Lula e o ditador líbio — e tem potencial para fulminar o partido e o próprio ex-presi­dente. É fixado em lei que os partidos políticos não podem receber dinheiro do do Exterior significa crime gravíssimo de traição à Pátria.
Postado por Vitor Vieira às 22:53:00

Anônimo disse...

https://youtu.be/EZF27L-nULA
https://youtu.be/EZF27L-nULA

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D0 BLOG LIBERTATUM

DIFICULDADE EM FORMAR QUORUM NO STF DEIXAM DECISOES IMPORTANTES PARA AS CALENDAS GREGAS.

ANONIMO DIZ....
AGORA ELES VAO EMBARCAR PARA SEUS RUMOS FELIZES E O MUNDO QUE SE EXPLODA. ESSA E A MORAL DOS SUPREMOS FEDERAL E ELEITORAL. SE ELES NAO FAZEM PARTE DA SOLUÇAO PARA NOSSO PAIS PORQUE PAGAMOS TANTA IRRESPONSABILIDADE E PROCRASTINAÇAO A PESO DE OURO. TEMOS QUE TOCAR O BONDE E A INDECISAO DOS PREVARICADORES DO ANDAR DE CIMA ESTA IMPEDINDO A NAÇAO DE ALÇAR VOO. ISTO NO MINIMO E PREVARICAÇAO SOLENE E GRAVE. ISTO E UMA VERGONHA.

Sérgio Alves de Oliveira disse...

Parece que a melhor saída para o PT seria essa de ser extinto por ter recebido 1 milhão de dólares do Al Kadafi. Essa sentença o partido certamente colocaria num quadro na sala principal.Passaria a ser motivo de nova acusação de "perseguição",pois a "micharia" de um milhão não poderia ter tanto impacto. O PT até alegaria o "princípio da "insignificância" e estaria sendo perdoado pelos trilhões de reais que roubou durante os seus 13 anos no Governo.

Jayme Guedes disse...

Serrão, cassar o registro do PT não resolverá nada. Eles se reinventam num novo partido, o TP, Trabalhadores num Partido, e seguem roubando. Quem precisa ser cassado é o eleitor que vota no PT. Para dirigir exige-se habilitação, para decidir o destino da nação, não, não se exige nada. Não tem como dar certo.